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CONFLITO ENTRE ISRAEL E PALESTINA ORIENTE MÉDIO.

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Apresentação em tema: "CONFLITO ENTRE ISRAEL E PALESTINA ORIENTE MÉDIO."— Transcrição da apresentação:

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2 CONFLITO ENTRE ISRAEL E PALESTINA

3 ORIENTE MÉDIO

4 IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DO ORIENTE MÉDIO 1.presença do petróleo na região 2. presença de armamento bélico 3. localização estratégica no globo terrestre 4. influência cultural e religiosa IMPORTÂNCIA GEOGRÁFICA – localizado no sudoeste asiático, estrategicamente entre três continentes: Europa, Ásia e África. Pontos importantes: Canal de Suez – ligação artificial entre o mar Mediterrâneo e o mar Vermelho Estreito de Ormuz – liga o Golfo Pérsico ao oceano Índico (rota obrigatória dos petroleiros dos países árabes) Estreito de Bósforo – liga o mar Mediterrâneo e o mar Negro (passagem da Europa para países asiáticos)

5 ECONOMIA Constituído por 17 países, mais o Estado Palestino (ainda não reconhecido) Presença de importantes jazidas de petróleo na Península Arábica

6 HISTÓRIA E DIVERSIDADE ÉTNICA E RELIGIOSA Área de ocupação antiga, a região recebeu influências de diversas civilizações (egípcios, civilizações da Mesopotâmia – sumérios, assírios e caldeus, hebraica, fenícia e pérsa. Expansionismo árabe (séc. VII a XV) e presença de do Império Otomano (séc. VII a XX). Após a I Guerra Mundial, as áreas que então pertenciam ao Império Otomano foram repartidas entre França e Reino Unido Berço das 3 maiores religiões monoteístas – judaísmo, cristianismo e islamismo.

7 CONFLITOS TERRITORIAIS Ocasionados pelas diversidades étnicas e religiosas e pela disputa de território. A região é a maior consumidora do mercado mundial de armas. Dentre as disputas, a questão da Palestina é a mais sangrenta

8 A QUESTÃO DA PALESTINA Palestina (do original Filistina – Terra dos Filisteus) é o nome dado desde a Antigüidade à região do Oriente Próximo (impropriamente chamado de Oriente Médio), localizada ao sul do Líbano e a nordeste da Península do Sinai, entre o Mar Mediterrâneo e o vale do Rio Jordão. Trata-se da Canaã bíblica, que os judeus tradicionalistas preferem chamar de Sion. Há 60 anos tem sido alvo de violenta disputa entre árabes e judeus. A Palestina foi conquistada pelos hebreus ou israelitas (mais tarde também conhecidos como judeus) por volta de 1200 a.C.

9 PALESTINA Por volta de 1750 a.C. uma terrível seca atingiu a Palestina. Os hebreus foram obrigados a deixar a região e buscar melhores condições de sobrevivência no Egito. Permaneceram no Egito, cerca de 400 anos, até serem perseguidos e escravizados pelos faraós. Liderados então, pelo patriarca Moisés, os hebreus abandonaram o Egito em 1250 a.C., retornando à Palestina. Essa saída em massa dos hebreus do Egito é conhecida como Êxodo. De acordo com a Bíblia, foi durante o êxodo dos hebreus, que Moisés recebeu de Deus a tábua dos Dez Mandamentos (Decálogo), quando atravessava o deserto do Sinai. A partir daí, os hebreus passaram a adorar um só deus, adotando o monoteísmo.

10 JUDEUS Descendentes dos hebreus (antigos habitantes da Palestina que haviam sido expulsos pelos romanos no início da era Cristã Dispersos pelo mundo (diáspora), passaram a ser chamados de judeus (hoje – israelenses) Alegam direitos históricos sobre a Palestina (longa ocupação da região)

11 ÁRABES Ocuparam a região durante sua expansão (entre os séc. VII e XV). Permaneceram na região durante o domínio do Império Otomano e do protetorado britânico. Também denominados de palestinos.

12 O FIM DA PALESTINA ÁRABE Segunda Guerra Mundial: Holocausto. Sob a doutrina racista do III Reich, cerca de 7,5 milhões de pessoas perderam a dignidade e a vida em campos de concentração, especialmente preparados para matar em escala industrial. Estima-se que entre 5,1 e 6 milhões de judeus tenham sido mortos, o que representava na época cerca de 60% da população judaica na Europa.

