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Faculdade Pitágoras Cursos Tecnólogos Cabeamento Estruturado Montagem e Projeto 1.

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Apresentação em tema: "Faculdade Pitágoras Cursos Tecnólogos Cabeamento Estruturado Montagem e Projeto 1."— Transcrição da apresentação:

1 Faculdade Pitágoras Cursos Tecnólogos Cabeamento Estruturado Montagem e Projeto 1

2 Cálculo de cabos 2

3 3

4 Montagem do Rack Escolhendo a altura do rack A altura é definida em UNIDADES PADRÃO DE ALTURA U: 1U = 44,45mm. Relacione os equipamentos com suas respectivas Us de altura. Avalie necessidades de visualização, operação, e manutenção de cada equipamento.

5 Economizar espaço no rack pode significar comprometimento das necessidades, gerando dificuldades e desconforto para o funcionamento da instalação. Dimensione espaços para possíveis expansões, painéis de alimentação e serviço, identificação, e ventilação. Recomenda-se, sempre que possível, o mínimo de 1U livre entre cada equipamento para ventilação. Sempre que colocar um equipamento que receba cabos, adicione um espaçador ou guia de cabos. Some os Us, e procure a dimensão igual ou imediatamente superior ao resultado obtido. ----Dimensionando a profundidade Verifique qual dos equipamentos é o mais profundo. Avalie necessidades de operação e manutenção. Recomenda-se espaços para possíveis expansões, e o mínimo de 80mm, além do dimensionado, para cabeação e instalação de calha de alimentação. Montagem do Rack

6 Altura 6

7 Profundidade 7

8 Largura 8

9 Exercício sobre rack Calcule qual o tamanho do rack para : 2 switches de 44,45mm e 24 portas cada um, 9

10 Patch panel Utilizado para cabeamento horizontal ou secundário, em salas de telecomunicações (cross-connect) na função de distribuição de serviços em sistemas horizontais. As condições e locais de aplicação são especificados pela norma ANSI/TIA/EIA Pathway and Spaces. 10

11 Patch panel Modular Utilizado para cabeamento horizontal ou secundário, em salas de telecomunicações. Permite a montagem de conectores/adaptadores para UTP, fibra, coaxial e aplicações multimídia (áudio e vídeo). Permite maior facilidade na organização e manutenção dos cabos. 11

12 Painel de conexão IDC 110 Uso interno, para cabeamento vertical ou primário, na função de administração e gerenciamento de backbones. Também utilizado para distribuição horizontal, principalmente de ramais telefônicos. 12

13 Path Panel Conector / Bloco 110

14 Guia de cabos Aplicação Organização e acomodação de cabos dentro dos racks, fica entre os path panels, ou switchs. 14

15 15 Acomodação de cabos

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17 Guia de cabos fechado Sistemas de Cabeamento Estruturado, uso interno, para instalação em racks, vertical ou primário, em salas ou armários de distribuição principal; ou para cabeamento horizontal ou secundário, em salas de telecomunicações (cross-connect ), na função de organização e acomodação de cabos. 17

18 Guia de cabos fechado

19 Espaçadores ou painéis de fechamento 19

20 Recomendações Todo equipamento que receber cabos deve ser espaçado, por guias de cabos ou espaçadores. Em alguns casos será necessário mais de um espaçador. Para cada path panel, é necessário um espaçador ou guia de cabos. 20

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22 Bracket 22

23 EXEMPLOS

24 Área de Trabalho PABX Área de Trabalho SWICTH CORE ROUTER Blocos 110 Switch Blocos 110 Switch Blocos 110 Switch Blocos 110 UP LINK CABO MULTIPARES ESPELHA- MENTO JUMPER TELEFONIA Path Cord IDC- IDC_1Par Path Cord IDC-RJ-45

25 Área de Trabalho PABX Área de Trabalho SWICTH CORE ROUTER UP LINK CABO MULTIPARES ESPELHA- MENTO Switch Patch Pannel

26 Exercícios 1- Comente sobre onde podemos utilizar os blocos IDC e qual sua vantagem em relação ao patch panel? 2 – Qual a função dos paths panels? 3 – Qual a função dos racks ? 5- Descreva onde normalmente são utilizadas as eletrocalhas e suas características.

27 Como levar os cabos do rack até a área de trabalho?

28 Do rack até o ponto de telecomunicações, em hipótese alguma o cabo pode seguir por paredes sem proteção. O Encaminhamento dos cabos deve ser feito por canaletas ou outros meios. Os principais são : 1) Canaletas metálicas ou de PVC 2) Eletrodutos 3) Eletrocalhas 4) Leito de cabos 5) Malha de piso 6) Piso Elevado ou Piso Falso 7) Distribuições pelo teto

29 Canaletas As canaletas devem possuir separação física entre rede elétrica e os cabos Utp/Stp. Deve-se observar a ocupação das canaletas, respeitando a quantidade máxima de cabos para cada tipo de canaleta. – Sua capacidade é apresentada por tabelas fornecidas pelo fabricante, que são calculadas com a taxa de ocupação de 40% ou, quando a ocupação já for definitiva, a 60%.

