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Estratégia de Tecnologia da Informação (TI) para Executivos de Negócios Junho/2006.

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Apresentação em tema: "Estratégia de Tecnologia da Informação (TI) para Executivos de Negócios Junho/2006."— Transcrição da apresentação:

1 Estratégia de Tecnologia da Informação (TI) para Executivos de Negócios Junho/2006

2 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 1 Conteúdo Planejamento e Organização da TI Governança da TI Planejamento da TI Organização da TI Uso da TI para desenvolvimento de negócios Gerenciamento de projetos, escritório de projetos Aplicações, desenvolvimento, pacotes e integração Arquitetura tecnológica, tendências Contratação de serviços e produtos Segurança, padrões e fatores de sucesso Como medir o valor da TI

3 Planejamento e Organização da TI

4 Governança da TI

5 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 4 Governança da TI Questões Quando analisamos uma área de TI podemos fazer as perguntas: Os recursos de TI aumentam a sua competitividade? Os administradores de sua organização assumem responsabilidade pela gestão e uso efetivo da TI, ou presumem que a área de TI dará conta disso? Seus investimentos de TI têm como alvo prioridades estratégicas da empresa como um todo, ou sua firma desperdiça recursos em iniciativas táticas diversas? De maneira simples: você tem tido retornos aceitáveis de seus investimentos em TI? Extraído de Weill, Peter, Jeanne W. Governança de TI, Tecnologia da Informação, 2006 M. Books

6 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 5 Governança da TI (cont.) Ativos As empresas administram muitos ativos importantes: Pessoas; Dinheiro; Instalações; e Relacionamento com clientes. Mas os ativos que mais causam perplexidade provavelmente são: Tecnologia; e Informação. Os negócios requerem mudanças constantes ao passo que implantações de TI são relativamente rígidas e envolvem investimentos continuados em busca de resultados que não se pode prever com certeza. Essas incertezas fazem muitos administradores renunciarem à responsabilidade pelo uso eficiente da TI. Extraído de Weill, Peter, Jeanne W. Governança de TI, Tecnologia da Informação, 2006 M. Books

7 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 6 Governança da TI (cont.) Contribuição A Pesquisa realizada pelos autores revela que as empresas de melhor desempenho têm retornos sobre os investimentos de TI até 40% maiores que as suas concorrentes. Essas empresas de desempenho superior auferem pro - ativamente o valor da TI de diversas maneiras: Deixam claras a estratégia de negócio e o papel da TI em concretizá-las; Mensuram e gerenciam o que se gasta e o que se ganha com a TI; Atribuem responsabilidades pelas mudanças organizacionais necessárias para tirar proveito dos recursos de TI; e Aprendem com cada implementação, tornando-se mais hábeis em compartilhar e reutilizar seus ativos de TI. Extraído de Weill, Peter, Jeanne W. Governança de TI, Tecnologia da Informação, 2006 M. Books

8 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 7 Governança da TI Principais decisões Toda empresa precisa tomar cinco decisões inter-relacionadas sobre a TI: Decisões sobre os princípios de TI Declarações de alto nível sobre como a TI é utilizada no negócio Decisões sobre a arquitetura de TI Organização lógica dos dados, aplicações e infra-estruturas, definida a a partir de um conjunto de políticas, relacionamentos e opções técnicas adotadas para obter a padronização e a integração técnicas e de negócio desejadas. Decisões sobre a infra- estrutura de TI Serviços de TI coordenados de maneira centralizada e compartilhados, que provêm a base para a capacidade de TI da empresa. Decisões sobre os investimentos e a priorização da TI Decisões sobre quanto e onde investir em TI, incluindo a aprovação de projetos e as técnicas de justificação. Necessidades de aplicações de negócio Especificação da necessidade de negócio de aplicações de TI adquiridas no mercado ou desenvolvidas internamente. Extraído de Weill, Peter, Jeanne W. Governança de TI, Tecnologia da Informação, 2006 M. Books

9 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 8 Governança da TI (cont.) Objetivo Assegurar que os recursos de TI da organização estão focados na maximização do valor para os negócios Exemplos: –Oferecer e entregar serviços de TI de padrão equivalente ou melhor que a maioria dos concorrentes; –Aumentar a lucratividade através da maximização do Valor da TI para o Negócio; –Apoiar os negócios para manter a competitividade e permitir crescimento no futuro; –Obter concordância e assegurar credibilidade entre os acionistas; –Explicar o Valor da TI para a Organização; –Desenvolver um modelo estruturado e flexível baseado na cultura já existente de colaboração e integração entre TI, Unidades de Negócio e Corporação; –Desenvolver conceito de shared services; –Criar um modelo de Governança da TI flexível e disciplinado; –Educar os Líderes de Negócio em TI, e Líderes da TI em Negócio; e –Solucionar os problemas do processo de tomada de decisão em uma empresa onde o controle de TI está se descentralizando.

10 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 9 Governança da TI (cont.) Definição Mecanismos pelos quais a organização alcança com sucesso todos os seus objetivos de TI; Governança é um conjunto de regras, acordos e padrões que define a base para a interação entre várias pessoas, departamentos, papéis e funções dentro de uma organização. As tensões que naturalmente aparecem e as discussões sobre arquiteturas, padrões, organização de TI, desenvolvimento de pessoas e suas habilidades, priorização de sistemas, seleção de produtos, construção de bases de informações, entrega de soluções, níveis de suporte e mudanças nas estruturas de custos de TI, estão sempre relacionadas sobre quem (a organização de TI ou as unidades de negócio) é responsável pelo que e como essas decisões são tomadas. A resolução dessas questões está ligada no modelo de Governança da empresa (ex. filosofia da empresa em operar / gerenciar suas unidades de negócio e sua unidade central). Governança da TI estabelece um modelo que define quem é responsável pelo que e como essas decisões são tomadas.

11 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 10 Governança da TI (cont.) Atribuições Organização: Estrutura; Papéis e responsabilidades; Políticas e práticas; Autonomia e compartilhamento de recursos; Incentivos; e Compensação. Orçamentos: Alocação de recursos; Gerenciamento de projetos e contratos; e Medição de resultados. Alinhamento com os negócios Estabelecimento de prioridades; Comunicação; e Medição de resultados. Estratégia de Tecnologia: Arquitetura; Padrões; e Metodologias.

12 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 11 Governança da TI (cont.) Participação As organizações de TI precisam ser flexíveis e ágeis para atender as necessidades dos negócios; A quantidade de pessoas que tomam decisões referentes às estratégias de TI, arquiteturas, orçamentos, etc., está aumentando em função da ampliação da atuação da TI, interdependência entre os negócios e a TI e da introdução do e-business; Como conseqüência temos uma maior distribuição do poder de decisão; As empresas necessitarão de princípios, normas ou regras para o compartilhamento deste poder; São recomendados três tipos diferentes de fóruns: Comitê Estratégico Negócios e TI: –Alinhamento estratégico dos negócios e TI. Comitês Táticos de Negócios e TI: –Atendimento das iniciativas específicas das Unidades Negócios. Comitê Técnico de TI: –Definição de uma arquitetura tecnológica integrada, padrões e melhores práticas.

