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Curso Pré-Vestibular Popular TRIU – Aula temática: Matemática e Geografia Os dados e os fatos: Analisando e interpretando os números.

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1 Curso Pré-Vestibular Popular TRIU – Aula temática: Matemática e Geografia Os dados e os fatos: Analisando e interpretando os números

2 ATIVIDADE 1. Quadro de Características Gerais Preencher as lacunas em aberto do quadro de características gerais (densidade demográfica, PIB per capita e população total em áreas urbanas 2. Gráfico Montar um gráfico com a estimativa da população para até o ano de Notícias Sintetizar as notícias 4. Questão sobre as notícias: Com base nas notícias e nos seus conhecimentos prévios sobre o país em questão, faça uma analise relacionando com alguns dados do quadro de características gerais. Expliquem tal relação. Escrever um pequeno texto 5. Questão do vestibular Responder a questão do vestibular da Unicamp

3 APRESENTAÇÃO 1. Quadro de Características Gerais Discutir os dados comparando com os demais países 2. Notícias Escolher um aluno para fazer um breve comentário sobre as notícias lidas pelo grupo 3. Questão sobre as notícias: Escolher um aluno para apresentar o comentário do grupo sobre a questão

4 Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) Na elaboração desse índice, são avaliados: expectativa de vida. nível de escolaridade da população. a renda per capita. BAIXOMÉDIOALTOMUITO ALTO abaixo de 0,500de 0,500 a 0,700de 0,700 a 0,780acima de 0,780

5 Indicadores Sociais

6 Dados GeraisValor Extensão territorial km² População Total Densidade Demográfica (pessoas por Km²)16 Total do PIB (milhões de US$) milhões PIB per capita (US$)4.204 População em áreas urbanas59,3% População total em áreas urbanas Índice de desenvolvimento Humano0,486 Taxa bruta de natalidade42 por mil Taxa bruta de mortalidade16 por mil Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade67,4% Esperança de vida ao nascer51,1 anos Taxa média anual do crescimento da população2,672% Angola

7 Dados GeraisValor Extensão territorial km² População Total Densidade Demográfica (pessoas por Km²)23 Total do PIB (milhões de US$) milhões PIB per capita População em áreas urbanas86,9% População total em áreas urbanas Índice de desenvolvimento Humano0,718 Taxa bruta de natalidade16 por mil Taxa bruta de mortalidade6 por mil Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade90% Esperança de vida ao nascer73,5 anos Taxa média anual do crescimento da população1,17% Brasil

8 Dados GeraisValor Extensão territorial km² População Total Densidade Demográfica (pessoas por Km²)140 Total do PIB (milhões de US$) milhões PIB per capita4.259 População em áreas urbanas47,8% População total em áreas urbanas Índice de desenvolvimento Humano0,697 Taxa bruta de natalidade14 por mil Taxa bruta de mortalidade7 por mil Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade94,2% Esperança de vida ao nascer73,5 anos Taxa média anual do crescimento da população0,629% China

9 Dados GeraisValor Extensão territorial km² População Total Densidade Demográfica (pessoas por Km²)32 Total do PIB (milhões de US$) milhões PIB per capita População em áreas urbanas82,6% População total em áreas urbanas Índice de desenvolvimento Humano0,910 Taxa bruta de natalidade14 por mil Taxa bruta de mortalidade8 por mil Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idadeNão disponível Esperança de vida ao nascer78,5 anos Taxa média anual do crescimento da população0,961% Estados Unidos da América

10 Dados GeraisValor Extensão territorial km² População Total Densidade Demográfica (pessoas por Km²)77 Total do PIB (milhões de US$) milhões PIB per capita318 População em áreas urbanas16,8% População total em áreas urbanas Índice de desenvolvimento Humano0,363 Taxa bruta de natalidade38 por mil Taxa bruta de mortalidade12 por mil Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade35,9% Esperança de vida ao nascer59,3 anos Taxa média anual do crescimento da população2,588% Etiópia

11 Dados GeraisValor Extensão territorial km² População Total Densidade Demográfica (pessoas por Km²)86 Total do PIB (milhões de US$) milhões PIB per capita População em áreas urbanas61,7% População total em áreas urbanas Índice de desenvolvimento Humano0,861 Taxa bruta de natalidade10 por mil Taxa bruta de mortalidade10 por mil Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade97,4% Esperança de vida ao nascer79,9 anos Taxa média anual do crescimento da população0,215% Grécia

12 A taxa média anual do crescimento da população é de 2,67%. Considerando que a população em 2010 era de , faça um gráfico projetando o aumento da população até o ano de 2020

13 A taxa média anual do crescimento da população é de 1,17%. Considerando que a população em 2010 era de , faça um gráfico projetando o aumento da população até o ano de 2020

14 A taxa média anual do crescimento da população é de 0,63%. Considerando que a população em 2010 era de , faça um gráfico projetando o aumento da população até o ano de 2020

15 A taxa média anual do crescimento da população é de 0,215%. Considerando que a população em 2010 era de , faça um gráfico projetando o aumento da população até o ano de 2020

16 A taxa média anual do crescimento da população é de 0,96%. Considerando que a população em 2010 era de faça um gráfico projetando o aumento da população até o ano de 2020

17 A taxa média anual do crescimento da população é de 2,59%. Considerando que a população em 2010 era de , faça um gráfico projetando o aumento da população até o ano de 2020

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28 DADOSAngolaBrasilChinaEUAEtiópiaGrécia Extensão territorial (Km²) População Total Densidade Demográfica (pessoas por Km²) Total do PIB (milhões de US$) PIB per capita (US$) População em áreas urbanas59,30%86,90%47,80%82,60%16,80%61,70% População total em áreas urbanas Índice de desenvolvimento Humano 0,4860,7180,6970,910,3630,861 Taxa bruta de natalidade (por mil) Taxa bruta de mortalidade (por mil) Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade 67,40%90%94,20% 35,90%97,40% Esperança de vida ao nascer (anos) 51,173,5 78,559,379,9 Taxa média anual do crescimento da população 2,67%1,17%0,63%0,96%2,59%0,22%

