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Uma questão de vida e de… morte

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Seremos Realmente Cidadãos Europeus?

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Apresentação em tema: "Uma questão de vida e de… morte"— Transcrição da apresentação:

1 Uma questão de vida e de… morte
EUTANÁSIA Uma questão de vida e de… morte

2 “Um “NÃO” dito com convicção é melhor e mais importante que um “SIM” dito meramente para agradar, ou pior ainda, para evitar complicações.” (Gandhi)

3 “Quero morrer. Não sei mais que estou fazendo por aqui
“Quero morrer. Não sei mais que estou fazendo por aqui. Não vejo sentido em continuar uma existência em que sou apenas um mero observador dos acontecimentos e vidas que me cercam. Dou um grito de angústia expressando esse desejo de fechar os olhos. O que posso fazer para que as pessoas me compreendam?” Excerto do filme “Mar Adentro”

4 Afinal o que é a Eutanásia?
“ boa morte”- “eu” (boa) e “thanatos” (morte). Acto no sentido de provocar a morte a pedido de uma pessoa que sofra ou não de uma doença incurável. Eutanásia pretende, desta forma, designar uma morte desejada voluntariamente por uma pessoa executada activamente por outra pessoa.

5 Quanto ao tipo de acção

6 Quanto ao consentimento do paciente

7 Conceitos relacionados
Utilização de todos os meios para prolongar a vida Distanásia Ortonásia Mistanásia Reconhece-se o momento natural do indivíduo Doentes que não chegam a ser pacientes / doentes vítimas de erro médico

8 História da Eutanásia no mundo
Não é um fenómeno recente. O termo Eutanásia não existe desde a origem da sua prática. Surge no séc. XVII com Bacon.

9 Como se administra? Ingestão ou inoculação injectável de dose letal de barbitúricos. Mínima margem de segurança entre a dosagem terapêutica e tóxica. Actua no sistema nervoso central. Reduz funções de alguns sistemas fundamentais. Alívio, sedação, hipnose, anestesia, coma e morte. Sobredosagem reflectida.

10 Argumentos a favor Viver é um direito e não uma obrigação.
Caminho para evitar dor e sofrimento de pessoas sem qualidade de vida ou em fase terminal. Medo da solidão e de ser um estorvo. Falta de esperança e de expectativa. Morte com conforto.

11 Argumentos contra Cuidados paliativos. Religião.
Legislação portuguesa. Desrespeito por códigos deontológicos. Interesses consequentes da legalização. Relação médico/utente afectada negativamente.

12 Cuidados Paliativos Cuidados activos e globais, prestados aos doentes e às suas famílias por uma equipa multidisciplinar, quando a doença já não responde ao tratamento curativo e a expectativa de vida é relativamente curta.

13 Quem beneficia destes cuidados?
Doentes que não têm perspectiva de tratamento curativo. Doentes cuja doença progride rapidamente. Doentes que sofrem intensamente. Doentes que exigem apoio específico, organizado e interdisciplinar.

14 UNIDADES DE C. PALIATIVOS
Instituto Português de Oncologia do Porto Serviço de Medicina Interna e Cuidados Paliativos do IPO de Coimbra Serviço de Medicina Paliativa dos Hospital do Fundão Equipa de Cuidados Paliativos de São João do Porto Equipa de Cuidados Continuados do Centro de Saúde de Odivelas Santa Casa da Misericórdia da Amadora Santa Casa da Misericórdia de Azeitão

15 Legislação em Portugal
Artigo 1º “Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular, e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.” Direito à vida é o mais importante na Constituição. Não é um direito da pessoa sobre ela mesma. Não há um “direito à morte”. Não há direito à Eutanásia.

16 Artigos “ A lei protege os indivíduos contra qualquer ofensa ilícita ou ameaça à sua personalidade física ou moral”. “ Quem matar outrem determinado por pedido sério, instante, e expresso que ela lhe tenha feito,é punido até 3 anos, sendo a tentativa punível”. “ A eutanásia homicida é distinta da eutanásia a pedido da vítima” .

17 A Bioética Estudo multidisciplinar das ciências da vida.
Actua sob princípios sólidos. Busca orientar prática científica. Regulamenta através da OMS os direitos e deveres do doente. Constitui argumento contra.

18 A Eutanásia lá fora LÍCITO ILÍCITO Itália Holanda Espanha Bélgica
Dinamarca Alemanha França Suíça Holanda Bélgica Oregon, Estados Unidos da América

19 Casos Reais Ramón Sampedro Tetraplégico durante 29 anos.
Solicitou eutanásia mas foi-lhe negada. Planeia a sua morte com a ajuda de amigos . Deixou gravado últimos momentos de vida .

20 Vítima de acidente rodoviário. Coma vegetativo aos 26 anos.
Nancy Cruzan Vítima de acidente rodoviário. Coma vegetativo aos 26 anos. Luta nos tribunais para averiguar as suas convicções acerca da Eutanásia. Juízes decidem pela sua morte. Máquinas foram desligadas. Terri Schiavo Adolescente de 90 kg. Dieta rigorosa prolongada. Desordem alimentar. Estado vegetativo permanente. Luta nos tribunais. Autorização para retirar o tubo de alimentação.

21 Vincent Humbert Grave acidente rodoviário aos 20 anos.
Coma durante 9 meses. Tetraplégico, cego, surdo. Curiosa forma de comunicação. Pedido de eutanásia a Jacques Chirac em 2002. Escreveu livro Eu peço-vos o direito de morrer.

22 Os Inquéritos

23 FIM Principal deste filme?
Quem nos garante que, no meio de nós, um dia, não estará alguém na posição de actor Principal deste filme? Vamos querer que outros decidam por nós? FIM

24 Escola Secundária com 3ºCiclo D.Dinis
Tema: Toxicodependência Sub –Tema: A Reintegração Social é na realidade concretizável? Ana Nogueira, Filipa Queirós, Carla Borges, Catarina Paiva

25 “Normalmente tem a ver com a pressão do círculo de amigos, ou porque se envolveram numa briga, separaram-se de alguém ou alguém que lhes era chegado morreu. Sentem-se em baixo e ouviram dizer que as drogas os põem para cima, experimentam.” (Daniel, 15 anos)

26 Porque Razão se Consomem Drogas?
Escapar à realidade Preencher uma lacuna Sentirem-se Melhor Exibição Diversão Porque Razão se Consomem Drogas? Curiosidade Problemas em Casa Aborrecimento Porque Se Sentem Deslocados Pressão Dos Amigos

27 Primeiro Contacto: Ocorre em qualquer idade;
A maior percentagem incide na adolescência; Círculo de Sociabilidade; Curiosidade e Integração; Grupo Alargado; Quase sempre o resultado é negativo; Insere-se nas regras e hábitos do quotidiano; Os efeitos são prejudiciais, mas não visíveis.

