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MECENATO. O termo MECENAS deriva do nome de Caius Maecenas (68 a.C. - 08 a.C.).68 a.C.8 a.C. MECENAS foi um cidadão romano da época imperial; um grande.

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1 MECENATO

2 O termo MECENAS deriva do nome de Caius Maecenas (68 a.C a.C.).68 a.C.8 a.C. MECENAS foi um cidadão romano da época imperial; um grande político, estadista e patrono das letras. Administrou a fortuna da sua família, que era rica, entre 74 a.C. e 64 a.C., e foi um conselheiro hábil e de confiança de César Octaviano (Augustus).romanopolítico74 a.C.64 a.C.César Octaviano Esse Imperador fez-se muitas vezes representar por Maecenas como seu tribuno, orador, patrono e amigo pessoal para várias missões políticas. Mais tarde, aposentou-se e devotou todos os seus esforços a seu círculo literário famoso, que incluiu Horácio, Virgilio, e Propertius, patrocinando-os com amizade, bens materiais e proteção política.

3 O comportamento de Mecenas tornou-se um modelo e vários governos valeram-se de artistas e intelectuais para melhorar a própria imagem; O termo mecenas, nos países de línguas neolatinas, indica uma pessoa dotada de poder ou dinheiro, que fomenta concretamente a produção de certos literatos e artistas.

4 MECENATO MECENATO, num sentido mais amplo, é o termo usado para designar o incentivo financeiro e o patrocínio de atividades culturais, como exposições de arte, feiras de livros, peças de teatro, produções cinematográficas, restauro de obras de arte e monumentos etc, muitas vezes com benefícios fiscais.arteteatrocinematográficas

5 Mecenato – Período Renascentista Esse tipo de incentivo à arte se tornou prática comum no período renascentista, que buscava inspiração na Antiguidade grega e romana, e vivenciava um momento de pujança econômica com o surgimento da burguesia. O homem vitruviano, de Leonardo da Vinci,sintetiza o ideário Renascentista: humanista e clássico

6 MECENAS BRASILEIROS

7 Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo (Paraíba 4/10/1891- São Paulo 4/04/1968). Foi um jornalista empreendedor, mecenas e político brasileiro;mecenas O paraibano Assis Chateaubriand, criou e dirigiu a maior cadeia de imprensa do país, os Diários Associados: 34 jornais, 36 emissoras de rádio, 18 estações de televisão, uma agência de notícias, uma revista semanal (O Cruzeiro), uma mensal (A Cigarra), várias revistas infantis e uma editora; Publicou mais de artigos assinados em seus jornais dando oportunidades a escritores e artistas desconhecidos que depois virariam grandes nomes da literatura,do jornalismo e da pintura, dentre eles Graça Aranha, Millôr Fernandes, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Cândido Portinari, entre outros;Graça AranhaMillôr FernandesAnita MalfattiDi CavalcantiCândido Portinari Foi um dos homens mais influentes do Brasil nas décadas de 40 e 50 em vários campos da sociedade brasileira. Pioneiro na transmissão de televisão brasileira, cria a TV Tupi em

8 Francisco Matarazzo Sobrinho, ( Ciccillo Matarazzo ) (São Paulo, 20/02/1898 São Paulo, 16/04/ 1977).Foi um industrial e mecenas ítalo- brasileiro;São Paulo1898São Paulo 1977industrialmecenasítalo- brasileiro Diretor de empresas de diversos ramos em São Paulo, foi grande incentivador das artes plásticas;artes plásticas Fundou, em 1946, o Museu de Arte Moderna de São Paulo e, em 1951, a Bienal Internacional de Arte de São Paulo, entidade também um dos fundadores do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e dos estúdios da Vera Cruz.1946Museu de Arte Moderna de São Paulo1951Bienal Internacional de Arte de São Paulo

9 Maria Luísa Americano (Rio de Janeiro, 30 de abril de 1918 São Paulo, 1972). Foi uma mecenas brasileira das artes.Rio de Janeiro30 de abril1918São Paulo1972mecenasbrasileira artes Casou-se em 1937 com Oscar Americano de Caldas Filho, com quem morou numa chácara no então distante bairro do Morumbi. Dedicou sua vida a comprar obras de arte, móveis e objetos brasileiros de valor histórico. Após seu falecimento, seu marido resolveu fundar na casa onde viveram a Fundação Maria Luisa e Oscar Americano. Maria Luísa também fez importantes trabalhos filantrópicos na zona leste da capital paulistaOscar Americano de Caldas FilhoFundação Maria Luisa e Oscar Americano

10 Olívia Guedes Penteado (Campinas, 1872 São Paulo, 9 de julho de 1934).Foi uma grande incentivadora do modernismo no Brasil e amiga de artistas-chave do movimento, como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Heitor Villa-Lobos. Era tia da mecenas Yolanda Penteado, que se casou com Francisco Matarazzo, em 1943;Campinas1872São Paulo9 de julho1934modernismoBrasilAnita MalfattiTarsila do AmaralHeitor Villa-LobosYolanda Penteado Olívia conheceu os amigos modernistas em Paris, onde morava, e trouxe para o Brasil pela primeira vez exemplares da obra de Pablo Picasso e Marie Laurencin, entre outros.Ela criou o Salão de Arte Moderna, a partir de 1923, quando voltou a morar no país.ParisPablo Picasso

