A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Sem meditação, onde está a paz? Sem paz, onde está a felicidade? Bhagavad-Gita A Canção do Supremo.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Sem meditação, onde está a paz? Sem paz, onde está a felicidade? Bhagavad-Gita A Canção do Supremo."— Transcrição da apresentação:

1

2 Sem meditação, onde está a paz? Sem paz, onde está a felicidade? Bhagavad-Gita A Canção do Supremo

3 De todas as pegadas, a do elefante é a suprema. De todas as meditações, a da morte é a suprema. Ditado Budista

4 Ver um mundo em um grão de areia William Blake (1757–1827) e um céu numa flor silvestre, segurar o infinito na palma da mão e a eternidade em uma hora.

5 Correm continuamente os rios em direção ao Mar... - Fragrâncias Eternas -

6 Ninguém escolheu o dia em que veio ao mundo, nem nos é dado conhecer a data em que seremos chamados a deixar o mundo para trás e partir...

7 O oleiro trabalha a sua matéria-prima. Por quanto tempo ainda terão força as suas mãos, para amassar a argila, moldá-la e levá-la ao forno? Quem responderá...?

8 O nascimento e a morte constituem os maiores mistérios da Vida Momentos decisivos da existência

9 Por ocasião da morte, uma série das nossas atuais perguntas será respondida. Mas a morte também apresentará as suas próprias perguntas, que na hora decisiva deverão ser respondidas... Nascemos, e poucas décadas depois, somos chamados a partir.

10 Perguntar-nos-á a morte: Qual a obra realizada pelas tuas mãos?

11 Quais os campos que cultivaste, os prados que araste, as sementes que espalhaste nesta vasta terra?

12 Cultivaste flores no canteiro da tua alma, regaste de ternura teus sentimentos mais profundos?

13 Estendeste a mão ao necessitado, levantaste do chão o caído?

14 Ao partir, deixaste para trás sementes bem plantadas, a florescer, a frutificar...?

15

16 Perguntar-nos-á a morte: Quais as veredas que os teus pés trilharam?

17 Foram as veredas da justiça, da compaixão, da purificação, e do perdão?

18 Caminhaste em direção ao oprimido, ao humilhado, ao excluído, de modo a poder ouvir as suas histórias e, quem sabe, ajudar a mitigar a sua dor?

19 Nas veredas do mundo, quantas vezes caíste, e por quantas vezes te levantaste? Durante as tuas quedas, foste capaz de reconhecer a fragilidade humana...

20 ...deixando vir à luz o barro quebradiço do qual eras feito, que te revelava a todo instante que não eras invulnerável, nem onipotente?

21 Somente acolhendo à nossa fragilidade, descobriremos os mistérios que a existência encerra, e encontraremos as forças necessárias para continuar a nossa caminhada em direção àquilo que enche a nossa vida de sentido e de significado.

22 E continuará a morte com as suas perguntas: Como foi que cuidaste dos teus olhos, - as janelas da tua alma?

23 Quão fiel foste à seguinte passagem: O olho é a luz do corpo. Se teu olho é são, todo o teu corpo será iluminado. Jesus Cristo

24 Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara. Livro dos Conselhos

25

26 A quantas andam os teus sentimentos mais profundos? As mais íntimas fibras do teu coração, em que estado se encontram?

27 Bem-aventurados Jesus Cristo os puros de coração...

28

29 O tempo de se plantar já passou, as estações seguem-se umas às outras, sem volta. E nos recordará a morte: É chegada a hora da colheita.

30 Ações têm conseqüências.

31 E ela prosseguirá com suas perguntas, simples e diretas. As mesmas perguntas que, por vezes, a nossa alma nos faz, mas que muitas vezes relegamos ao esquecimento, ocupados demasiadamente com as miudezas do dia-a-dia.

32 Saber morrer é a maior façanha, Antes dele, o pensador romano Sêneca já afirmava: Viverá mal quem quer que não souber morrer bem. ensinava Pe. Antonio Vieira.

33 O nascimento e a morte, - a chegada e a partida -, são dois conceitos inseparáveis. Quem medita sobre a morte necessariamente medita sobre o significado da vida. E o que vem a ser mesmo a vida...?

