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SELEÇÃO PREDIÇÃO INFERÊNCIA VERIFICAÇÃO. SELEÇÃO: Permite que o leitor se atenha apenas aos índices úteis, desprezando os irrelevantes. ANTECIPAÇÃO: Torna.

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1 SELEÇÃO PREDIÇÃO INFERÊNCIA VERIFICAÇÃO

2 SELEÇÃO: Permite que o leitor se atenha apenas aos índices úteis, desprezando os irrelevantes. ANTECIPAÇÃO: Torna possível ao leitor prever informações, com base em dados explícitos e/ou em suposições. INFERÊNCIA: Permite ao leitor captar o que não está dito no texto de forma explícita, a partir de seus conhecimentos prévios. VERIFICAÇÃO:Torna possível avaliar o grau de eficácia das demais estratégias, permitindo confirmar ou não as especulações realizadas.

3 Para ensinar a ler Rosaura Soligo

4 Quanto melhor o professor entender o processo de construção da aprendizagem, mais eficiente será seu trabalho. A compreensão da leitura depende da relação entre os olhos e o cérebro. O processo de leitura depende de várias condições: a habilidade e o estilo pessoal do leitor, o objetivo da leitura, o nível de conhecimento prévio do assunto tratado e o nível de complexidade oferecido pelo texto. Dois fatores determinam a leitura: o texto impresso, que é visto pelos olhos, e aquilo que está “por trás” dos olhos: o conhecimento prévio do leitor.

5 Uma criança ainda não alfabetizada tem conhecimento prévio, mas não dispõe dos recursos de decodificação necessários à leitura. O contrário também ocorre: às vezes o leitor domina perfeitamente a linguagem escrita mas, por falta de familiaridade com o assunto tratado, acaba não conseguindo compreender o texto que tem diante dos olhos. O conhecimento prévio necessário à leitura, no entanto, não se resume ao conhecimento do assunto tratado pelo texto: envolve também o que se sabe acerca da linguagem e da própria leitura. Saber como os textos se organizam e que características têm, saber para que servem os títulos e admitir que não é preciso conhecer o significado de todas as palavras para compreender uma mensagem escrita, é tão importante para a leitura como ter intimidade com o conteúdo tratado.

6 “Aos 4 anos de idade descobri pela primeira vez que podia ler […] Só aprendi a escrever muito tempo depois, aos 7 anos de idade. Talvez pudesse viver sem escrever, mas não creio que pudesse viver sem ler. Ler – descobri – vem antes de escrever.” (Alberto Manguel)

7 Ler é uma necessidade pessoal e social. As crianças aprendem a ler quando acham que podem fazer isso. É difícil uma criança aprender a ler quando se espera dela o fracasso e/ou não achar finalidade na leitura. A leitura é um processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de construção do significado do texto a partir do que está buscando nele, do conhecimento que já possui a respeito do assunto, do autor e do que sabe sobre a língua. Toda vez que você analisar sua própria leitura vai constatar que a decodificação é apenas um dos procedimentos que utiliza para ler. Aprender a ler e ler para aprender

8 Situações de aprendizagem Leitura pelo professor Leitura compartilhada (professor e alunos) de textos conhecidos Leitura coletiva Leitura dirigida Leitura individual Pesquisa de outros textos Rodas de conversa ou de leitura Aprender com outros Gravação Produção de um livro Projetos

9 Propostas de atividades A possibilidade de circular pela classe fazendo intervenções pode ser facilitada pelo trabalho em grupo. Alguns princípios didáticos devem ser orientadores das situações de ensino e aprendizagem de modo geral : – Ajustar o nível de desafio às possibilidades cognitivas dos alunos, para que realmente tenham bons problemas a resolver; – Organizar agrupamentos produtivos, em função do conhecimento sobre o que os alunos sabem e do conteúdo da tarefa que devem realizar; – Garantir a máxima circulação de informação, promovendo a socialização das respostas e dos procedimentos utilizados pelos grupos. Por fim, vale ressaltar ainda duas questões: – O objetivo de todas essas atividades é favorecer a reflexão dos alunos sobre o sistema alfabético de escrita por meio da leitura de textos (a respeito dos quais já dispõem de algumas informações, tornando possível o uso de estratégias antecipatórias). – É fundamental cuidar para que os textos destinados à leitura dos alunos sejam sempre bem legíveis, especialmente quando são mimeografados.

10 LEITURA DA MÚSICA "A CASA" DE VINÍCIUS DE MORAES Tipo de atividade: Leitura Duração aproximada: 30 minutos Desafios colocados aos alunos Tentar ler antes de saber ler convencionalmente. Estabelecer correspondência entre partes do oral e partes do escrito. Utilizar o conhecimento sobre o valor sonoro convencional das letras (quando já sabem), ou trabalhar em parceria com alunos que fazem uso do valor sonoro (quando não sabem). Acionar estratégias de leitura que permitam descobrir o que está escrito e onde. Procedimentos didáticos específicos desse tipo de atividade O professor precisa: Assegurar-se que a música é de conhecimento dos alunos e que a sabem de memória: eles não devem memorizar o texto escrito, devem saber cantar.

11 Procedimentos dos alunos Os alunos precisam : – Conhecer a música; – Cantar a música buscando identificar as partes do escrito; – Marcar onde o professor faz a pausa na música; – Socializar sua resposta. Adequação da atividade considerando o conhecimento dos alunos Alunos com escrita não-alfabética: – Realizam a atividade tal como está proposta, observando-se o seguinte: os alunos com escrita silábica, que já conhecem o valor sonoro convencional das letras (e fazem uso desse conhecimento, ainda que parcialmente), podem ser agrupados com alunos com escrita silábica que desconhecem o valor sonoro convencional das letras e/ou fazem pouco uso desse conhecimento. – Podem trabalhar também com alunos com escrita silábico-alfabética, ou escrita pré-silábica. Alunos com escrita alfabética: – Podem realizar a escrita da música pondo em jogo os conhecimentos sobre as questões ortográficas

12 Intervenção do professor O professor pode utilizar um CD com músicas que os alunos apreciem, ou cantar a música junto com eles. Os textos poéticos oferecem para os alunos várias pistas, que favorecem antecipações: principalmente o ritmo e a disposição gráfica em versos. No final da atividade, o professor pode pedir que os alunos com escrita alfabética ditem, para que ele escreva na lousa, a primeira estrofe da música. Para isso, pode dar a seguinte orientação: "Vamos fazer de conta que eu só sei o nome das letras. Por isso, vocês devem me dizer com que letras devo escrever, e tudo o mais que devo fazer, para pôr na lousa o começo da música.Todos devem acompanhar em seus textos o que está sendo ditado, e corrigir quando houver algo errado." É comum que os alunos já alfabetizados ditem o texto sem informar ao professor a separação entre as palavras, e que cometam erros ortográficos, uma vez que não receberam o texto fonte. Nesse momento, os demais alunos, que são exatamente os que ainda não lêem convencionalmente, assumem o papel de informantes privilegiados, pois têm o texto em mãos.


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