29 NOTÍCIAS

30 Angola Economia de Angola A economia de Angola foi bastante afetada pela guerra civil que durou quase trinta anos, colocando o país juntamente com Guiné-Bissau entre os mais pobres do planeta. Todavia, Angola apresenta boas taxas de crescimento apoiadas principalmente pelas suas exportações de petróleo. As jazidas de petróleo estão localizadas em quase toda a extensão da sua costa marítima.economiaAngolaGuiné-Bissaupetróleo Agricultura Ja teve o café como seu principal cultivo. Seguem-se-lhe cana-de-açúcar, sisal, milho, óleo de coco e amendoim. Entre as culturas comerciais, destacam-se o algodão, o fumo e a borracha. A produção de batata, arroz, cacau e banana é relativamente importante. Os maiores rebanhos são o bovino, o caprino e o suíno. Toda esta capacidade de produção perdeu-se durante o período da guerra civil, mas o país vai recuperando paulatinamente essas produções agora que foi alcançada a paz.cafécana-de-açúcarsisalmilhoóleo de cocoamendoim algodãofumoborracha Mineração Angola é rica em minerais, especialmente diamantes, petróleo e minério de ferro; possui também jazidas de cobre, manganês, fosfatos, sal, mica, chumbo, estanho, ouro, prata e platina. As minas de diamante estão localizadas perto de Dundo, na província da Lunda Norte. Importantes jazidas de petróleo foram descobertas em 1966, ao largo de Cabinda, assegurando ao país a auto-suficiência. Em 1975 foram localizados depósitos de urânio perto da fronteira com a Namíbia.diamantespetróleoferrocobremanganêsfosfatossalmicachumbo estanhoouroprataplatinaDundoLunda NorteCabindaurânio Namíbia Indústria As principais indústrias do território são as de beneficiamento de oleaginosas, cereais, carnes, algodão e fumo. Merece destaque, também, a produção de açúcar, cerveja, cimento, e madeira, além do refino de petróleo. Entre as indústrias destacam-se as de pneus, fertilizantes, celulose, vidro e aço. O parque fabril é alimentado por cinco usinas hidroelétricas, que dispõem de um potencial energético superior ao consumo. açúcarcervejacimentomadeirarefino de petróleopneusfertilizantescelulosevidroaço Fonte:

31 Mortalidade infantil em Angola continua entre as mais altas do mundo Mil e 400 mulheres morrem em cada 100 mil partos de bebês nascidos vivos em Angola. Fonte do Ministério da Saúde (MINSA) disse à Angop que a taxa de mortalidade de crianças abaixo dos cinco anos é de 158 em mil nascidos vivos, também uma das mais altas do mundo. Um número relativamente reduzido de doenças como a malária, as diarréias agudas, as infecções respiratórias, o sarampo e o tétano neo-natal são responsáveis por 60 por cento das mortes entre crianças abaixo dos cinco anos de idade. Angola precisa baixar estes índices rapidamente para níveis aceitáveis, visando por um lado alcançar os objetivos quatro e cinco de desenvolvimento do milênio, subscritos pela ONU, onde se propõe reduzir em dois terços a mortalidade infantil e reduzir para três quartos a taxa de mortalidade materna até Uma outra explicação da escassa prestação do setor sanitário do país foi a destruição massiva das infra-estruturas da saúde (mais de 65 por cento) por motivos bem conhecidos. A maior parte do pessoal refugiou-se em Luanda e nas outras grandes cidades, onde se estabeleceram 70 por cento dos médicos, 30 por cento do pessoal de enfermagem e 45 por cento do restante pessoal paramédico. Como consequência, a cobertura dos serviços sanitários de base é baixa e a maioria da população não é servida por eficientes serviços de assistência primária. Não obstante, o governo diz estar empenhado na reposição e aumento das infra-estruturas sanitárias, embora muitas delas não sejam suficientemente funcionais, sobretudo em nível de Centros e Postos de Saúde, pois, Angola tem somente oito médicos para 100 mil habitantes, uma média aquém de alguns países africanos. O resultado combinado destes fatores é que 60 por cento da população não tem ainda acesso aos serviços primários de saúde, acrescendo o fato de o governo desenvolver a assistência em estruturas grandes e fixas e a experiência hoje mostra que esses serviços devem ser completados com serviços fornecidos localmente, daí a importância do agente comunitário e, consequentemente, a necessidade da revitalização dos serviços municipais de saúde. Todavia, Angola tem uma grande oportunidade de alcançar resultados importantes no campo da saúde pública. Desde 2002 o país goza de situação de paz e estabilidade e as perspectivas de desenvolvimento econômico são bastante promissoras. Reconhecendo a importância que o setor da saúde tem no crescimento econômico, o governo aumentou significativamente nos últimos cinco anos o orçamento para a saúde e até duplicou entre 2005 e Fonte: continua-entre-as-mais-altas-do-mundo&catid=13:nacional&Itemid=22

32 Angola 'bate' europeus e americanos e terá tecnologia de celular 4G 2 de maio, :15 (Bras í lia) 11:15 GMT J á se passaram dez anos desde o final da Guerra Civil em Angola, e o pa í s vem dando passos largos na reconstru ç ão da sua economia, que deve crescer 8% apenas este ano. Muito disso se deve à s enormes reservas de petr ó leo do pa í s, que é hoje o segundo maior produtor na Á frica. O acelerado crescimento econômico levou a um boom de infra-estrutura. Isso fica claro para quem visita a capital Luanda, onde uma s é rie de torres modernas de vidro e a ç o estão mudando a paisagem da cidade. Agora os angolanos estão prestes a ter acesso à tecnologia 4G de telefonia m ó vel – o que coloca o pa í s na frente do Brasil e de v á rios lugares na Europa e nos Estados Unidos, gra ç as a um projeto estimado em US$ 100 milhões. A Movicel fez uma parceria com a gigante de telefones chinesa ZTE para colocar a rede 4G em funcionamento em Angola. A ZTE vai fornecer todos os equipamentos – inclusive os aparelhos de celular. A companhia tamb é m ter á um papel fundamental na moderniza ç ão de toda a rede da Movicel, um projeto estimado em US$ 1 bilhão. Mas apesar da grandeza do projeto, a maioria dos empregos gerados pela ZTE est á na China, e não em Angola. N ó s não conseguimos nem mesmo produzir os telefones e o equipamento aqui", diz Frank Mei, que é diretor da ZTE em Angola. "Para ser sincero, o n í vel de educa ç ão neste pa í s ainda é baixo. Eu acho que é por causa da guerra." "Durante a guerra, todos os recursos educacionais daqui abandonaram o pa í s. Eles s ó come ç aram a construir um sistema de educa ç ão agora. Na nossa ind ú stria, a maioria dos engenheiros qualificados vêm do exterior." Com isso, ser á poss í vel baixar dados via celular em Angola com velocidade superior a de Londres. No Brasil, o processo de licita ç ão para a tecnologia rec é m come ç ou no mês passado. O objetivo do governo é que todas as cidades-sedes da Copa das Confedera ç ões tenham internet m ó vel de quarta gera ç ão at é abril de Pobreza Não h á d ú vida de que o crescimento econômico trouxe prosperidade a muitos. A revendedora local da Porsche de Angola tem inclusive reclamado de excesso de demanda na sua loja. Mas é importante lembrar que Angola ainda é um pa í s pobre, onde 70% das pessoas vivem abaixo da linha da pobreza. Diante deste cen á rio, o 4G pode prosperar no pa í s? "N ó s estamos jogando um jogo para o futuro", diz o diretor-executivo da Movicel, Yon Junior. "N ó s estamos construindo uma rede elegante para acelerar o crescimento econômico deste pa í s. Mas não é s ó uma questão de tecnologia. É preciso ser barato e de acordo com a capacidade que este pa í s tem para pagar." Para o executivo, a empresa precisa incluir mais os angolanos. "Mais de 95% de nossa equipe t é cnica é formada por angolanos. E temos grande apoio da empresa chinesa na transferência de conhecimento e experiência." Com Angola olhando para o futuro, tecnologia e telecomunica ç ões têm um papel fundamental na revolu ç ão econômica do pa í s. A chegada do 4G é um demonstra ç ão poderosa dessas transforma ç ões Fonte:

