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Parque Natural da Ria Formosa Praia do barril Escola: D.Manuel I. Disciplina: Ciências Naturais. Professora: Vanda Delgado. Trabalho realizado por: Tatiana.

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1 Parque Natural da Ria Formosa Praia do barril Escola: D.Manuel I. Disciplina: Ciências Naturais. Professora: Vanda Delgado. Trabalho realizado por: Tatiana Viegas nº 25 Rita Caetano nº 20

2 Localização Parque Natural situado no Sotavento algarvio, assente na importante zona lagunar aí existente. Parte do território do PNRF (Parque Nacional da Ria Formosa) situa-se nos concelhos de Faro, Loulé, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António.

3 Ria formosa O PNRF enquadra-se numa região de clima mediterrânico, de características semiáridas, com uma estação seca prolongada durante os meses de Verão, e com o Inverno ameno devido à influência do fluxo atlântico do oeste, e pelo facto de se encontrar longe das regiões da origem das massas de ar polar continental.

4 Dunas e sapal Praia do Barril Sapal: A água da ria formosa é salgada, vindo do oceano, mas também entra alguma água doce especialmente no inverno. Como sabemos que estamos numa zona de sapal alto? Porque na zona de sapal alto existem duas espécies: o salgado e a salgadeira. Como sabemos que estamos numa zona de Sapal médio? Porque há lá uma espécie muito característica: o espargo do mar. Este é comestível se a lavarmos. O sapal médio fica submerso durante a época da maré cheia.

5 Como sabemos que estamos numa zona de sapal baixo? O sapal baixo está submerso durante a maior parte do tempo. Há duas espécies características: a morraça e a erva do mar. Esta espécie é adaptada a este sapal, pois consegue suportar os períodos de submersão e durante os ciclos das marés. A erva do mar serve de abrigo a muitas espécies.

6 Dunas: O sistema dunar pode ser dividido em zonas, tal como o sapal pode ser dividido. Perto da zona do mar, temos a zona de praia, de rebentação. Depois logo quando acaba a zona de praia onde pomos a toalha, normalmente atrás disso começa a zona embrionária.

7 A zona embrionária é aquilo que vai dar origem ao sistema dunar. Este sistema de dunas é um sistema muito dinâmico, muda com facilidade porque a areia pode ser movida muito facilmente pelo vento e é também por isso que nós não devemos de andar nas dunas porque a vegetação é muito sensível ao pisoteio.

8 Quando olhamos para as dunas podemos encontrar um desenho que nos permite saber que estamos numa duna secundária, temos a duna embrionária logo a seguir, e a duna primária. Na duna primária começa a aparecer um tipo de vegetação que não conseguimos identificar com muita facilidade que é a amofila arenária. Ela fixa o substrato com as raízes e depois a areia que está a ser mobilizada pelo vento bate nas estruturas das plantas e começa a depositar-se e isso permite desenvolver mais pés da planta.

9 Quando a duna começa a ficar mais consolidada, depois mais para trás começa a ficar mais abrigada, temos então chamada a duna primária. Depois temos uma zona inter-dunar, forma-se um monte depois há uma pressão atrás forma-se outro, e então vamos ter vários níveis de dunas, a duna secundária e a área dependendo da extensão do cordão dunar.

10 Fauna e flora O sapal e o cordão dunar são dois habitats contíguos que albergam uma diversidade faunística e floristica que se encontra bem adaptada às fortes pressões ambientais características deste lugar: a luminosidade intensa, a pouca oxigenação, a elevada concentração de sais no meio exterior, a ausência ou escassez de agua doce, o vento intenso e as elevadas amplitudes térmicas.

11 Caimão Ameijoa-boa Dourada Crustáceo

12 Ao longo do sapal… O sapal é uma área baixa e extensa inundável segundo o ciclo das marés (6h/6h). O seu ambiente tranquilo proporciona a deposição de partículas finas que caracterizam o seu substrato ludoso, possuindo a capacidade de degradar algum poluentes e de reciclar alguns nutrientes.

13 Flora de sapal Nome: Erva do mar Nome: Morraça Habitat: zona submersa. Habitat: Sapal baixo Nome: Salgado Nome: Salgadeira Habitat: Sapal alto. Habitat: Sapal alto

14 Avifauna de sapal Nome: Alfaiate Nome: Garça-Real Nome: Colhereiro Habitat: Lagoas pouco Habitat: Arvores altas, lagos Habitat: Águas livres pouco Profundas com água ou baías costeiras de água salobra profundas e abrigadas e Salobra ou salgada. lagoas salgadas. Nome: Perna Longa Nome: Flamingo-Americano Nome: Garça-Branca Habitat: Zonas de pouca Habitat: Lagos pantanosos Habitat: Ilhas e bancos de profundidade: lagoas, pouco profundos: rios ou lagoas areia localizados em praias Salinas e estuários costeiras. lamacentas, abertas e com águas pouco profundas.

15 Ao longo das dunas… O cordão dunar é um sistema de protecção das áreas adjacentes que se encontra disposto em longas penínsulas e ilhas barreira arenosas, separadas por barras que abrem o caminho ao mar. a formação destas ilhas barreira é o resultado da continuação dos ventos e correntes da circulação litoral dominantes. A estes factores adiciona-se a existência de uma extensa área de sapal tranquilo favorável á sedimentação

16 Flora das dunas Nome: Feno das areias Nome: Estorno Nome: Cordeirinhos da praia Habitat: Dunas embrionárias. Habitat: Dunas primárias, Habitat: Dunas mais desenvolvidas geralmente encontra-se a seguir e consolidadas. ao limite superior das marés. Nome: Cardo maritimo Nome: Tomelo das praias Nome: Narciso das areias Habitat: Dunas mais desenvol- Habitat: Dunas mais desenvol- Habitat: Dunas mais desenvol- vidas e consolidadas. vidas e consolidadas. vidas e consolidadas.

17 Avifauna das dunas Nome: Sanderling Nome: Andorinha do mar anã Nome: Chorlo nevado Habitat: Praias arenosas e Habitats: Costas arenosas de Habitat: Terrenos com pouca lagoas perto da costa. pouca profundidade ou ilhas vegetação perto da costa. com seixos, conchas e erva ras- teira, também em lagoas tempo- rárias. Nome: Gaivota de asa escura. Habitat: Ao longo da costa ou em lagoas temporárias

18 Bibliografia Google – images. Fotografias tiradas na praia. Folheto de interpretação do percurso: praia do barril Tavira. Gravações.


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