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29 “As pessoas ficam agarradas porque a primeira vez é espectacular
“As pessoas ficam agarradas porque a primeira vez é espectacular. Há luzes por todo o lado, figuras a dançar nas cortinas: a primeira vez é tão boa que tentas sempre voltar a essa vez… Mas não consegues.” (Jaime, 18)

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31 Toxicodependência Forma extrema e última de dependência;
Consumo obsessivo; A droga torna-se o elemento estruturador do quotidiano; Decadência mental e física; Inexistência de forças e/ou capacidade para abandonar o consumo.

32 Consumo Excessivo: Consumo que acarreta demasiados riscos e consequências; A dose é aumentada regularmente; Tornam-se visíveis os danos físicos, mentais e sociais; O perigo da dependência aumenta exponencialmente.

33 é na realidade concretizável?
A Reintegração Social é na realidade concretizável?

34 “A todas as pessoas que me ajudaram, o meu obrigado, sem vocês provavelmente não teria conseguido, se calhar estaria morto, se calhar estaria preso, se calhar estaria por aí perdido, algures na selva dos bairros do consumo.” (Ex.Toxicodependente)

35 Reinserção Processo e orientação de um conjunto de iniciativas úteis que permitam, ao indivíduo excluído optar, ganhando ou recuperando as condições necessárias para viver em sociedade e nela se integrar; Exige um planeamento; Permite reencontrar a auto-estima; Reforça a valorização individual; Impõe uma estrutura de tempo; Conduz a uma partilha de experiências e contactos fora do núcleo familiar e do círculo de consumos;

36 Pensar em Reinserção é pensar em:
Projectar um plano adequado às necessidades e potencialidades de cada indivíduo; Conhecer os processos para a concretização desse plano; Acompanhar o processo de integração em toda a sua globalidade;

37 Obstáculos à Reinserção
A sociedade desconfia dos toxicodependentes. Acham-nos perigosos e incapazes, discriminando-os; A resistência das instituições sociais à integração dos toxicodependentes; A restrição de emprego e oportunidade de vida que são impostas aos toxicodependentes; A grande oferta de drogas que condicionam o processo de reinserção; A falta de apoio familiar, do grupo de amigos e de acompanhamento;

38 “O pior são de facto as dores da alma, essas sim ficam para sempre, essas não passam, essas doem todos os dias, por vezes diminuem de intensidade, mas não desaparecem, ficam companheiras para a vida!” (Ex. Toxicodependente)

39 Entre eles, o Programa vida Emprego.
Como forma de combate aos obstáculos da reinserção, existem programas suportados pelo estado que visam aperfeiçoar todo o processo de Reintegração Social. Entre eles, o Programa vida Emprego. Este é um mecanismo de programação de acesso à participação social e profissional de grande parte dos toxicodependentes.

40 Um dos vectores do programa Vida-Emprego é o Trabalho. Este:
É uma fonte de satisfação das necessidades básicas e essenciais; Conduz à autonomia; Permite ao indivíduo organizar o seu dia-a-dia, segundo o seu horário; Mantém-no ocupado e fá-lo sentir-se útil;

41 Para o sucesso do tratamento é necessário que o indivíduo tenha:
Alguma autonomia pessoal; A capacidade de desempenhar as tarefas propostas; Estabelecer relações afectivas positivas; Capacidade de ocupar correctamente os seus tempos livres;

42 Conclusões: Concluímos que a população inquirida não sabe, de facto, o conceito de toxicodependência; Grande parte da sociedade associa o conceito de marginalidade à toxicodependência; A droga mais consumida em Portugal é a Cannabis;

43 O processo de reintegração social é, de facto, concretizável, mas não em toda a sua extensão;
Verificámos que, em muitas situações, o indivíduo consegue obter emprego, por sempre ter escondido a sua dependência; Muitos toxicodependentes recusam aderir ao programa Vida-Emprego para poder esconder, mais uma vez, a sua toxicodependência; A maior parte dos toxicodependentes (65% da amostra) afirmou sentir-se discriminado; A reinserção social, ao contrário daquilo que é comum pensar-se, é um processo que exige tanto da sociedade como do indivíduo;

44 Trabalho Elaborado por:
Ana Nogueira, nº 1 Filipa Queirós, nº 2 Carla Borges, nº 5 Catarina Paiva, nº 6

45 Seremos Realmente Cidadãos Europeus?
União Europeia Cidadania Europeia Seremos Realmente Cidadãos Europeus? Grupo Europa (12ºC): Bruno Lopes Hugo Pais João Figueiredo

46 A História da União Europeia
O Porquê de uma Comunidade Europeia; Tratados da UE e medidas tomadas; Alargamentos.

47 O Porquê de uma Comunidade Europeia
Os principais motivos que levaram à formação da UE foram os seguintes: A paz e a segurança entre os países que fazem parte desta integração económica; Uma maior solidariedade social e cooperação economicamente entre os países; Maiores possibilidades de crescimento económico; Criação de um grande mercado, o que provoca aumento da produção e do emprego.

48 Antes da CEE Benelux OECE CECA
Benelux foi uma das primeiras organizações económicas da Europa, que gerou o embrião do que seria mais tarde a União Europeia. Começou como a área de livre comércio entre Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo OECE Depois da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos da América ajudaram economicamente a Europa através do Plano Marshall. Foi então criada ,por 16 países europeus associados aos EUA e Canadá, a OECE (Organização Europeia de Cooperação Económica), que teve uma dupla importância: administrou a ajuda americana, e lançou os primeiros indícios de como era viável e vantajosa uma integração europeia. CECA A CECA, fundada pela França, Alemanha e Itália no Tratado de Paris de 1951, tinha como objectivo a integração das indústrias do carvão e do aço dos países europeus ocidentais e é também a primeira vez que havia transferência dos direitos de soberania de alguns estados para uma instituição europeia.