11 Ema Gordon Klabin (Rio de Janeiro,25 de janeiro de1907 São Paulo, 27 de janeiro de 1994). Foi uma empresária, mecenas e colecionadora brasileira.Rio de Janeiro25 de janeiro1907São Paulo27 de janeiro1994 Ema Gordon era a segunda filha dos imigrantes lituanos Fanny e Hessel Klabin. Seu pai foi um dos fundadores das indústrias de papel e celulose Klabin. Na infância, residiu com a família em São Paulo, no bairro de Santa Cecília. Durante a juventude, Ema foi educada na Europa, visitando freqüentemente o Brasil. Tornou-se admiradora de artes plásticas, ópera e música. Demonstra desde cedo apreço pelo colecionismo, adquirindo serviços de porcelana e prataria, tapetes e objetos de arte oriental;KlabinEuropa Em 1946, Hessel Klabin falece, nomeando Ema como sua sucessora no conselho da empresa. Sem planos de constituir uma família, Ema passou a se dedicar à atividade empresarial e às atividades filantrópicas e culturais de São Paulo. Dedicou-se, como sua irmã Eva, a ampliar sua coleção de arte, principalmente com aquisições feitas em suas freqüentes viagens à Europa e aos Estados Unidos; Ema teve uma ativa participação na vida cultural da cidade. Foi membro dos conselhos da Fundação Bienal de São Paulo, do MASP, do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Colaborou na criação do Museu Lasar Segall e da Fundação Magda Tagliaferro, foi sócia da Sociedade Cultura Artística e da Orquestra Filarmônica de São Paulo, entre outros. Sua casa converteu-se em um ativo ponto de encontro de importantes personalidades do mundo da política, dos negócios e das artes.

12 Fundação Cultural Ema Gordon Klabin

13 Fundação Cultural Ema Gordon Klabin foi instituída em É uma instituição de jurisdição privada, declarada de utilidade pública federal, com o objetivo de promover e divulgar atividades de caráter artístico, científico e cultural; conservar, pesquisar e expor o acervo reunido por Ema Klabin e garantir o acesso público à coleção;1978 Após o falecimento de Ema Klabin, a casa permaneceu fechada por três anos, até que se iniciassem os trabalhos de catalogação e pesquisa do acervo, em 1997, sob coordenação do arquiteto Paulo de Freitas Costas, primeiro curador da instituição; Localiza-se na Rua Portugal, Jd.Europa: uma residência de 900 metros quadrados de área construída, que fica dentro de um terreno de metros quadrados. Foi cuidadosamente projetada e construída pelo engenheiro-arquiteto Alfredo Ernesto Becker na década de 50. Possui estilo eclético, inspirado nos pavilhões palacianos europeus, notadamente, no Palácio de Sanssouci, em Potsdam, na Alemanha, frequentado por Ema em sua juventude.

14 Fundação Cultural Ema Gordon Klabin A Fundação Ema Klabin pode ser definida como uma casa-museu, ou museu de colecionador, onde se conserva um acervo de 1545 peças reunidas por Ema Gordon Klabin ao longo de toda sua vida; As obras abrangem quase toda a história da civilização ocidental, desde as civilizações grega e etrusca até os grandes mestres europeus, com importantes obras das escolas italiana, francesa, holandesa e flamenga, além de expressivas telas de artistas da Escola de Paris. As culturas orientais estão presentes por meio das inúmeras peças chinesas e de outras civilizações do sudeste asiático. Peças exóticas de arte africana e de arte pré-colombiana completam o conjunto, que conta, ainda, com um núcleo numericamente bastante expressivo de peças de arte decorativa ou aplicada. A trajetória da arte brasileira também está delineada na coleção, que contém desde peças religiosas e mobiliário do período colonial até obras significativas de grandes expoentes do modernismo. Vale ainda destacar a coleção de livros raros, que engloba desde manuscritos e iluminuras até exemplares dos primeiros livros impressos (incunábulos), brasiliana e edições de luxo.

