A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

“ Segurança em Operações Pórticos Hidráulicos”

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "“ Segurança em Operações Pórticos Hidráulicos”"— Transcrição da apresentação:

1 “ Segurança em Operações Pórticos Hidráulicos”
com Pórticos Hidráulicos”

2 INTRODUÇÃO A UM SISTEMA DE PÓRTICO HIDRÁULICO
Os pórticos hidráulicos são um tipo de equipamento extremamente útil para o içamento e movimentação de cargas pesadas. As capacidades destes equipamentos variam de 5t até mais de 1000tons. A altura máxima alcançada por alguns modelos pode chegar a mais de 12m. Como todo equipamento para movimentação de cargas, a utilização do pórtico requer conhecimentos de engenharia, planejamento, e coordenação (supervisão). A consultoria de um profissional ou empresa de engenharia deve ser considerada, dependendo da complexidade do trabalho a ser executado. A equipe, o pessoal de supervisão e gerenciamento, todos devem ser treinados e estar devidamente informados das caractrísticas específicas do equipamento; é fundamental saber o que pode e o que não pode ser feito na operação de pórticos hidráulicos.

3 COMPONENTES BÁSICOS DE UM SISTEMA DE PÓRTICO HIDRÁULICO
Um sistema básico é composto de quatro pernas, e consiste de um número de partes conforme ilustrado. O coração do sistema são os cilindros hidráulicos, os quais suportam a viga superior e são montados sobre rodas e deslocam o conjunto sobre o caminho de rolamento. Link de içamento Placa de apoio Viga de içamento Cilindro de elevação ou Perna Lingada Carga içada Dependendo do tipo de trabalho e piso em que estamos operando, as vigas de rolamento podem ser substituídas por chapas, mats ou até mesmo dispensadas.

4 Em sistemas mais sofisticados, podemos encontrar links que se deslocam sobre a viga superior, permitindo assim que a carga seja movida lateralmente ao longa desta. Link com deslocamento lateral (Powerlink) Barra estabilizadora Motobomba Rodas Viga de rolamento

5 # BARRA ESTABILIZADORA
A função da barra estabilizadora é aumentar a estabilidade lateral do conjunto, normalmente na direção da bitola. Um lado é conectado a viga superior de içamento e o outro lado é conectado a seção vertical da ponta da perna. A trava da viga superior não deve ser muito apertada para permitir a flexão e consequente movimentação da viga superior Ambos os lados tem um rolamento esférico, o qual absorve pequenos desalinhamentos, principalmente na direção do deslocamento. Existem duas molas internas na carcaça tubular, uma de cada lado da haste do pistão, as quais resistem as mudanças no comprimento da barra em função da compressão ou tração. Durante a operação, se o ângulo entre a viga de içamento e a lança vertical tende a mudar da montagem inicial, as molas entram em ação, tentando manter o ângulo original, normalmente 90°. Conforme o ângulo muda, as tensões nas molas aumenta.

6 # CAMINHO DE ROLAMENTO Normalmente consiste de duas vigas paralelas, fabricadas tipo caixão, que possuem um guia para as rodas da perna. A função é fornecer uma superfície lisa e direcionada para a perna.

7 # DISPOSITIVOS DE ACIONAMENTO
Os pórticos podem locomover-se ao longo do caminho de rolamento ou sobre o piso. Existem dois tipos básicos de propulsão: 1- Interno: As pernas tem um motor que aciona algumas ou todas as rodas usando corrente ou engrenagens.

8 2- Cilindro externo: Para uso em unidades com roda livre, um cilindro é pinado próximo da base da perna em um lado e no caminho de rolamento no outro. O cilindro é extendido e retraído repetidamente de modo a mover o conjunto ao longo do caminho de rolamento.

9 # MOTOBOMBA / SENSORES DE CARGA / MANÔMETROS
São dispositivos usados para medir a carga que está sendo içada por cada perna. Normalmente são instalados no módulo de controle.

10 TIPOS DE IÇAMENTOS # IÇAMENTOS SIMPLES
Este tipo de içamento é o rotineiro, no qual o pórtico iça e desloca-se no sentido longitudinal ao caminho de rolamento e abaixa a carga.