49 Tratado de Roma – fundação da Comunidade Económica Europeia (CEE)
Em 1957, foi assinado o Tratado de Roma que institui a CEE (Comunidade Económica Europeia) e a Euratom (Comunidade Europeia da Energia Atómica) por França, Itália, Luxemburgo, Bélgica, Holanda e Alemanha Ocidental. A CEE tinha como principais objectivos a criação de uma união aduaneira, um mercado comum e a adopção de politicas comuns. Robert Schuman e Jean Monnet Assinatura do Tratado de Roma

50 Países Fundadores da CEE
Os países que fundaram a CEE: França, Alemanha, Itália, Holanda, Bélgica e Luxemburgo

51 1º Alargamento Irlanda, Reino Unido e Dinamarca aderiram à CEE em 1973, constituindo a Europa dos 9

52 Década de 70 e Acto Único Europeu
Na década de 70, a Europa passou por uma crise. Esta teve como origem razões como a crise petrolífera, o aumento da concorrência mundial, nomeadamente do Sudeste Asiático, e a pouca flexibilidade do mercado de trabalho. Mais uma vez, a Integração surge como resposta à crise na Europa. Em 1986, é assinado o Acto Único Europeu, tendo em vista o reforço da integração económica e politica dos países da Europa.

53 Acto Único Europeu - Objectivos
Abolição de todas as barreiras físicas, técnicas e fiscais; Reforço da cooperação económica e social; Reforço da investigação e desenvolvimento; Harmonização de regras em vários sectores; Criação do Conselho Europeu e reforço dos poderes do Parlamento Europeu; Protecção do ambiente.

54 2º e 3º Alargamento A adesão da Grécia deu-se em 1981, formando a Europa dos 10. Portugal e Espanha aderiram em 1986, formando a Europa dos 12.

55 Portugal é representado no Parlamento Europeu por 24 euro deputados.
Portugal na UE As principais vantagens de Portugal em pertencer à UE são as ajudas monetárias dos programas comunitários europeus, como por exemplo em áreas como a agricultura (FEOGA). Portugal já assumiu a presidência da União Europeia, e voltará a assumir no 2º semestre de 2007 O actual presidente da Comissão Europeia é o ex-Primeiro Ministro português Durão Barroso Portugal é representado no Parlamento Europeu por 24 euro deputados.

56 4º Alargamento Em 1995, Finlândia, Áustria e Suécia aderem à UE, formando-se assim a Europa dos 15.

57 Tratado de Maastricht Em 1992 é assinado o Tratado de Maastricht, também conhecido como Tratado da União Europeia (TUE), assinado na cidade holandesa que lhe deu o nome. Foi o tratado que instituiu a União Europeia.

58 Tratado de Maastricht - Objectivos
Este tratado, pela primeira vez, ultrapassa o objectivo económico inicial da Comunidade de constituir um mercado comum e vai mais longe, com a criação de uma união política e social e consagra oficialmente o nome de “União Europeia” que a partir daí substituirá o de Comunidade Europeia. O Tratado de Maastricht tem dois objectivos principais: A criação de uma União Económica e Monetária Criação de uma União Política

59 União Económica e Monetária
Com o Tratado de Maastricht, surge também a moeda única. O Euro foi um dos maiores e mais difíceis passos dados pela União Europeia com vista à integração Europeia. Com ele, pretendeu-se a abolição de todas as fronteiras monetárias da UE, com a substituição de todas as moedas oficiais da União Europeia por uma moeda única.

60 O Euro – Vantagens e Desvantagens
As vantagens do Euro são: A diminuição dos custos nas transacções com os países da zona euro; Uma maior transparência de preços, porque como todos os bens estão marcados em euros, isso provoca um incremento na concorrência do mercado único; As viagens a outros países da União tornam-se mais fáceis e mais baratas porque não é necessário fazer câmbios; Pode-se comparar melhor os preços dos mesmos produtos nos diferentes países, porque estão todos marcados em EUROS; Maior estabilidade dos preços; A promoção da integração económica que torna as finanças europeias mais eficientes; Torna a Europa mais competitiva no comércio internacional; Facilita o comércio e, portanto, contribui para o desenvolvimento de todas as actividades e para a criação de emprego; Torna a economia de cada país mais estável. Os inconvenientes desta transição já estão maioritariamente ultrapassados. Foram a adaptação à nova moeda e a perda de autonomia no controlo das taxas de cambio para o banco central europeu.

61 O Euro – Fases O Euro teve três fases: A primeira ( ), foi o lançamento da UEM. Esta fase caracterizou-se pela adopção de legislação e reformas com o objectivo da livre circulação de bens, e harmonização do desempenho económico dos Estados-Membros candidatos ao euro; A segunda ( ), caracterizou-se pela criação do Instituto Monetário Europeu (IEM) composto pelos Governadores dos Bancos Centrais da União Europeia, preparação da criação do Banco Central Europeu (BCE) e os Bancos Centrais Nacionais. No ano de 1998 foram definidos os países aptos a passar à terceira fase da UEM, ou seja, os que tinham cumprido os critérios de convergência estabelecidos no Tratado de Maastricht; A terceira e última, iniciada a 1 de Janeiro de 1999, marcou a entrada em funcionamento da UEM. Foram afixadas as taxas de conversão das moedas nacionais ao Euro. A 1 de Janeiro de 2002 entrou em circulação o Euro nos países aderentes.

62 União Política Na vertente da União Política, estabeleceram-se os seguintes objectivos: Criação de uma Política Externa e de Segurança Comum (PESC); Reforço de cooperação nos domínios da Justiça e Assuntos Internos; Construção de uma Europa social; Novos campos de acção comunitária (fundos comunitários) Reforço da legitimidade democrática. Instauração de uma cidadania Europeia;

63 5º Alargamento Em 2004 dá-se a maior adesão de sempre à UE: Estónia, Eslováquia, Rep. Checa, Polónia, Chipre, Letónia, Malta, Hungria, Lituânia e Eslovénia, formando a Europa dos 25.

64 6º Alargamento Em 2007, a Roménia e a Bulgária aderem à União Europeia, formando a Europa dos 27

65 O Alargamento da União Europeia
O alargamento da União Europeia tem diversas vantagens para esta: Aumento do número de consumidores, formando um mercado único ainda maior, tornando-se um dos maiores do mundo; Reforço do crescimento económico e da criação de novos empregos; Melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, pois há uma maior organização e esforço na defesa do ambiente, luta contra o crime internacional, tráfico de droga e imigração ilegal; Reforço da UE no plano internacional, pois representará mais países e mais cidadãos no contexto mundial; Reforço da paz, segurança, estabilidade e da prosperidade da Europa; Reforço das novas democracias resultantes da sua descolagem do bloco de Leste. Existe, contudo, também um conjunto de desvantagens trazidas pelo alargamento: Aumento das disparidades económico-sociais entre as regiões da União Europeia. Dificuldade de reajustamento de: -As políticas da União e reformas das instituições da União – com o alargamento, as politicas e as instituições europeias têm que se reajustar aos novos países, como o feito em 2001 com o Tratado de Nice. -Os fundos estruturais da União – com a adesão de novos países, têm que se fazer reajustamentos aos fundos estruturais.

