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Património natural e fonte de vida. Estrutura do trabalho: O rio Almonda; Poluição; Qualidade da água; Fauna ; Paul do Boquilobo. 2Escola Sec. Maria Lamas,

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1 Património natural e fonte de vida

2 Estrutura do trabalho: O rio Almonda; Poluição; Qualidade da água; Fauna ; Paul do Boquilobo. 2Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

3 O Rio Almonda 3Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

4 Origem do nome Alius Munda ou Aliomonda Rio Almonda 4Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

5 Itinerário do Rio Almonda Serra DAire Casal da Pinheira Lapas Torres Novas Riachos Quinta de Miranda Azinhaga Margem direita do Rio Tejo 5Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

6 Características do Rio Almonda A sua nascente localiza-se na escarpa do Arrife, à altitude de 84 metros, junto ao lugar Moinho da Fonte; Nasce debaixo de um grande maciço calcário; Atravessa os concelhos de Torres Novas e Golegã; Apresenta 30km de extensão; A sua bacia hidrográfica é 274 km 2 ; O rio apresenta caudal durante todo o ano, e normalmente as suas águas correm de Norte para Sul. 6Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

7 Afluentes do Rio Almonda Ribeira do Alvorão; Ribeira da Boa Água; Ribeira do Serradinho; Ribeira da Meia Via; Ribeira do Casal do Pote; Ribeira do Boquilobo; Vala das Cordas. 7Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

8 Poluição 8

9 Na década de 80, o rio Almonda era um dos principais contribuintes para a má qualidade da água do rio Tejo. Passado 30 anos, foram feitos grandes investimentos em ETARs, vindo a qualidade do rio a melhorar consideravelmente. 9Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

10 Causas da Poluição do Rio Almonda 10Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

11 11 Os esgotos domésticos Vala que recebe os esgotos do Edifício Rosas

12 Indústrias Exploração Agrícola Exploração Pecuária Produção de Papel 12Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

13 Oficinas de reparação automóvel 13Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

14 Consequências da Poluição 14Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas Produtos químicos, orgânicos e substâncias químicas inorgânicas. Produtos químicos, orgânicos e substâncias químicas inorgânicas. Provocam danos na fauna e na flora do rio; afetam também a saúde humana. Provocam danos na fauna e na flora do rio; afetam também a saúde humana. Excesso de carga orgânica e de nutrientes, como nitratos, fosfatos e amónia. Excesso de carga orgânica e de nutrientes, como nitratos, fosfatos e amónia. Promovem o crescimento de algas e o fenómeno de eutrofização. Promovem o crescimento de algas e o fenómeno de eutrofização.

15 15 Fenómeno de eutrofização Fenómeno de eutrofização Situação normal Fenómeno de eutrofização Plantas que provocam o fenómeno da eutrofização

16 Qualidade da água & fauna 16Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

17 Qualidade da água Conjunto dos parâmetros físicos, químicos e biológicos que permitem avaliar a adequação de uma água para um determinado fim. Conjunto dos parâmetros físicos, químicos e biológicos que permitem avaliar a adequação de uma água para um determinado fim. Glossário de Termos Hidrológicos, e-Geo (Sistema Nacional de Inf. Geocientífica) Conjunto dos parâmetros físicos, químicos e biológicos que permitem avaliar a adequação de uma água para um determinado fim. Glossário de Termos Hidrológicos, e-Geo (Sistema Nacional de Inf. Geocientífica) 17Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

18 Análises 18

19 Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas19

20 20Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

21 Valor de pHTemperatura (ºC)Turvação (cm) Jardim das Rosas Zona da Fiação e Tecidos 714______ Lapas Nascente717 _______ Saídas de campo pH, Temperatura e Turvação

22 Sólidos Totais Dissolvidos Sólidos Totais dissolvidos 1ª Recolha2ª Recolha Jardim das Rosas0,13% 0,02% Fiação e Tecidos0,07%0,02% Nascente0, 01%0,06% Lapas0,05% Nos sólidos totais dissolvidos pode-se encontrar os iões Cl -, SO 4 2-, NO 3 -, Ca 2+, Mg 2+. Relativamente às amostras recolhidas nos seguintes pontos: Jardim das Rosas, Fiação e Tecidos, Nascente e Lapas, verifica-se que as análises efectuadas confirmam que a quantidade de sólidos totais dissolvidos está de acordo com as respectivas porções dos iões acima referidos.

