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ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Subgrupo X: Fernando Leon Filipe Tolentino (Resp.) Subgrupo Y: Rafael Braz Rodrigo Caseca Turma: 14 Grupo: 46 Atividade.

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1 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Subgrupo X: Fernando Leon Filipe Tolentino (Resp.) Subgrupo Y: Rafael Braz Rodrigo Caseca Turma: 14 Grupo: 46 Atividade : R10 As tecnologias de informação na logística da organização: por exemplo o EHCR na cadeia de suprimentos de saúde (pags. 181 a 192)

2 Para reduzir os custos de materiais e suprimentos na industria de saúde, os esforços se concentravam nos descontos por volume de compra. Ou seja, comprava-se um lote de materiais para obter descontos. O governo é o maior consumidor em matéria de saúde, em qualquer país do mundo. O objetivo de quem exerce esta área de saúde é na redução de custos e aumento de qualidade. INTRODUÇÃO

3 Os avanços tecnológicos e o aumento da expectativa de vida das pessoas proporcionaram a exercer pressão gradativamente mais forte sobre os gastos públicos em saúde. Embora seja cada vez mais difícil encontrar meios de cortar os custos dos produtos e das ações e serviços de saúde, o Governo e o público continuam a exigir maior eficiência na indústria da saúde, a fim de reduzir os gastos. Em 1997, esse dilema da saúde provocou um grupo de associação e negócios do ramo da saúde a patrocinar a pesquisa chamada Efficient Healthcare Consumer Response (EHCR). O EHCR identificou quatro áreas que poderiam ser economizados US$ 11 bilhões de custos na cadeia de suprimentos e saúde nos EUA. INTRODUÇÃO

4 Uma das principais recomendações da pesquisa EHCR consiste em implementar sistemas de informações para automatizar os atuais processos das cadeias de suprimentos. O e-commerce, destaca-se por possibilitar um significativo impacto positivo em cada um dos componentes do gerenciamento de uma cadeia de suprimentos. Ex.: Gerenciamento de fornecedores, Gerenciamento de estoque, Gerenciamento de distribuição, Gerenciamento de pagamento e recebimento. EHCR

5 Quem já analisou a cadeia de suprimentos de saúde pode afirmar o longo do tempo e o enorme trabalho necessários para fazer chegar suprimentos médicos de fábrica até o paciente, devido a ineficiência dos processo utilizados nos sistemas à automatização deficiente e ultrapassada. Essas deficiências causam muitos impactos. No gerenciamento de compras está o maior potencial para promover economia na cadeia de suprimentos de saúde.

6 GERENCIAMENTO DE COMPRAS Algumas atividades específicas em gerenciamento de compras que mais podem aumentar-lhe a eficiência: processo de atualização dos catálogos dos preços; processo de pedidos de compras; o processo dos avisos de encaminhamento; os processos de gerenciamento das notas fiscais e dos pagamentos. Moynihan (1997) Brennan (1998) recomenda as seguintes providências para atingir eficiência em gerenciamento de compras: (prox. slide)

7 GERENCIAMENTO DE COMPRAS Integrar os processos de compras e de contas a pagar para reduzir os custos fixos; centralizar a contabilidade e estabelecer padrões de gerenciamento de compras; Implementar processos de compras que não utilizem papel, por meio de intercâmbio de dados eletrônicos (IDE) ( Electronic data interchange – EDI), ou outras formas de comércio eletrônico; e Implementar um processo eletrônico de numeração e rastreamento de produtos, para simplificar a identificação e rastreamento de pedidos e de pagamentos.

8 A tecnologia de informação pode automatizar todas as áreas de gerenciamento de compras. Recentes avanços na tecnologia de informação, especificamente em Business-to- Business e–commerce (B2B), constituem a força que está dirigindo o aumento da eficiência no gerenciamento da cadeia de suprimentos da saúde. B2B são simplesmente companhias conduzindo negócios uma com a outra por meio da internet. Business-to-Business (B2B)

9 Em contraste com Business-to-Consumer e-commerce, onde milhões de usuários acessam um computador central, o Business-to-Business e-commerce avança um passo a mais. O B2B permite que dezenas de milhares de companhias conectam-se com dezenas de milhares de outras companhias, por meio de uma rede virtual. Com o B2B e-commerce, todos os processos são acionados automaticamente, quando o material ou equipamento é pedido. Como o comprador tem acesso imediato a todos os seus potenciais fornecedores, ele pode escolher, na hora, qual o produto lhe servirá melhor.Isso elimina muito tempo que era necessário, no método antigo, para encontrar o produto mais adequado à necessidade do comprador. Business-to-Business (B2B) e-commerce

10 VANTAGENS DO B2B E-COMMERCE Eliminar a necessidade de papel; Diminuir erros; Possibilitar a atualização de preços e informações sobre produtos instantaneamente; Gerar,automaticamente, pedidos de compras, notas fiscais e avisos de remessa; Cuidar automaticamente de processos de pagamento, do controle de inventário e de rastreamento, sem intervenção do usuário; Permitir que os hospitais desviem-se das organizações de compras de grupo (GPOs) e comprem diretamente da fábrica; Economizar tempo e dinheiro.

11 Com os dados em tempo real disponíveis para fabricantes e hospitais por meio do B2B e-commerce, é possível que os profissionais de saúde e os hospitais comprem diretamente dos fabricantes, utilizando o método justin-in-time (JIT). Distribuidores estão sendo eliminados da cadeia de suprimentos de saúde da mesa maneira com que as agências bancárias estão sendo eliminadas da cadeia de suprimentos de serviços bancários. Embora muitos hospitais constituem a usar os distribuidores há certamente uma tendência em evolução que favorece a compra direta dos fabricantes. A utilização de B2B e-commerce provoca economia na cadeia de suprimentos de saúde, pois torna-a mais rápida, mais simples e eficiente. CONCLUSÃO

12

13 Bibliografia: Hong Yuh Ching - Gestão de estoques na cadeia de logística integrada: Supply chain / Hong Yuh Ching – 3a ed. - São Paulo: Atlas, acesso em: 8 de novembro de 2009.

14 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Subgrupo X: Fernando Leon Filipe Tolentino (Resp.) Subgrupo Y: Rafael Braz Rodrigo Caseca Turma: 14 Grupo: 46 Atividade : R10 As tecnologias de informação na logística da organização: por exemplo o EHCR na cadeia de suprimentos de saúde (pags. 181 a 192)


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