66 Fim da parte histórica e inicio da cidadania

67 Cidadania Europeia A Cidadania é o “vínculo jurídico entre o indivíduo e o respectivo Estado, traduz-se num conjunto de direitos e deveres” (in Cidadania Europeia, de Centro de Informação Europeia Jacques Delors) O conceito de Cidadania Europeia surgiu com o Tratado de Maastricht em 1992 e, tal como o nome transmite, esta estabelece uma interligação entre a União Europeia e os cidadãos dos seus países, e confere aos cidadãos europeus direitos e deveres. Com este passo, a Europa passa então de uma Europa de negócios a uma Europa dos cidadãos, uma Europa Social, e que procura transmitir o sentimento de pertença a uma entidade supranacional. “É instituída a cidadania da União. É cidadão da União qualquer pessoa que tenha a nacionalidade de um Estado-Membro. A cidadania da União é complementar da cidadania nacional e não a substitui.” (in Art.º17 Tratado UE)

68 Direitos dos Cidadãos Europeus
Os direitos dos cidadãos da União Europeia mais importantes são: Livre circulação de pessoas; Capacidade eleitoral; Direito à protecção diplomática Direito de petição; Acesso ao Provedor de justiça; Direito à transparência; Protecção dos dados; Direito dos consumidores;

69 Livre circulação de pessoas no Espaço Europeu
O primeiro direito reconhecido ao cidadão europeu é o de circular e de permanecer livremente no território dos Estados-Membros. O cidadão europeu tem assim os seguintes direitos: Liberdade de entrada, circulação e residência em qualquer país da UE, sem necessidade de visto; Liberdade de trabalhar em qualquer país da UE nas mesmas condições do que os nacionais desse Estado; Liberdade de residência para qualquer outro fim que não o trabalho; Liberdade de votar e ser eleito nas eleições municipais e europeias no país da UE da sua residência.

70 Capacidade Eleitoral Todo o cidadão europeu tem o direito de voto e de ser eleito nas eleições autárquicas e europeias no Estado-membro de residência. Os cidadãos estrangeiros têm o mesmo direito que os cidadãos nacionais nestas duas eleições. Assim, um cidadão europeu pode-se candidatar a uma Câmara Municipal de outro país que não o seu de origem, desde que seja recenseado nessa mesma Câmara Municipal. Um cidadão Europeu pode-se também candidatar ao Parlamento Europeu quer pelo seu país de origem quer pelo seu país de residência.

71 Direito à protecção diplomática
Um dos direitos de um cidadão europeu num país terceiro à União é de, caso o seu país de origem não tenha representação diplomática, ser representado por outro país da UE. Esta situação pode surgir com a necessidade de protecção consular, e assim caso não haja uma embaixada ou consulado do seu país, o cidadão europeu pode-se dirigir à de qualquer outro país da UE. O tipo de assistência que se pode obter é de, por exemplo, a assistência em caso de: Morte, doença ou acidente grave; Prisão ou detenção; Vitima de actos violência; Repatriação, se necessário, como por exemplo em caso de desastre natural.

72 Direito de Petição ao Parlamento Europeu
O Direito de Petição constitui um elo de ligação entre os representantes e os cidadãos de cada Estado-membro. Podem apresentar petições ao Parlamento Europeu qualquer cidadão ou residente na UE, e sociedades, organizações ou associações. Os assuntos que podem ser objecto de petição são: A livre circulação de pessoas, mercadorias; Não descriminação em razão de nacionalidade; Igualdade de tratamento entre homens e mulheres; Harmonização fiscal; Direito à educação, à formação e saúde; Protecção do ambiente.

73 Acesso ao Provedor de Justiça
O Provedor de Justiça investiga as queixas relativas a casos de má administração a nível da acção das instituições ou dos organismos comunitários. Podem recorrer ao Provedor de Justiça qualquer cidadão ou residente na UE, e as empresas, associações ou outros organismos que tenham sede na UE. P. Nikiforos Diamandouros, actual Provedor de Justiça Europeu

74 Direito à transparência
O direito à transparência traduz-se pelo acesso aos documentos do Parlamento, Concelho e Comissão Europeia por todos os cidadãos e associações residentes ou com sede na União Europeia, salvo algumas excepções como a violação da vida privada, o interesse público e interesses comerciais, entre outros.

75 O Cidadão tem direito a:
Protecção dos dados O Cidadão tem direito a: Ser informado, no momento em que os seus dados são recolhidos, tendo acesso à identidade e contacto do responsável; Exigir a clarificação de todas as condições de utilização posterior dos dados; Exigir que o seu nome e endereço sejam eliminados dos ficheiros utilizados pelo marketing/mailing directo; Ter acesso às informações sobre si registadas.

76 Direito dos consumidores
Existem vários direitos que o cidadão europeu tem relacionado com o consumo. São eles: Direito à reparação de danos Os compradores de bens ou serviços devem estar protegidos contra os abusos de poder do vendedor. O consumidor deve poder beneficiar, em relação aos bens de consumo duradouros, de um serviço pós-venda de qualidade. A gama de mercadorias colocadas à disposição dos consumidores deve possibilitar uma escolha razoável, e não monopolística; Direito à protecção da saúde e segurança: Quando utilizados em condições normais, os bens e serviços não deverão ser perigosos. Em caso de perigo, deverão ser retirados do mercado mediante processos rápidos e simples O consumidor deverá estar protegido face a danos causados por produtos e/ou serviços defeituosos. Direito à representação Os consumidores devem ser associados ao processo de tomada de decisões, em particular, através das suas associações, como a defesas dos consumidores. Direito à informação e à educação Os consumidores devem ser capazes de efectuar escolhas adequadas e conscientes, pelo que têm direito à informação relevante. Um exemplo é a informação dada nas caixas dos cigarros.

