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Situação antes x durante a Crise 1° Semestre de 2008: Aumento de 5% nas exportações de celulose; Investimentos anunciados no setor de celulose brasileiro.

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2 Situação antes x durante a Crise 1° Semestre de 2008: Aumento de 5% nas exportações de celulose; Investimentos anunciados no setor de celulose brasileiro previam um acréscimo de 13 milhões de ton até Final do 2° Semestre 2008: Queda de 0,9% nas exportações em relação a 2007; Estimativas da Abraf indicam que os investimentos no setor florestal em 2008 foram 26% menores que os de 2007.

3 No Início da Crise A desvalorização do Real ajudaria a tornar os produtos florestais brasileiros mais competitivos no mercado internacional, mas... Como a queda na demanda e nos preços das commodities foram muito superiores à "ajuda" da elevação do dólar, muitas empresas acabaram registrando prejuízos e suas dívidas, em dólar, aumentaram. apesar das empresas reduzirem o ritmo de produção, os altos estoques mundiais de celulose promoveram forte queda nos preços, de US$ 780 para US$ 400/ton.

4 Os Efeitos da Crise Algumas empresas amargaram maiores prejuízos nas operações com derivativos; Empresas de celulose perdem 50% de seu valor Levantamento feito pela Economática, empresa de informações financeiras, mostra que as empresas de papel e celulose perderam quase a metade do valor de mercado - 49,29% - de 1º de setembro de 2008 até ontem (26/6/2009). Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO (SP) ECONOMIA 27/6/2009

5 Crise no setor de Celulose As empresas se viram forçadas a reduzirem seus custos e reverem seus investimentos, o que acabou afetando toda a cadeia produtiva: Vários projetos de expansão e de construção de novas unidades de produção foram postergados e adiados dos planos de expansão das áreas florestais; Foram reduzidos os programas de plantios, de reformas, de colheitas, compra de madeira, nas empresas prestadoras de serviços, na produção de mudas e nos programas de fomento, dentre outros.

6 Sinais de Melhoras No final do 1° semestre de 2009 as exportações voltaram aos níveis próximos aos de antes da crise; Em julho 2009, as empresas já estão anunciando reajustes de preços nos mercados: América do Norte ($580/t), Europa ($530/t) e Ásia ($480/t). Para a China o preço continua muito baixo ($430/t). As concorrentes do HN estão perdendo mercado na Ásia para as empresas brasileira, mais competitivas; Este espaço conquistado deverá ser mantido no período pós-crise.

7 A Saída da Crise (segundo os entendidos) Desafios e oportunidades caminham juntos, não seria diferente no setor florestal. Os custos de produção das empresas brasileiras continuarão entre os menores do mundo, baseados em florestas plantadas de alto rendimento. João de Almeida Sampaio Filho, Sec. Agricultura de SP

8 A Saída da Crise (segundo os entendidos) A competitividade do setor brasileiro continuará a oferecer boas perspectivas no cenário mundial, mesmo em novos de negócios, como o mercado de carbono e bio-refinarias. Walter Lídio Nunes – Diretor de Operações da Aracruz Celulose SA

9 A Saída da Crise (segundo os entendidos) Os prognósticos mais otimistas antecipam retomada dos níveis das atividades econômicas no 2º semestre de 2009, o que permitiria o reinício do plantio de florestas na estação de chuvas, ao final deste ano, limitando essa interrupção a cerca de 12 meses e postergando a colheita por igual período no futuro. (Cesar Augusto dos Reis, Diretor Executivo da ABRAF)

10 Fomento Florestal: perspectivas O fomento florestal no Brasil tem uma excepcional oportunidade, pois as crises vão e vêm e, a longo prazo, as florestas plantadas são uma opção promissora para pequenos e grandes investidores, com reflexos positivos para o bem-estar da sociedade e uso sustentável dos recursos naturais. João Fernando Borges – Diretor Florestal Stora Enso

11 Fomento Florestal: perspectivas O significativo incremento da participação de parceiros florestais e fomentados no abastecimento de indústrias de base florestal também impulsiona hoje a criação de um mercado florestal real e efetivo. Fábio Luis Brun, Diretor da RMS Administração de Florestas para a América do Sul

12 Fomento Florestal: perspectivas Essa crise provocou a redução do preço do carvão vegetal em mais de 60% no mercado interno. Em agosto de 2008 alcançava R$ 189/mdc e caiu para R$ 75/mdc em fevereiro de José Luiz de Pereira Rezende, Pesquisador de Economia e Planejamento da UF de Lavras. No caso do Fomento, as empresas até aumentaram em 2009 o preço praticado em 2008, embora tenha havido uma queda acentuada no preço da madeira no mercado; As empresas reduziram momentaneamente as compras, mas, manterão o compromisso de adquirir a madeira no prazo entre 6 a 8 anos estabelecido no contrato.

13 Em Resumo O Brasil já ocupa a quarta posição mundial como produtor de celulose, com 12,8 milhões de toneladas em 2008; Exportamos em 2008, US$ 5,8 bilhões, o equivalente a 17% do superávit da Balança Comercial Brasileira; O Brasil continuará uma referência no setor de celulose e papel Elizabeth de Carvalhaes, Sec. Executiva da Bracelpa

14 Expectativas As atividades de silvicultura estarão normalizadas no primeiro semestre de 2010; Os investimentos em novos plantios voltarão no segundo semestre de 2010; A expansão ou novos empreendimentos industriais retornarão em 2011; A atual crise irá atrasar em até dois anos os investimentos previstos no setor; Empresas brasileiras do setor sairão fortalecidas dessa crise, desalojando do mercado algumas tradicionais empresas do Hemisfério Norte.

15 Muito Obrigado!

16 Backups

17 Saidas da Crise As prioridades são: ampliação das linhas de crédito para as operações de pré-embarque da celulose, apoio nos seguros de crédito para exportação e a redução dos impostos dos investimentos. Estas medidas urgem efeito para que este setor possa ter certa estabilidade, enquanto o preço da celulose recupera-se e para que os investimentos em nosso país sejam mantidos. Joao Afiune Sobrinho, Gerente Operacional Corporativo da VCP.

18 Saidas da Crise As prioridades são: ampliação das linhas de crédito para as operações de pré-embarque da celulose, apoio nos seguros de crédito para exportação e redução dos impostos dos investimentos. Armando Santiago, Diretor Global Florestal da International Paper do Brasil.

19 Saidas da Crise Simulações apresentadas durante a reunião do Committee on Forestry - COFO (realizada na FAO, em Roma, entre 20 e 24 de março de 2009) indicam que investir em um programa florestal teria um custo por emprego gerado equivalente ao do seguro desemprego (entre US$ 4 e 5 mil/ano). A diferença é que, ao se investir em um programa florestal, estar-se-ia criando ativos que irão beneficiar gerações futuras. Ivan Tomaselli, Diretor da STCP Engenharia de Projetos.

20 Saidas da Crise Usos futuros promissores das florestas plantadas: cogeração de energia, fixação de carbono e creditação, produção de biocombustíveis alternativos, como o etanol celulósico (promissor na madeira, que é essencialmente açúcar ultraconcentrado As condições atuais podem ser bem promissoras para investidores e vendedores. Quem sobreviver verá. Fábio Luis Brun, Diretor da RMS Administração de Florestas para a América do Sul

21 Movimento do Fomento 1º Sem º Sem 20091º Sem º Sem 2009 COAR , , , , , ,45 COCB , , , , , ,38 ES , , , , , ,83 m3 R$ O mesmo resultado financeiro: redução de 17,8% no volume de compras e aumento de 22% no preço da madeira

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