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Gestão de Tecnologias em Saúde Mestre Bruno Ribeiro.

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Apresentação em tema: "Gestão de Tecnologias em Saúde Mestre Bruno Ribeiro."— Transcrição da apresentação:

1 Gestão de Tecnologias em Saúde Mestre Bruno Ribeiro

2 Tecnologias em saúde As últimas décadas têm presenciado um processo de transformação e de inovação tecnológica sem precedentes na área da saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 50% de todos os avanços terapêuticos disponíveis hoje em dia não existiam há dez anos.

3 Tecnologias em saúde Novas tecnologias médicas são colocadas à disposição do sistema de saúde e incorporadas à prática clínica, muitas vezes sem uma avaliação sistemática sequer de sua eficácia e segurança.

4 Definição A gestão de tecnologias em saúde: É entendida como um conjunto de atividades relacionadas aos processos de avaliação, incorporação, difusão, gerenciamento da utilização e retirada de tecnologias nos sistemas de saúde

5 Definição e formas de classificação Tecnologia pode ser definida, de uma forma muito simples e genérica, como conhecimento aplicado. No caso da saúde, ela é conhecimento aplicado que permite a prevenção, o diagnóstico e o tratamento das doenças, e a reabilitação de suas conseqüências.

6 Classificação Tecnologias em saúde podem ser descritas ou classificadas de diversas maneiras. As principais formas incluem sua classificação segundo: 1) sua natureza material; 2) seus propósitos no cuidado de saúde; 3) sua complexidade tecnológica/custos (GOODMAN, 1998).

7 Tecnologias ou procedimentos de alta complexidade 1) alta densidade tecnológica e/ou exigência de expertise e habilidades especiais, acima dos padrões médios; 2) baixa freqüência relativa (de um modo geral, procedimentos de alta complexidade têm uma freqüência inferior aos da atenção básica e de média complexidade); 3) alto custo unitário e/ou do tratamento (decorrente da tecnologia em si mesma e/ou da duração do tratamento, como é o caso da terapia intensiva, hemodiálise e alguns medicamentos de dispensação excepcional).

8 Ciclo de vida e difusão das tecnologias em saúde Inovação tecnológica em saúde representa a aplicação de novos conhecimentos, que tanto podem aparecer de forma concretamente incorporada num artefato físico (um equipamento, dispositivo ou medicamento, por exemplo) quanto podem representar idéias, na forma de novos procedimentos (ou práticas) ou de (re) organização dos serviços.

9 Difusão tecnológica Significa o progresso de uma inovação tecnológica em um dado sistema social durante um período particular de tempo, que, no caso das tecnologias de saúde, é a prática médica e dos serviços de saúde. Esse processo compreende uma série de estágios, incluindo a adoção e uso de novas tecnologias.

10 Estágios da Difusão tecnológica A primeira – fase de adoção – requer uma interação entre produtores, governos e organizações de usuários. Quando essa fase é completada, o uso dessas tecnologias depende da interação entre usuários profissionais e pacientes.

11 Padrão do uso de tecnologias A difusão de novas tecnologias médicas tende a seguir um padrão que é geralmente representado por uma curva sigmóide: Adoção inicialmente pequena e lenta, que se acentua significativamente à medida que as evidências de efetividade e superioridade em relação às alternativas tecnológicas acumulam-se, originando um aumento quantitativo de unidades de saúde que incorporam e colocam a tecnologia em uso.

12 Variações Tecnológicas x Variáveis Organizacionais Mecanismos de reembolso, Potencial de lucratividade, Mecanismos de competição intramercado dos serviços de saúde, Estratégias de promoção de uso e venda por parte dos fabricantes, que utilizam recursos e esforços significativos no marketing de seus produtos; Aumento do temor relacionado a processos judiciais por má-prática; Aumento da demanda dos usuários por maior acesso e disponibilização dos recursos diagnósticos e terapêuticos; Aquisição precoce de inovações por escolas médicas

13 Avaliação tecnológica e avaliação econômica em saúde: ferramentas de auxílio na gestão das tecnologias em saúde Avaliação Tecnológica em Saúde (ATS) pode ser definida como uma forma abrangente de pesquisar as conseqüências técnicas (quase sempre clínicas), econômicas e sociais, de curto e longo prazo, da utilização das tecnologias em saúde, bem como de seus efeitos diretos e indiretos, tanto desejáveis quanto indesejáveis

14 Objetivos da ATS 1) assegurar que as tecnologias sejam seguras e evitem danos à saúde; 2) garantir que as tecnologias sejam eficazes, no sentido de trazerem benefícios com seu uso; 3) asseverar que as tecnologias sejam utilizadas de maneira apropriada; 4) assegurar que os benefícios decorrentes do uso das tecnologias compensem os custos incorridos; 5) prover os formuladores de políticas de informações sobre as diferentes alternativas tecnológicas, auxiliando na tomada de decisões relacionadas, entre outros, com o desenvolvimento de legislações e regulações específicas; deliberações sobre a aquisição de tecnologias e o reembolso de procedimentos e serviços, e a alocação de fundos de pesquisa e desenvolvimento.

15 Fases da Avaliação Tecnológica em Saúde 1) Experimental; 2) Implementação inicial; 3) Generalização; 4) Abandono.

16 Avaliação Econômica em Saúde Um tipo de ATS que vem ganhando destaque em tempos mais recentes é o das avaliações econômicas em saúde (AE), porque, independentemente do modelo de financiamento adotado para o cuidado com a saúde, a grande maioria dos países tem se deparado com custos crescentes com os cuidados em saúde, tanto em termos absolutos como em termos relativos, levando a uma busca pela eficiência na alocação dos recursos.

17 Avaliação Econômica em Saúde As ATS e AE podem auxiliar o processo de incorporação tecnológica, permitindo eliminar a inclusão de tecnologias inseguras (e mesmo danosas) e direcionando os recursos, mormente os públicos, para aquelas mais adequadas ao perfil de adoecimento presente no país e mais custo- efetivas no uso dos recursos

18 Fatores que afetam a transferência dos dados econômicos e dos resultados das avaliações entre países 1) diferenças demográficas e epidemiológicas; 2) convenções e práticas clínicas distintas entre os sistemas e profissionais de saúde; 3) diferenças na distribuição e disponibilidade dos recursos de saúde; 4) existência de incentivos diversos a instituições e profissionais nos diferentes sistemas de saúde; 5) forma de pagamento dos serviços e intervenções de saúde; 6) presença de subsídios cruzados (preço não refletindo custo); 7) taxa de câmbio

19 ATS 1) como a tecnologia solicitada se encaixa na missão do hospital ou unidade de saúde na rede de serviços; 2) como a tecnologia pretendida se compara, em termos de eficiência e efetividade, com suas alternativas tecnológicas; 3) o estágio do ciclo de vida do produto em que a tecnologia poderia ser enquadrada; e 4) os efeitos da tecnologia a ser incorporada no tratamento dos pacientes, custos do sistema de saúde e demanda por serviços.


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