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«eu sou um revolucionário pacífico, um pobre que sangra, um pai que chora, um português que ama… sangro pelos pobres, nossos irmãos, para os aliviar. Choro.

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1 «eu sou um revolucionário pacífico, um pobre que sangra, um pai que chora, um português que ama… sangro pelos pobres, nossos irmãos, para os aliviar. Choro a sorte dos farrapões da rua e quero restaurar o que a sociedade estragou. »

2 Aqui nasceu Américo Monteiro Aguiar, mais conhecido por pe. Américo

3 Nasceu a 23 de Outubro de 1887 em Galegos (Penafiel – Porto)

4 Sentiu desde novo a vocação para padre; Enquanto que a sua mãe apoiava a sua vocação, pelo contrário o pai não a autorizava;

5 Mais tarde o pai encaminha-o para o comércio; Nesta rua do Porto, com 15 anos emprega-se numa loja de ferragens Aos 18 anos entra no Instituto Comercial do Porto, que abandona uma ano depois, indo para junto do irmão Jaime em Moçambique

6 Em Moçambique trabalha em empresas de navegação como despachante alfandegário: Trabalhou em Moçambique dos 18 aos 36 anos; Durante 17 anos, sendo um profissional competente, amealha uma considerável fortuna;

7 Aos 41 anos é ordenado padre, em Coimbra, após ter contactado com outros seminários que lhe negaram a entrada, por causa da sua idade

8 Contactando com um número grande de rapazes que viviam uma vida de miséria e abandono, teve a ideia de os ajudar.

9 «Certo dia no Beco do Moreno (um bairro) em Maio de 1935…»

10 «…passava eu, por ali, quando um rapaz da rua, ao cruzar-se no meu caminho…»

11 «…e angustiado disse-me:»

12 «Venha ver o meu pai que está na cama!!! Em casa estamos a passar fome e o meu pai está muito doente.»

13 «O casebre era ali mesmo… «A luz do candeeiro que viera de dentro, mostrava mais claramente o estado deles e a sua miséria: Contavam-se os ossos!»

14 Angustiado e triste com a miséria de muitas crianças, o pe. Américo decide fazer alguma coisa. Primeiramente organizou colónias de férias com alguns desses rapazes Por fim, começou a pensar numa ajuda mais duradoura.

15 Conseguiu uma casa em Miranda do Corvo, em 7 de Janeiro de 1940, onde acolheu alguns rapazes.

16 Dizia: «Sem nome, sem influência, sem prestígio, sem dinheiro, comprei uma casa para eles…»

17 Como o terá conseguido? Sabem como o Pe. Américo explicava a sua capacidade de construir esta obra? Perguntava ele: « há no mundo força maior do que a alavanca da fé? »

18 Assim, ainda surgiram outras obras. Três obras conseguiu erguer: 1. Casas do Gaiato; 2. Património dos pobres; 3. Calvário (para doentes incuráveis)

19 Lição de Vida: Consumiu a vida sacerdotal no apoio aos pobres, procurando tirá-los da miséria. «Amar em obras e em verdade» Foi um pedagogo (mestre) da Caridade, um renovador de mentalidades; O seu Guia foi o Evangelho; O seu Mestre foi Cristo.

20 Correu o país a pedir ajuda para a sua Obra e a dirigir as diversas casas por ele fundadas.

21 Pe. Américo encontra a morte, num desastre de viação, a 16 de julho de Jaz em campa rasa na Capela do gaiato de Paço de Sousa.

22 Objectivo da sua vida: Preservar e apoiar as famílias pobres em recursos (bens); Cristo como base -pilar do progresso da sociedade: a) Revelar Cristo; b) Testemunhá-lo; c) Torná-lo presente no meio dos homens; d) Distribuir as riquezas; e) Procurar a Justiça:

23 «Eu sou um revolucionário pacífico, um pobre que sangra, um pai que chora, um português que ama.»

24 «Sangro pelos pobres, nossos irmãos, para os aliviar. Choro a sorte dos farrapões das ruas e quero restaurar o que a sociedade estragou.»

25 Conclusão: O Pe. Américo foi uma daquelas pessoas que passou pelo mundo fazendo o bem… Ele achou que não podia ficar de braços cruzados enquanto houvesse pessoas a sofrer e quis levar Vida e Esperança ás crianças mais abandonadas, ás pessoas em risco. Há homens e mulheres assim, que não só procuram ajudar os outros, mas que estão sempre atentos a quem sofre, que se esforçam por curar as dores e os padecimentos dos outros, que fazem tudo para que os outros encontrem vida, esperança, felicidade… Portanto, só precisamos nada mais nada menos que Cristo como mestre e o Evangelho como guia, para fazer acontecer autênticos Milagres…

26 Pe. Américo 1887/1956 6ºAno (S. Bougado - Trofa)


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