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Regiões do Brasil. Região Nordeste O NORDESTE.

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Apresentação em tema: "Regiões do Brasil. Região Nordeste O NORDESTE."— Transcrição da apresentação:

1 Regiões do Brasil

2 Região Nordeste

3 O NORDESTE

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5 Nordeste: ocupação e organização do espaço O Nordeste é a região de ocupação mais antiga desde a chegada dos colonizadores, essa região teve seu espaço organizado, inicialmente em torno da atividade canavieira. As marcas permanecem nas paisagens das cidades como Recife e Salvador, da arquitetura colonial, assim como na existência de latifúndios e usinas produtoras de cana-de-açúcar.

6 Ao longo do século XVI, a organização do espaço nordestino esteve relacionada à economia canavieira, que proporcionou poder político e econômico a região no período colonial. Os aspectos que garantiram a produção açucareira, que é uma atividade desenvolvida até hoje, foram: Existência de latifúndios destinados a essa produção; Desenvolvimento de monocultura, cultivo de apenas um produto; Trabalho escravo.

7 Aspectos físicos A região Nordeste possui, temperaturas elevadas por volta de 27º C e baixos índices pluviométricos menos de 600 mm. O clima caracteriza-se pelas elevadas temperaturas e pelo grande percentual de evaporação. No clima semi-árido desenvolve a caatinga

8 O turismo

9 Nessas áreas encontramos vegetação litorânea como mangues e algumas áreas de floresta tropical.

10 Sub-regiões do Nordeste

11 Meio-Norte Sua vegetação é a mata dos cocais a qual favoreceu o desenvolvimento do extrativismo vegetal. Sua economia é baseada também na criação de gado, cultura de algodão, de arroz e nas últimas décadas vem se expandindo a cultura de soja, destinada a exportação.

12 Extrativismo vegetal

13 Agreste Constitui a uma faixa de transição que possui vegetação característica da caatinga e da mata atlântica.

14 No agreste predomina minifúndios monocultores que Cultivam vários produtos como feijão, milho, mandioca, café e algodão.

15 Sertão

16 Também, desenvolve a pecuária leiteira e as indústrias derivados do leite de bens de consumo.

17 É conhecido como a região do semi-árido temperaturas elevadas e precipitação escassas e alta evaporação.

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19 A maior parte da população rural vive da agricultura e da pecuária de subsistência.

20 Zona da Mata Essa região era coberta pela Mata Atlântica, também foi bastante explorada economicamente onde foi extraído praticamente todo o pau-brasil. Ela é mais populosa e possui a maior densidade demográfica do Nordeste e a mais industrializada. Essa sub-região é dividida em outras três áreas distintas:

21 Recôncavo Baiano

22 Compreende aos municípios localizados em torno da cidade de Salvador é um grande produtor de tabaco, nesta região desenvolve atividades tradicionais como a agricultura de subsistência, pesca e a coleta de marisco.

23 No município de Camaçari situa-se um grande Pólo Industrial e Petroquímico, que abriga grandes indústrias como metalúrgica e automobilística.

24 Zona da Mata Açucareira Teve sua origem no período colonial, atualmente apesar de haver muitas usinas de cana-de-açúcar e álcool e latifúndios, monocultores, a produção de cana-de-açúcar tem diminuído cedendo lugar as atividades pecuárias, e a produção de frutas.

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26 Corresponde ao sul da Bahia,essa área é importante produtora e exportadora mundial de cacau desde o fim do século XIX, até praticamente o final da década de Atualmente a Bahia é responsável Por mais de por mais da metade da produção do país.

27 Atualmente essa região é considerada um grande pólo turístico devido a suas belas praias.

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29 Nordeste espaço geográfico atual Apesar da melhora dos indicadores econômicos e sociais do país, o espaço geográfico do Nordeste continua revelando-se como uma região com os mais baixos índices de desenvolvimento humano. O PIB do Nordeste representa apenas cerca de 3% do PIB nacional. Enquanto o Brasil possui 13,3% de analfabetismo entre pessoas de quinze anos ou mais, o Nordeste tem 26,6% o dobro desse percentual.

