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T.E.C.. A ambição cerra o coração. A casamento e baptizado, não vás sem ser convidado. A culpa morreu solteira. A galinha da vizinha é sempre melhor que.

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1 T.E.C.

2 A ambição cerra o coração. A casamento e baptizado, não vás sem ser convidado. A culpa morreu solteira. A galinha da vizinha é sempre melhor que a minha. A justiça tarda mas não falha. A Laranja, de manhã é Ouro, de tarde é Prata, e à noite mata. A noite é boa conselheira. A ocasião faz o ladrão. A palavra é de prata e o silêncio é de ouro. A preguiça é a mãe de todos os vícios.

3 A pressa é inimiga da perfeição. A primeira, qualquer cai. À segunda cai quem quer. A rir se corrigem os costumes. A verdade é como o azeite: Vem sempre ao de cima. Água mole em pedra dura, tando dá até que fura. Águas passadas não movem Moinhos. Amor com amor se paga. Antes mau ano que mau vizinho. As aparências iludem. As paredes têm ouvidos.

4 Boda molhada, boda abençoada.

5 Cada macaco no seu galho. Cada um por si, Deus por todos. Cada um sabe de si e Deus sabe de todos. Cão que ladra não morde. Com o fogo não se brinca. Contra factos, não há argumentos.

6 Dá Deus nozes, a quem não tem dentes. De boas intenções, está o Inferno cheio. De Espanha, nem bom vento nem bom casamento. De noite todos os gatos são pardos. De pequenino se torce o pepino. Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer. Depois de casa roubada trancas à porta. Depressa e bem, não há quem. Deus escreve direito, por linhas tortas. Devagar se vai ao longe. Dinheiro compra pão, mas não compra gratidão.

7 Em Abril águas mil. Em casa de ferreiro, espeto de pau. Em casa em que não há pão todos ralham e ninguém tem razão. Enquanto se capa, não se assobia. Entre marido e mulher não metas a colher.

8 Fala-se no diabo e aparece-lhe o rabo. Filho de burro não pode ser cavalo. Filho de peixe sabe nadar. Filhos criados, trabalhos dobrados. Filhos das minhas filhas, meus netos são. Filhos dos meus filhos serão ou não. Formosura, pouco dura.

9 Gordura, é formosura. Grão a grão, enche a galinha o papo.

10 Há males que vêm por bem.

11 Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão. Longe da vista, longe do coração.

12 Macaco velho, não trepa galho seco. Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Mais vale prevenir, que remediar. Mais vale só, que mal acompanhado. Mais vale tarde do que nunca. Mais vale um pássaro na mão, que dois a voar. Mãos frias amores todos os dias. Mãos frias, coração quente, amor para sempre. Mãos quentes amores ausentes.

13 Muito falar, pouco acertar. Muito falar, pouco pensar. Muito riso, pouco siso.

14 Não adianta chorar sobre o leite derramado. Não dá a bota com a perdigota. Não deites foguetes antes da festa. Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje. Não há amor como o primeiro. Não há duas sem três. Não há fumo sem fogo. Não há pior cego do que aquele que não quer ver.

15 Não ponhas o carro à frente dos bois. Não se fazem omeletes sem partir ovos. Não se foge ao destino. Nem só de pão vive o homem. Nem tudo o que abana cai. Nem tudo o que vem à rede é peixe. Ninguém está bem com a sorte que tem. No Carnaval nada parece mal. Nunca digas desta água não beberei.

16 O barato sai caro. O ladrão volta sempre ao local do crime. O que tem de ser, tem muita força. O Saber não ocupa lugar. O segredo é a alma do negócio. O tempo perdido nunca se recupera. O último a rir é o que ri melhor. Olho por olho, dente por dente. Olhos que não vêm, coração que não sente.

17 Os homens não se medem aos palmos. Outubro quente traz o diabo no ventre. Ouve tudo bem, diz o que lhe convém.

18 P'ra trás, mija a burra. Paga o justo pelo pecador. Pão proibido abre o apetite. Para bom entendedor, meia palavra basta. Para grandes males, grandes remédios. Parar é morrer. Patrão fora, feriado na loja. Pela boca morre o peixe. Preso por ter cão e preso por não ter.

19 Quando a esmola é muita, o pobre desconfia. Quando mija um português, mijam dois ou três. Quando um burro zurra, os outros abaixam as orelhas. Quanto mais alto se sobe, maior o trambolhão. Quem bem ama não esquece. Quem bem nada não se afoga. Quem boa cama fizer, nela se há-de deitar. Quem brinca com o fogo queima-se.

20 Quem cala, consente. Quem canta, seu mal espanta. Quem com ferros mata, com ferros morre. Quem confessa a verdade, não merece castigo. Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto. Quem convida de véspera, não quer que vá à festa. Quem corre por gosto, não cansa. Quem dá o pão, dá a educação. Quem diz tudo o que quer, ouve o que não gosta. Quem espera sempre alcança. Quem espera, desespera.

21 Quem está mal, que se mude. Quem está vivo, sempre aparece. Quem estraga velho, paga novo. Quem mais alto sobe, ao mais baixo vem parar. Quem mais jura, mais mente. Quem muito chora, pouco mija. Quem muito dorme pouco aprende. Quem muito fala, pouco aprende. Quem não arrisca, não petisca. Quem não sabe, é como quem não vê.

22 Quem não tem dinheiro não tem vícios. Quem te avisa, teu amigo é. Quem tem telhados de vidro, não deve atirar pedras ao do vizinho. Quem tem unhas é que toca viola. Quem tudo quer, tudo perde. Quem vai à guerra, dá e leva. Querer é poder.

23 Ri melhor quem ri por último.

24 Saber esperar é uma grande virtude.

25 Tantas vezes vai o cântaro à fonte que um dia lá fica a asa. Tão ladrão é o que vai à horta, como o que fica à porta. Todos os caminhos vão dar a Roma. Tudo está bem, quando acaba em bem.

26 Um mal nunca vem só.

27 Velhos são os trapos.

28

29 Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades. Zurros de burro não chegam aos céus.

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31 Dafne Marina Rodrigues Rosado Nº ºAs T.E.C. Curso: Acção Social


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