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C APITALISMO No selvagem mundo do capital... Prof. Alan Carlos Ghedini www.inventandohistoria.com.

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1 C APITALISMO No selvagem mundo do capital... Prof. Alan Carlos Ghedini

2 (Puccamp) "Os biógrafos contam que Henry Ford (...) gostava muito de desmontar relógios; ver como funcionavam e montá-los novamente. Nascido numa fazenda do estado de Michigan, Estados Unidos, em 30 de julho de 1863, há 140 anos. (...) Na véspera do Natal de 1893, montou o seu primeiro motor, na pia de sua casa. Era movido a gasolina. E funcionou. Seu primeiro automóvel, o Quadriciclo, foi feito na primavera de Conheceu Thomas Edison, o inventor da lâmpada e do cinema e, estimulado por ele, Ford entrou no negócio de automóveis, liderou duas pequenas empresas, antes de criar a Ford Motor Company, ao lado de onze sócios. Arrendaram uma fábrica de carroças. E dez funcionários, trabalhando 12 horas diárias, a semana inteirinha, fizeram surgir os primeiros automóveis comerciais Ford, de início o modelo A." (Revista "Caminhoneiro". n São Paulo: Takao, p. 90) A Ford Motor Company emergiu nos Estados Unidos da América dentro de um contexto histórico marcado pela a) crise de superprodução que atingiu a agricultura e a indústria, provocando grande desemprego sobretudo em Nova York. b) adoção de uma política de intervenção do Estado no domínio econômico, como forma de superar a crise financeira decorrente da aceleração inflacionária. c) valorização dos princípios da democracia política, cabendo destaque ao papel desempenhado pelo judiciário na eliminação completa da Ku Klux Klan. d) formação de grandes monopólios e pela exportação de grande quantidade de capital, principalmente para países predominantemente agrários. e) violenta guerra civil entre os estados do Norte e os estados do Sul, que disputavam a hegemonia na condução da política econômica.

3 (Pucsp) Podemos dizer que, na segunda metade do século XIX, iniciou-se a "era do petróleo e da eletricidade". A partir de 1870, principalmente, houve não só uma gigantesca expansão da economia mundial, firmemente sustentada na industrialização de numerosos países, como a aceleração da produção de mercadorias e grande concentração de capitais para investimento. A respeito dessas transformações, é correto afirmar que a) marcaram a passagem do sistema de produção artesanal para o sistema de produção fabril, concentrando-se, principalmente, na produção têxtil destinada ao mercado interno. b) demonstraram o declínio do capitalismo monopolista, com a perda de poder das grandes corporações, e a sua substituição por um sistema de livre concorrência. c) estão relacionadas à chamada Segunda Revolução Industrial, marcada pela substituição das pequenas unidades fabris por complexos industriais com processos de produção mais sofisticados e pela concentração maciça de capital para os investimentos de base. d) ficaram restritas à Europa, não chegando a atingir os Estados Unidos, que só se industrializaram a partir do período pós- guerras. e) tornaram possível prescindir de mercados fornecedores de matérias-primas, em vista das transformações tecnológicas ocorridas, o que fortaleceu o isolamento da Europa.

4 (Fuvest) "... nunca certas previsões do marxismo pareceram mais verdadeiras do que hoje: o que não deixa de ser o bastante irônico, se considerarmos que isso se dá no momento em que o marxismo está desacreditado como filosofia social" (Quentin Skinner, historiador inglês, 1998). O que permite ao autor sustentar, respectivamente, a tese de descrédito e da validade do marxismo fundamenta-se a) no fracasso das experiências socialistas em nosso século e no aumento extraordinário tanto da riqueza quanto da pobreza do mundo; b) no êxito do capitalismo em eliminar as crises financeiras periódicas e no seu fracasso em fazer diminuir a população mundial; c) na capacidade do capitalismo para controlar a pobreza e na sua dificuldade para desenvolver tecnologias que resolvessem problemas ambientais; d) no desaparecimento da luta de classes e na intensificação da concorrência e do conflito imperialista entre as potências capitalistas; e) no êxito do capitalismo em globalizar a economia e na incapacidade do "Welfare State" (Estado do Bem-Estar Social) para a humanizar o capitalismo.

5 (Pucmg) A Acumulação Primitiva de Capitais, praticada na Europa entre os séculos XVI e XVIII, resultou, EXCETO: a) do saque e exploração dos territórios coloniais. b) do protecionismo às manufaturas nacionais. c) do confisco e venda, a baixo preço, das terras da Igreja. d) da mecanização do processo produtivo fabril. e) da apropriação privada das terras comunais.

6 (Pucmg) A globalização da economia é um fenômeno mundial que está aí. Sobre ele, é correto afirmar que, EXCETO: a) os blocos econômicos perdem sua importância com o avanço do capital sem pátria. b) os oligopólios suplantam os Estados no controle das economias nacionais. c) a mundialização do capital faz-se sob a hegemonia da economia norte-americana. d) o grau de liberdade das economias periféricas recua frente ao capital sem fronteiras. e) a difusão dos avanços tecnológicos contribui para a redução dos custos da produção.

7 (Ufc) "Ocorre que o capitalismo visto em perspectiva histórica de longa duração, logo se revela como modo de produção e processo civilizatório (...) Neste sentido desenvolveu-se o Mercantilismo, o Colonialismo e o Imperialismo e o Globalismo (...) Cabe reconhecer, pois, que a globalização, a globalidade ou o globalismo compreende um novo surto de expansão das forças produtivas e relações de produção capitalistas (IANNI, Otávio, "A Globalização e o retorno da Questão Nacional". Primeira Versão, n.90, IFCH, Unicamp,Campinas, junho de 2000, p. 9-10) A fase de expansão do capitalismo, chamada de globalização, caracteriza-se por: a) concretizar o ideal internacionalista, que nasceu no século XIX, no seio do movimento operário, no contexto de expansão do capitalismo. b) cristalizar o ideal do Fórum Mundial Anti-Davos junto com os postulados do movimento pacifista, surgido na década de 70, após a guerra do Vietnã. c) implementar políticas de estatização de empresas privadas, empréstimos internacionais com juros baixos para os países emergentes. d) internacionalizar a economia, junto ao surgimento de organismos específicos, como a Organização Planetária do Comércio, tendo como marco geral a teoria neomercantilista. e) usar um discurso em favor do mercado e contra o planejamento econômico governamental, junto ao surgimento de organizações multinacionais e estruturas mundiais de poder.

8 (Fuvest) "... a atual renovação do mercado mundial autoregulador já enunciou veredictos insuportáveis. Comunidades, países e até continentes inteiros... foram declarados 'supérfluos', desnecessários à economia cambiante da acumulação de capital em escala mundial (...) o desligamento dessas comunidades e locais 'supérfluos' do sistema de abastecimento mundial desencadeou inúmeras divergências... sobre 'quem é mais supérfluo do que quem'". Giovanni Arrighi, "O Longo Século XX", 1994 Para tal situação, contribuíram decisivamente, na década de 1980, a) a hegemonia do neoliberalismo e o colapso da União Soviética. b) a crise da social-democracia e o sucesso dos tigres asiáticos. c) o fracasso do consenso de Washington e o êxito da China. d) a dominação do keynesianismo e a estagnação da África e da América Latina. e) a expansão do fundamentalismo islâmico e a desintegração do leste europeu.


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