33 Brasil Brasil bate Reino Unido e se torna 6ª maior economia do mundo, diz jornal 26 de dezembro de 2011 | 8h 39 O britânico The Guardian destaca que a crise bancária de 2008 e a subsequente recessão deixou o Reino Unido no sétimo lugar em 2011, atrás da maior economia da América do Sul SÃO PAULO - O Brasil superou o Reino Unido e ocupa agora o posto de sexta maior economia do mundo, reportou o jornal britânico The Guardian, citando uma equipe de economistas. A crise bancária de 2008 e a subsequente recessão deixou o Reino Unido no sétimo lugar em 2011, atrás da maior economia da América do Sul, que cresceu rapidamente no rastro das exportações para a China e Extremo Oriente. "O Brasil tem batido os países europeus no futebol por um longo tempo, mas batê-los em economia é um fenômeno novo. Nossa tabela de classificação econômica mundial mostra como o mapa econômico está mudando, com os países asiáticos e as economias produtoras de commodities subindo para a liga, enquanto nós, na Europa, recuamos", afirmou o chefe-executivo do Centro de Pesquisa para Economia e Negócios (CEBR, em inglês) do Reino Unido, Douglas McWilliams, segundo o jornal. O CEBR prevê que a Rússia e a Índia deverão se beneficiar de um aumento do crescimento durante os próximos 10 anos, levando a economia do Reino Unido a cair para a oitava posição. O órgão também estima que a economia francesa recuará num ritmo ainda mais rápido que a do Reino Unido, ficando com o nono lugar entre as maiores economias do mundo. Segundo o órgão, a Alemanha também declinará para a sétima colocação em Fonte: economia-do-mundo-diz-jornal,97257,0.htm.http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,brasil-bate-reino-unido-e-se-torna-6-maior- economia-do-mundo-diz-jornal,97257,0.htm

34 Trechos de: Geografia do Brasil Ocupando uma á rea territorial de km ² (incluindo as á guas internas), o Brasil é o pa í s mais extenso da Am é rica do Sul. É ainda o terceiro das Am é ricas e o quinto do mundo: apenas a R ú ssia (com km ² ), o Canad á (com km ² ), a Rep ú blica Popular da China (com km ² ) e os Estados Unidos (com km ² ) têm maior extensão.BrasilAm é rica do SulAm é ricasR ú ssiaCanad áRep ú blica Popular da China Estados Unidos O Brasil é tão vasto que em seu territ ó rio caberiam na ç ões imensas, como a Í ndia e a Austr á lia.territ ó rio Í ndiaAustr á lia Devido ao fato de apresentar tão grande extensão territorial, o Brasil é considerado um pa í s continental, ou seja, um pa í s cujas dimensões f í sicas atingem a propor ç ão de um verdadeiro continente, sendo que seu territ ó rio ocupa 1,6% da superf í cie do globo terrestre, 5,7% das terras emersas do planeta Terra, 20,8% da superf í cie do continente americano e 47,3% da superf í cie da Am é rica do Sul.continenteglobo terrestreplaneta Terracontinente americano A condi ç ão de pa í s continental, no caso do Brasil, pode ser encarado tanto positiva como negativamente. Por um lado, temos uma imensa á rea f í sica, com grande diversidade de solos, climas e potencialidades produtivas - algo que pode ser potencialmente vantajoso. Por outro lado, enfrentamos s é rias dificuldades para integrar as popula ç ões, que habitam todo esse territ ó rio, e atender à s suas necessidades, o que, socialmente, pode ser encarado como uma desvantagem.pa í s continentalsolosclimasvantajosodificuldades Como o Brasil tem o formato aproximado de um gigantesco triângulo, mais precisamente de um cora ç ão, é mais extenso no sentido leste-oeste do que no sentido norte-sul. Entretanto, como essas distâncias são quase iguais, costuma-se dizer que o Brasil é um pa í s equidistante. O espa ç o geogr á fico do Brasil é considerado excepcionalmente privilegiado, j á que é quase inteiramente aproveit á vel, não apresentando desertos, geleiras ou cordilheiras - as chamadas á reas anec ú menas, que impossibilitam a plena ocupa ç ão do territ ó rio, como ocorre com a maior parte dos pa í ses muito extensos da Terra. No Canad á, por exemplo, aparecem algumas á reas desse tipo, como a Ilha de Baffin e a Ilha Ellesmere, ocupadas por geleiras. Na China, aparecem os desertos da Mong ó lia e Turquestão; nos Estados Unidos, os desertos do Arizona e do Colorado. triângulocora ç ãolesteoestenortesul desertosgeleirascordilheirasTerraCanad áIlha de BaffinIlha Ellesmere ChinaMong ó liaTurquestãoEstados UnidosArizona Colorado Fonte:

35 Brasil ocupa 84ª posição entre 187 países no IDH 2011 Estudo de qualidade de vida voltou a mudar de metodologia neste ano. Segundo c á lculo atualizado, pa í s melhorou 1 posi ç ão desde o ano passado. 02/11/ h45 O relatório do Desenvolvimento Humano 2011, divulgado nesta quarta-feira (2) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), classifica o Brasil na 84ª posição entre 187 países avaliados pelo índice. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil em 2011 é de 0,718 na escala que vai de 0 a 1. O índice é usado como referência da qualidade de vida e desenvolvimento sem se prender apenas em índices econômicos. O país com mais alto IDH em 2011 é a Noruega, que alcançou a marca de 0,943. Os cinco primeiros colocados do ranking são, pela ordem, Noruega, Austrália, Holanda, Estados Unidos e Nova Zelândia. Segundo o Pnud, o pior IDH entre os países avaliados é o da República Democrática do Congo, com índice 0,286. Os cinco últimos são Chade, Moçambique, Burundi, Níger e República Democrática do Congo. A metodologia usada pelo Pnud para definir o IDH passou por mudanças desde o relatório divulgado em novembro de O índice que se baseia em dados como a expectativa de vida, a escolaridade, a expectativa de escolaridade e a renda média mudou a fonte de alguns dos dados usados na comparação. A expectativa é ter os mais recentes dados comparáveis entre os diferentes países. No ano passado, o Brasil aparecia classificado como o 73º melhor IDH de 169 países, mas, segundo o Pnud, o país estaria em 85º em 2010, se fosse usada a nova metodologia. Desta forma, pode-se dizer que em 2011 o país ganhou uma posição no índice em relação ao ano anterior, ficando em 84º lugar. O cálculo de IDH alterou neste ano a fonte de informação sobre renda dos países. O dado agora passou a ser alinhado ao Relatório do Banco Mundial. O problema é que o dado dessa fonte é mais antigo (de 2005) do que o usado no relatório IDH de 2010 (que era de 2008). Os números foram ajustados e a comparação possível é que passamos de uma renda nacional bruta per capita de US$ 9.812, em 2010, para US$ em Fonte: html

