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Z E B U G Ê N I O D o mal Zebu Gênio Do mal.

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Apresentação em tema: "Z E B U G Ê N I O D o mal Zebu Gênio Do mal."— Transcrição da apresentação:

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3 Z E B U

4 G Ê N I O

5 D o

6 mal

7 Zebu Gênio Do mal

8 SEXTINA DA IMAGEM ANTERIOR Séculos passaram-se e teu nome, Zebu, Corre os córregos, o breu dos céus e o gênio De tua chama escarlate toma pelas mãos o mal Em divina gratidão; com a dor de ser perverso, Persistes no mesmo rumo perpétuo Que os anjos te deram; e glorificam-se do Que te deram nas graças do Firmamento que te exortou em nosso perpétuo Bem-sofrer, que aos poucos se compadece do oxi-gênio Que nos tiras, porque não és o mal Para o que te criou, como todo ser perverso Que é bendito entre os seus malditos, Zebu!

9 Teu Reino é de um aquém-perpétuo. Ninguém ainda te ousou perverter o mal Por outras subvertidas privações que do Homem e de suas gentes vêm, ó gênio. Submerso em subterrâneos, outro espectro-Zebu Não há abaixo ou acima de ti, perverso! Para cobra(r)-nos o veneno perverso, Não secaram as fontes do Teu ópio, do teu ócio perpétuo. Ódio nosso de cada dia, Zebu, Nos tiras hoje e nos pões amanhã teu gênio: Em ti não peca o erro de ser mal.

10 A morte em ti é aberta, o mal Em ti é o meio pelo qual fecha-se a vida, Zebu. Se por ti há outro mais perverso A não sofrer por tua vida, perpétuo Faz-se o mal a cursar a lida do Homem, ao cruzar vida e morte em teu gênio. Aqui, Zebu, te fiz esta resina, fumaça do gênio Que em ti se acha clara ou oculta, perverso, E mais se infinda em muitas outras faces-Zebu, Para conceder-nos o resto do Teu Reino, aqui dividido, ventre do mal Que resiste ao bem no tempo-perpétuo.

11 rói mói rói mói rói mói rói mói rói mói rói mói braskilovoskovsk KKKKKKKKKK WWWWWWW YYYYYYYYYY do meu léxico. O som que rota? A lógica em que porta? Este poema é imitação de C- A - M - Õ - E - S LOGORRÉIA-LOGOGRÍFICA todos os Srs.

12 E S P E R O T O D O S P O R D E T R Á S D L O N G E D O E N I G M A D A M A A C O R T I N A...,... T É R I A...,... COR TINA COR TINA

13 POEMA ESTÁTICO Não o Cristo Não o Hit ler Não o exagero Fr eu dia no Nem a lucidez de He gel Mas o ser humano Não o pássaro Não a árvore Não o homem Nem o minério POE PO EMA POEMA ES POEMA EST ÁTICO dia eu

14 tudo pela cu cloaca l t u r a l a t r a

15 Gosto de vê-las, letras Indomadas Inúmeras ALFA BETA ítaca Como as vêem analfabetos Despovoadas Sim A sílababêbadadagente silabada gente A palavra que alguns escondem algumalgoritmo l a g o

16 separate e. e. cummings a palavra diz a sílaba muda, a que corpo e leito

17 a primeira palavra, lavra-condão o primeiro verso, o primeiro universo-lava sem palavras atrai-nos na proporção igual dos corpos as sun to m m e e e e t t Chega a ser um sol u u u u e e as sun to m m e e e e t t a primeira palavra, lavra-condão o primeiro verso, o primeiro universo-lava sem palavras atrai-nos na proporção a primeira palavra, lavra-condão o primeiro verso, o primeiro universo-lava sem palavras atrai-nos na proporção

18 Vestiste as B O R B R O L E T R A S R O U P A L A V R A S S Vejo-te agora Com minha letra E um gafanhoto No verde da

19 Impetraram-te os absurdos. Eu...vejo-te... Em cada um deles Folha, gafanhoto em prontidão.

20 POESIA I Pão, homem, sonho: resumo. Minha aldeia! Meu obelisco titânico. Meu amor é monstro: Oclusa sombra revolta em oceanos, Ocasionando, por vezes, o assombro: Náufragoorgasmoorgandiorganismolangui. Equissonancial meu bombo... Aqui não há pontes, seu Fulano! A poesia eclode... (A!cor!de!) Até nada partir-se. POESIA I Pão, homem, sonho: resumo. Minha aldeia! Meu obelisco titânico. Meu amor é monstro: Oclusa sombra revolta em oceanos, Ocasionando, por vezes, o assombro: Náufragoorgasmoorgandiorganismolangui. Equissonancial meu bombo... Aqui não há pontes, seu Fulano! A poesia eclode... (A!cor!de!) Até nada partir-se.

21 II A você, o meu grito. A ninguém mais. Bateram-me palmas Bateram-me portas Abdiquei dos sais que me saem?! Do ente que me esvai No golfo do ventre mãe-pai. Bateram-me pálpebras Bateram-me fotos Esternutatoriamente. II A você, o meu grito. A ninguém mais. Bateram-me palmas Bateram-me portas Abdiquei dos sais que me saem?! Do ente que me esvai No golfo do ventre mãe-pai. Bateram-me pálpebras Bateram-me fotos Esternutatoriamente.