11 # IÇAMENTOS SIMPLES COM DESLOCAMENTO TRANSVERSAL
Este tipo de içamento de certa forma também é rotineiro, no qual o pórtico iça e desloca-se no sentido longitudinal ao caminho de rolamento e depois para ajustagem fina, desloca-se no sentido transversal e depois abaixa a carga.

12 # IÇAMENTOS COMBINADOS
- COM TORRES Este tipo de içamento de certa forma é similar a verticalização / horizontalização com dois pórticos. Neste caso, um dos pórticos foi substituído pela torre. Esta utilização é complexa e potencialmente perigosa. Elas requerem conhecimento profundo, preferencialmente de um engenheiro especialista em rigging, o qual deve planejar a operação detalhadamente.

13 # IÇAMENTOS COMBINADOS
- COM GUINDASTES Assim como o anterior é igualmente complexo.

14 RISCOS MAIS COMUMS NAS OPERAÇÕES COM PÓRTICOS HIDRÁULICOS
- NO PLANEJAMENTO Falha na coleta de informações durante a fase do planejamento Falta de conhecimento e/ou treinamento no equipamento Falta ou falha do estudo de rigging Falha na análise da capacidade do solo em suportar a carga ou deflexão Má distribuição da carga

15 RISCOS MAIS COMUMS NAS OPERAÇÕES COM PÓRTICOS HIDRÁULICOS
# NA PREPARAÇÃO Deflexão excessiva do caminho de rolamento Deflexão diferenciada (lado a lado), entre as seções paralelas do caminho de rolamento Falta do manual de operação do equipamento Lingada desalinhada devido a problema de folgas Desalinhamento do caminho de rolamento Distribuição desigual entre as pernas Tubulações enterradas, envelopes elétricos, infiltrações no subsolo, etc.

16 RISCOS MAIS COMUMS NAS OPERAÇÕES COM PÓRTICOS HIDRÁULICOS
# NA OPERAÇÃO Falta da tabela de carga O conjunto ou uma perna individual saindo de nível Movimento diferente das seções de rolamento principalmente nas emendas Desalinhamento da perna, durante o deslocamento ao longo do caminho de rolamento Sujeira ou obstáculos no caminho de rolamento interferindo com as rodas Lingada fora da vertical, causando forças horizontais nas placas de apoio Forças horizontais: transferidas através da lingada durante verticalização da carga, ou por ação pendular da carga Forças laterais Excesso de desalinhamento da perna (drift) Paradas ou saidas com choque/travas não desativadas (Wedge Lock) Contato com rede elétrica Ambientais ( força de vento, chuvas e etc.)

17 Trabalhos próximos a redes elétricas necessitam de procedimento específico

18 RISCOS MAIS COMUMS NAS OPERAÇÕES COM PÓRTICOS HIDRÁULICOS
# COM A EQUIPE Risco de queda durante a montagem do pórtico Risco de queda durante a amarração da carga Risco de esmagamento de membros durante a montagem/desmontagem do pórtico Risco de queda de componentes sobre a equipe durante montagem, amarração e operação

19 Isole a área, evitando assim que pessoal não autorizado adentre a área de operação

20 RESPONSABILIDADES NO LOCAL DA OBRA
# CLIENTE FINAL (INDÚSTRIA) Definir claramente os trabalhos e o cronograma a ser seguido Fornecer todas as informações pertinentes ao trabalho, tais como desenhos, pesos, posicionamento do CG e etc. Colaborar no planejamento e enfatizar que a segurança deve ser uma prioridade durante toda operação Cooperar com outros requisitos tais como limitar acesso de pessoal não envolvido na operação, fechamento de ruas, remoção de interferências e etc. # CONTRATANTE Planejar e organizar todas as atividades Trabalhar com o fornecedor e o cliente final para planejar e programar as movimentações Certificar-se de que informação confiável foi fornecida e aprovada, incluindo-se aí: pesos das cargas, forma e planos de rigging Realizar avaliação de risco detalhada antes da movimentação Ter uma supervisão competente e com poder de decisão no trabalho Assegurar de que o operador do equipamento é competente e treinado no equipamento através de verificação (tempo de experiência, teste teórico/prático) Assegurar de que os operadores dos equipamentos auxiliares são igualmente competentes e treinados (empilhadeiras, munck e etc.) Designar membros da equipe para todas as tarefas