13 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 12 Governança da TI (cont.) Participação As estratégias e projetos das unidades de negócios devem atender às visões e direções globais. Grupo Executivo formado por: CEOs Corporativo e das Unidades de Negócios CIO corporativo Define as estratégias globais de TI do grupo Comitê Estratégico Negócios e TI Grupos Executivos formados por: Diretores das áreas de negócios e TI definidos pelos CEOs Definem e desenvolvem projetos e estratégias das unidades Comitês Táticos de Negócios e TI Grupo Executivo formado por: Diretores e profissionais das áreas de TI Definem a arquitetura tecnológica integrada, padrões e melhores práticas da TI Comitê Técnico de TI

14 Planejamento da TI

15 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 14 Planejamento da TI Desenvolvimento da Estratégia Estratégia de Negócios; Orientações e Competição Sistemas Legados Estratégia da TI Estratégia da TI Tendências da TI Estilo da Empresa Cultura e Valores Orientação Estratégica Melhores Práticas

16 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 15 Planejamento da TI (cont.) Abordagem Resultado ­ Linguagem comum entre negócios, operações e TI ­ Prioridades de negócio guiam as principais decisões ­ Abordagem pragmática de alto nível foca a arquitetura onde é mais necessário ­ Integração com a estrutura de governança corporativa, alinhamento natural com os processos de tomada de decisão Abordagem Top-down orienta as decisões de investimento a partir de potencialidades e objetivos estratégicos Que dados e ativos de TI precisamos para dar suporte a estas potencialidades? Estratégia Dados e ativos de TI Quais são nosso objetivos corporativos em 3-5 anos? Prioridades de Negócio Quais são as prioridades, dados e objetivos corporativos? Potencialidades de Negócio Quais são as potencialidades-chave que vão maximizar a criação de valor no negócio? Organização e processos Operacionais De quais processos e elementos operacionais precisamos para permitir essas potencialidades-chave? Arquitetura de Negócios

17 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 16 Planejamento da TI (cont.) Objetivos (cont.) Uma visão integrada desde a identificação das necessidades dos negócios até a definição dos projetos de TI, conforme figura abaixo: ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS Identificação e Avaliação ESTRATÉGIA DE TI Desenvolvimento e Justificação Estratégia de Arquitetura de Tecnologia Projetos de Negócios Fatores Chave de Sucesso Estratégia Operacional Organização Pessoas & Cultura Processos Métricas Estratégia de Negócios Missão Objetivos Metas Elaboração e Justificativa dos Projetos de TI Estratégia de Informação Sistemas de Negócios Dados e Informações Aplicações Implementações Estratégia de Gerenciamento de TI Organização Pessoas e Habilidades Políticas Processos Padrões e Métodos Terceirização Avaliação da TI Atual

18 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 17 Planejamento da TI (cont.) Objetivos (cont.) O Planejamento de TI deve ser: Orientado aos negócios: –A estratégia de tecnologia da informação deve estar diretamente ligada aos negócios e geralmente influencia a estratégia da Empresa. Completo: –O planejamento deve contemplar todo o ciclo de vida da arquitetura de sistemas de informação. As tarefas vão desde o levantamento e análise dos negócios e oportunidades tecnológicas, até a preparação de orçamentos e início dos projetos. Orientado para a ação: –Após a identificação das necessidades de curto prazo, devem ser recomendadas ações que possam ser iniciadas imediatamente. Flexível: –Permitir a adaptação às condições específicas da Empresa.

19 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 18 Planejamento da TI (cont.) Escopo O Planejamento da TI deve compreender: Recomendações estratégicas para que a Empresa obtenha: –Atualização tecnológica; –Retorno dos investimentos; –Custos compatíveis com as suas necessidades; –Arquitetura flexível para suportar a expansão e as novas necessidades dos negócios; –Transição e evolução da arquitetura de TI; –Melhoria do nível de serviços e da satisfação dos usuários com os serviços de TI; e –Melhoria da eficácia dos negócios através de uma organização de TI mais pró- ativa no apoio aos negócios. Identificar as tecnologias, listas de produtos, projetos de implantação e transição e formas de gerenciamento que garantam eficácia, eficiência, qualidade e segurança aos serviços da TI.

20 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 19 Planejamento da TI (cont.) Metodologia de Alinhamento Estratégico Estratégia Negocio Fatores críticos Documentar e Analisar Capacidades Arquitetura atual Gaps Composição da arquitetura Nova Arquitetura Priorização das iniciativas e Plano de Ação Estratégia de TI Organização

21 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 20 Fase 4 Fase 5Fase 3Fase 2Fase 1 Planejamento da TI (cont.) Metodologia de Alinhamento Estratégico (cont.) Estratégia Negocio Fatores críticos Documentar e Analisar Capacidades Arquitetura atual Gaps Composição da arquitetura Nova Arquitetura Priorização das iniciativas e Plano de Ação Estratégia de TI Fase 6 Organização

22 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 21 Planejamento da TI (cont.) Metodologia de Alinhamento Estratégico (cont.) Desenho da Estratégia de TI Definição da Arquitetura de TI Plano de Ação e Organização Fase 1 Situação Atual e Requerimentos Fase 2 Estratégia de TI Fase 3 Arquitetura de TI Fase 6 Organização Fase 4 Composição da arquitetura 1.Funções de TI, seus papéis e responsabilida- des 2.Estrutura Organizacional de TI 3.Programa de Comunicação e Obtenção do Comprometi- mento Fase 5 Plano de Ação 1.Desempenho atual da TI e sua contribuição aos negócios 2.Ambiente e Estratégia de Negócios e Tecnologia 3.Requerimentos de Negócios e de TI 4.Situação atual da TI 1.Processos de negócios e direcionamentos de TI 2.Direcionamentos para os objetivos de controle 3.Visão da Estratégia de TI 1.Padrões da Arquitetura 2.Direcionamento de Tecnologia 3.Objetos da Arquitetura 4.Plano Estratégico de Tecnologia 1.Critérios de Avaliação e Seleção dos Objetos 2.Especificações da Arquitetura de TI 3.Pré-seleção dos Objetos da Arquitetura de TI 1.Planos táticos de TI 2.Normativas de planejamento estratégico de TI 3.Processo de Planejamento Estratégico de TI 4.Processo de acompanhament o de tendências e regulamentos 5.Plano de Ação e Investimentos

23 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 22 Planejamento da TI (cont.) Produtos Os produtos do Planejamento da TI deverão ser estratégicos prevendo um horizonte de 3 a 5 anos. A atualização da estratégia e a execução dos projetos definidos no Plano de Ação serão executados após a aprovação do plano. A Empresa deverá planejar detalhadamente os projetos, refinando requisitos, soluções, especificações, custos e benefícios de cada um dos projetos. Os principais produtos de um Planejamento de TI são: Planejamento do Projeto; Identificação dos objetivos e metas empresariais e dos principais projetos necessários para atingi-los; Avaliação da situação atual da TI, incluindo organização, custos, serviços, sistemas e tecnologia; Estimativa da performance atual da TI e sua capacitação para suportar os desafios empresariais;

24 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 23 Planejamento da TI (cont.) Produtos (cont.) Modelo da Arquitetura de TI que melhor suportará as necessidades de informações e que seja mais facilmente implementável; Relação dos principais projetos para a implantação da Estratégia de TI contendo prioridades, estimativas de investimentos, custos, benefícios, riscos e prazos; Relação dos principais produtos disponíveis no mercado para suprir os objetos da Arquitetura de TI e avaliação dos produtos; e Plano de Ação para a implementação das recomendações, Justificativa do plano visando a obtenção da aprovação. Pré-seleção dos produtos para suprir os objetos da Arquitetura de TI; Recomendação da estrutura organizacional da área de TI e da Governança da TI necessária para implementar o Plano de Ação e manter a Arquitetura de TI; e Programa de Comunicação e comprometimento dos envolvidos com a Implementação.

