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Avaliação Nutricional Flávia Furtado Laura Alencar.

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1 Avaliação Nutricional Flávia Furtado Laura Alencar

2 Definição "Condição de saúde de um indivíduo, influenciada pelo consumo e utilização de nutrientes, identificada pela correlação de informações obtidas de estudos físicos, bioquímicos, clínicos e dietéticos". (CHRISTAKIS, 1973) "Condição de saúde de um indivíduo, influenciada pelo consumo e utilização de nutrientes, identificada pela correlação de informações obtidas de estudos físicos, bioquímicos, clínicos e dietéticos". (CHRISTAKIS, 1973)

3 Importância ► Grande incidência de DPC entre pacientes internados ► Associação com a evolução do paciente, tempo de internação e numero de complicações ► Associação com o aumento da mortalidade e morbidade no ambiente hospitalar.

4 Mecanismos ► A perda de proteína impede:  A resistência a infecções  Reparo de tecidos  Síntese adequada de enzimas e proteínas plasmáticas

5 Modificação das reservas orgânicas Alterações bioquímicas e metabólicas Distúrbios funcionais Sinais e Sintomas Alterações anatômicas Falência de órgãos Fator de Inicio

6 Composição corporal ► Gordura: 25% ► Pele e esqueleto: 10% ► Extracelular e proteínas plasmáticas: 25% ► Músculo esquelético e visceral: 40%

7 Fazendo a avaliação 1) Sinais Clínicos 2) Historia Alimentar

8 Fazendo a avaliação 3) Antropométrica: a medida das dimensões corporais. ► Peso, altura, circunferências, comprimento do braço e pregas cutâneas ► IMC = Peso(Kg)/ Estatura (m) ► % do peso habitual = (Peso atual/ peso habitual) x 100 ► Alt. do peso (%)=(Peso habitual – peso atual/ peso habitual)x100

9 Tabela de Garrow Estado Nutricional IMC Grau de Obesidade Baixo Peso <200 Normal 20 a 24,99 0 Sobrepeso 25 a 29,99 I Obesidade>30II >40III

10 Tabela de Andres IdadeIMC 19 – 24 25 – 34 20 – 25 35 – 44 21 – 26 45 – 54 22 – 27 55 – 64 23 – 28 ≥ 65 24 – 29

11 Variação do Peso no tempo Tempo Perda de peso 1 semana 1 – 2% 1 mês 5% 3 meses 7,5% 6 meses 10%

12 Pregas cutâneas ► Melhor meio para estabelecer a massa corpórea de gordura. ► Diversos protocolos ► Algumas criticas

13 ► Circunferência do braço (CB) e Circunferência muscular do braço (CMB)  Área muscular do braço ► Índice de gordura do braço

14 Avaliação Bioquímica ► Proteínas plasmáticas  Albumina  Transferrina  Proteína Ligadora do Retinol (RBP)  Pré-albumina que se liga à Tiroxina (TBPA)  Índice Creatinina Altura (ICA) Impedância Bioelétrica

15 Calculos ► TAXA METABÓLICA BASAL (TMB): É um mínimo de energia necessária para manter as funções vitais do organismo em repouso (McARDLE e col., 1992 ). Ela reflete a produção de calor pelo organismo sendo determinada indiretamente medindo-se o consumo de oxigênio sob condições bastamte rigorosas. A utilização de T.M.B. estabelece bases energéticas para a construção de um programa válido de controle de peso através da dieta, do exercício ou combinação de ambos. ► TAXA METABÓLICA BASAL (TMB): É um mínimo de energia necessária para manter as funções vitais do organismo em repouso (McARDLE e col., 1992 ). Ela reflete a produção de calor pelo organismo sendo determinada indiretamente medindo-se o consumo de oxigênio sob condições bastamte rigorosas. A utilização de T.M.B. estabelece bases energéticas para a construção de um programa válido de controle de peso através da dieta, do exercício ou combinação de ambos.

16 ► Equação de Harris-Benedict (1919) HOMENS: TMB = 66,47 + (13,75. P*) + ( 5,00. A*) - (6,76. I*) MULHERES: TMB = 65,51 + (9,56. P*) + ( 1,85. A*) - (4,68. I*) * P = Peso em Kg/ *I = Idade em anos/ *A = Altura em cm

17 · TRABALHO MODERADO: Aproximadamente 3 vezes o gasto energético em repouso. · TRABALHO MODERADO: Aproximadamente 3 vezes o gasto energético em repouso. · TRABALHO PESADO : Aproximadamente 6-8 vezes o metabolismo de repouso. · TRABALHO MÁXIMO : Aproximadamente 9 vezes ou mais acima do metabolismo de repouso. O custo energético pode ser também representado por METS, 1 MET equivale a 3,5 ml O2. 1/Kg. min-1 ou 1 Kcal. 1/kg ( peso corporal). 1/h, ou seja o gasto de energia consumido em média para simplesmente estar em repouso (BARBARA et alii, 1993). O custo energético pode ser também representado por METS, 1 MET equivale a 3,5 ml O2. 1/Kg. min-1 ou 1 Kcal. 1/kg ( peso corporal). 1/h, ou seja o gasto de energia consumido em média para simplesmente estar em repouso (BARBARA et alii, 1993).