36 China População da China chega a 1,34 bilhão 28 de abril de 2011 | 17h 35 PEQUIM - A popula ç ão da China cresceu o equivalente a "uma Turquia" no decorrer da ú ltima d é cada e o pa í s mais populoso do mundo alcan ç ou a marca de 1,34 bilhão de habitantes, segundo dados do censo realizado no ano passado divulgados nesta quinta-feira, 28. Os novos n ú meros mostram um aumento populacional de 73,9 milhões entre 2001 e 2010, ligeiramente superior a toda a popula ç ão atual da Turquia. A taxa de crescimento, por é m, é mais baixa que nas d é cadas anteriores e reflete os resultados da pol í tica do filho ú nico adotada pelo pa í s, que permite um filho para as fam í lias urbanas e dois para as rurais. O r á pido envelhecimento da popula ç ão gerou preocupa ç ões sobre se o pa í s ser á capaz de sustentar seu alto crescimento econômico, pois menos jovens estão dispostos a trabalhar nas f á bricas e construir as estradas que transformaram o pa í s na segunda maior economia mundial. Outro resultado é que metade da popula ç ão chinesa agora é urbana: 49,7% vive em cidades, 36% a mais que h á dez anos, uma marca hist ó rica para o pa í s de longa tradi ç ão rural. Filho ú nico Cada vez mais, a m í dia chinesa, os especialistas e as pessoas comuns especulam se o governo vai amenizar a pol í tica do filho ú nico - introduzida em 1980 como medida tempor á ria para frear o boom populacional - e permitir que mais pessoas possam ter dois filhos. Mas os l í deres pol í ticos expressam o desejo de manter a situa ç ão. Numa reunião do alto escalão do Partido Comunista ocorrida na ter ç a-feira para discutir assuntos relativos à popula ç ão, o presidente Hu Jintao afirmou que a China vai manter a severa pol í tica de planejamento familiar a fim de assegurar a baixa taxa de natalidade. A China calcula que a pol í tica do filho ú nico evitou 400 milhões de nascimentos ao longo dos ú ltimos anos e ajudou a quebrar a preferência tradicional por grandes fam í lias que perpetuou a pobreza. Mas h á s é rias preocupa ç ões sobre os efeitos colaterais, como abortos seletivos de garotas e um r á pido envelhecimento populacional. As informa ç ões são da Associated Press. Fonte:

37 Fim da mão de obra barata na China Anos atr á s, fabricantes do mundo inteiro mudariam suas plantas de produ ç ão para a China em um esfor ç o de cortar custos trabalhistas. Com 1,3 bilhão de pessoas, a mão de obra barata chinesa parecia ilimitada. Nas ú ltimas duas d é cadas, entretanto, isso come ç ou a mudar. Os sal á rios anuais para os trabalhadores chineses estão crescendo e algumas das maiores ind ú strias de produ ç ão da China estão procurando um novo lar. A economia florescente do pa í s tem crescido cerca de 12% ao ano. Al é m disso, s ó nesse ano o governo chinês elevou o sal á rio m í nimo de 14 a 21% nas cinco maiores prov í ncias de fabrica ç ão do pa í s. Agora, ficou mais dif í cil manter trabalhadores na China, e mais caro atrair novos. Chegou o ponto em que empresas estão procurando alternativas. Mas para onde as f á bricas podem ir? Pa í ses como Í ndia, Camboja e Vietnã são algumas op ç ões para mão de obra barata. Al é m disso, algumas empresas americanas estão voltando para os EUA. Em 2000, o sal á rio m é dio chinês equivalia a 36% dos Estados Unidos. No final de 2010, essa diferen ç a mudou para 48%. Em 2015, especialistas preveem que ser á de 69%. Ainda assim, a produ ç ão na China não ir á fechar totalmente para a maioria das empresas porque, embora os custos do trabalho tenham aumentado, ainda são mais baratos do que a maioria dos outros lugares. Hoje, o sal á rio m é dio na China é de cerca de R$ 4,93 reais por hora, enquanto é R$ 35,49 reais nos Estados Unidos. Na parte leste da China, o sal á rio é cerca de 50% maior que a m é dia de R$ 4,93. A China vê essa mudan ç a como uma coisa boa. Al é m de tornar a vida mais f á cil para seus funcion á rios, os sal á rios em alta darão mais dinheiro à s pessoas que, por sua vez, aumentarão o consumo chinês. Isso beneficiar á os principais parceiros comerciais de Pequim, o que pode, então, diminuir o desequil í brio dr á stico do com é rcio global. A conclusão é de que a China est á se tornando mais rica e com uma moeda mais forte, e os tempos do trabalho barato escravo estão chegando ao fim Fonte:

38 11 carros chineses que chegam ao Brasil em 2011 Montadoras do país asiático prometem uma avalanche de lançamentos chineses nos próximos meses