25 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 24 Planejamento da TI (cont.) Estratégia dos Investimentos em TI Tipo do Investimento Valor Métricas / Método de Avaliação Perfil do Risco Informações dos Negócios Estratégia de suprimento Principal Competência da TI Infra-estrutura Eficiência dos Processos da TI ROA (Returm on Assets),Custos Unitários, Níveis de Serviço, TCO (Toral Cost of Ownership), Benchmarks Médio Planejamento dos Negócios Menor TCO e Alta Confiabilidade Processos e Gerenciamento de Fornecedores Externos Aplicações de Utilidade Reduzir Custos ROI (Return of Investments), Custos Unitários, TCO, Benchmarks com Empresas Pares Baixo Planejamento dos Negócios Menor TCO e Alta Confiabilidade Maximizar as Economias de Escala e Gerenciamento de fornecedores Externos Aplicações de Melhoria Reduzir Custos Diretos, Produtividade, Vantagem Competitiva ROA, ROI, Benchmarks com Empresas Pares, Análise Financeira, Mudanças Implementadas Médio Planejamento dos Negócios Orientado para Aquisições e Preservação do Conhecimento em Casa Conhecimento dos Negócios e da TI Aplicações de Fronteira Novas Receitas, Estrutura de Custos, Sustentação da Vantagem Competitiva ROI, Prontidão, Revisão financeira, Inovação Alto Estratégia de Negócios Fornecedores Externos e Desenvolvimento Avançado em Casa Gerenciamento e Integração de Fornecedores Externos

26 Organização da TI

27 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 26 Governança da TI (cont.) Modelo de Organização da TI Processos Requisitos Análise Especificação Projeto Desenv. Teste Medidas de Eficácia do Desenvolvimento Medição da Eficiência da Produção Suporte de Nível 3 Suporte de Nível 2 Suporte de Nível 1 Suporte Técnico Unidade de Negócios CIO Unidade de Negócios Gerência de Relacionamento Escritório de Produtos Gerência de Relacionamento Gerência de Projetos Escritório de Projetos Gerência de Projetos Aplicações Desenvol- vimento Funcional Centros de Competência Gerenciamento da Mudança Desenvolvimento da Tecnologia End User Infraestrutura, Produção e Suporte Service Desk Integrado Aplica- ções RedeDadosSistemas Treina- mento Adminis- tração Usuários Garantia da Qualidade Arquitetura e Padrões

28 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 27 Governança da TI (cont.) Centralização Versus Descentralização Funções Distribuídas IS Federativo/Híbrido Compartilhado BU Funções Consolidadas Tendências dos Negócios Trabalho móvel / remoto Serviços compartilhados Fusões e Aquisições Tendências Tecnológicas Consolidação de Datacenters Consolidação de servidores Intranets Redes Tendências dos Negócios Foco no cliente Transferência do conhecimento Escritório virtual Supply chain Tendências Tecnológicas Desenvolvimento para usuários Internet Grupos de trabalho

29 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 28 Governança da TI (cont.) Modelos de Organização da TI Opção 3: Estrutura Organizacional Híbrida Diretor Divisão 1 Diretor Divisão 1 Diretor TI Diretor TI Gerente de Sistemas Gerente de Sistemas Superin- tendente Divisão 2 Superin- tendente Divisão 2 CIO TI CIO TI Gerente de Sistemas Gerente de Sistemas Vice Presidente Divisão3 Vice Presidente Divisão3 Diretor TI Diretor TI Diretor de Sistemas Diretor de Sistemas Presidente CIO Corporativo CIO Corporativo Diretor de Produção Diretor de Produção Comitê Diretor Corporativo TI Corporativa Serviços Compartilhados

30 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 29 Governança da TI (cont.) Modelos de Organização da TI (cont.) Modelo Federativo: Diferentes modelos organizacionais e estilos de trabalho Centralizado Descentralizado Federativo/Híbrido Unidade de Negócios Suporte aos Processos Desenvolvimento de Produtos Serviços Funciona- lidade Utilidade S Mercado Matriz Alinhamento de Funções Integração Outsourcing Hierárquico Equipe Competência Contrato Individual Funcional Alinhamento Com Negócios + Requisitos dos Negócios com a TI = Modelos Organizacionais da TI + Estilos de Trabalho da TI

31 Uso da TI para o Desenvolvimento dos Negócios

32 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 31 Uso da TI para o Desenvolvimento dos Negócios A TI é um provedor de serviços Os serviços são cada vez mais importantes na economia e na sociedade. A TI não fornece máquinas ou programas mas serviços e portanto deve responder claramente as seguintes perguntas: Quem é o cliente da TI? A TI sabe o que o cliente quer comprar? O cliente sabe qual é o serviço da TI e qual é sua capacitação? A TI consegue vender seu produto? O cliente está satisfeito? O cliente sabe quanto custa e quanto vale o trabalho da TI? A TI sabe o quanto custa e o quanto vale o seu trabalho? Quem são os competidores da TI? Como a TI pode ser melhor que eles? A receita da TI é compatível com as suas despesas? Quais são os planos de investimento e retorno da TI?

33 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 32 Uso da TI para o Desenvolvimento dos Negócios (cont.) O que são serviços? Serviços que atendem diretamente os usuários: Consultoria; Sistemas; Infra-estrutura; Telecomunicações; Treinamento; Suporte; Help desk; e Outros. Serviços Internos que não atendem diretamente os usuários (não visíveis): São processos necessários para manter os serviços mas não atendem diretamente os usuários. Por exemplo: –Operações; –Desenvolvimento de aplicativos; –Administração de dados; –Etc.

34 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 33 Uso da TI para o Desenvolvimento dos Negócios (cont.) Como estruturar o provimento de Serviços A qualidade do serviço é resultado dos seguintes fatores: Serviço Processo Capacitação Ferramentas Capacidade Técnica Serviço: o que a TI precisa fornecer. Os serviços devem ter um valor explícito para os usuários. Processos: um conjunto de atividades identificáveis e repetitivas em suporte direto ao serviço. Capacitação: atributos de organização necessários para execução e entrega de um serviço. Atividades: o conjunto de tarefas executadas em um processo. Ferramentas: os instrumentos que melhoram a produtividade e eficácia daqueles que estão executando as atividades. Capacidade Técnica: os atributos que os indivíduos devem desenvolver ou ter para executar as tarefas que suportam os processos. Atividades

35 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 34 Uso da TI para o Desenvolvimento dos Negócios (cont.) Estrutura da TI para Atender as Necessidades dos Usuários A TI deve manter a competência estratégica, executar os serviços que agregam valor aos negócios e contratar fornecedores especializados que podem fornecer serviços melhores e mais baratos. Estratégia e Administração da TI Competência em TI Valor Adicionado aos Negócios Serviços Candidatos à Terceirização Serviços da TI Fornecedores

36 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 35 Uso da TI para o Desenvolvimento dos Negócios (cont.) A TI Deve Manter o Foco nos Usuários Usuário Avaliação de Novas Tecnologias (P&D) Inovações que mudam os negócios Desenvolvimento de Sistemas Projetos em que se mede ROI Infra-estrutura Suporte aos negócios Suporte ao Cliente

37 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 36 Inovação = Capacidade de TI Melhorias em Processo = ROI Infra-estrutura = Custo Suporte = Qualidade TI Uso da TI para o Desenvolvimento dos Negócios (cont.) O Que o Usuário Pensa Disso? Não Esqueça: Percepção é Realidade Percepção do Usuário Risco e Custo Valor $ Mal Necessário É Bom Ter

38 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 37 Uso da TI para o Desenvolvimento dos Negócios (cont.) Importância e Valor em TI FRONTEIRA Inovação Empresarial Importante para Continuidade dos Negócios Potencial ROI e Valor Risco PRODUTIVIDADE Melhoria de Processos Melhorias = Valor $ Projetos tem ROI UTILIDADE Eficiência Operacional Custo é Importante Qualidade é Importante Nível de Serviço é Importante

39 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 38 Uso da TI para o Desenvolvimento dos Negócios (cont.) Analise e Classificação do Serviços da TI UtilidadeMelhoriaFronteira Foco: Custo (Despesa)Foco: Produtividade (ROI) Foco: Oportunidade (Vantagem) DominanteOcasionalPoucos Alta Folha de Pagamento Contabilidade Vendas e Produção Serviços à Clientes e-Commerce Participação dos Serviços Desenvolvimento de Negócios Baixa Supply Chain Management Business Intelligence Melhorias Funcionais Aplicações para Usuários Redesenho de processos Faturamento Funções Utilitárias Contribuição para a Competitividade da Empresa