77 Os Deveres dos Cidadãos Europeus
Assumir a identidade europeia: O cidadão tem o dever de conhecer a História da Europa, assumir-se como Europeu e defender a Europa; Aplicar na prática os valores europeus: Partilhar, Trabalhar e o Dever Democrático; Reclamar o Direito à justiça: o cidadão deve contribuir para construir uma ordem mundial mais justa; Assim, constituem a base dos deveres dos cidadãos europeus o Conhecimento, a Responsabilização e a Participação. Este é o contributo que cada cidadão pode e deve dar para a construção de uma Cidadania Europeia. O cidadão europeu tem, além destes direitos todos, deveres para com a União Europeia. Todos eles derivam de um principal: o dever da participação. São eles:

78 Testagem à Comunidade Escolar da Escola Secundária c/3º ciclo D. Dinis
Problema: “Seremos realmente cidadãos europeus?» Para levar a cabo esta testagem decidimos elaborar um inquérito composto por variáveis independentes separados por três grupos e variáveis dependentes – sexo, idade, habilitações literárias e local de residência, com fim de caracterizar a amostra. A divisão do inquérito foi feita por três grupos com diferentes objectivos: No primeiro, pretendíamos que as pessoas reflectissem e auto-avaliassem os seus conhecimentos sobre a Europa e Cidadania Europeia; Este grupo foi depois, na análise feita aos resultados por nós, confrontada com o 3º grupo, em que os conhecimentos das pessoas eram directamente testados por nós, com perguntas. Depois desta confrontação tirámos então as nossas conclusões, sobre o conhecimento dos inqueridos sobre a Europa e Cidadania Europeia. Por fim, o 2º grupo, em que perguntas de opinião sobre a Europa eram feitas, com o objectivo de incentivar as pessoas a seres cidadãos com opinião e participação.

79 Caracterização da Amostra
Este inquérito dirigiu-se à Comunidade Escolar D. Dinis, com uma amostra pretendida de 15%. O total de pessoas inqueridas foi de 79 pessoas. Esta amostra tem um total de: 54 Estudantes; 12 Professores; 5 Auxiliares de Educação; 8 Encarregados de Educação. Por local de residência: 30 pessoas disseram viver numa Aldeia; 11 pessoas disseram viver numa Vila; 37 pessoas disseram viver numa Cidade. Por idades: pessoas; pessoas; pessoas; pessoas; pessoas. Por sexos: 41 pessoas do sexo masculino; 38 pessoas do sexo feminino. Os estudantes, decidimos não contar o respondido por vários motivos. As pessoas não devem ter percebido o que era aqui pedido, pois como é óbvio ninguém aqui pode ter o secundário, ou já não seria estudante desta escola, ou seja, responderam o ano actual. Dos 54 estudantes, 20 são do 7º ao 9º ano, e por isso têm o 2º ciclo, e 34 são do 10º ao 12º ano, por isso têm o 3º ciclo.

80 Confrontação de resultados dos grupos 1 e 3
Foi pedida ás pessoas para darem, e 1 a 5, com 1 a ser o pior e o 5 o melhor, um nível ao seu conhecimento sobre: “1.1 Europa em geral 1.2 O papel de Portugal na UE 1.3 Os novos países da UE 1.4 Cidadania Europeia 1.5 Direitos e Deveres enquanto cidadão europeu” Os resultados obtidos foram os seguintes: 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 1 4 8 6 3 2 14 15 13 16 46 39 31 38 32 9 18 12 5 NR

81 Como se pode ver por esta tabela de resultados e pelos exemplos dos gráficos às respostas das perguntas 1.1, a maioria classificou os seus conhecimentos sobre a Europa e a Cidadania Europeia como razoáveis. O 3 foi a Moda de todas as perguntas e a Média também se aproximou desse valor. Iremos de seguida ver se estes valores, que correspondem aos conhecimentos que as pessoas sentem possuir, coincidem com os conhecimentos que as pessoas demonstraram ter, com o teste feito no 3º grupo.

82 No 3º grupo era, então, onde efectivamente os conhecimentos das pessoas eram testados, com perguntas de escolha múltipla. Eram elas: “1. Que Tratado instituiu a CEE (Comunidade Económica Europeia)? R:2- Tratado de Roma (1957) 2. Quais os países fundadores da CEE? R:2- Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, França e Itália 3. Em que ano aderiu Portugal à União Europeia? R: 4. Se um cidadão fornecer dados numa compra, a empresa pode usar esses dados para outros fins? R:3- Não, o cidadão tem que ser informado quanto à utilização e finalidade dos seus dados 5. Um cidadão de outro país europeu pode-se candidatar à Câmara Municipal de Coimbra? R:2- Sim, desde que seja recenseado no concelho de Coimbra 6. Num país terceiro, posso recorrer a uma representação diplomática de um outro Estado-Membro?” R:3- Sim, desde que não exista representação diplomática portuguesa Os resultados obtidos foram os seguintes: 1 2 3 4 5 6 Acertaram 23 45 44 49 47 20 Erraram 51 30 27 29 53 NR

83 Por fim, as ultimas três perguntas onde são testados os conhecimentos das pessoas sobre Cidadania Europeia e os seus direitos. Relacionadas com as 1.4 e 1.5 do grupo 1, nas quais as pessoas revelam sentir um conhecimento já ligeiramente acima do razoável (principalmente na 1.5), só efectivamente nas perguntas 4 e 5 se pode verificar esse bom conhecimento, com muitas respostas correctas, mas na pergunta 6, talvez por ser mais difícil ou menos usual, as respostas erradas foram muitas, não correspondendo por isso aos valores obtidos na 1.4 e 1.5 do grupo 1. Contudo, pelas perguntas 4 e 5, pode-se dizer que os conhecimentos das pessoas sobre os seus direitos são efectivamente já acima do razoável. A pergunta 3 testava directamente os conhecimentos das pessoas em relação a Portugal na UE, e achámos que nada testaria melhor esse conhecimento do que a data de adesão de Portugal à UE. Comparando os resultados obtidos na 1.3 do grupo 1 e nesta pergunta, o sentimento razoável de conhecimento é também correspondido por 55% das respostas correctas. Nas perguntas 1 e 2 fazíamos duas perguntas de cultura geral sobre a Europa. Enquanto que a maioria falhou a primeira, na segunda já houve mais respostas certas que erradas. Contrapondo estes resultados com a 1.1 do grupo 1, é difícil chegar a uma conclusão, pois apesar de a maioria ter o seu conhecimento como razoável, na 1 houve uma enorme falha. Por outro lado, na pergunta 2, já houve uma maior facilidade em identificar os países fundadores da CEE, demonstrando um maior conhecimento e interesse pelos países envolvidos na União Europeia.