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15 O Holocausto marcou a humanidade para a história degradante e os limites sem fronteiras da pesquisa clínica desvirtuada, agressiva, perversa e degradante. Para a ética da Pesquisa, surge no Tribunal de Nuremberg em Genebra, o Código de Nuremberg ( 1947 ). Posteriormente surgem novos Códigos e Declarações Internacionais e no Brasil o CONEP, Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Conselho Nacional de Saúde que estabelece as Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas em Seres Humanos. Mulher de 30 anos vítima dos experimentos científicos.

16 1947 – ONU APROVA A PARTILHA DA PALESTINA Estado Judeu (Israel) 56,7% da áreas Estado Palestino 42,6% da área Jerusalém Área Internacional sob administração da ONU

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18 1947 – ONU APROVA A PARTILHA DA PALESTINA Palestinos, que somavam habitantes, ficaram com km2 Judeus, que eram , ficaram com um território maior ( km2), apesar de serem em número menor. Os judeus transformam suas terras áridas em produtivas criação do Estado de Israel. Palestinos reagem atacando Jerusalém que, segundo a ONU, deveria ser uma área livre.

19 INÍCIO DO CONFLITO Movimento sionista – surgiu na Europa no final do séc. XIX, quando os judeus elegeram a Palestina como a terra prometida para a construção de seu respectivo Estado A Inglaterra (responsável pela região na época) permitiu a entrada de colonos judeus na Palestina O choque com os habitantes locais (árabes) foram inevitáveis e cada vez mais intensos

20 AGRAVAMENTO DO CONFLITO APÓS A II GUERRA MUNDIAL Durante a II Guerra Mundial, o fluxo migratório dos judeus para o Oriente Médio aumentou, devido a perseguição a qual estes foram submetidos pelos nazistas Com o final da II Guerra e a independência dos protetorados ingleses, a situação entre árabes e judeus ficou insustentável

21 A PARTILHA DA PALESTINA Intervenção da ONU 1947 Divisão da região em dois Estados: – um Estado árabe – um Estado judaico

22 1º CONFLITO: GUERRA DE INDEPENDÊNCIA DE ISRAEL ( ) Países Árabes (Egito, Síria, Jordânia, Líbano e Iraque) e povo palestino atacam Israel. Objetivos Impedir a formação do Estado de Israel e expulsar os judeus da Palestina. Inconformados com a decisão da ONU, os palestinos declararam guerra aos israelenses, com a intenção de expulsá-los da região A guerra (1948/49) terminou com a vitória de Israel e o fim da territorialidade árabe no Estado que lhes fora designado pela ONU

23 RESULTADO DO 1º CONFLITO Israel vence e ocupa parte do território dos Palestinos Egito ocupa a Faixa de Gaza Jordânia ocupa a Cisjordânia Jerusalém é dividida: Parte Ocidental (domínio dos Judeus) e Parte Oriental (ocupação da Jordânia) PALESTINOS FICAM SEM TERRITÓRIO (sem seu próprio Estado)

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25 RIVALIDADE Apesar de perder o território, os árabes preservaram a vontade de manter a soberania em suas terras, agora ocupadas por Israel Com a derrota, cerca de 750 mil palestinos foram expulsos de sua pátria (estes passaram a viver em países vizinhos, onde eram tratados como cidadãos de segunda classe) O mesmo aconteceu com os palestinos que permaneceram no Estado de Israel

26 2º CONFLITO: GUERRA DOS SEIS DIAS 1967 Egito, Jordânia e Síria preparam um novo ataque a Israel Israel antecipa o ataque dos árabes e ataca primeiro

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28 RESULTADO DO 2º CONFLITO Israel em apenas seis dias conquista: 1. Toda Faixa de Gaza (antes sob domínio egípcio) 2. Toda Península do Sinai (Território do Egito) 3.Toda a Cisjordânia (antes sob domínio da Jordânia) 4. Colinas de Golan (Território da Síria) 5.Toda cidade de Jerusalém

29 IMPORTÂNCIA DE CADA ÁREA CONQUISTADA NA GUERRA DOS SEIS DIAS Faixa de Gaza e Cisjordânia Controle total sob a Palestina (sionismo) Península do Sinai Segurança Nacional (Proteção de suas fronteiras com o Egito) Colinas de Golan Área de Nascentes (Recursos Hídricos)

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31 3º CONFLITO: GUERRA DO YOM KIPPUR 1973 Guerra do Yom Kippur (Dia do Perdão). Aproveitando o feriado religioso judaico, Egito e Síria atacam Israel; são porém derrotados e os israelenses conservam em seu poder os territórios ocupados em Para pressionar os países ocidentais, no sentido de diminuir seu apoio a Israel, a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) provoca uma forte elevação nos preços do petróleo.