39 Estados Unidos da América Fonte: Carta Capital – 08/11/2011 Estados Unidos, o imp é rio em crise Não há dúvida de que vivemos uma crise mundial de proporções ainda não devidamente dimensionadas, embora se perceba ser de longa duração, como recentemente foi destacada pela mestra Maria da Conceição Tavares. Quando uma nova onda chega até nós, até parece tratar- se de outra crise, como querem alguns, e não a mesma que explodiu em 2008, e que deixou o mundo aturdido. Trata-se, como me parece óbvio, da mesma crise, e não de outra. Uma crise que nasceu no coração do capitalismo, nos EUA e na Europa, e que decorre da financeirização do capital, da grande ciranda do capital financeiro, de uma acumulação capitalista que pretende prescindir da economia real. Deu no que deu. E as reações se sucedem. O movimento que se desenvolve em Wall Street, a ocupação de Wall Street, talvez seja a mais simbólica das reações político-sociais. Ao proclamar que representa 98% dos americanos, aqueles que não têm nada a ver com a movimentação do capital financeiro, e que sofrem diretamente os efeitos dos jogos do cassino, aquele movimento simboliza um novo momento. Dois fatos parecem marcar os EUA e o mundo neste novo milênio. Está evidente que as velhas potências, e os EUA em particular, dão claros sinais de decadência. Não é bom desconhecer que um Império em decadência, por ter força militar, como é o caso dos EUA, constitui sempre um perigo pela sua atitude beligerante. Os países emergentes, devem, por isso, insistir no caminho da paz para a solução dos conflitos mundiais. A Grande Depressão de 1929, é bom lembrar, diferentemente da crise atual, encontrou uma liderança política à altura, Franklin Delano Roosevelt. O New Deal, que foi a resposta à crise do capitalismo de então, produziu um investimento maciço em obras públicas e promoveu a diminuição da jornada de trabalho para aumentar a oferta de empregos, a fixação do salário mínimo, a criação do seguro-desemprego e o seguro para os que tinham mais de 65 anos de idade. Ou seja, a solução localizou-se no Estado, no fortalecimento do Estado, que voltou-se para o fortalecimento da produção e a proteção do emprego. Hoje, quando se fala em enfrentamento da crise que se inicia em 2008, só se fala em amparar o capital financeiro, o real causador da tormenta. Só se fala em socorro a bancos, não em ajuda aos trabalhadores ou incremento da produção. Nem nos EUA, nem na Europa. Obama, Sarkozi, Merkel ou Berlusconi não se debruçam sobre o significado da orgia financeira. Ao contrário, querem novamente fortalecer os reais causadores da crise, que voltariam à mesa do cassino, como se nada tivesse acontecido. Quando se falou em plebiscito na Grécia para ouvir a opinião da população, foi um deus-nos-acuda, e o governo teve que recuar por pressão das grandes potências. A população não pode e não deve ser consultada. Por tudo isso, pela conjuntura dramática, errática, vivida pelos países do capitalismo central, se tem dito, com propriedade, que os países emergentes têm muito a dizer ao mundo quanto à solução da crise, e Dilma o tem feito, quanto Lula o fez durante muitas intervenções.

40 Fonte: Telesur - 21/09/2010 "Os Estados Unidos estão perdendo o controle" O escritor e fil ó sofo estadunidense Noam Chomsky assinalou que os Estados Unidos estão perdendo o controle no mundo e indicou que a Am é rica Latina, região que a na ç ão norteamericana considerou por d é cadas como "quintal", est á se aproximando da sua independência e da integra ç ão. "Agora estamos em um momento dram á tico porque os Estados Unidos estão perdendo o controle em todas as partes. O Oriente M é dio é o lugar mais importante. Mas a China é outro caso, assim como é o hemisf é rio ocidental", indicou Chomsky. Acrescentou que "sempre se deu por certo que o chamado quintal estaria sob controle. Se você olhar os documentos internos, durante os anos de [ex-presidente estadunidense Richard ] Nixon, quando estavam planejando a derrocada do governo de [Salvador] Allende [ex-presidente chileno derrubado pelo ditador Augusto Pinochet], disseram exatamente que, se não podiam controlar a Am é rica Latina, como iriam controlar o resto do mundo". "J á não podem controlar a Am é rica Latina. De fato, passo a passo, a Am é rica Latina, pela primeira vez, est á se aproximando da sua independência e da integra ç ão", sublinhou. Recordou que, em fevereiro, realizou-se a C ú pula da Unidade da Am é rica Latina e Caribe, em Canc ú n, no M é xico, em que foi aprovado um organismo regional que re ú ne os pa í ses da Am é rica Latina e Caribe sem a participa ç ão dos Estados Unidos nem Canad á, com o objetivo de integrar a região, isso "foi um tapa" para ambos pa í ses norteamericanos. "Por enquanto, somente é formal. Mas se chega a ser operativo, elimina a OEA [Organiza ç ão dos Estados Americanos] que é dirigida pelos Estados Unidos. É como se dissessem aos Estados Unidos que se retirem de nossos assuntos. E h á outras medidas que estão sendo tomadas. Por exemplo, a China superou os Estados Unidos como importador do Brasil e provavelmente o superar á como s ó cio comercial. É uma grande not í cia", acrescentou.

41 Fonte: Revista Veja – 09/03/2010 Países ricos 'importam' emissão de CO2 Um estudo publicado nesta terça-feira sugere que os países ricos estão "importando" grande parte de suas emissões de CO2. Isso porque a metodologia de contagem usada pelos autores da nova pesquisa defende que a emissão de gás deve ser alocada no país onde o produto ou serviço final é consumido, e não necessariamente onde ele é produzido. Para a pesquisa, cientistas do Instituto Carnegie de Washington usaram dados do comércio mundial para identificar onde os produtos são fabricados e onde eles são consumidos. Dessa maneira, eles descobriram, por exemplo, que quase um quarto das emissões da China é resultado da fabricação de produtos que serão mais tarde exportados para o ocidente. Recentemente, a China ultrapassou os Estados Unidos e se tornou o país que mais emite CO2 na atmosfera. No entanto, 22,5% das emissões chinesas são resultado da produção de bens e serviços consumidos fora do país. Desse total, 7,8% são exportados somente para os Estados Unidos. O que os pesquisadores e ambientalistas defendem é que essas emissões deveriam ser alocadas na conta dos americanos, e não na dos chineses. O que os pesquisadores descobriram também ao realizar esses cálculos é que, apesar dos Estados Unidos serem um grande importador de emissões, eles não ultrapassam o montante importado pela União Europeia. Hoje, a União Europeia produz o equivalente a cerca de 10 toneladas de CO2 por cada cidadão. O que o estudo mostra, porém, é que algumas nações do bloco importam bens e serviços que representariam mais quatro toneladas de CO2 por pessoa – quase 50% a mais. De acordo com a convenção do clima da Nações Unidas, as emissões de gases do efeito estufa são alocadas nos países onde elas são emitidas. Cada vez mais, porém, acadêmicos e ambientalistas argumentam que essa divisão não é justa porque significa que qualquer país pode comprar bens - da China, por exemplo - e se beneficiar desses produtos sem se responsabilizar pelas emissões. Steve Davis, coordenador da pesquisa, salienta que o estudo ainda contém falhas, já que as informações de algumas regiões do mundo, como o Oriente Médio, são escassas. Para o estudo, foram usadas as informações mais recentes disponíveis, que datam de 2004.