84 “1. A maior vantagem para si de ser cidadão europeu é:”
Resultados do Grupo 2 O principal objectivo deste grupo era, através da auscultação de opiniões em questões variadas e actuais, promover o conhecimento a participação . Para tal, fizemos as seguintes perguntas: “1. A maior vantagem para si de ser cidadão europeu é:” Para a grande maioria (46 pessoas), circular livremente pela Europa é a maior vantagem sentida em ser Cidadão Europeu, entre outras possibilidades como usar o Euro, trabalhar e estudar na Europa.

85 “4. A UE deve continuar a alargar-se a outros países?
“2. A maior vantagem em pertencer à UE é:” Aqui podemos ver que a livre circulação, neste caso de pessoas, bens, capitais e serviços é a maior vantagem para o pais em pertencer à UE, com 41 respostas, seguida da Moeda Única com 18 respostas e dos Fundos Comunitários com 13 respostas. “3. Considera que deve existir uma Constituição europeia para todos os cidadãos europeus?” Maioria das pessoas (62) mostrou concordar com a Constituição Europeia. “4. A UE deve continuar a alargar-se a outros países? Maioria das pessoas (64) mostrou-se receptiva a um próximo alargamento da UE.

86 “5. Qual o símbolo que associa mais à União Europeia?”
Os dois grandes símbolos associados à UE pela população inquerida foram o Euro (34 ) e a Bandeira (35). Neste grupo questionámos sobre alguns dos assuntos ligados à União Europeia, e quais os símbolos que a ela mais associam. Os resultados demonstram que: A livre circulação na Europa é tida como a maior vantagem para as pessoas e para o país em pertencerem à União Europeia; As pessoas são favoráveis a temas actuais como a Constituição e o alargamento a outros países; O símbolo mais associado à União Europeia é o Euro e a Bandeira, com o Euro a ter ganho por apenas um voto.

87 Conclusões As informações principais que achamos que ficaram com este inquérito foram de que as pessoas inqueridas não se sentem muito à vontade com este tema, pois houve perguntas que pensávamos ser simples, e receberam um elevado numero de respostas erradas, com nenhuma pergunta do grupo 3 a ultrapassar os 70% de respostas correctas, ou seja, nenhum destes temas pode ser dado como praticamente certo nos conhecimentos das pessoas. Portanto, e respondendo à nossa pergunta, as pessoas ainda não revelam um bom conhecimento sobre o que é ser Cidadão Europeu. Contudo, já revelam um conhecimento razoável, como demonstra a avaliação que fazem dos seus conhecimentos e algumas respostas dadas, bem como a aceitação da Constituição Europeia e o Alargamento, o que também não deve ser descurado.

88 Esperemos que o nosso trabalho ajude as pessoas a melhorar os seus conhecimentos e os resultados em inquéritos futuros que outros possam vir a fazer e, assim, contribuir para uma evolução positiva dos conhecimentos sobre a Europa e o ser Cidadão Europeu.

89 Escola Secundária com 3º ciclo D. Dinis
Prostituição Tabu, porquê? Grupo I Ç D Ç I: Daniela Papel- nº 7, Irina Camões- nº 9, Inês Costa e Silva- nº 11 Ano lectivo 2006/2007

90 Valsa do bordel “Longas piteiras perfumes no ar
roxas olheiras em torno do olhar que brincadeira fazer profissão da mais antiga profissão da mais antiga e mais sem solução Discos franceses tão sentimentais velhos fregueses com taras iguais ah! quem me dera voltar para trás sem sentira mais tanta solidão E, de repente entre tanto cliente Lá chega o gostosão e, incontinente, abre conta-corrente em nosso coração A gente apanha mas sente prazer dá o que ganha e o que vai fazer ele é a paixão todo o resto é saber vender um pouco de ilusão.” Vinicius de Moraes

91 A Prostituição consiste numa relação sexual
(homo ou hetero), na qual o vínculo determinante não é o afecto ou o desejo recíproco, mas sim o acto de proporcionar prazer sexual em troca de dinheiro ou outro tipo qualquer de benefício, num sistema organizado de proxenetismo.

92 Economia subterarânea
Clientes Instituições de apoio Proxenetas Escravidão Direitos humanos Amas dos filhos Dinheiro PROSTITUIÇÃO Ilegalidade Gravidez indesejada e/ou precoce Droga Economia subterarânea Redes organizadas DST Tráfico humano Contracepção

93 Barra Cronológica da História da Prostituição
476 d.C. 1453 / 1500 1789 / 1800 Antes de 800 a.C. Grécia Antiga Roma Antiga Idade Média Idade Moderna A prostituição era um ritual religioso e sagrado. Passou a ser uma profissão respeitada, em que se pagavam impostos. Sofre uma tentativa de erradicação por parte da Igreja. É considerada pecado e é a causa da proliferação de muitas doenças sexualmente transmissíveis.

94 Revolução Industrial Sec. XX Actualidade 1789 / 1800 Sec. XX Sec. XXI
Recebeu um novo fôlego com a revolução industrial, pois as mulheres vendiam o corpo ao patrão ou capataz em troca de regalias no trabalho e fora dele. Surge a primeira tentativa de controle da prostituição, desvinculando-a do crime, realizada pela ONU. Surgem novas formas de prostituição, através das novas T.I.C. Procede-se à sua legalização nalguns países.

95 Causas da Prostituição Causas de permanência
- Filha (o) de pais desempregados e analfabetos - Família numerosa e/ou desagregada - Fome na infância - Trabalho infantil - Habitação sub-humana - Alcoolismo dos pais - Abandono, maus tratos, violência - Baixo nível escolar e por vezes consequente abandono; - Relação sexual precoce (muitas vezes por violação) e como resultado gravidez Solidão Ignorância Desemprego - Ninfomania Causas de permanência - Fracos recursos económicos - Baixo nível de escolaridade, o que leva à dificuldade de arranjar emprego - Família muito numerosa e desagregada - Solidão - Problemas no seio familiar ou no contexto social - Ausência de apoio emocional / abandono - Isolamento forçado do resto do mundo - Escassez de Instituições de apoio à Prostituição - Controlo do proxenetismo - Falta de informação - Ninfomania - Baixo nível de auto-estima - Ilusão de muito dinheiro fácil

96 O proxenetismo passa pela exploração económica, moral de uma ou várias pessoas, através da Prostituição. A sua dimensão é local, nacional, internacional e transacional. Os proxenetas são: - Os companheiros que as exploram directamente, - Donos das infra-estruturas em que elas trabalham, - As amas dos seus filhos, que, conhecendo a sua profissão, cobram valores altos por cuidarem das crianças, - As colegas que se aproveitam umas das outras. Os clientes abrangem todas as classes sociais. Regra geral, estes procuram uma prostituta que se enquadre na sua posição socioeconómica, ou seja, que combine com o seu poder económico.