34 Breve é a nossa passagem por este mundo físico. Somos todos passantes, passageiros, peregrinos, viajantes pelas estradas da vida.

35 Ocupamos por um breve tempo um lugar nos vagões da existência.

36 A primeira estação, a do embarque, é o nascimento.

37 A última estação se chama Eternidade.

38 Entre uma e outra estação, acompanhamos a paisagem em movimento através da janela.

39 Os campos que se estendem para lá do horizonte.

40 Em torno das casinhas, as crianças brincam, enquanto os velhos tomam o seu banho de sol matinal.

41 Embarcamos sem nenhuma bagagem, e desembarcaremos sem nada, salvo o que tivermos no coração.

42 O sol e a chuva, o frio e o calor, tudo passará, salvo o amor...

43 É o amor que faz o mundo girar.

44 Diz-se que a paisagem é um estado de alma...,

45 ...e que a paisagem de fora, a vemos com os olhos de dentro.

46 A quantas anda a minha alma, o que é que vejo quando olho a paisagem através da janela?

47

48 Durante a nossa breve existência terrena, escrevemos as nossas histórias sobre a areia.

49 Histórias que serão lembradas por algum pouco tempo, antes de serem lavadas por completo pelas ondas do mar da vida.

50 Quantos há que já partiram, Quantos há que ainda nascerão...?

51 Os avôs dos teus tataravôs, como se chamavam?

52 Que causas abraçaram, quantos amores tiveram?

53 Se pudessem, neste exato instante, mão no teu ombro e olhos nos teus olhos, dirigir-te algumas palavras, quais elas seriam?

54 E os netos dos teus bisnetos, que nomes terão? quantos serão,

55 Que causas abraçarão, quantos amores terão?

56 Histórias escritas nas areias do tempo, à espera das ondas do mar.

57

58 As cores e as formas do mundo externo são ilusórias, tão vazias e efêmeras quanto bolhas de sabão.

59 Quão ínfima é a fatia de tempo que nos é destinada. Não convém que nos apeguemos em demasia à matéria. Essencial é refletir sobre a Eternidade, e sobre como acumular bens eternos.

60 Como posso aproveitar os meus breves dias, enquanto passageiro do tempo, para aperfeiçoar a pura essência que em mim habita, - o meu coração, a minha alma?

61 Ver um mundo em um grão de areia, segurar o infinito na palma da mão...

62

63 Como transportar para o campo da ação a quinta-essência da mensagem cristã...?

64 amar

65 compa artilhar

66 Partilhar, bens materiais e espirituais.

67

68 nos aproximamos do nosso centro interior, do nosso eixo essencial; Por meio do acolhimento e da partilha, entramos em contato com a vida que não morre em nós.

69 Tomamos consciência do Ser que está sempre aqui, que habita no íntimo de cada um de nós. Vemos, com os olhos do coração, o Invisível, ouvimos o Inaudível, e estendemos a mão em direção ao Intangível...

70 Permanecer aberto às Fragrâncias Eternas difundidas pelo vento, que nos proporcionam momentos de claridade, e nos permitem captar alguns vislumbres da Eternidade...

71 Proferir palavras agradáveis, da Doutrina de Buda sem a prática das boas ações, é como uma linda flor sem fragrância.

72 Não está longe o dia em que ireis estar face a face com Deus, Profeta Mohammad e Ele vos chamará para prestardes contas das vossas ações neste mundo.

73 Chegará o dia em que uns rostos resplandecerão e outros se ensombrecerão. Sagrado Alcorão

74 O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração...

75 Jesus Cristo A apregoar liberdade aos cativos, e dar vista aos cegos; a pôr em liberdade os oprimidos; a anunciar o ano aceitável ao Senhor.

76 Bhagavad-Gita O Senhor mora no coração de toda criatura. Refugia-te completamente nEle. Por Sua graça, encontrarás a paz suprema...

77 Ó Amigo, Baháulláh No jardim de teu coração nada plantes salvo a rosa do amor...

78

79 Formatação: Tema musical: Hawaiian Wedding Song, Charles King

80 Histórias escritas, nas areias do tempo...

81

82

83

84

85

86

87

88

89

90


Carregar ppt "Sem meditação, onde está a paz? Sem paz, onde está a felicidade? Bhagavad-Gita A Canção do Supremo."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google