40 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 39 Uso da TI para o Desenvolvimento dos Negócios (cont.) Exemplo da Contribuição da TI para os Imperativos dos Negócios Imperativo dos Negócios Tendências dos Negócios que viabilizam o Imperativo Exemplos de contribuição da TI Ganhar agilidade Operação 24 x 7 Operação na velocidade da Internet Empresa com latência zero Comércio colaborativo Integração eletrônica Workflow Gerência do conhecimento Falta de capacitações Economia baseada no capital intelectual Customização em massa Gerenciamento do conhecimento CRM Melhoria da Qualidade Expectativa de zero defeitos Competição global Crescente exposição a responsabilidades Monitoramento dos serviços Controle estatístico dos processos Sistemas de garantia Redução de custos Transparência de preços Mudança de poder para o comprador Global sourcing CAD/CAM Customer self-service Supply chain management

41 GERENCIAMENTO DE PROJETOS

42 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 41 Resultados Típicos dos Grandes Projetos Gartner: Empresas que estabelecerem padrões rigorosos para o gerenciamento de projetos reduzirão pela metade os aumentos de custo, atrasos e cancelamentos; Empresas que não utilizarem um critério rigoroso de análise de riscos cancelarão mais de 20% dos seus projetos; Empresas que não estabelecerem uma gestão integrada das equipes internas e externas gastarão 25% a mais em custos de pessoal e Empresas que falharem na qualificação e gerenciamento de contratados receberão produtos que não atenderão 15% dos requisitos críticos em três de cada quatro contratos. Meta Group: Deficiências no gerenciamento de projetos fazem com que um em cada dois projetos tenham os custos excedidos em 180%. Perot Systems: As empresas podem reduzir em 80% as falhas de projetos com gerenciamento de projetos. Computerworld - Resultados típicos de projetos: 20% dos projetos cancelados antes do seu término; 60% dos projetos excedem significativamente as estimativas de custo e prazo; 75% dos projetos de sistemas têm problemas de qualidade; Menos de 1% dos projetos são completados no prazo, dentro do orçamento e atendem os requisitos.

43 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 42 Resultados Típicos dos Grandes Projetos (cont.) Quando podem ocorrer problemas nos projetos Os benefícios do projeto não estão bem definidos; O escopo do projeto não está bem definido; Falta de um patrocinador para o projeto; Falta de comprometimento dos usuários; Pouca experiência no gerenciamento de projetos; Falta de comunicação entre os participantes do projeto; Os requisitos dos negócios são muito complexos ou mal definidos; A tecnologia utilizada é nova ou complexa; Os requisitos são de missão crítica (24x7); O projeto é de longa duração e exigirá muitos recursos e horas de trabalho; Integração de equipes virtuais formadas por empresas distintas; Os processos de negócios passam por mudanças freqüentes; e Projetos de implementação de pacotes com grandes necessidades de personalização.

44 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 43 Gerenciamento de Projetos O que é um projeto? As organizações realizam trabalhos. Os trabalhos envolvem tanto operações quanto projetos e em alguns casos eles se sobrepõem. Operações e projetos têm muitas características comuns, por exemplo: –São realizadas por pessoas; –São limitadas pela disponibilidade de recursos; e –São planejadas, executadas e controladas. Operações são contínuas e repetitivas; Projetos são temporários e únicos. Um projeto pode então ser definido com um esforço realizado para criar um único produto ou serviço. –Temporário significa que cada projeto tem um início e fim definido. –Único significa que o produto ou serviço de um projeto é diferente dos outros produtos ou serviços similares.

45 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 44 Gerenciamento de Projetos (cont.) O que é Gerenciamento de Projeto? O gerenciamento de projeto é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas para desenvolver atividades visando atender ou exceder as necessidades e expectativas dos contratantes, as quais invariavelmente são conflitantes umas com as outras, como por exemplo: –Escopo, prazo, custo e qualidade; –Diferentes necessidade e expectativas dos contratantes; e –Requerimentos identificados (necessidades) e requerimentos não identificados (expectativas).

46 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 45 Gerenciamento de Projetos (cont.) O Ambiente para o Gerenciamento de Projetos Os projetos são divididos em fases (que podem ser divididas em etapas, tarefas, atividades). Após cada fase devem estar concluídos produtos com os quais podemos afirmar que: –OK até aqui (naquilo que já foi executado); –OK para continuar (naquilo que acontecerá a seguir); e –Comprometimento de recursos (quem é responsável por este trabalho).

47 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 46 Gerenciamento de Projetos (cont.) As Áreas do Gerenciamento de Projetos O gerenciamento de projetos envolve vários tipos de gerenciamento relacionados a seguir: –Integração; –Escopo; –Prazos; –Custos; –Qualidade; –Recursos Humanos; –Comunicação; –Riscos; e –Suprimento de Recursos (contratos, produtos e serviços).

48 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 47 Gerenciamento de Projetos (cont.) Atividades Fundamentais do Gerenciamento de Projetos Conceitos –Gerenciamento: Produzir trabalhos através de outros –Projeto: Um esforço organizado para atingir um objetivo utilizando procedimentos e técnicas conhecidas. –Planejamento: » Qual é o nosso objetivo? » O que devemos fazer para atingi-lo? –Organização: Identificar e obter recursos. –Liderança: Aquilo que é feito para motivar os outros para realizar o plano. –Controle: Avaliar a performance e determinar as ações corretivas.

49 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 48 Gerenciamento de Projetos (cont.) Para o gerenciamento de projetos é necessário estabelecer procedimentos para: Planejamento; Alocação das equipes; Critérios para estimativas; e Ferramentas para o Gerenciamento de Projetos.

50 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 49 Gerenciamento de Projetos (cont.) Escritório de Projetos A adoção do Escritório de Projetos tem sido uma prática de sucesso no desenvolvimento de projetos. Os projetos de implantação de novas aplicações serão críticos para as empresas. As novas aplicações serão indispensáveis porque não haverá alternativa de processos manuais ou semi-automatizados. Por outro lado, as empresas continuarão a implementar pacotes e utilizar serviços externos, o que exigirá melhorias e personalizações que continuarão sendo realizadas pela equipe de TI. A complexidade de gerenciar recursos internos e externos, na implementação de sistemas críticos, aumenta o risco de projetos mal- sucedidos e do incremento dos custos e dos prazos. O Escritório de Projetos com atribuições e responsabilidades bem definidas e com o suporte de uma abordagem consistente e disciplinada no planejamento, priorização e alocação de recursos aos projetos, visa obter sucesso, qualidade e desenvolvimento de conhecimento que podem reduzir os riscos.

51 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 50 Gerenciamento de Projetos (cont.) Escritório de Projetos (cont.) O Escritório de Projetos apresenta soluções para as seguintes questões: Quais métodos e práticas gerenciais que melhor resolvem os problemas que aparecem durante o projeto, desenvolvimento e implementação de aplicações de TI? Quais são as melhores práticas que podem reduzir o TCO (Total Cost of Ownership)? Quais são as estratégias, processos e técnicas que poderão apoiar as áreas de implementação de aplicações, reduzindo o risco de falhas nos projetos? Como as áreas de implementação de aplicações identificarão e gerenciarão os seus fornecedores externos? Quais as melhores práticas para implementação de aplicações que maximizarão o retorno do investimento dos projetos, ao mesmo tempo em que reduzem eventuais aumentos dos custos, atrasos e constantes alterações de escopo?

52 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 51 Gerenciamento de Projetos (cont.) Escritório de Projetos (cont.) Atribuições do Escritório de Projetos: Comunicação e compartilhamento de conhecimentos, metodologias e padrões; Avaliação dos recursos; Planejamento de projetos; Gerenciamento de projetos; e Revisão e análise de projetos. Podem ser identificados três diferentes modelos para o Escritório de Projetos. Cada um deles com diferentes funções no ciclo de vida dos projetos de TI. O modelo Repositório funciona simplesmente como uma fonte de informação a respeito das metodologias e padrões. Este modelo se aplica quando a empresa já utiliza um conjunto consistente de ferramentas para o planejamento, gerenciamento e controle.