97 Métodos de contracepção
Contraceptivos Métodos de contracepção - Preservativos (masculino e feminino) - Ogino-Knauss - Diafragma - Temperaturas - Espermicida - Coito Interrompido - Contracepção hormonal - Esterilização (feminina e masculina) - Dispositivo intra-uterino - Pílula do dia seguinte Doenças sexualmente transmissíveis: - SIDA - Gonorreia - Sífilis - Hepatite B - Clamídia - Candidíase Vaginal

98 Geralmente o tráfico baseia-se num motivo-base: a miséria.
Características das pessoas traficadas: Estrangeiras Não falam a língua do país em que se encontram São ilegais São pobres São confinados ao contacto com o cliente e proxeneta São explorados num círculo cerrado de estruturas, sem contacto com o exterior Rede de proxenetismo Olheiro (selecciona a mulher) Aliciador (provoca a entrada da mulher na Prostituição) Angariador (coloca a mulher a prostituir-se e controla-a)

99 A Prostituição não é legal nem ilegal
A Prostituição não é legal nem ilegal. Não é controlada, mas o proxenetismo é penalizado.

100 A nossa “história de vida”…
Escolha dos métodos e técnicas de investigação Realização do plano de trabalho Escolha do tema Entrámos em contacto com várias entidades Recolha de informação (Internet, livros, revistas e jornais) - Meios de Comunicação - O Ninho - Centros de Saúde (Eiras, Norton de Matos e Fernão de Magalhães) - Uma prostituta - Cáritas Análise do material recolhido

101 E por fim… Exposição à comunidade escolar (17 de Maio)
Realização do Inquérito Aplicação do mesmo à Comunidade Escolar (alunos, professores, funcionários e encarregados de educação) Realização do projecto do Relatório final Tratamento de dados Preparação para a apresentação oral às turmas Apresentação oral às turmas Exposição à comunidade escolar (17 de Maio) E por fim… Realização do Relatório Final – Produto Final

102 “Presas na servidão da Prostituição, mulheres e crianças aguardam a sua libertação. Este combate é tão necessário quanto a luta contra o racismo e o tráfico de estupefacientes. Deve ser levada a cabo pela comunidade internacional com a mesma eficácia e perseverança.” Jean Fernand Laurent, ONU, 1983 Fim

103 O mundo do álcool e alcoologia
Área Projecto – 12º B

104 Álcool … O que é?! Substância química Pode provocar DEPENDÊNCIA

105 Tipos de alcoolismo… Agudo: É a vulgar “bebedeira”

106 Fases do alcoolismo agudo…
1ª - Fase do macaco É a fase das palermices e macacadas 3ª - Fase do porco É a fase do descontrolo orgânico: vómitos,etc 2ª - Fase do leão É a fase da supremacia 4ª - Fase do urso É a fase da “ressaca”, depressão e consciencialização do que foi feito

107

108 Tipos de alcoolismo… Crónico: Dependência alcoólica

109 O consumo do álcool leva…
Tolerância - estado de habituação em que, para se obterem os mesmos efeitos, as quantidades têm que ser progressivamente aumentadas. Dependência - estabelece-se quando a cessação do consumo do álcool , ou a sua diminuição progressiva, determinam uma série de sintomas que provocam um intenso sofrimento físico e psíquico que se denomina síndrome de privação e que pode levar à morte em delirium tremens. No delirium tremens a pessoa está no início ansiosa e mais tarde desenvolve confusão crescente, insónia, pesadelos, sudação excessiva e depressão profunda. O episódio pode agravar-se com alucinações fugazes, com ilusões que causam medo, inquietação e desorientação, com alucinações visuais que podem aterrorizar.

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111 Álcool e psicologia Indivíduo Família
O Álcool exerce repercussões a vários níveis… Comunidade Trabalho

112 Malefícios do álcool… Pode levar ao coma e à morte
Dependência Pode provocar impotência Provoca lapsos de memória Provoca sonolência Reduz os reflexos Reduz a capacidade de atenção Habituação

113

114

115 Bebidas alcoólicas

116 Bebidas alcoólicas originam…

117 Algumas contêm vestígios de hidratos
Bebidas Fermentadas 70% a 95% de água 3g a 17g por por 100ml de álcool etílico Algumas contêm vestígios de hidratos de carbono Contêm substâncias responsáveis pela cor, aroma e corpo da bebida (ex: ácidos, taninos, óleos).

118 Bebidas destiladas Menor quantidade de água que as fermentadas (50% a 65%) Maior quantidade de álcool etílico (23% a 44%) Algumas contêm vestígios de hidratos de carbono Contêm substâncias responsáveis pela cor, aroma e corpo da bebida.

119 Razões que levam os jovens a beber …
Facilitar as relações sociais Curiosidade Desinibição Medo de rejeição por parte do grupo “Afogar as mágoas” Por gosto

120 Estudos estatísticos alusivos ao slide anterior

121 O Álcool… NÃO aquece NÃO mata a sede NÃO facilita a digestão
NÃO dá força NÃO alimenta

122 Estudos estatísticos relativamente aos falsos conceitos

123 Estudos estatísticos relativamente aos falsos conceitos

124 Estudos estatísticos relativamente aos falsos conceitos

125 ATENÇÃO… Uma bebida servida num copo pequeno pode ter a mesma quantidade de álcool que num copo grande!!! Embora as bebidas possam ser disfarçadas com misturas de sumos e ter cores apelativas, o álcool está presente da mesma forma!!!

126 Uma pequena realidade do álcool…

127 Dra. Margarida Mouronho
Agradecimentos Dr. Augusto Pinto Sr. Carlos Brito Dra. Margarida Mouronho Dra. Lina Dinis

128 Alcoólicos Anónimos André Andrade Diogo Gomes Leonor Gamas Pedro Lagoa Raquel Saraiva

129 Anorexia

130 Anorexia consiste num distúrbio alimentar que implica uma potencial ameaça à vida, caracterizada pela limitação na ingestão de alimentos, por decisão própria e pela perda excessiva de peso, devido à obsessão de magreza e o medo mórbido de ganhar peso.

131 Tipos de anorexia Tipo restritivo: a perda de peso é conseguida principalmente através de dietas, jejuns ou exercícios físicos excessivos. É menos grave e tem melhores prognósticos. Tipo purgativo ou compulsão periódica: o paciente come compulsivamente fazendo purgações mediante vómitos auto-induzidos e usa indevidamente laxantes e diuréticos.

