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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PUERPÉRIO DAYSE AMARILIO SES 2011.

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1 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO PUERPÉRIO DAYSE AMARILIO SES 2011

2 ASSISTÊNCIA CLÍNICA PUERPÉRIO SECUNDAMENTO PERÍODO DE GREENBERG

3 CONCEITO É o período em que as modificações locais e sistêmicas provocadas pela gravidez e parto no organismo da mulher retornam à situação do estado pré-gravídico( M.S,2005). PUERPÉRIO IMEDIATO: 1 ao 10º dia PUERPÉRIO TARDIO: 10 ao 42º dia PUERPÉRIO REMOTO: Além de 43 dias MS 2005

4 ÚTERO: 1.Contração uterina 2.Globo de segurança ligaduras vivas de PINARD Alterações Fisiológicas

5 ÚTERO: 3. Cicatriz uterina (involução) 4. Tamponamento de vasos 5. Formação trombos 6. Recuperação endométrio

6 Alterações Fisiológicas 7. Colo uterino edemaciado

7 Alterações Fisiológicas 7. Loquiação: Período Tipo Lóquios normais 1 a 3 diasSanguinolentoVermelho vivo, consistência e odor de menstruação, aumento ao amamentar e levantar 4 a 9 dias SerosanguinolentoRóseo ou amarronzado 10 dias a 3 semanas - SerosoEsbranquiçado ou creme

8 Alterações Fisiológicas Aumento da temperatura axilar (36.8 – 37.9º) Aumento do débito cardíaco pós parto imediato Padrão respiratório restabelecido (diafragma) Leucocitose e aumento plaquetas Melhor esvaziamento gástrico Exaustão e sonolência Labilidade emocional

9 Amamentação Iniciar no Período de Greemberg - Involução uterina (ocitocina) - Sucesso do aleitamento (apojadura)

10 Complicações - Risco maior no período de Greenberg 1.Hemorragia – Causas: - Atonia Uterina - Lacerações de trajeto: Endereço da lesão - Retenção Urinária placentário 2. Infecção – Causas - Cesarianas – infecções de sítio - Mastites

11 Complicações: Atonia Sobredistensão; Exaustão; Infecção; Alterações Anatômicas

12 Complicações: Lacerações de trajeto

13 Complicações: Retenção Placentária

14 Infecções de Sítio e Mastites febre, calafrio, anorexia, secreção vaginal ou de FO fétida, subinvolução uterina; Mamas túrgidas e hiperemiadas, febre, calafrio e dor.

15 Cuidados gerais - Imediato SSVV, Mamas: Turgidez, secretantes e ordenha; Vulva e períneo: verificar episiorrafia, higiene e lóquios; Útero: Globo se segurança Pinard, medir AFU; Abdômen: incisão cirúrgica e formação de gazes; Eliminações: diurese e evacuações; Dieta: PN livre, PC branda ou líquida; Membros inferiores: Edema, e varizes (manobra de Homan); Avaliação psicossocial

16 Alta hospitalar Exames: Tipagem sanguínea e fator Rh – Rogham, VDRL. PN: 24 h PC 48h

17 Primeira Semana de saúde Integral: - Anamnese: Condições da gestação; atendimento no parto e ao RN; intercorrências; testagem VDRL e HIV; uso de medicamentos. - Aleitamento, alimentação, sono atividades, dor, fluxo vaginal, febre, queixas urinárias, condições psicoemocionais, condições sociais e planejamento familiar

18 Revisão puerperal Precoce: 7 a 10º dia – queixas e exame, estado hematológico e rastreamento de infecção, incentivo ao AME, licença maternidade. Obs:. Aproveitar vacinação do RN ou consulta do RN para captar paciente. Tardia: 30 a 42º - queixas, exame, libera-se exercícios, completar esquema vacinação, CCO, retorno as atividades sexuais( lubrificante e PF).

19 Consulta de enfermagem Paciente sem queixas: - Observar cicatriz cirúrgica, - Estado das mamas, - Característica do lóquios e edema de membros inferiores. - Incentivar aleitamento materno, - Enfocar importância do exame colpocitológico e planejamento familiar.

20 Enfermeira Obstetra Dayse amarilio SES 2011 Aleitamento Materno

21

22 O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde recomendam: Amamentação exclusiva nos 6 primeiros meses e Amamentação continuada até os 2 anos de idade ou mais. O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde recomendam: Amamentação exclusiva nos 6 primeiros meses e Amamentação continuada até os 2 anos de idade ou mais.

23 O QUE ATRAPALHA O ALEITAMENTO? Dar líquidos ou alimentos ao bebê além do leite materno; Dar mamadeiras ou chupetas ao bebê; Limitar o número de mamadas; Limitar o tempo de sucção ou a duração de uma mamada.

24 Dificuldades com aleitamento Pega incorreta: retirada ineficaz, agitação e choro (leite fraco/insuficiente) Fissuras: Bebê mal posicionado ou pega incorreta. Manter mamas secas, evitar sabonetes, cremes ou pomadas. Tratar com leite materno, sol e correção da pega.

25 Dificuldades com aleitamento Mamas ingurgitadas: 3 ao 5 dia pós parto. Sinais: dor, hiperemia, edema e febre. Ordenha manual. Mastite: Processo inflamatório e ou infeccioso, 2 semana pós parto, geralmente unilateral podendo ser consequente ao ingurgitamento. Manter amamentação e tratamento medicamentoso.

26 PEGA CORRETA QUEIXO DO BEBÊ TOCANDO O SEIO MÃE SEGURA EM FORMA DE C BARRIGA DA MÃE ENCOSTADA COM BARRIGA DO BEBÊ BOCA DO BEBÊ DE FRENTE PARA O MAMILO

27 PEGA CORRETA BOCA BEM ABERTA LABIO INFERIOR VIRADO PARA FORA BOCHECHAS REDONDAS SUGADAS LENTAS E PROFUNDAS, RUÍDOS E PAUSAS

28

29 Que d Que diferenças você nota entre essas figuras? iferenças você nota entre essas figuras?

30 MASSAGEM E ORDENHA

31 ARMAZENAMENTO No refrigerador da geladeira: 24 horas No freezer: 15 dias Descongelar em banho-maria com o fogo desligado Dar em copinho, colher, xícara ou conta- gotas

32 Contra-indicações para o aleitamento materno CA mama; HIV + ou HTLV + Mulheres com graves distúrbios de consciência ou comportamento; RN: prematuridade, alterações de consciência Algumas medicações: utilizar alternativas terapêuticas

33 OBRIGADA!


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