53 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 52 Gerenciamento de Projetos (cont.) Escritório de Projetos (cont.) No modelo Consultoria o Escritório de Projetos visa compartilhar as práticas de gerenciamento de projetos entre as várias equipes e coordenar a comunicação. As melhores práticas são documentadas e compartilhadas e a performance dos projetos é ativamente monitorada. Os resultados são usados como oportunidades para aumentar a eficiência empresarial, treinar e desenvolver gerentes de projetos. Suporte Tecnológico Equipe de Infra-Estrutura Departamentos Usuários Equipe de Especialistas e Contratados Equipe de Aplicações Escritório de Projetos Gerenciamento de Projetos, Serviços e Treinamento; Apoio ao Início e Encerramento de Projetos Disponibilização de Métodos e Processos; e Compartilhamento do Conhecimento

54 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 53 Gerenciamento de Projetos (cont.) Escritório de Projetos (cont.) O Escritório de Projetos Empresarial é mais permanente e mais consolidado, concentra o gerenciamento de todos os projetos da Empresa. Programa de GerenciamentoEstratégico Canais de Venda Programa de Produção e Distribuição Escritório de Projetos Empresarial Gerenciamento do Projeto e dos Recursos Gerenciamento do Projeto e dos Recursos Aprovação e Revisão dos Projetos Aprovação e Revisão dos Projetos Padrões e Metodologia Padrões e Metodologia Projetoe-CommerceProjetoBusinessIntelligenceProjetoContactCenterFinanças,Trade,CorporativoProjetoERPProjetoLogística

55 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 54 Gerenciamento de Projetos (cont.) Escritório de Projetos: Atribuições O Escritório de Projetos deve orientar os projetos de TI, em todo o seu ciclo, desde o estudo de viabilidade até sua efetiva implantação, objetivando os melhores resultados para a empresa. A seguir apresentamos as principais atribuições do Escritório de Projetos: Gerenciar os Programas (um grupo de projetos relacionados): –Alinhar os programas e projetos com os objetivos da empresa; –Atualizar o Plano Estratégico com base na evolução dos objetivos da empresa; –Apoiar a comunicação com as áreas e tecnologia e direção; e –Atualizar e sincronizar os cronogramas dos projetos, identificando os impactos nos programas.

56 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 55 Gerenciamento de Projetos (cont.) Escritório de Projetos: Atribuições (cont.) Acompanhar o comprometimento e participação das áreas da empresa: –Orientar as áreas da Empresa na execução dos projetos; –Elaborar / atualizar plano das macro ações de TI. Integrar os projetos: –Implantar uma metodologia e garantir o acompanhamento / controle dos programas e projetos; –Assegurar a Integração entre os programas, projetos e as áreas da empresa. Garantir os prazos: –Elaborar o cronograma macro dos programas e projetos; e –Consolidar os planos de trabalho dos programas, assegurando a realização dos investimentos. Garantir os investimentos: –Em paralelo ao acompanhamento físico (tarefas dos projetos), fazer o acompanhamento financeiro desde a elaboração do estudo de viabilidade até a correta aplicação dos recursos. Implantar Metodologia de Gestão dos Programas e Projetos: –Implementar e manter a metodologia de Gestão dos Programas e Projetos.

57 Aplicações, Desenvolvimento, Pacote e Integração

58 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 57 Aplicações, Desenvolvimento, Pacote e Integração Situação Atual da Atividade de Desenvolvimento de Sistemas Demanda: –Crescimento das necessidades e da complexidade dos sistemas; –Expansão da população de usuários; –Contínuas mudanças tecnológicas requerendo novas qualificações; –Demanda de sistemas excede a oferta; e –A manutenção absorve recursos disponíveis. Capacidade: –Estouro de orçamentos e prazos; –Insatisfação do "staff" e alta rotatividade; –Usuários não comprometidos; –Alto percentual de erros; –Qualidade técnica e documentação insatisfatória; e –Abordagens parciais: não integradas efetivamente. Resultados: –Aumento do backlog; –Mudanças das necessidades dos negócios não são atendidas nos prazos requeridos; –Sistemas atuais são inseguros e difíceis de manter; –Custos de informática crescentes; e –Gerenciamento através da crise.

59 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 58 Aplicações, Desenvolvimento, Pacote e Integração (cont.) Visão das Fases para a Implantação de um Sistema Requisitos do Sistema Especificação do Sistema Desenvolvi- mento do Sistema Projeto do Sistema Desenvolvi- mento dos Procedimentos dos Usuários Teste do Sistema Teste de Aceitação Transição Avaliação e Seleção de Pacotes Aquisição e Instalação de Pacotes

60 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 59 Aplicações, Desenvolvimento, Pacote e Integração (cont.) Objetivo das Fases no Modelo de Desenvolvimento de Sistemas; Planejamento do Projeto: –Definir patrocinador, equipes, recursos, prazos; –Definir o escopo do projeto; e –Desenvolver o plano do Projeto. Análise dos Requisitos do Sistema: –Confirmar o escopo do projeto; –Estabelecer requisitos; –Analisar alternativas; e –Recomendar soluções. Avaliação e Recomendação de Pacotes: –Identificar as características dos pacotes; –Avaliar os fornecedores; e –Recomendar pacotes.

61 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 60 Aplicações, Desenvolvimento, Pacote e Integração (cont.) Objetivo das Fases no Modelo de Desenvolvimento de Sistemas (cont.) Especificação do Sistema: –Definir as interfaces do usuário; –Especificar os subsistemas; e –Especificar os dados. Aquisição e Instalação de Pacotes: –Adquirir o pacote; –Instalar o ambiente; –Instalar o hardware e comunicações; e –Instalar o software e aplicativo. Projeto do Sistema: –Definir arquitetura e ambiente; –Projetar banco de dados; –Projetar os sistemas aplicativos e de conversão; –Definir requisitos operacionais; e –Projetar o plano de testes do sistema.

62 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 61 Aplicações, Desenvolvimento, Pacote e Integração (cont.) Objetivo das Fases no Modelo de Desenvolvimento de Sistemas (cont.) Desenvolvimento do Sistema: –Preparar os ambientes de desenvolvimento e testes; –Desenvolver os testes unitários; –Preparar os procedimentos operacionais; e –Desenvolver o teste de integração. Desenvolvimento dos Procedimentos dos Usuários: –Preparação dos procedimentos dos usuários; –Determinar as necessidades dos usuários; e –Treinar a equipe dos usuários. Testes do Sistema e Aceitação: –Preparar o ambiente de produção; –Executar o teste do sistema; –Executar testes de aceitação; e –Aceitar o sistema.

63 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 62 Aplicações, Desenvolvimento, Pacote e Integração (cont.) Objetivo das Fases no Modelo de Desenvolvimento de Sistemas (cont.) Transição: –Executar a conversão automática de dados; –Executar a conversão manual de dados; e –Instalar os novos sistemas e procedimentos.

64 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 63 Aplicações, Desenvolvimento, Pacote e Integração (cont.) Fatores que devem ser analisados na aquisição de pacotes: Aplicações padronizadas largamente utilizadas no mercado. Custo Prazo Aporte de capacitação (aplicação, software, hardware) Manutenção do fornecedor Melhores práticas Redesenho dos processos VANTAGENS Adaptação do pacote Menor flexibilidade Dependência externa (riscos) Risco de desenvolvimento futuro Custo / prazo da personalização DESVANTAGENS

65 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 64 Aplicações, Desenvolvimento, Pacote e Integração (cont.) Fatores que devem ser analisados no desenvolvimento de aplicações: Aplicações diferenciadas e estratégicas Prazo Custo Equipe técnica Desenvolvimento de capacitação (aplicação, software, hardware) Implantação incremental Integração sistemas Padrão técnico uniforme Independência Flexibilidade para mudanças Risco controlado internamente Exclusividade VANTAGENS DESVANTAGENS

66 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 65 Aplicações, Desenvolvimento, Pacote e Integração (cont.) Como avaliar os pacotes? Definir as necessidades dos usuários; Solicitar informações e demonstrações dos fornecedores; Identificar as características funcionais dos pacotes; Identificar as características técnicas dos pacotes; Avaliar o atendimento das necessidades dos usuários pelos pacotes; Estimar os fatores positivos e negativos das alternativas; Solicitar propostas formais para os fornecedores; Avaliar as respostas dos fornecedores; e Recomendar a melhor solução.