132 CAUSAS Alterações hormonais
Influência excessiva dos média (impõe o estereótipo em que a magreza e um factor importantíssimo) Medo mórbido em ganhar peso Factores biológicos e culturais

133 Consequências Sintomas depressivos (falta de humor, irritabilidade, insónia,…) Desnutrição total (queda das unhas, do cabelo, da pressão arterial, mais vulnerabilidade a infecções, pele seca,…) Amenorreia (ausência de menstruação) Dor abdominal Hipotermia (Intolerância ao frio) Alguns pacientes desenvolvem lanugo (pelos finos no tronco) Baixo rendimento intelectual (escola, relações interpessoais,…)

134 Tratamento Devido ao facto de se tratar de uma doença com raízes psicológicas, o seu tratamento torna-se bastante complicado. O objectivo deste é que o paciente ganhe peso (o que muitas vezes só com o internamento). Dentro do tratamento, o anoréctico passa pela terapia individual, em grupo e terapia familiar. Quanto mais cedo a doença for diagnosticada maiores são as probabilidades de cura! O tratamento varia de pessoa para pessoa. Pode demorar um ano, dois ou mais! Ou até mesmo nunca chegar a ser conseguido e assim se adquire anorexia crónica.

135 O mundo não pode ver-se só com os olhos… É preciso vê-lo também com o coração! E vê-lo com o coração é estar atento aos outros!!!

136 Trabalho realizado por:
Nádia Santos 12ºA Rita Almeida 12ºA Daniel Ferraz 12ºB

137 Apresentação de Área de projecto
              

138 “Medicinas Alternativas”
Como tratar doenças sem recorrer à Medicina Convencional?

139 A Medicina Alternativa…
É uma definição aplicada a qualquer forma de medicina cujo entendimento seja diferente do considerado pela medicina convencional. Esta baseia-se no facto do corpo ser capaz de se restabelecer através de processos naturais e é principalmente usada no tratamento de doenças crónicas e como forma de medicina preventiva.

140 em pontos específicos à superfície do corpo.
Acupunctura Reflexologia Fitoterapia Auriculoterapia Esta, sendo uma técnica medicinal chinesa e uma intervenção terapêutica, consiste na colocação de agulhas filiformes em pontos específicos à superfície do corpo. Naturopatia Osteopatia Tai Chi Chuan Arteterapia Cura pela fé Hipnoterapia Iridologia Homeopatia Cromoterapia Quiropráctica

141 Fitoterapia O consumo de medicamentos fitoterapêuticos tem aumentado consideravelmente nas últimas duas décadas. É uma forma de tratamento terapêutico que usa medicamentos de origem vegetal . Desde a existência do Homem que se faz uso de plantas para tratar doenças.

142 Tai Chi Chuan O Tai Chi Chuan é uma arte corporal de origem Chinesa, mundialmente praticada, que permite cultivar a saúde física, além de possibilitar o desenvolvimento de diversas competências e qualidades, tais como a paciência, coordenação motora, disciplina e auto conhecimento.

143 Cromoterapia A Cromoterapia é a Ciência que utiliza a vibração das cores do espectro solar para restaurar o equilíbrio físico/energético em áreas do corpo que apresentem alguma disfunção. Cada cor tem uma vibração específica, que actua em todo o corpo e espírito.

144 A naturopatia baseia-se no facto do nosso corpo ter capacidades naturais de cura.
O objectivo deste tipo de medicina alternativa é no fundo estimular as defesas do organismo, para desta forma alcançarmos o equilíbrio e a harmonia do mesmo. A Naturopatia é o estar mais perto da Natureza, não sendo apenas uma terapia mas principalmente uma filosofia de vida. Naturopatia

145 A hipnose é um estado de consciência alterada, parecida com o transe, que se descreve por um estado semiconsciente que pode ser induzido por meio de uma técnica, que no fundo apenas consiste em aproveitar a tendência inata do paciente para determinada sugestão. Hipnoterapia

146 Reflexologia A Reflexologia é uma terapia que se baseia no princípio da existência de reflexos nos pés e mãos relacionados com todos os órgãos.

147 O termo “cura pela fé”, é ocasionalmente usado em conexão com milagre.
Cura pela fé é também uma forma de medicina alternativa, é o uso de meios unicamente espirituais no tratamento de doenças. O termo “cura pela fé”, é ocasionalmente usado em conexão com milagre. Cura pela fé é a crença que a oração, a intervenção divina ou os serviços de um curandeiro individual possam curar doenças.

148 É uma Arte de Curar que se relaciona com a saúde humana.
Quiroprática É uma Arte de Curar que se relaciona com a saúde humana. Centra-se na biomecânica da coluna vertebral e os sistemas neurológico, vascular, muscular, o esqueleto e a nutrição.

149 Homeopatia A homeopatia é um processo terapêutico que trata os pacientes usando a energia dos medicamentos homeopáticas para reequilibrar a energia vital dos pacientes.

150 O uso da Auriculoterapia como forma de tratamento reporta-se à antiguidade.
Aurículo (orelha)+ terapia (tratamento), ou seja, um tratamento através da orelha. Auriculoterapia

151 Em sentido genérico, o conceito de Osteopatia significa “doença dos ossos”, mas em sentido restrito esta refere-se a um processo de diagnóstico e de tratamento que confere especial ênfase ao papel do sistema músculo-esquelético no funcionamento saudável do corpo humano. Osteopatia

152 Iridologia A Iridologia baseia-se na presunção de que cada órgão do corpo tem uma correspondência na Íris e que se pode determinar se um órgão é ou não saudável examinando a Íris em vez do próprio órgão.

153 É uma técnica de diagnóstico que permite ao indivíduo expressar-se de forma não verbal elaborando um trabalho criativo que auxilia a sua cura. Arteterapia

154 Realizado por: “Medicinas Alternativas” não são Bruxarias!
Ana Oliveira Se a medicina convencional e a medicina alternativa agissem em complementaridade, os resultados obtidos seriam bastante benéficos para os pacientes. “Medicinas Alternativas” não são Bruxarias! O equilíbrio do corpo e da mente… Fabiana Oliveira É um tema pouco divulgado e aceite no nosso país, porquê? E agora? Já sabe o que são as “Medicinas Alternativas”? Se são benéficas para as pessoas porque não as utilizamos? Pretendemos abrir novos horizontes ... Inês Saramago Marina Gonçalves Tânia Pedroso

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