42 Etiópia Nordeste africano precisa de interven ç ão urgente, diz ONU Revista É poca - 25/7/2011 A Organiza ç ão das Na ç ões Unidas (ONU) fez um apelo à comunidade internacional nesta segunda-feira (25) para combater a grave crise alimentar que atinge o nordeste da Á frica. Segundo o organismo, é necess á ria uma interven ç ão urgente para acabar com a crise que j á atinge mais de 12 milhões de africanos do Quênia, Eti ó pia, Djibuti, Som á lia e Eritreia – pa í ses que compõem o chamado Chifre da Á frica. O an ú ncio foi dado durante reunião na sede da Organiza ç ão da ONU para a Agricultura e Alimenta ç ão (FAO) em Roma. L á estão reunidas agências da ONU e representantes governamentais de v á rios Estados-membros, al é m de ministros da Agricultura de diversos pa í ses. Eles debatem a situa ç ão humanit á ria nessa região do planeta, onde o que preocupa é, sobretudo, a sa ú de das crian ç as. Segundo a Unicef, mais de 500 mil crian ç as correm o risco de uma morte iminente como consequência de uma desnutri ç ão grave. A catastr ó fica seca no Chifre da Á frica requer uma a ç ão em massa e urgente, disse, durante a abertura da c ú pula, o diretor-geral da FAO, Jacques Diouf. Diouf afirmou que é necess á rio US$ 1,6 bilhão nos pr ó ximos 12 meses para enfrentar a emergência humanit á ria. O que mais preocupa as Na ç ões Unidas é a situa ç ão de 2,3 milhões de crian ç as que sofrem de desnutri ç ão aguda tanto na Som á lia quanto na Eti ó pia e no Quênia – esses dois ú ltimos pa í ses estão recebendo o maior fluxo de refugiados somalis. O que nos mais preocupa é o estado das crian ç as, a fome das crian ç as, que estão tão fr á geis. Elas têm apenas 40% de chances de sobreviver, afirmou a diretora-executiva do Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Na ç ões Unidas, Josette Sheeran, durante entrevista coletiva ap ó s o encontro. Segundo Sheeran, que esteve na região recentemente, algumas das mães somalis admitiram que abandonaram suas crian ç as pelo caminho quando fugiam para os pa í ses vizinhos por não terem mais condi ç ões de cuidarem delas. Sheeran disse ainda que, apesar de a Som á lia ser um dos lugares mais perigosos da Á frica, nem todo o pa í s é inacess í vel e, por isso, j á foi poss í vel levar ajuda humanit á ria a 1,5 milhão de pessoas, enquanto a cada dia cerca de 300 pessoas são atendidas em Mogadishu, a capital da Som á lia. Temos que trabalhar com os governos (da região) para estabelecer redes de seguran ç a que protejam os mais vulner á veis, como as mulheres gr á vidas e em per í odo de lacta ç ão, as crian ç as em seus primeiros mil dias de vida e os idosos, as pessoas com deficiência e os doentes crônicos, diz um comunicado elaborado pela presidência da FAO. Al é m disso, preocupam os problemas que os trabalhadores das organiza ç ões humanit á rias enfrentam para ter acesso ao sul da Som á lia, quase totalmente controlado pela mil í cia fundamentalista islâmica Al Shabab, vinculada à rede terrorista Al Qaeda. A Al Shabab continua sem autorizar a passagem da ONU para que leve ajuda à popula ç ão da região e assegura que a recente declara ç ão da crise de fome se trata de uma propaganda. A situa ç ão é dram á tica. Possivelmente é uma das piores crises e afeta de forma dilacerante os mais vulner á veis, as crian ç as e as mulheres, disse, durante seu comparecimento no plen á rio do encontro, Soraya Rodr í guez, secret á ria de Estado de Coopera ç ão Internacional da Espanha. Soraya, que recentemente viajou à região para observar os estragos provocados pela seca, explicou que os campos de refugiados do Quênia estão recebendo uma m é dia de 1,3 mil pessoas por dia que fogem da crise de fome na Som á lia. A diretora-executiva do PMA, Josette Sheeran, afirmou que nesta ter ç a come ç a a ser operada uma esp é cie de ponte a é rea entre Europa e o Chifre da Á frica para levar ajuda humanit á ria à região. Serão disponibilizados alimentos e outros produtos de consumo b á sicos.

43 Fonte: Pressenza 20/07/2011 A maior crise mundial de alimentos e falta ajuda A África oriental vive hoje a "crise alimentar mais grave do mundo", que afeta cerca de 10 milhões de pessoas de Djibuti, Etiópia, Quênia, Somália e Uganda. O alerta emitido pelo Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), informa que a Somália é o país mais atingido da região, com relatos de mortes em algumas áreas, além do alarmante índice de desnutrição. Não estamos mais à beira de um desastre humanitário; já estamos no meio dele. Está acontecendo e ninguém está ajudando", ressaltou o presidente Isaq Ahmed, da Organização Mubarak de Ajuda e Desenvolvimento (MURDO), ONG local que trabalha no baixo Shabelle, região da Somália, ao OCHA no dia 28 de junho - segundo reporta o IRIN, serviço de notícias e análise humanitária. A pior seca desde 1950 Segundo o OCHA, em muitas zonas pastoris, registra-se a estação mais seca desde A seca na Somália traz implicações regionais, fazendo com que os refugiados fujam para o Quênia, Etiópia e Djibuti. Um assistente de ajuda humanitária em Mogadício, que preferiu não ser identificado, contou à IRIN, que o número de pessoas que chegam aos campos de refugiados de Afgooye, provenientes das regiões de Bay, Bakol e do baixo Shabelle têm aumentado nos últimos meses. De acordo com a organização Save the Children, as crianças que chegam da Somália no campo de refugiados Dadaab, localizado ao norte do Quênia, estão exauridas, desnutridas e gravemente desidratadas. Cada criança ou pai com quem tivemos contato nos informaram que eles fogem não somente da guerra na Somália. Agora a seca e a crise alimentar são igualmente perigosas para eles, contou a diretora do programa Save the Children à IRIN. Somente na Etiópia 3,2 milhões de pessoas necessitam urgentemente de alimentos Na Etiópia, a estimativa do número de pessoas com necessidade emergencial de alimentos e outros itens, subiu de 2,8 milhões para 3,2 milhões. Quase dois terços dos pedidos vêm do sul das regiões do sul da Somália e Oromia assim como da Região das Nações, Nacionalidades e Povos do Sul, onde foram registrados escassez de água e alimentos. Alimentos caros e inflação alta Ali, os preços dos cereais continuam a subir, com o índice de inflação na casa de 30% registrados em abril. O fórum regional, Grupo de Trabalho para a Segurança Alimentar e Nutrição, relata que a taxa de refugiados somalis que chegam ao sul da Etiópia saltou de pessoas por mês para mais de somente na segunda semana de junho. Taxa de desnutrição grave chega a 45% Entre os recém-chegados a dois campos da área de Dolo Ado, a taxa de Desnutrição Aguda Global (GAM, acrônimo em inglês) é de 45%, superando em 15% o patamar emergencial estabelecido pela Organização Mundial da Saúde. Menos água, menor área de pastagem e morte do gado A escassez de água e a deterioração das terras de pastagens causaram a morte do gado. Ao norte, área predominantemente pastoril, o baixo fornecimento de leite contribuiu para o elevado nível de desnutrição de 35%. O índice GAM em Turcana, no noroeste do país, atingiu 37,4%, o mais elevado do distrito. Em todo o país, pelo menos 3,2 milhões de pessoas vivem a insegurança da fome, com aumento na projeção de 1,6 para 2,4 milhões respectivamente em janeiro e abril. Até mesmo na região costeira do Quênia, milhares enfrentam a escassez de alimentos, ressaltou o gerente regional Gerald Bombe, da Sociedade da Cruz Vermelha do Quênia (KRCS). Existe a necessidade de importar milho e distribuir alimento e água para as áreas mais atingidas", acrescentou o líder local da região costeira, Kevin Lunani.