30 Este é o Nordeste do nosso Brasil.

31 Expressões populares... a torto e a direito- indiscriminadamente; acocho –aperto, arrocho; aperreado – nervoso, preocupado; arretado – irritado ou então algo muito bom; bagunçar o coreto – anarquizar, cometer desordem; bater o facho – morrer; brocoió – medíocre, caipira; cafundó – lugar muito longe; cutucar o cão com vara curta – mexer com quem está quieto e se arriscar; encangado – junto, pregado; fiofó – traseiro; fuzuê – barulho, confusão; gaitada – risada estridente, gargalhada; inté – até logo; mundiça – gente sem educação; pé-rapado – pobretão; pinóia – expressão de aborrecimento; piripaque – passar mal;

32 Danças Nordestinas...

33 O Frevo... Ritmo: Surgido na cidade do Recife no fim do século XIX, o frevo caracteriza-se pelo ritmo extremamente acelerado. Muito executado durante o carnaval, eram comuns conflitos entre blocos de frevo, em que capoeiristas saíam à frente dos seus blocos para intimidar blocos rivais e proteger seu estandarte. Pode-se afirmar que o frevo é uma criação de compositores de música ligeira, feita para o carnaval. Os músicos pensavam em dar ao povo mais animação nos folguedos. No decorrer do tempo, a música ganhou características próprias acompanhadas por um bailado inconfundível de passos soltos e acrobáticos. Dança: Da junção da capoeira com o ritmo do frevo nasceu o passo, a dança do frevo. Até as sombrinhas coloridas seriam uma estilização das utilizadas inicialmente como armas de defesa dos passistas que remetem diretamente a luta, resistência e camuflagem, herdada da capoeira e dos capoeiristas, que faziam uso de porretes ou cabos de velhos guarda-chuvas como arma contra grupos rivais. Foi da necessidade de imposição e do nacionalismo exacerbado no período das revoluções Pernambucanas que foi dada a representação da vontade de independência e da luta na dança do frevo. A dança do frevo pode ser de duas formas: quando a multidão dança, ou quando passistas realizam os passos mais difíceis, de forma acrobática. O frevo possui mais de 120 passos catalogados.

34 O Forró...

35 Forró é uma festa popular brasileira, de origem nordestina e é a dança praticada nessas festas, conhecida também por arrasta-pé, bate-chinela, fobó, forrobodó. No forró, vários ritmos musicais daquela região, como baião, a quadrilha, o xaxado, que tem influências holandesas e o xote, que veio de Portugal, são tocados, tradicionalmente, por trios, compostos de um sanfoneiro (tocador de acordeonque no forró é tradicionalmente a sanfona de oito baiquadrilhas. A dança do forró tem influência direta xos), um zabumbeiro e um tocador de triângulo. O forró possui semelhanças com o toré e o arrastar dos pés dos índios, com os ritmos binários portugueses e holandeses, porque são ritmos de origem européia a Chula, denominada pelos nordestinos de simplesmente "Forró", xote("Xotis"), o termo correto, e variedades de Polcas européias que são chamadas pelos nordestinos de arrasta-pé e ou das danças de salão européias, como evidencia nossa história de colonização e invasões européias.rasileira nordestinabaiãoquadrilha xaxado xote sanfoneirosanfona de oito baixoszabumbeiro triângulotoréChula xote Polcas

36 O Axé...

37 O álbum O Canto Da Cidade De Daniela Mercury é considerado o responsável por levar o axé ao público brasileiro. Ivete Sangalo Claudia Leitte O Axé é um gênero musical surgido no estado da Bahia na década de 1980, durante as manifestações populares do carnaval de Salvador,que mistura Frevo pernambucano, forró, Maracatu, Reggae e Calipso, um dos avôs Reggae. No entanto, o termo Axé Music é utilizado erroneamente para designar todos os ritmos de raízes africanas ou o estilo de música de qualquer banda ou artista que provém da Bahia. Sabe-se hoje, que nem toda música baiana é Axé, pois lá há o Olodum, um ritmo da África do Sul, Samba de Roda e Pagode produzidos por algumas bandas, Calipso (gênero muscial), um ritmo de Trinidad & Tobago e, uma novidade.Daniela Mercury Ivete Sangalo Claudia Leittegênero musicalBahiadécada de 1980 carnavalSalvadorFrevoforróMaracatuReggae CalipsoReggaeBahia OlodumÁfrica do SulSamba de RodaPagodeCalipso (gênero muscial)Trinidad & Tobago

38 Festa Junina...

39 Costumes populares Nordeste brasileiro se comemora, com pequenas ou grandes festas que reúnem toda a comunidade e muitos turistas, com fartura de comida, quadrilhas, casamento matuto e muito forró. É comum os participantes das festas se vestirem de matuto, os homens com camisa quadriculada, calça remendada com panos coloridos, e chapéu de palha, e as mulheres com vestido colorido de chita e chapéu de palha.