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31 Canaletas plásticas

32 Conduítes Podem ser feitos por tubos metálicos ou de PVC. O uso de conduítes em um sistema de rota deve ser considerado quando: – As saídas de telecomunicações tem localização permanente – A quantidade de dispositivos é baixa

33 Eletrodutos

34 A taxa de ocupação dos eletrodutos deverá ser no máximo de 40%. Quando forem passadas fibras ópticas pelos eletrodutos deve-se considerar o raio de curvatura mínimo de 10 vezes o diâmetro interno do eletroduto. Se a distância do lance for superior a 30m deve-se colocar uma caixa de passagem para facilitar o puxamento. Recomendações Eletrodutos

35 Eletrocalhas

36 Ocupação A taxa de ocupação recomendada para eletrocalhas é de 40 % da área útil transversal, tendo como limite máximo 50%. Na tabela abaixo, encontram-se as principais dimensões comerciais.

37 Leito de Cabos x Eletrocalha São comumente utilizados para grandes quantidades de cabos Deve haver um espaço adequado disponível na área do teto para Distribuição e manutenção

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39 Piso elevado É constituído por placas, que são sobrepostas a uma malha de sustentação metálica fornecendo um espaço por onde serão passados os cabos. Ele é tradicionalmente encontrado em CPDs e salas onde há grande quantidade de equipamentos de telecomunicações. No seu dimensionamento, pela ANSI\TIA\EIA 569-A, deve ser considerado para cada 10 m2 uma seção transversal de duto com 650 mm2. No Brasil, os fabricantes destes sistemas utilizam uma taxa de ocupação de 60% dos dutos. A principal desvantagem está ligada ao custo que geralmente é elevando e deve ser levando em consideração o peso que será suportado por essas placas.

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41 POSTE DECORATIVO

42 São proibidas extensões e/ou emendas nos cabos O raio de curvatura mínimo para o cabo UTP é 4x o diâmetro do mesmo e 10 x no caso de fibra óptica Durante a instalação deve-se prever uma sobra de cabo tendo em vista manobras e pequenos reparos de acordo com a tabela abaixo: Práticas de instalação

43 Organização dos cabos Pode-se utilizar tanto cintas plásticas, como cintas de velcro, porém na primeira deve-se ter muito cuidado para não apertar demais os cabos, pois corre- se o risco de alterar o seu desempenho. Para organização e fixação dos cabos deve-se utilizar tiras de velcro. Jamais utilizar pregos ou grampos para fixar os cabos, pois estes podem perfurar e danificar o cabo.

44 Práticas de instalação Ao organizar um rack, o conjunto de cabos que chegam deve ser dividido ao meio, sendo distribuídos uma metade do centro para a direita e a outra metade do centro para esquerda.

45 Os cabos UTP devem ser lançados ao mesmo tempo em que são retirados da embalagem e devem ser lançados de uma só vez, ou seja, nos trechos onde devam ser lançados mais de um cabo em um duto, todos os cabos devem ser lançados juntos, respeitando-se a taxa de ocupação dos dutos. Em nenhuma hipótese serão aceitos cabos conectados diretamente aos ativos de rede. Práticas de instalação

46 Não é permitida a reutilização de cabos UTP de outras instalações, pois o mesmo foi projetado para suportar somente uma instalação. Os cabos UTP não devem ser lançados em infra-estruturas que apresentem arestas vivas ou rebarbas, tais que possam provocar danos aos cabos. Manter os cuidados tomados quando do lançamento, como os raios de mínimos de curvatura, torções, prensamento e estrangulamento. Nas caixas de passagem deve ser deixado pelo menos uma volta de cabo UTP contornando as laterais da caixa, para ser utilizado com uma folga estratégica para uma eventual manutenção do cabo. Práticas de instalação

47 Na terminação dos cabos, para assegurar o desempenho de transmissão e o Next, deve-se manter ao máximo o trançameto dos cabos. Não mais que 13 mm dos pares devem ser destrançados nos pontos de terminação (painel de conexão e tomada de parede) Deve-se ainda, preservar o passo da trança idêntico ao do fabricante para manter as características originais e, dessa forma, manter sua compatibilidade elétrica que assegure o desempenho requerido. Evitar que os cabos UTP sejam lançados próximos de fontes de calor, pois a temperatura máxima de operação permissível ao cabo é de 60º C. Práticas de instalação

48 Os cabos e bobinas devem passar por uma inspeção visual inicial para certificar que não sofreram danos durante o seu transporte/ entrega. Os cabos ópticos devem ser tracionados através de cabos guia, camisas de, evitando o seu tracionamento excessivo. As extremidades dos cabos ópticos devem ser protegidas para que não haja penetração de ar, impurezas ou umidade Recomendações para o lançamento de cabos ópticos

49 Depois de tudo pronto


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