44 Etiópia: A emergência longe de acabar 2 de novembro de 2011 – Segundo alerta dado hoje pela organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF), a resposta às necessidades da população somali refugiada na Etiópia apresentará sérios problemas caso a ajuda humanitária não aumente rapidamente. As taxas de desnutrição e de mortalidade em acampamentos de refugiados no sul da Etiópia acabam de ser reduzidas a um nível inferior ao de crise. No momento, a capacidade de receber mais pessoas, de oferecer os alimentos, assistência nutricional e médica, água, condições de saneamento, entre outros, ainda está longe do suficiente, disse Wojciech Asztabski, coordenador de projeto de MSF em Dollo Ado. Atualmente, os acampamentos da região abrigam cerca de 130 mil refugiados da Somália, sendo que a maioria fugiu da crise e dos conflitos atuais. Nas últimas semanas, o número de refugiados que atravessaram a fronteira e entraram na Etiópia aumentou para aproximadamente 300 por dia, uma quantidade que não é vista desde julho. O aumento no número de refugiados indica que as pessoas na Somália continuam muito vulneráveis. Quase todos os refugiados disseram que saíram de seu país devido à combinação de escassez de alimentos e aumento da insegurança. Eu não queria sair da Somália, mas a fome e os conflitos faziam a vida muito difícil, disse uma mãe recém-chegada, de 39 anos. Meu marido e minha mãe ainda estão na Somália. Nós não tínhamos dinheiro suficiente para viajar, então eu vim sozinha trazendo nossos quatro filhos. Nós viajamos em carroças puxadas por burros por sete dias inteiros. Agora, meu filho está muito doente, não consegue comer e parece mais exausto a cada dia. Em colaboração com as autoridades etíopes e com outras organizações internacionais, MSF está dando assistência aos acampamentos de refugiados desde Desde maio, quando a crise na Somália se agravou, MSF aumentou muito suas atividades no país para impedir a deterioração da situação e trazer as taxas de mortalidade para abaixo dos limites de emergência, que, segundo a organização, está longe de acabar. Nas próximas semanas, nós esperamos receber mais milhares de pessoas que atravessaram a fronteira, completou Asztabski. O centro de recepção e o acampamento transitório, onde as pessoas ficam até poderem se estabelecer definitivamente em um dos acampamentos de refugiados, estão enchendo rapidamente. Atualmente, o acampamento transitório abriga cerca de 6 mil pessoas, um número que deve aumentar muito nas próximas semanas. A quantidade de latrinas, de abrigo e de água potável disponível não é suficiente. A capacidade de oferecer ajuda aqui precisa aumentar o mais rápido possível, disse Asztabski. Os acampamentos de refugiados da região, para onde as pessoas são encaminhadas depois de passarem pelo campo transitório e pelo centro de recepção, não estão equipados para abrigá-las por muito tempo. MSF alerta que a quantidade insuficiente de abrigo, água e saneamento vai deteriorar ainda mais a situação da população, que já é bastante vulnerável. Este lugar nos deixa doentes, disse outro refugiado, no acampamento transitório. Nós estamos aqui há 14 dias. O lugar é bastante seguro, mas não temos onde dormir. As tendas estão superlotadas. As crianças e as mulheres estão mais fracas que os homens, então elas ficam doentes aqui. MSF está pronto para oferecer assistência na região por um longo período, e pede às autoridades da Etiópia que continuem facilitando as importações de medicamentos e suprimentos necessários, e permitindo que equipes internacionais ofereçam o apoio que eles precisam. O aumento das atividades de outras agências também é necessário urgentemente. A abertura de um novo acampamento está planejada para as próximas semanas. Mas, considerando as circunstâncias, MSF pede que seja feito um esforço ainda maior para que este acampamento esteja pronto mais cedo do que o programado, para reduzir as dificuldades no acampamento transitório o mais rápido possível. A crise que afetou a região conhecida como Chifre da África teve um efeito dramático na população somali, que já vinha sofrendo com 20 anos de conflito e com a ausência dos serviços mais básicos. MSF está presente na Somália desde As equipes de MSF prestam assistência à população dentro do país, bem como aos refugiados somalis na Etiópia e no Quênia. Atualmente, MSF trata mais de 22 mil crianças vulneráveis em seus programas de nutrição na região. Apesar dos grandes desafios, até agora, a organização já vacinou mais de 126 mil pessoas contra o sarampo.

45 Grécia _lgb_rn.shtml Fonte: BBC Brasil – 10/05/2012 Taxa de desemprego na Grécia sobe para 22% A taxa de desemprego na Grécia registrou nova alta nesta quinta-feira para 22% do total da força de trabalho, informou o governo do país. A crise da dívida, a recessão econômica e os cortes de gastos públicos realizados pelo governo são alguns dos fatores que explicariam a subida do índice, o dobro da média dos 17 países que compõem, atualmente, a Zona do Euro. Partidos gregos dão início nesta quinta-feira a mais uma rodada de negociações na tentativa de formar um governo de coalizão após as eleições parlamentares ocorridas no último domingo. Um dos principais pontos de divergência é a continuidade do programa de austeridade fiscal, pré-requisito para o recebimento das novas parcelas de empréstimos da União Europeia e do FMI.