18 Necessidades energeticas ► Cada paciente tem necessidades nutricionais peculiares, variando de acordo com a idade, o sexo, o peso e a altura, o grau de atividade física e com a natureza das doenças associadas. ► Se o paciente não comer ou não receber nutrição enteral ou parenteral, seu organismo iniciará processos catabólicos o que pode significar lipólise (150-200g de gorduras) e proteólise muscular (70- 80g de aminoácidos/dia).

19 Como calcular? ► ► GET (kcal /dia) =GER x Fator Atividade x Fator de estresse

20 Fator de Correção para Estimar Necessidades Energéticas Desnutrição sem estresse 0,85 Cirurgia não-complicada 1,05 a 1,15 Sepse 1,2 a 1,4 Traumatismo craniano 1,3 Politraumatismo 1,4 Grande Queimado 2,0 Síndrome da resposta inflamatória 1,5 Grau de Atividade FatorSituação clínica Fator estresse Acamado 1,2 Ambulatorial 1,3 Long et al. Utilizando Calorimetria Indireta

21 Recomendações Atuais 20 a 25 Kcal / Kg / dia 25 a 30 Kcal / Kg / dia - 50% carboidrato - 30% gordura - 20% proteína 6,25 g de Proteínas = 1g de Nitrogênio Paciente com SIRS Paciente sem SIRS

22 Carboidratos ► - São fontes primárias de energia - 50 a 60 % valor calórico total - Cada grama carboidrato fornece 4 Kcal - Cada grama de glicose fornece 3,41 Kcall - Insuficiência carboidratos = Utilização de proteínas como fonte energia - Taxa rcomendada de oxidação glicose 3-5 mg / Kg / min (Estável) 1-3 mg / Kg / min (SIRS) 1-3 mg / Kg / min (SIRS) - Administração excessiva de glicose: Hiperglicemia, inflamação, glicosúria, sintese e armazenamento de gordura, esteatose hepática, colestase, aumento da sintese e armazenamento de gordura, esteatose hepática, colestase, aumento da produção de dióxido de carbono produção de dióxido de carbono

23 Lipídeos ► - < 30 % valor calórico total = 1g / Kg de peso / dia - Recomenda-se administração 5 a 10% das calorias totais: Ácido linoléico e linolênico ► (essenciais) ► Importantes para mielinização do SNC – 1 ano de vida ► Acidos graxos omega-6 (ac aracdônico)- efeitos pro-inflamatorio e imunossupressor (vegetal) (vegetal) ► Acidos graxos omega-3 (EPA e DHA) – efeitos anti-inflamatorios e imunoestimulantes (Peixe) (Peixe) - Acidos graxos saturados (gordura animal) – formam placas ateromatosas - <10% das calorias em indivíduos sadios - <7% em diabéticos - Acidos graxos mono-insaturados ( azeite oliva) ► Associada a dieta pobre em gordura saturada evita doença cardiovascular (23g/dia)

24 Proteínas ► Aminoácidos Essencias - Valina - Isoleucina - Leucina - Lisina - Metionina - Trioptofano - Fenilalanina - Treonina Aminoácidos Condicionalmente Essencias - histidina - Arginina- 15g/dia - Cistina-cisteina - Tirosina - Glutamina- (30g/dia ou 0,5 g / Kg) - Glicina Aminoácidos Não-Essencias - Alanina - Ácido Glutâmico - Prolina - Ácido aspártico - Serina - Asparagina

25 Relação Quilocalorias / Grama de Nitrogênio Estresse moderado 150:1 Estressa grave /SIRS 90 – 125:1 Paciente Estável 150 – 300:1 Trauma 100:1 Condição Kcal:Nitrogênio Relação calorias não protéicas / g nitrogênio 6,25 g de Proteinas = 1g de Nitrogênio

26 Necessidades Nutricionais – 65 Kg 25 Kcal / Kg / dia Kcal / Totais1625 Kcal totais /dia Proteinas (20%) 325 Kcal / dia: 4 = 81g P Nitrogênio – 1g N = 6,25 g P 81 : 6,25 = 13 g N Glicose (50%) 812 Kcal / dia : 4 = 203 g G Lípideos (30%)487 Kcal / dia : 9 = 54 g L TIG 203 g : 65 (peso) = 3,12 : 24 (dia) = 0, 13 : 60 (min) = 0, 00216 g = 2,16 mg/ Kg/min (taxa infusão glicose) TIG recomendado – 1 a 3 mg/kg/min Evitar hiperglicemia - Inflamação

27 NP - 1299 Kcal = 812 (Glicose) + 487 (Lipídeos) Calorias Não - protéicas Qual a relação Kcal : N1299 NP : 13 g N = 99,9 81g P : 6,25 = 13 g N 100:1 150-300:1 – Estável 100: 1 – Traumatizado / SIRS

28 OBRIGADA!!!!


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