67 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 66 Aplicações, Desenvolvimento, Pacote e Integração (cont.) Além dos requisitos funcionais, técnicos e de custo considere também: Grau de personalização necessário; Suporte prestado pelo fornecedor no treinamento de usuários e operadores durante e após a implantação; Base instalada; Idade e origem do produto; Número e freqüência das versões; Estabilidade financeira e conhecimento do negócio do fornecedor; Ambiente necessário para o desenvolvimento; Estrutura de dados; Segurança e controles; e Documentação.

68 Arquitetura Tecnológica e Tendências

69 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 68 Arquitetura de TI Objetivos Objetivos dos Negócios Melhorar qualidade Reduzir o time to market Facilitar a inovação de produtos Efetivo cross-selling Transformar os processos do negócio Melhor a eficiência organizacional Integração através de múltiplos canais de distribuição Questões regulatórias e legais Facilitar a transição durante fusões e aquisições Fornecer aos clientes uma visão unificada das diversas linhas de negócio Suportar transações com associados, fornecedores e clientes Objetivos da TI Alinhar a TI com o negócio Integrar sistemas heterogêneos Minimizar o TCO Mudar plataformas/modernizar Aprimorar as capacitações Aproveitar o investimentos no legado Consolidar múltiplos centros/servidores Integrar operações de retaguarda Minimizar a complexidade das aplicações Minimizar a complexidade da empresa Melhorar a disponibilidade Melhorar a escalabilidade

70 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 69 Missão da Empresa, Visão, Objetivos, FCSs Estratégia Elementos de tecnologia, estações de trabalho, servidores, redes, softwares e aplicativos Uma visão de negócios para a Arquitetura de TI Em cada nível: Mostrar o valor para o negócio e integrar negócios e a TI Tomar decisões e ver o impacto através das camadas Criar a estrutura e os processos de governança Arquitetura de TI (cont.) A Arquitetura é Definida a Partir da Estratégia Empresarial

71 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 70 Arquitetura de TI (cont.) Conceito de Arquitetura de TI Definições de Arquitetura: Uma conjunto de diretrizes (conceitos, princípios, regras, modelos, interfaces e padrões) utilizado na construção de novas capacidades de TI. Arquitetura Empresarial é a descrição e projeto de um conjunto de processos, aplicações, informações e as tecnologias que suportam essas camadas. Compreende todos esses conjuntos e camadas e as inter-relações através de diretrizes que incluem princípios, regras, modelos de referência e padrões, a serem utilizados na construção de novas capacidades de TI.

72 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 71 Arquitetura de TI (cont.) Conceito de Arquitetura de TI (cont.) Com uma adequada administração, uma arquitetura padronizada possibilita os seguintes benefícios: Maximizar a portabilidade e interoperabilidade da aplicação através da uniformidade de hardware e software; Reduzir o número de produtos redundantes utilizados, de forma a ter menores custos (por exemplo, menos pessoas e menos treinamento); Reduzir o esforço no processo de compras porque, depois da seleção inicial do produto, as compras subseqüentes não requererão de análise competitiva das alternativas; e Obter economias de escala comprando grandes quantidades de um único vendedor (por exemplo, licenças empresariais). A arquitetura de TI é determinada pela estratégia e pelas metas empresariais.

73 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 72 Arquitetura de TI (cont.) Conceito de Arquitetura de TI (cont.) O modelo de planejamento urbano da TI funciona como nas cidades onde existem planos diretores, leis de zoneamento, códigos de edificação, etc. A tarefa de integração faz parte da implementação dos sistemas aplicativos e consome cerca de 35% do orçamento da implementação.

74 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 73 Desenvolvimento de Aplicações Distribuídas e Aplicações Locais Aplicações Compradas Diferença de Escala e Outros Requisitos Aplicações Legadas Processos B- to-B entre Empresas Desenvolvi- mento pelos Usuários Progresso Técnico Conceito de Arquitetura de TI (cont.) Embora desejável, podem existir restrições para a padronização da arquitetura de TI.

75 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 74 Arquitetura de TI (cont.) A Arquitetura Empresarial A arquitetura de TI suporta os processos de negócios Empresa Ambiente de negócios Processos de negócios Padrões Objetos

76 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 75 Arquitetura de TI (cont.) Requisitos para Desenvolver a Arquitetura de TI Entender a estratégia de negócios: Estratégia de negócios; Estratégia de TI; Escopo; e Definição dos processos e estruturas de governança da TI. Entender o ambiente de negócios: Princípios; Modo de operação dos negócios; Processos de negócios; Fluxos de informação; e Gestão da TI. Definir os padrões: Padrões de gestão e de arquitetura. Definir os objetos: Configurações de hardware, software; aplicativos e rede. Missão da Empresa

77 Segurança, Padrões e Fatores de Sucesso

78 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 77 Arquitetura de Sistemas Arquitetura de Segurança Informação Integração Rede e Infra-estrutura Ambiente de Negócios Processos de Negócios Objetos Padrões Aplicações Arquitetura de TI (cont.) A Segurança na Arquitetura Empresarial

79 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 78 Arquitetura de TI (cont.) Modelo de Maturidade do Processo de Segurança MaturidadeVisão da Segurança pelo Negócio Investimento em Segurança Inicial (1) Não percebida Não consciente Orçamento de segurança não dedicado ou identificado Repetitivo (2) Segurança é um requisito técnico100% do orçamento de segurança vem do orçamento da TI Gerenciado (3) Os riscos da TI podem prejudicar a atividade do negócio; é necessária segurança para as transações do negócio 25% do orçamento de segurança vem do negócio para a segurança das transações Otimizado (4) Segurança é uma qualidade do ambiente de TI que pode trazer vantagens competitivas 70% do orçamento de segurança vem do negócio para suportar os objetivos chave do negócio

80 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 79 Arquitetura de TI (cont.) Identificação e Gerenciamento de Acessos Gerenciamento Identidades Atribuições Políticas Gerenciamento de Acessos Identificação Usuários Privilégios Fornecimento Controle Autenticação Controle Autorização Gerenciamento do Acesso da Empresa Fornecimento aos usuários Meta-diretório Administração de Identidades Auditoria Acesso Único (Single Sign-On) Recursos Físicos Aplicações Bancos Dados Diretórios Sistemas Segurança Sistemas Operacionais

81 Contratação de Serviços e Produtos

82 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 81 Contratação de Serviços e Produtos Desafios do Negócio Controlar Custos É preciso reduzir os custos totais de operação, principalmente em tecnologia. Suportar Rápidas Mudanças de Negócio Temos de ter certeza que nosso provedor de serviços atuará da melhor forma quando surgirem novas necessidades de negócio. O contrato terá de prever essa possibilidade. Melhorar Níveis de Serviço Precisamos nos comparar a outras empresas. É possível que os provedores de serviço estejam melhor capacitados que nós. Melhorar relacionamentos Nosso atual fornecedor não entende as nossas necessidades de negócios.

83 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 82 Contratação de Serviços e Produtos (cont.) Desafios do Negócio (cont.) Investimento produtivo Precisamos aumentar o grau de terceirização de nossas operações de TI para liberar capital a ser diretamente investido em nosso negócio. Atualização tecnológica Precisamos ter certeza de estar utilizando a melhor tecnologia disponível no mercado, no momento, sem investir em tecnologia que poderá ser descontinuada. Focalização no negócio Precisamos focar nossa capacidade gerencial no nosso negócio e não na tecnologia de apoio.

84 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 83 Contratação de Serviços e Produtos (cont.) Desafios do Negócio (cont.) Reduzir riscos Precisamos proteger nossos investimentos para evitar perdas em áreas que não sejam de nosso domínio de conhecimento. Sentimos a necessidade de oferecer maior grau de segurança em nossos sistemas, mas não podemos ter o luxo de investir em segurança de TI, pois não é de nosso pleno conhecimento. Capacitação da equipe de TI Sentimos que a nossa equipe de TI não corresponde às nossas expectativas para o apoio ao negócio. Nossos sistemas são muito dependentes de poucas pessoas.