46 Pol í cia dispersa manifesta ç ão na Gr é cia, mas milhares permanecem nas ruas Fonte: Da Agência Lusa – 12/02/2012 Bras í lia - A pol í cia de Atenas dispersou hoje (12) a manifesta ç ão convocada para a Pra ç a Syntagma, em frente ao Parlamento grego. Os agentes usaram bombas de g á s lacrimogêneo e empurraram as pessoas para as ruas laterais, mas muita gente permanece nas imedia ç ões do pr é dio. A manifesta ç ão reuniu 25 mil pessoas - 15 mil pr ó ximo à sede do Parlamento e 10 mil a 1 quilômetro de distância, nas imedia ç ões da Pra ç a Omonia. A pol í cia local destacou 3 mil homens para a opera ç ão. Não houve pânico durante a retirada dos manifestantes da pra ç a. Durante a a ç ão, milhares de pessoas se acotovelavam por estreitas ruas, mas em ordem, como se estivessem h á muito habituadas a esse tipo de situa ç ão. "Foi uma a ç ão inesperada, pensei que nos deixariam fazer a manifesta ç ão e voltar para casa. A pol í cia foi muito agressiva. Nem nas manifesta ç ões dos indignados, entre maio e julho, isso aconteceu", disse Haritina, uma manifestante. "Os policiais recebem ordens para fazer isso, tamb é m estão em uma posi ç ão dif í cil", comentou Petrus, m é dico que participou do protesto contra as medidas de austeridade que o Parlamento debate hoje para garantir um segundo resgate de 130 bilhões de euros. Milhares continuam concentrados nas ruas e pra ç as do centro de Atenas, mas j á um pouco afastados do Parlamento. Muitas pessoas usam prote ç ão para os olhos e para o rosto, incluindo m á scaras cir ú rgicas. Uma enorme mistura de idades e de camadas sociais – pais idosos acompanhados pelos filhos e senhoras de bra ç os dados – ajudam-se e confundem-se com jovens de rosto totalmente coberto, gritando palavras de ordem agressivas. "Vamos jantar e voltamos", diz um casal que desce em dire ç ão à Pra ç a Metropoli, onde fica a principal igreja ortodoxa de Atenas. Muitas pessoas telefonam aos amigos de quem se perderam, enquanto um homem de meia-idade se retira sem deixar de comentar em voz alta: "Parece a democracia do Papadopoulos", em uma referência ao l í der da junta militar que governou a Gr é cia entre 1967 e O novo plano grego de resgate, cuja ado ç ão é exigida pelos credores internacionais para impedir a bancarrota e manter Atenas no euro, levou à convoca ç ão, em car á ter de urgência, de um debate parlamentar em que o governo de coliga ç ão socialista-conservador de Lucas Papademos det é m maioria te ó rica de votos. O novo plano de austeridade prevê, entre outras medidas, a demissão de 15 mil funcion á rios p ú blicos at é o fim do ano, em um total de 150 mil dispensas at é 2015, redu ç ão de 22% no sal á rio m í nimo, que dever á situar-se perto dos 500 euros, e a liberaliza ç ão das leis trabalhistas. A vota ç ão do projeto de lei est á prevista para a meia-noite em Atenas (20h em Bras í lia).

47 Fonte: BBC Brasil – 07/05/2012 Entenda a discussão sobre austeridade fiscal na Europa Após a vitória do socialista François Hollande nas eleições presidenciais da França, o debate em torno das medidas de austeridade implementadas pelos países da União Europeia para conter a crise financeira voltou a ganhar força. Tendo como principal promessa de campanha a renegociação do pacto fiscal firmado por 25 dos 27 países do bloco, Hollande defende que a Europa passe a se focar em medidas de estímulo ao crescimento – argumentando que os cortes não têm sido eficientes para combater os efeitos da turbulência financeira. A Europa está nos observando, a austeridade não pode mais ser a única opção, disse o político ao defender que os europeus estão insatisfeitos com as medidas tomadas pelos governos do bloco. Suas propostas, que já receberam uma clara negativa da maior economia europeia, a Alemanha, devem ter impacto sobre a Grécia, país mais afetado pela crise e que vive um momento crítico ao tentar formar um novo governo depois de eleições nas quais não houve maioria eleita em nenhum partido. O que é a austeridade? Entre as medidas de austeridade que podem ser implementadas por governos estão o aumento de impostos e cortes orçamentários. O objetivo é reduzir o deficit de um país, ou seja, o excesso de despesas em relação à receita anual dos cofres públicos. Após a crise financeira internacional de 2008, os níveis de endividamento dos governos - o total de todos os empréstimos - aumentou consideravelmente. Além disso, com os efeitos da turbulência sobre o setor privado (sobretudo nas instituições financeiras) e a conseqüente recessão, a arrecadação de impostos diminuiu. Os governos também foram acusados de terem gasto demais durante as vacas gordas e se viram sob pressão para gastar ainda mais para resgatar os bancos. Houve então um consenso entre líderes e instituições internacionais sobre a introdução de medidas de austeridade como o melhor caminho para lidar com a crise do deficit que atingiu sobretudo os Estados Unidos e a zona do euro. Na época houve ainda a crença de que os mercados puniriam os países que não estivessem fazendo o suficiente para reduzir seus deficits ao elevar os custos de novos empréstimos. Qual é o problema da austeridade? As medidas de austeridade se tornaram altamente impopulares com o público, já que de forma geral têm como resultado cortes em serviços públicos, aumento da idade de aposentadorias e reduções salariais para aposentados e funcionários públicos. Outra crítica é que tais medidas afetam o crescimento. A austeridade por si só corre o risco de ser autodestrutiva, com a redução da demanda interna em linha com o aumento da preocupação do consumidor em relação aos empregos e aos salários, erodindo assim a geração de impostos, disse a agência de classificação de risco Standard & Poors ao reduzir a nota de crédito da França no início deste ano. Hollande não está sozinho ao defender que medidas que levem ao estímulo do crescimento são mais importantes. Muitos economistas renomados são favoráveis a essa ideia, entre eles o Prêmio Nobel Joseph Stiglitz. Mas, muitos apontam para o caso dos EUA, que decidiram não cortar os gastos tão rápido e de forma tão intensa. Embora a economia americana tenha crescido mais do que a do Reino Unido, por exemplo, a taxa de expansão continua lenta e o nível de desemprego continua alto, o que para alguns é visto como um sinal de que a estratégia de Washington pode não estar tão certa assim. Quais são as alternativas? Certos analistas e economistas argumentaram desde o início da crise que as medidas de austeridade não eram inevitáveis, ou seja, que as economias desenvolvidas poderiam começar a lidar com a turbulência financeira sem implementar cortes tão drásticos. Olli Rehn, comissário europeu para assuntos econômicos e monetários diz que a Europa precisa atingir um equilíbrio entre a redução de gastos e o estímulo ao crescimento. A consolidação fiscal, quando necessária, [deve ser] feita em um ambiente propício ao crescimento e de forma diferenciada, para chegar a um equilíbrio entre a necessidade de consolidação fiscal e as preocupações com o crescimento, avalia. E quanto à Grécia? O resgate pode estar ameaçado? Mais uma vez o futuro da Grécia voltou a ser colocado em dúvida após o resultado das eleições realizadas no país no fim de semana, nas quais nenhum partido conquistou mais de 20% dos votos. O partido Nova Democracia já tentou nesta segunda-feira formar um governo de apoio ao pacote de ajuda internacional costurado com a União Europeia, FMI (Fundo Monetário Internacional) e Banco Central Europeu, mas fracassou. Agora o líder da coalizão de esquerda Syriza deve tentar um governo alternativo. Caso o país passe a ser governado por esta coalizão, o pacote de ajuda internacional pode ser colocado em risco e caberia ao FMI e aos outros membros da zona do euro decidirem se o acordo de resgate do país seria mantido ou não. Na ausência de um acordo Atenas poderia abandonar a moeda única.

48 ATIVIDADE EXTRA UNICAMP/2008/2ª FASE: Com base nos mapas apresentados a seguir, a) Analise a informação representada em cada mapa, considerando a situação da China e da Coréia do Sul; b) Justifique as diferenças encontradas na comparação entre as informações representadas em cada mapa.


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