40 As Vestimentas...

41 Os Cangaceiros... O cangaço tem suas origens em questões sociais e fundiárias do Nordeste brasileiro, caracterizando-se por ações violentas de grupos ou indivíduos isolados: assaltavam fazendas, seqüestravam coronéis (grandes fazendeiros) e saqueavam comboios e armazéns. Não tinham moradia fixa: viviam perambulando pelo Sertão, praticando tais crimes, fugindo e se escondendo. O Cangaço pode ser dividido em três subgrupos: os que prestavam serviços esporádicos para os latifundiários; os "políticos", expressão de poder dos grandes fazendeiros; e os cangaceiros independentes, com características de banditismo. Os cangaceiros conheciam a caatinga e o território nordestino muito bem, e por isso, era tão difícil serem capturados pelas autoridades. Estavam sempre preparados para enfrentar todo o tipo de situação. Conheciam as plantas medicinais, as fontes de água, locais com alimento, rotas de fuga e lugares de difícil acesso.

42 As Comidas Típicas. Pratos característicos da Região Nordeste incluem a tapioca, o vatapá, a moqueca (ambos com frutos do mar e azeite-de-dendê), o baião de dois (feito de arroz e feijão, com diversas variedades, geralmente incluindo também carne seca, queijo coalho, manteiga da terra ou nata), o acarajé (um bolinho de feijões brancos e cebola fritado no azeite de dendê recheado com camarões, pimenta vermelha, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional como patrimônio imaterial em 2004), o mugunzá (feito de feijão e milho, sendo doce em algumas áreas e, em outras, salgado, com lingüiça), caruru (quiabo e castanhas de caju, camarões, pimenta e alho), iguaria de origem indígena adaptado pelos escravos nos engenhos e servido aos orixás [8] e o sarapatel. Os pratos tem forte influência africana.tapiocavatapámoqueca frutos do marazeite-de-dendêbaião de doisarrozfeijãoInstituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacionalmugunzámilhocaruruquiabo [8] sarapatel Vatapá.Vatapá Outras comidas tradicionais são a farofa, a paçoca, a canjica, pamonha, a carne-de-sol, a rapadura, a buchada de bode, o queijo coalho, o siquilho, o alfinim, a panelada, a maria-isabel, o carneiro cozido e a galinha à cabidela. Um bolo originário de Pernambuco, [8] mas que posteriormente espalhou-se pelo país é o bolo de rolo, feito com farinha de trigo e recheio de goiabada. No Maranhão, desenvolveu-se o cuxá com base em uma erva africana, a vinagreira, recebe ainda o caruru e a língua-de-vaca, outra erva.farofapaçocacanjicapamonhacarne-de-sol rapadurabuchada de bodequeijo coalhobolo [8]bolo de roloMaranhãocuxá A influência africana se estende principalmente pela costa de Pernambuco à Bahia. No restante da costa e no interior, há menos influência da culinária africana. Na costa, são comuns os mariscos, e, em toda a região, as frutas tropicais. As mais conhecidas são as mangas, mamões, goiabas, laranjas, maracujás, abacaxis, fruta-do-conde, e cajus (a fruta e a castanha), mas são muito consumidas também frutas menos frequentes, como o cajá, a seriguela, a cajarana, a pitomba e o buriti. O pequi é também comum em algumas partes do Nordeste, como no sul do Ceará, e é usado em comidas regionais. Diversas variedades de doce são comumente produzidas a partir dessas frutas tropicais, assim como mousses e bolos.PernambucoBahiamamões goiabasmaracujásabacaxisfruta-do-condecajuscajáseriguelacajarana pitombaburitipequi Cearámoussesbolos

43 Mousse de Cupuaçu: Ingredientes: Mousse 01 copo tipo americano de poupa de cupuaçu 01 copo tipo americano de leite 01 lata de leite condensado 01 lata de creme de leite Creme 01 litro de leite 01 lata de leite condensado chocolate a gosto 5 colheres de amido de milho modo de preparo Mousse bater bem todos os ingredientes no liquidificador, e por pra gelar. Creme levar ao fogo até engrossar, espere esfriar e despeje sobre o mousse já gelado e firme... levar pra gelar novamente até que o creme fique consistente... pode também servir separadamente!

44 A Região Nordeste Do Brasil. Alunos: André Luís, Andressa, Nadyne, Raquel Guedes e Roberto. Professor: Rogério Turma: 1° Ensino Médio C


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