23 Dureza O facto de estarmos numa zona de solos calcários faz com que as águas sejam duras, o que foi confirmado através das experiências que realizámos. Verificámos dois factos relevantes. O primeiro é que a dureza total, intimamente relacionada com as durezas cálcica e magnésica, apresenta valores praticamente constantes em todos os pontos de recolha. O segundo facto é que apesar das duas recolhas terem sido feitas com um intervalo de três meses, onde ocorreu pluviosidade, a dureza apresentou valores constantes. Dureza 1ª Recolha2ª Recolha TotalCálcicaMagnésicaTotalCálcicaMagnésica Jardim das Rosas Fiação e tecidos Nascente Lapas

24 Concentração em cloretos Relativamente à concentração em cloretos, a concentração revelou-se baixa e constante, o que nos indica que estamos presente uma água doce. Concentração em Cloretos 1ª Recolha2ª Recolha Jardim das Rosas5 5 Fiação e Tecidos55 Nascente55 Lapas55

25 Sulfatos e Fosfatos As concentrações de SO 4 2- mantiveram-se estáveis nas duas determinações. Mas, verifica-se um progressivo aumento ao longo do curso do rio; sendo mais elevado no Jardim das Rosas. E, o mesmo se verifica com as concentrações de PO ª Recolha2ª Recolha SulfatosFosfatosSulfatosFosfatos Jardim das Rosas 67 5,2670,9 Fiação e tecidos 56 0,4560,6 Nascente 14 0,5140,3 Lapas 29 0,9290,7

26 Nitratos Os nitratos, que resultam da actividade humana, apresentam valores mínimos na nascente. Na 2ª amostragem as concentrações diminuíram devido ao facto de ter havido pluviosidade nos dias anteriores. Concentração em Nitratos 1ª Recolha2ª Recolha Jardim das Rosas3,0 1,3 Fiação e Tecidos3,81,1 Nascente0,027 Lapas1,60,6

27 Amónio e Nitrito As concentrações de amónio revelaram-se baixas e inalteráveis, assim como as concentrações do ião nitrito. Este iões revelam que o rio não está poluído. 1ª Recolha2ª Recolha AmónioNitritoAmónioNitrito Jardim das Rosas0,200,0160,200,028 Fiação e Tecidos0,200,0160,200,080 Nascente0,200,0270,200,027 Lapas0,200,1040,200,108

28 Fauna Aves Peixes Anfíbios 28Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

29 Anseriformes - Aves 29Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

30 Anseriformes Patos Gansos Cisnes 30Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

31 Pato-real Adapta-se a diferentes habitats, privilegiando áreas temperadas; Alimentação variada (insectos, moluscos, peixes); Diferenciação entre macho e fêmea - Fêmea apresenta camuflagem própria que a protege dos predadores. 31Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

32 Pato-mudo Originário da América do Sul; Tanto frequenta água doce como água salgada; Alimenta-se de vegetação aquática. 32Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

33 Ganso Sinaleiro Chinês Habita geralmente em rios, lagos e lagoas; Alimenta-se de verduras e legumes; São usados como animal de guarda. 33Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

34 Peixes 34Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

35 Barbo Massa= cerca de 10 kg; Habita os fundos dos rios, onde predominam águas bem oxigenadas; Espécie omnívora alimentando-se principalmente de algas, plantas, moluscos, etc. 35Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

36 Carpa Encontra-se em águas calmas e com intensa cobertura vegetativa; É uma espécie omnívora, alimentando-se de invertebrados, plantas, ovos de batráquios, etc. 36Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

37 Pimpão Prefere águas pouco profundas calmas, com vegetação abundante e fundos arenosos; A fêmea tem a capacidade de por mais de ovos 37Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

38 Anfíbios 38Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

39 Sapo Comum Adapta-se a diversas condições climatéricas e a diferentes habitat (zonas húmidas ou secas, abertas ou com vegetação densa). 39Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

40 Sapo corredor Habita áreas abertas com solo compactos; Tem uma alimentação baseada em insetos. 40Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

41 Rã verde Alimenta-se de insectos, pequenos peixes e moluscos; A espécie hiberna durante o inverno; Quando as temperaturas são muito elevadas, escondem-se nos solos enlameados. 41Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

42 Reserva natural Paul do Boquilobo 42Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

43 Localização 43Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

44 Sistema hídrico A extensão, níveis e períodos de inundação dependem: Queda pluviométrica Caudal Abertura e fecho das comportas existentes Transbordo dos rios Almonda e Tejo

45 Sistema hídrico Nascentes superficiais designadas por olhos de água O Paul do Boquilobo, tal como qualquer zona húmida, tem uma elevada importância na regulação hídrica da região, dado que funciona como área de retenção e acumulação do excesso de água durante as cheias e recarga dos lençóis freáticos no período seco. 45Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

46 Espécies características - Vegetais Salgueiros; Nenúfares; Jacinto-de-água. 46Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

47 Galeirão Limícola Espécies características - Animais Aves 47Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

48 Zarro-comum Piadeira 48Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas

49 49Escola Sec. Maria Lamas, Torres Novas


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