85 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 84 Contratação de Serviços e Produtos (cont.) Desafios do Negócio (cont.) Se a sua Empresa apresenta estes desafios, ou semelhantes provavelmente ela deverá terceirizar os seus serviços de TI, ou rever os seus atuais contratos de serviços.

86 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 85 Contratação de Serviços e Produtos (cont.) Encontrando Respostas Queremos trabalhar com uma firma que conheça o mercado melhor que nós e tenha especialistas experientes, evitando desperdício de tempo e dinheiro. Recomendações baseadas em dados de mercado são preciosas para validação e suporte a decisões de negócio. Quem nos aconselha tem de ter expertise para nos ajudar a tomar a decisão correta no prazo mais curto possível. A renegociação periódica de contratos de serviços é necessária para a atualização das condições mutantes de fornecimento de serviços de TI. Queremos depender apenas de grandes empresas fornecedoras de soluções e não de poucos indivíduos com conhecimento concentrado.

87 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 86 Contratação de Serviços e Produtos (cont.) Encontrando Respostas (cont.) A Metodologia de Suprimento Estratégico, apresentada a seguir, vêm respondendo aos mais variados desafios de negócios, contribuindo para a melhoria da rentabilidade e qualidade dos serviços de muitas empresas

88 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 87 Contratação de Serviços e Produtos (cont.) Serviços candidatos Os Processos de Negócio e Serviços de TI que podem ser terceirizados, incluem, entre outros: Desenvolvimento e Manutenção de Aplicações; Implementação de sistemas aplicativos: ERP, CRM, SCM, etc.; Infra-estrutura (centro de operações corporativo, help desk, computação distribuída, rede de voz e dados, hospedagem); e Processos de Negócio: Recursos Humanos, Financeiro, Suporte ao Cliente, Logística.

89 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 88 Contratação de Serviços e Produtos (cont.) Metodologia Para a realização de um projeto de terceirização pode-se utilizar a Metodologia de Suprimento Estratégico representada na figura abaixo. Estratégia de Outsourcing Desenvolvi- mento da RFP Gestão do Outsourcing Alinhamento com os negócios Identificação de riscos Gap Analysis Preocupação com as pessoas Processo formal de RFP Alinhamento dos objetivos da Empresa e do prestador de serviços Capacidades de gerenciamento e relacionamento organizacional Gerenciamento dos serviços Reconhecimento de capacitações específicas e genéricas dos fornecedores Negociação, contratação e estabelecimento dos mecanismos de gestão Avaliação e Seleção Fonte: Gartner

90 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 89 Contratação de Serviços e Produtos (cont.) Escopo Um projeto de contratação em geral deve ter o seguinte escopo: 1. Preparar o plano do projeto; 2. Definir o interesse, a aderência e a prioridade de terceirização de serviços e analisar a viabilidade de terceirização dos serviços alvo; 3. Definir os serviços a serem fornecidos (atuais e futuros) e os acordos de níveis de serviço (SLA - Service Level Agreement); 4. Elaborar e distribuir a RFI – (Request for Information); 5. Elaborar o modelo de gestão dos serviços a serem contratados; 6. Estimar os custos dos serviços e o valor dos ativos; 7. Preparar e distribuir a RFP (Request for Proposal) para a terceirização; e 8. Avaliação das propostas recebidas. Outros trabalhos, que podem ser realizados, incluem avaliações periódicas, benchmarking, etc.

91 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 90 Contratação de Serviços e Produtos (cont.) Plano de Trabalho A visão geral das fases do Plano de Trabalho é a seguinte: Planejamento do Projeto do ProjetoPlanejamento Analisar a Viabilidade de terceirização dos serviços Analisar a Viabilidade de terceirização dos serviços Definir os serviços a serem contratados Definir os serviços a serem contratados RFI – Request for Information RFI – Request for Information Identificar patrocinador e os participantes Confirmar o escopo do projeto Uniformizar os conhecimentos Atribuir responsabilidades Planejar detalhadamente Comunicar Comprometer Identificar objetivos estratégicos, custos atuais, organização, níveis de serviço, etc. Levantar informações de mercado Refinar as informações pelos Consultores Identificar os riscos potenciais para a terceirização Mensurar cada risco potencial identificado Definir a abrangência do outsourcing Definir os serviços Definir os Fatores de medição dos serviços prestados Definir os Indicadores, métricas e níveis de serviço dos SLAs Definir Níveis de criticidade dos serviços Preparar e enviar a RFI Avaliar as respostas Pré-selecionar fornecedores Preparar as recomendações Apresentar as recomendações Atividades

92 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 91 Contratação de Serviços e Produtos (cont.) Plano de Trabalho (cont.) A visão geral das fases do Plano de Trabalho é a seguinte (cont.): Modelo de Gestão Modelo de Gestão Estimar os custos dos serviços e o valor dos ativos Estimar os custos dos serviços e o valor dos ativos RFP – Request for Proposal RFP – Request for Proposal Assessorar o cliente na avaliação das propostas Assessorar o cliente na avaliação das propostas Definir o modelo de gestão mais adequado para a terceirização Definir a estrutura organizacional Definir o plano de migração organizacional Definir Inventário Físico Identificar Despesas Identificar Investimentos Avaliar os custos praticados no mercado Avaliar os ativos Refinar as especificações dos serviços e SLAs Preparar e enviar a RFP Avaliar as propostas Selecionar fornecedores Preparar as recomendações Apresentar as recomendações Recomendar as soluções Estabelecer níveis de serviço Apoiar a negociação Preparar contratos Atividades

93 Como Medir o Valor da TI

94 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 93 Como Medir o Valor da TI Por que Medir a TI ? Eficácia Eficiência Alto Custo e Péssima Contribuição de TI Alto Custo mas com Ótima Contribuição de TI Baixo Custo e Ótima Contribuição de TI Baixo Custo mas com Baixa Contribuição de TI Fazendo pouco trabalho, mas com grande resultado Fazendo muito trabalho com poucos recursos

95 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 94 Eficácia Eficiência Mais Barato Mais Valor para Empresa Fazendo muito trabalho com poucos recursos Fazendo pouco trabalho, mas com grande resultado Como conciliar Eficácia e Eficiência? Como Medir o Valor da TI (cont.) Por que Medir a TI ? (cont.)

96 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 95 Como Medir o Valor da TI (cont.) Conceito Estabelecer indicadores de eficiência (custos) e eficácia (produtividade) comparáveis com empresas e dados do mercado por: Segmento industrial; Porte; Complexidade; Tecnologia; e Localização e distribuição. Identificar oportunidades de melhoria, em relação às empresas pares e estabelecer um gerenciamento da performance visando a melhoria contínua Se você não mede a TI, Você não pode gerenciar a TI

97 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 96 Como Medir o Valor da TI (cont.) Exemplos de Indicadores de Eficiência MainfameCusto/MIPS ServidoresCusto/Servidor SistemasCusto por ponto de função Computação distribuída (LAN)Custo por usuário Redes WANCusto por localidade TelefoniaCusto por minuto PBXCusto por ramal Call CenterCusto por chamada

98 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 97 Com um estudo de métricas a empresa poderá compreender: Qual a sua real situação atual ? Quanto eu estou pagando pela minha tecnologia e o que eu estou recebendo em troca ? Como eu me comparo com o mercado ? Como os meus custos e produtividade se comparam com empresas similares ? O que devo fazer para melhorar ? Quais são as recomendações corretas para o meu caso específico ? Como Medir o Valor da TI (cont.) Qual o Benefício?

99 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 98 Como Medir o Valor da TI (cont.) Principais áreas que podem ser analisadas Operações do datacenter: Ambiente do mainframe e das principais plataformas de médio porte gerenciadas de forma centralizada. Computação distribuída Ambiente da rede local, PCs, servidores locais, aplicativos que rodam na rede e o help desk e service desk. Performance do desenvolvimento de aplicações e certificações (Capability Maturity Model CMM) Ambiente de desenvolvimento e manutenção de sistemas. Wide Area Network - WAN Ambiente da rede de dados de longa distância.