15 MECENATO – PERSONALIDADES INTERNACIONAIS Cosimo ( ), o Velho, o filho mais velho de Giovanni di Bicci ( ), banqueiro da cidade de Florença que mantinha vinculação financeira com igreja, herdou a direção da familia e manteve-se a frente dos negócios, quando em 1434, após exilio em Pádua, governou Florença através de magistrados de sua confiança. Ampliou suas atividades comerciais e bancárias para a França, Inglaterra e Borgonha. Fundou a Academia Platônica e foi o grande protetor de Donatello e frade Angelico (artistas); Ramón de Errazu y Rubio de Tejada (San Luis de Potosí, México, 28 de Julho de 1840 Paris, 27 de Outubro de 1904) foi um conhecido mecenas de arte hispano-americano. Rico e grande amante das artes, teve contacto com as artes desde muito cedo, devido ao seu avô, o qual foi o primeiro a praticar o mecenato na família; Calouste Sarkis Gulbenkian (Üsküdar, 23 de março de 1869 Lisboa, 20 de julho de 1955) foi um engenheiro e empresário arménio naturalizado britânico, activo no sector do petróleo e um dos pioneiros no desenvolvimento do sector petrolífero no Médio Oriente. Foi também um importante mecenas, com um grande contributo para o fomento da cultura em Portugal. A sua herança esteve na origem da constituição da Fundação Calouste Gulbenkian; José Policarpo Sanz Souto (Marín, 25 de janeiro de 1841 Nova Iorque, 1889) foi um empresário e mecenas galego.Após sua morte, sua imensa coleção de obras de arte foi doada ao Museu Municipal de Vigo, cidade onde passou sua infância. Nessa coleção contam-se importantes quadros de pintores flamengos, franceses, italianos e espanhóis.

16 MECENATO NO BRASIL ATUAL No Brasil atual, mecenato denomina um mecanismo público de incentivo fiscal para a cultura. Ou seja, ao invés do significado anterior relacionado à proteção das artes, passou a vigorar o novo sentido relacionado ao marketing cultural, tanto para o estado como para a iniciativa privada. A proteção que nos chega agora via mecenato é, antes de tudo, negócio. Mudou o significado da palavra, e mudaram também as relações econômicas de financiamento à arte. E, passados 20 anos, desde a criação desta nova forma de negócio, que nos demanda novos conhecimentos e novas formas de atuação, nós ainda apresentamos um total despreparo perante esta "nova realidade". O mecenato de hoje atualiza a arte em relação à economia contemporânea, colocando a prestação de serviços em prioridade de crescimento, no lugar da venda de produtos. O que no nosso mercado de trabalho significa, ao menos teoricamente, uma certa equiparação entre instituições culturais e galerias na sua atuação como agentes econômicos; ambas poderiam atuar como produtoras e editoras, o que certamente viria ao encontro das demandas da produção artística contemporânea, ao invés de se limitarem a seus papeis tradicionais: guardar e mostrar acervos e vender produtos, respectivamente. Somando-se à manutenção dos papeis tradicionais e à recusa de trabalhar o marketing cultural de nossos agentes econômicos, temos também uma incompatibilidade com a economia contemporânea,cujo desenvolvimento se dá no volume de troca. A economia da arte insiste em trabalhar, mesmo que artificialmente, os grandes valores em detrimento do volume de distribuição.

17 MECENATO NO BRASIL ATUAL - continuação Herdamos da história da arte duas características fortes no âmbito econômico: o mecenato e o valor da obra, relacionado não apenas à oferta e procura, mas também a sua presciência (atributo divino - de presságio devotado à obra). Ambas afastaram a nossa economia de mercado da realidade comum aos outros mercados e, consequentemente, nos moldaram a padrões antigos que perduram até hoje.

18 MECENATO NO BRASIL ATUAL- O QUE PODE SER FEITO PARA MELHORÁ-LO ? Comunicar e dar visibilidade ao que somos, a partir do material que nos é enviado pela comunidade; Analisar resultados e desdobramentos, propondo ações, novos espaços de visibilidade, e seguirmos aprofundando as transformações possíveis.

19 MECENATO NO BRASIL ATUAL- O QUE PODE SER FEITO PARA MELHORÁ-LO ? Os editais de arte, salões, programação anual de exposições, bolsas e prêmios etc, são alguns dos principais mecanismos destinados a dar visibilidade à produção artística emergente no Brasil, a democratizar o acesso dos artistas ao espaço de exposições em instituições públicas e, conseqüentemente, exercem um importante papel na circulação de capital entre os responsáveis diretos pela produção de arte no país.

20 Utilização da Lei Rouanet (Lei Nº de 23/12/1991) para incentivar o Mecenato. Desde a criação da Lei de Incentivo à Cultura, o governo federal colocou nas mãos da sociedade os recursos da cultura, originários de renúncia fiscal destinados a este mecanismo. Basta escolher um projeto aprovado na Lei Rouanet e incentivá-lo financeiramente, que o governo retornará de 30 a 100% do valor investido, dependendo do projeto e do incentivador. Ou seja, desde 1991, cabe à sociedade brasileira destinar recursos da ordem de 700 milhões anuais na prática do incentivo cultural; Nestes 17 anos de projetos incentivados, temos visto empresas fazendo uso da Lei de Incentivo à Cultura em seus patrocínios, mas raramente vemos pessoas físicas fazerem uso deste instrumento. O que o torna menos eficaz e democrático. O fato é que, se houvesse um maior número de incentivadores, teríamos um resultado mais diversificado, que serviria ao país como uma espécie de referendo da cultura, e ao mesmo tempo nos ajudaria a desenvolver a prática pouco comum do mecenato em nossa sociedade. Na origem desta lei, existia também o objetivo de estimular as relações entre produtores culturais e seus apreciadores para que, a partir da dedução do imposto de renda, fosse gerado um interesse efetivo por parte da sociedade em investir diretamente na cultura.


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