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FELIZMENTE HÁ LUAR. A evocação das personagens do passado é pretexto (ou a máscara imposta pela censura) para falar do presente, não porque a história.

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1 FELIZMENTE HÁ LUAR

2 A evocação das personagens do passado é pretexto (ou a máscara imposta pela censura) para falar do presente, não porque a história se repete mas para dela tirar exemplo Luiz Francisco Rebello

3 Sttau Monteiro e obra Ela foi-me visitar ao Aljube e levou-me umas sanduíches embrulhadas em papel de jornal. Fiquei indignado com a história do papel de jornal. Depois percebi: é que o jornal que embrulhava as sanduíches vinha a noticia do prémio. Foi uma espécie de espírito contra tudo que me irritava. Os portugueses acagaçam-se. E o nojo por isso surge na peça, até mais do o resto. Para mim há uma coisa sagrada: ser livre como o vento...

4 Salazar e o Estado Novo

5 Para os outros e para nós, como resposta para tudo e caminho único, este grito supremo, que já não significa o nome de um homem mas a síntese duma ideia redentora, a abreviatura dum sistema: Salazar! António Ferro, SPN

6 Salazar e o Estado Novo General Carmona passa a Presidente da República; Carmona chama um professor de ciências económicas para ministro, Salazar;

7 Salazar e o Estado Novo Os dez mandamentos do Estado Novo Cartaz propaganda nacional

8 Salazar e o Estado Novo Cartazes propaganda nacional.

9 Reformas A assembleia da república é anulada; A oposição é perseguida É imposta uma economia agrícola, que tem como slogan poupar;

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12 Forças Armadas O regime faz reformas nas forças armadas, domesticando- as, tomando controle total da força militar;

13 Igreja A Igreja é chamada a funcionar como o instrumento legitimador, impondo os valores definidos pelo estado novo; Cardeal Cerejeira – cardeal patriarca de Lisboa

14 Milícias do Estado São criadas milícias do estado, como a Mocidade Portuguesa e a Legião, para garantir a continuidade do Estado Novo e dos seus ideais;

15 Milícias do Estado

16 Educação É criado plano educacional chamado Educação Nacional que se baseava em moldar os jovens, aprendendo os valores do nacionalismo;

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18 A PIDE A polícia política e as milícia foram criadas para impor o medo, para que os ventos de revolução vindos de Espanha não pusessem em causa os princípios do estado; Esta polícia usa a censura para garantir a defesa do estado Cria-se a polícia política, Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE), que mais tarde passa a Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE)

19 A censura

20 Ary – poeta perseguido pela censura Zeca Afonso – músico revolucionário

21 Revolucionários Movimentos revolucionários e presos políticos.

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24 Humberto Delgado

25 Delgado, Humberto. Militar e político português, nascido a Concluiu cursos de Artilharia, Piloto e Observador. Foi considerado muito apto para o curso de Altos comandos. Foi representante português para acordos secretos com a Inglaterra.

26 Humberto Delgado Em 1958 candidatou- se, pela oposição, à presidência da república.

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30 Perde as eleições, contestando os resultados (25% dos votos expressos) Demite-se das forças armadas e pede asilo político na embaixada do Brasil. Encabeça um movimento contra o estado Português. Em 1961 orientou o assalto ao paquete Santa Maria.

31 Humberto Delgado Foi assassinado pela PIDE no dia 13 de Fevereiro de 1965*, numa armadilha montada por António Rosa Casaco, ex-chefe da PIDE. *quatro anos após a publicação de Felizmente há luar

32 Primeiro quartel do séc. XIX Anos 60 do séc. XX Regime absolutistaRegime Salazarista/Estado novo Existência de desigualdades sociais, vivendo o povo numa situação miserável O povo acredita na libertação do terror e opressão, mas tem medo de agir, faltando-lhe um líder. Há vozes que se insurgem contra o regime, no entanto são logo asfixiadas.

33 Traidores do povo – Vicente, Andrade Corvo Existência de bufos, ou seja, denunciantes. Os dois polícias constituem a força policial na qual se apoia o regime. A PIDE é a força policial que se encontra ao serviço do poder político. Beresford, Principal Sousa e D. Miguel Forjaz são os representantes do poder. Salazar, Cardeal Cerejeira e Rosa Casaco eram os órgãos supremos do regime.

34 As execuções, afinal, consciencializam as pessoas e encorajam-nas a lutar pelo Futuro A condenação sem provas. Existência de inúmeros processos de condenação, não obstante a falta de provas O General Gomes Freire de Andrade O General Humberto Delgado


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