100 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 99 Como Medir o Valor da TI (cont.) Principais áreas que devem ser analisadas (cont.) Telefonia Ambientes das redes de telefonia. Satisfação dos usuários Nível de satisfação dos usuários dos serviços de TI. Help Desk e Service Desk Custos e a produtividade do Help Desk de serviços de TI. Contact Center Eficiência e a eficácia de Contact Centers através de seus diversos canais de acesso. Análise de contratos de serviços Contratos de serviços terceirizados sob a ótica de custos e preços, comparando-os com o mercado e respondendo ao cliente se o preço está adequado.

101 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 100 Como Medir o Valor da TI (cont.) Custos Os investimentos e custos de TI continuarão a crescer para suportar as aplicações chave dos negócios, o que exigirá novas técnicas voltadas para os ganhos de eficiência e controle de custos. Paralelamente, a alta administração estará atenta à efetiva contribuição de TI para atingir os objetivos de negócio. As organizações de TI que forem percebidas apenas como fornecedoras de suporte e utilidade estarão sujeitas a um controle de custos mais rigoroso.

102 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 101 Como Medir o Valor da TI (cont.) Ciclos de Investimento Os benefícios decorrentes de novos investimentos em TI trarão resultados durante um período, sendo necessário renová-los em ciclos que justifiquem a sua revitalização. $ Tempo Dispêndios da TI com novos investimentos Dispêndios projetados para a Situação Atual Benefícios projetados para a Situação Atual Benefícios da TI Hoje Revitalização (Novo ciclo de Planejamento)

103 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 102 Como Medir o Valor da TI (cont.) Estatísticas de Gastos com TI IndústriaValores típicos do orçamento da TI como porcentagem da receita bruta Construção.85 % to 1 % Armamento e Defesa3.5 % to 4.5 % Governo7 % to 9 % Educação4 % to 5 % Manufatura / Processos / Química1.4 % to 1.7 % Gerenciamento da Informação e Pesquisa On-line12 % to 15 % Logística5 % to 6 % Farmacêutico3.5 % to 4 % Gráfica e Publicidade2 % to 3 % Fonte: Gartner, Base 2004, Dados Globais

104 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 103 Resultados Globais – Todas as Indústrias – Gartner Perfil das Respostas Numero de respostas Receita média$1,340,988,994$1,383,311,727$1,480,030,346 Quantidade média de empregados-5,193- Quantidade média de profissionais da TI Principais indicadores Despesas da TI em porcentagem relativa à Receita Bruta Investimentos da TI em porcentagem relativa à Receita Bruta Porcentagem estimada dos gastos com TI não incluídos no orçamento da TI -28- Média das despesas da TI por empregado-$6,953$6,904 Porcentagem de empregados da TI em relação ao total de empregados Porcentagem dos profissionais de TI que são funcionários da empresa -82- Gastos da TI por categoria (%) Infra-estrutura-45- Utilidades-22- Melhoria-22- Fronteira-11- Como Medir o Valor da TI (cont.) Estatísticas de Gastos com TI

105 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 104 Como Medir o Valor da TI (cont.) Estratégia do Uso da Tecnologia Tipo ATipo BTipo C Visibilidade Maturidade Lançamento Pico de Expectativas Vale da Desilusão Patamar de Produtividade Fase do Esclarecimento ClassificaçãoTipo ATipo BTipo C AbordagemPioneiraAcompanha TendênciaSeguidora Visão EmpresarialAgressiva (Alto Risco) Moderada (Baixo Risco) Cautelosa (Aversão ao Risco) Agente de MudançasVantagem CompetitivaProdutividadeEficácia dos Custos Sofisticação da Tecnologia AltaModerada para altaBaixa para moderada

106 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 105 Como Medir o Valor da TI (cont.) Estratégia do Uso da Tecnologia (cont.) Tipo A:Empresas líderes na adoção de tecnologia Tipo B:Empresas que seguem os líderes Tipo C:Empresas conservadoras Comparação de Gastos com TI Tipo A:3,5 vezes das empresas do Tipo C Tipo A:2,2 vezes das empresas do Tipo B Tipo B:1,6 vezes das empresas do Tipo C Para uma empresa mudar do Tipo C para o Tipo B, ela deverá aumentar os gastos com TI em 160%

107 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 106 Como Medir o Valor da TI (cont.) Causas do Aumento dos Gastos Negócios: Maior competição; Necessidade de diferenciação estratégica; Ciclos menores; Cadeia de suprimentos integrada; Comércio eletrônico; Uso intensivo de tecnologia; Maior dependência dos negócios em relação à TI: Níveis de serviços mais exigentes; Integração voz, imagem, dados; etc. Usuários: Maior quantidade de usuários; Maior necessidade de treinamento; Dispersão dos usuários; Mobilidade dos usuários; Maior sofisticação e exigência; etc. Recursos: Aumento dos gastos com pessoal; Aumento dos custos de treinamento; Necessidade de especialistas; Atualização tecnológica freqüente; Maiores volumes de comunicações; Maior participação de fornecedores externos; etc. Aplicações: Novas aplicações; Mais complexas; Pacotes; Novas tecnologias; Maior integração entre empresas, processos, sistemas, plataformas; Integração voz, imagem, dados; Ciclos de vida menores; etc.

108 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 107 Como Medir o Valor da TI (cont.) Oportunidades para redução de custos Táticas Estratégias Questões da TI Questões Empresariais Terceirização Reorganização Padronização Redesenho Processos Consolidação Melhorar Compras Gerenciamento de Ativos Racionalização

109 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 108 Como Medir o Valor da TI (cont.) Redução dos Custos de TI Manutenção nGanhos de eficiência nos custos de execução nBenchmarking com outras empresas nOutsourcing (por exemplo, help desk, suporte técnico, datacenter, redes, desenvolvimento de aplicações) nAumento da eficiência dos serviços Utilidade Alocação atual de recursos: 48% Futura alocação de recursos: 29% Básico

110 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 109 Objetivos dos Negócios nAumentar a Receita nReduzir custos nMelhorar a qualidade nMelhorar os serviços nReduzir o ciclo de produtos nAdaptabilidade nMelhorar a Imagem Como Medir o Valor da TI (cont.) Aumentar a Performance Empresarial Melhoria Alocação atual de recursos: 34% Futura alocação de recursos: 41% Capacitação

111 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 110 Desenvolver os Negócios nNovas alianças e parcerias nExpansão baseada na WEB nAlinhamento da TI com os negócios nVantagem competitiva nBusiness process outsourcing Como Medir o Valor da TI (cont.) Aprimorar as Decisões Empresariais Fronteira Alocação atual de recursos: 19% Futura alocação de recursos: 30% Pro-atividade

112 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 111 Como Medir o Valor da TI (cont.) Recomendações Táticas / Utilidade Medir as reduções de custos versus o risco de atrasar a implantação de tecnologias não críticas Revisar os processos de negócios Aumento da eficiência com a tecnologia atual através de maior utilização e treinamento Gerenciamento mais efetivo dos ativos de TI Estratégicas / Melhorias Desenvolver uma arquitetura integrada de TI Organizar a TI para o fornecimento de serviços Desenvolver um modelo de negócios da TI utilizando fornecedores externos Inovação / Fronteira Desenvolver parcerias com as Unidades de Negócios Encontrar novas maneiras de combinar as atuais capacidades tecnológicas e humanas Participar da Estratégia de Negócios Analisar o futuro dos negócios e da tecnologia

113 Estratégia de Tecnologia da Informação (TI) para Executivos de Negócios Junho/2006

114 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 113 Agradecimentos Agradeço a participação, Atentamente, João Cardoso Portus Consultoria Tel

115 FIA Estratégia de TI para Executivos de Negócios (V-1-1) Todo conteúdo © João Cardoso 2006 Página 114 Expectativas


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