32 REAÇÃO PALESTINA - A OLP 1959 – o líder palestino Yasser Arafat cria o organização terrorista Al-Fatah, que passou a lutar pela recuperação dos territórios palestinos Em 1964, a Al-Fatah transformou-se na OLP (Organização para a Libertação da Palestina) Instalada na Jordânia, a OLP passou a atacar Israel e também a receber ataques israelenses (apoiados pelos EUA) Em 1970, a OLP foi expulsa da Jordânia e migrou para Beirute, atacando Israel a partir do sul do Líbano

33 DIÁLOGO ENTRE A OLP E ISRAEL Em 1982, devido aos intensos ataques de Israel ao Líbano, a OLP deixou o país, instalando-se na Tunísia Em 1988, a OLP mudou seu discurso e Arafat renunciou ao terrorismo, aceitando dialogar com os representantes israelenses Início dos anos 90 – pequena esperança de paz na região (líderes moderados assumiram o poder em Israel)

34 JERUSALÉM – POMO DE DISCÓRDIA PALESTINOS – presença das mesquitas do Domo da Rocha e de Al-Aqsa (sagradas) na porção oriental, onde o profeta Maomé subiu aos céus, conforme a crença muçulmana ISRAELENSES – única capital e centro da vida judaica quando esse povo habitava a Palestina, onde vivia o rei Davi e onde está o Muro das Lamentações Vista de Jerusalém Torre de Davi

35 EXTREMISMOS Grupos radicais de ambos os lados não aceitam os acordos estabelecidos por seus respectivos líderes, não admitindo a convivência de um Estado palestino com um Estado judeu Árabes – Hezbollah (Partido de Deus), Hamas e Jihad não aceitam a representação da OLP e os acordos de paz Israel – Kach, Yesha e Eyal Fanatismo religioso Atentados terroristas – homens-bomba Jihad – guerra santa

36 O MURO DE ISRAEL Em 2002, os israelenses começaram a construir um muro entre Israel e Cisjordânia, visando proteger seu território contra ataques terroristas palestinos A construção gerou tensões políticas internas e muitas críticas palestinas e da comunidade internacional

37 CAUSAS DOS CONFLITOS QUE OCORREM NO ORIENTE MÉDIO Os curdos são um grupo étnico que se considera como sendo nativo de uma região freqüentemente referida como Curdistão, que inclui partes adjacentes de IRÃ, IRAQUE, SÍRIA e TURQUIA. Comunidades curdas também podem ser encontradas no LÍBANO, ARMÊNIA, AZERBAIJÃO (Kalbajar e Lachin, a oeste de Nagorno-Karabakh) e, em décadas recentes, em alguns países europeus e nos Estados Unidos

38 PALESTINA HAMAS JIHAD HEZBOLLAH

39 HAMASRESISTÊNCIA ISLÂMICA Hamas é a abreviatura de Harakat Al-Muqawama Al- Islamia (Movimento de Resistência Islâmica), uma organização política palestina que luta contra a existência do Estado de Israel. O movimento ficou conhecido somente em 1987, quando este grupo islâmico conservador surgiu atuante na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, tornando questionável a atuação da Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

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41 JIHAD Organização criada por por estudantes palestinos no Egito. Em 1981, o Jihah assassinou o presidente egpcio Anwar Sadat O grupo tem uma pequena base de apoio. Ao contrário do Hamas, que é bem maior e administra escolas e hospitais, a Jihad Islâmica não tem nenhum verdadeiro papel social ou político. A facção é baseada na capital da Síria, Damasco, e acredita-se que seus recursos financeiros venham do Irã. A Jihad Islâmica tem como objetivo a criação de um Estado palestino islâmico e a destruição de Israel por meio de uma guerra santa. O grupo também se opõe aos governos árabes alinhados com o Ocidente.

42 Apesar de pequeno, o Jihad é conhecido pela repercussão, em geral, dos seus atentados organizados, por vezes, em cooperação com o Hamas.

43 O Jihad foi autor de vários atentados à bomba

44 HEZBOLLAH – Partido de Deus (Organização xiita apoiada pelo governo do Irã) Nasceu como uma milícia islâmica após a invasão israelense no Líbano em É considerado um grupo terrorista pelos Estados Unidos. No Líbano, não é visto como uma entidade terrorista, mas como um grupo de resistência contra a invasão israelense ao país, em O grupo também é um dos principais partidos libaneses, realiza ações humanitárias e possui uma rede de escolas e hospitais. Os serviços sociais do Hizbollah concentram-se em cinco áreas: ajuda a familiares de mártires, saúde, educação


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