22 PROBLEMÁTICA-SEMÂNTICA O Português-Gramática, A Gramática como um problema de português. Os verbos que não conjuguei Somam-se à minha problemática. A métrica que se fez emplasto implante PROBLEMÁTICA-SEMÂNTICA O Português-Gramática, A Gramática como um problema de português. Os verbos que não conjuguei Somam-se à minha problemática. A métrica que se fez emplasto implante macro Resumo do cromo ssoma macro Resumo do cromo ssoma micro micro

23 Hematopoemas Hematopoéticos Células e éteres ao largo: O português rococó aloja-se no gargalo do lápis, Aborta o ovo em que vivemos ocos Em ocas, canaletas e esgotos zum de elétrons: dialetos maias! Hematopoemas Hematopoéticos Células e éteres ao largo: O português rococó aloja-se no gargalo do lápis, Aborta o ovo em que vivemos ocos Em ocas, canaletas e esgotos zum de elétrons: dialetos maias!

24 Mordo o seio do mundo: o estoco, a ova oval e feia da obra: moribundo povo. Morro no meio feito miolo: Se lobo ou homem: se fera, lobisomem! E me preocupo com essa sociedade sem-vergonha. Com as damas do lixo, cujas filhas vivem na zona. Com o cio desse animal irreal que mora dentro dos homens. O poema-lobisomem embrenha-se no matagal de ideogramas. Encaverna-se Pithecanthropus Erectus, e, acua-do pelos trustes polidos bacanas, bate à porta dos analfa-be-tos. Mordo o seio do mundo: o estoco, a ova oval e feia da obra: moribundo povo. Morro no meio feito miolo: Se lobo ou homem: se fera, lobisomem! E me preocupo com essa sociedade sem-vergonha. Com as damas do lixo, cujas filhas vivem na zona. Com o cio desse animal irreal que mora dentro dos homens. O poema-lobisomem embrenha-se no matagal de ideogramas. Encaverna-se Pithecanthropus Erectus, e, acua-do pelos trustes polidos bacanas, bate à porta dos analfa-be-tos.

25 CIBERNÉTICA Ó virgens Ó núpcias O rei mandou chamar! Querem nos replantar homens Em fazendas eletrônicas. Querem do homem algo Que querem estabelecido. Não querem surpresas em suas guerras, Mas nas guelras o oxigênio bélico Dos peixes de ferro e barbatanas atômicas Que é de praxe de brocha de bruxo. CIBERNÉTICA Ó virgens Ó núpcias O rei mandou chamar! Querem nos replantar homens Em fazendas eletrônicas. Querem do homem algo Que querem estabelecido. Não querem surpresas em suas guerras, Mas nas guelras o oxigênio bélico Dos peixes de ferro e barbatanas atômicas Que é de praxe de brocha de bruxo.

26 Ó signos O K A robótica está-aí. A onça comeu nossos cérebros Com suas engrenagens. A morte É inconstitucional. A vida Também. Querem nossos filhos tele micro óticos Para alcançar a transístor-flor. Estão suspensos os jardins do penso E implantadas as máquinas em novo senso de proveta. Ó signos O K A robótica está-aí. A onça comeu nossos cérebros Com suas engrenagens. A morte É inconstitucional. A vida Também. Querem nossos filhos tele micro óticos Para alcançar a transístor-flor. Estão suspensos os jardins do penso E implantadas as máquinas em novo senso de proveta.

27 Querem compor diagramas em nosso diafragma. As vozes muda da fala da comunicação mente a mente. Querem o sexo Por correspondência, Correspondendo às expectativas; Nossos corações refrigerados Por frias emoções; Querem-nos humanos Bichos-de-pelúcia. Querem a vida multiplicada em milhões de congêneres por gêmeos cosmonautas, cruzados a anos-luz de distância, mamulengando marionetes. Querem-nos urbanos bicho-da-seda de lógicos metabolismos soft-ware. Querem compor diagramas em nosso diafragma. As vozes muda da fala da comunicação mente a mente. Querem o sexo Por correspondência, Correspondendo às expectativas; Nossos corações refrigerados Por frias emoções; Querem-nos humanos Bichos-de-pelúcia. Querem a vida multiplicada em milhões de congêneres por gêmeos cosmonautas, cruzados a anos-luz de distância, mamulengando marionetes. Querem-nos urbanos bicho-da-seda de lógicos metabolismos soft-ware.

28 Querem a dieta das máquinas Equilibrada e dominical. Querem trabalhar a fábrica Atrapalhando os meninos. Querem nossas faces românticas Esfaceladas Piratas de pau. Querem a menstruação De monstruosíssimos óvulos codificados, Gerados do infinito caos. Ó virgens Ó núpcias O rei mandou chamar. O reino ruiu. E o rato roeu a rosca da raça humana?! Querem a dieta das máquinas Equilibrada e dominical. Querem trabalhar a fábrica Atrapalhando os meninos. Querem nossas faces românticas Esfaceladas Piratas de pau. Querem a menstruação De monstruosíssimos óvulos codificados, Gerados do infinito caos. Ó virgens Ó núpcias O rei mandou chamar. O reino ruiu. E o rato roeu a rosca da raça humana?!


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