21 # FORNECEDOR Planejar e organizar todas as atividades Fornecer o equipamento em perfeitas condições de uso Fornecer toda documentação necessária tais como estudo de rigging, manuais, tabelas de carga do equipamento e certificados dos acessórios Fornecer operadores competentes, com experiência e familiarizados com o equipamento Assegurar que toda equipe foi treinada de maneira adequada # EQUIPE Entender perfeitamente o uso e operação do equipamento de içamento Estar treinada no equipamento e específicamente para o trabalho Conhecer e seguir os procedimentos de movimentação de cargas Estar informada sobre os procedimentos de emergência e focada no trabalho Trabalhar de modo seguro

22 PRÁTICAS SEGURAS DE OPERAÇÃO
Quando operando com um sistema de pórtico, as boas práticas operacionais incluem o seguinte: Siga as diretrizes e tabelas de carga fornecidas pelo fabricante. Confirme que a carga, no seu ponto de pega, está orientada para ser devidamente alinhada para colocação em sua posição final Caso as pernas não tenham indicador de altura, monte uma fita métrica em cada perna, a fim de monitorar a abertura e o fechamento delas quando movimentando com a carga, de modo a garantir que o conjunto permanece nivelado Isole a área e mantenha pessoal não envolvido na operação fora dela

23 Assim como em toda movimentação de carga pesada, trabalhe com movimentos lentos. Isto
ajuda a evitar movimentos inseguros tais como carga lateral, ação de pêndulo, tranco ou paradas repentinas. Além disso, operando de maneira lenta, nos dá mais tempo de observar potenciais problemas no comportamento do conjunto como um todo e de tomar as devidas ações corretivas. Sempre que possível mantenha a carga baixa, içada o suficiente apenas para vencer os obstáculos, especialmente enquanto estiver movendo-a ao longo do caminho de rolamento ou lateralmente Constantemente monitore a pressão do sistema hidráulico e específicamente de cada perna. Aumento de pressão ou uma variação de pressão entre as pernas podem indicar problemas tais como “carga cruzada” onde duas das quatro pernas carregam a maior parte do peso ao invés da carga estar sendo distribuída igualmente. Certifique-se de que as vigas de rolamento estão livres e sem sujeiras, as quais poderíam obstruir as rodas de locomoção. Durante a locomoção do pórtico (movendo a carga ao longo das vigas de rolamento), verifique se as duas pernas do mesmo par caminham paralelas. Esta condição é inegociável!

24 PRÁTICAS SEGURAS DE OPERAÇÃO- cont.
Quando usando quatro pernas na locomoção, o par principal e o traseiro devem mover-se no mesmo passo Monitore a lingada para certificar-se de que ela está vertical.Uma lingada fora da vertical indica a presença de forças horizontais no conjunto e isto cria uma condição crítica de instabilidade. A qualquer sinal de problema, PARE e descubra o que está errado. Periodicamente e sempre que haja qualquer mudança nas condições ou direção/deslocamento do içamento – pare e verifique os seguintes items: ¬ As pernas estão verticais e niveladas nas suas bases? ¬ Os apoios das pernas, suportes e as vigas continuam niveladas? Elas não cederam pelo peso da carga? ¬ Existem sinais de desalinhamento por folga entre as seções(drift) de alguma perna? ¬ Existe deflexão excessiva da viga superior, especialmente se movendo a carga lateral com power link? ¬ A viga superior permanece nivelada? ¬ A carga está balanceada entre a spernas, ou de acordo com o projetado no plano de rigging? ¬ As pernas estão se locomovendo de maneira uniforme e sincronizada? ¬ Ainda há folga suficiente para passar as obstruções, incluindo as aéreas? ¬ A lingada permanece vertical? Lingadas fora da vertical indicam o aparecimento de forças horizontais perigosas, sendo aplicadas no topo das pernas do pórtico. ¬ Inspecione a superfície do caminho de rolamento quanto a sujeira, obstruções e sinais de desalinhamento.

25 As pernas estão verticais e niveladas nas suas bases?

26 PERGUNTAS?

27 OBRIGADO!!!


Carregar ppt "“ Segurança em Operações Pórticos Hidráulicos”"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google