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FATORES DE RISCO E PROTEÇÃO – Importância para a Prevenção Ronaldo Laranjeira.

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Apresentação em tema: "FATORES DE RISCO E PROTEÇÃO – Importância para a Prevenção Ronaldo Laranjeira."— Transcrição da apresentação:

1 FATORES DE RISCO E PROTEÇÃO – Importância para a Prevenção Ronaldo Laranjeira

2 INTRODUÇÃO integração de diversos estudos transversais e longitudinais conduzidos durante os últimos 20 anos; etiologia psicossocial dos Fatores de Risco e de Proteção para o uso de drogas na adolescência; identificam programas de proteção efetivos.

3 OBJETIVO Compreender as reais causas do uso de drogas entre os adolescentes e testar as relações hipotéticas entre fatores de desenvolvimento, familiares, de personalidade, de relacionamento e contextuais. UM MODELO DE DESENVOLVIMENTO (Brook et al.,1990; Brook et al.,1993) O modelo é baseado na teoria da interação familiar ESTRUTURA

4 Fatores de Risco (FR) : Fatores que precedem e aumentam a probabilidade do uso de substâncias psicoativas Fatores de Proteção (FP) : Fatores que amenizam o efeito dos FRs e/ou acentuam os efeitos benéficos de outros FPs, conduzindo à queda do uso de drogas DEFINIÇÕES

5 DOMÍNIOS Familiar Individual Relacionamento Sócio-cultural

6 FAMILIAR Relacionamento entre os pais: FR conflitos interferem no desenvolvimento do vínculo, reduzindo a influência dos pais na internalização de normas adaptativas e regras convencionais. FP vínculo caloroso pais-filhos, ausência de conflitos internalização de valores sociais.

7 FAMILIAR Uso de drogas pelos pais e Personalidade: FR ação indireta - escolha por amigos usuários; atitude tolerante dos pais com relação ao uso; fatores genéticos (4 x mais chance) ; fatores de personalidade dos pais - filhos que tem relacionamento próximo com seus pais adotam seus traços de personalidade; FPpais não-usuários tendem a transmitir maior calor e proximidade (afeição e comunicação) e menor índice de relações conflituosas

8 FAMILIAR Relacionamento pais-adolescente: FR baixo vínculo (bx afeição, disponibilidade física e emocional, comunicação, envolvimento, tempo juntos..); falta de regras; controle através da culpa e permissividade FP proximidade e afeto ; modelos parentais de comportamento controlado; regras claras; relacionamento livre de conflitos (redução da frustração, agressividade e necessidade de rebelião);

9 FAMILIAR Irmãos FR uso de drogas por irmãos mais velhos - influência na personalidade (identificação e modelagem) e relacionamento fraterno difícil FP não uso de drogas por irmãos mais velhos e um bom relacionamento

10 FAMILIAR Aspectos relevantes para os programas de Prevenção e Tratamento estabelecer um vínculo afetivo mútuo pais emocionalmente disponíveis aos filhos, passando tempo adequado com eles e comunicando suas crenças, sem induzir a culpa. encorajar comportamentos convencionais e desencorajar os não convencionais. tratamento para os pais ensinar os pais a estabelecer limites apropriados educação familiar modelo de influência social

11 INDIVIDUAL Atributos da infância FR traços de personalidade (irritabilidade, distração, agressividade, isolamento social) psicopatologias (depressão, transtorno de conduta, déficit de atenção e hiperatividade e transtornos fóbicos) Personalidade do adolescente FR não convencionalidade (persecutoriedade, desejo pelo risco, revolta, tolerância ao vício e baixo vínculo escolar), descontrole emocional, mau funcionamento intrapsíquico e relacionamento interpessoal conflituoso FP ausência dos traços de personalidade citados acima, convencionalidade, controle emocional e bom relacionamento interpessoal.

12 INDIVIDUAL Aspectos relevantes para os programas de Prevenção e Tratamento acentuar o desenvolvimento de atributos de convencionalismo desenvolver atitudes para solucionar problemas focar o tratamento de qualquer traço pré-existente de transtorno de conduta reduzir os níveis de estresse intrapsíquico treinar professores para o reconhecimento de adolescentes em situação de risco

13 RELACIONAMENTO COM AMIGOS maior influência do que qualquer outro domínio FR Amigos usuários de drogas (são efetivos em estabelecer as atitudes, crenças e normas grupais do comportamento drogadito) Adolescentes com propensão ao uso de drogas tendem a selecionar colegas usuários com características semelhantes à sua personalidade Pareamento Associativo FP Poucos amigos que usam drogas; bom relacionamento familiar; pais não usuários de drogas

14 RELACIONAMENTO COM AMIGOS Aspectos relevantes para os programas de Prevenção e Tratamento utilizar métodos para reduzir o envolvimento dos adolescentes com grupos de jovens usuários grupos de jovens pró-sociais, visando acentuar o desenvolvimento de atributos de personalidade desejáveis e diminuir a probabilidade do uso de drogas (comunidade e escola) treinar habilidades sociais desenvolvimento de normas pelo grupo

15 DOMÍNIO SÓCIO - CULTURAL FR fácil acesso às drogas; condições econômicas adversas; alto índice de criminalidade na vizinhança; mídia e políticas sociais e legais favoráveis ao uso. FP mídia e políticas sociais e legais desfavoráveis ao uso; religião, familismo (destaque das necessidades e dos direitos das famílias e das comunidades, acima dos individuais) e o respeito aos mais velhos e às autoridades (Colômbia)

16 DOMÍNIO SÓCIO - CULTURAL Aspectos relevantes para os programas de Prevenção e Tratamento Ambiente de aprendizado positivo e redução dos conflitos escolares religião e outras instituições sociais (podem fornecer estrutura, organização e estabelecer objetivos e normas saudáveis aos grupos) lazer nutrição adequada qualidade de moradia acesso a cuidados gerais de saúde

17 INTERAÇÕES ENTRE OS FATORES DE PERSONALIDADE, PARENTAIS E GRUPOS 1. Risco / Proteção - fatores de risco são atenuados por fatores de proteção na personalidade do adolescente. Ex. baixos índices de rebeldia X dificuldade de relacionamento interpessoal mãe/filho - baixo nível de uso da maconha 2. Proteção / Proteção - um fator protetivo potencializa outro fator protetivo. Ex: alta integração egóica do pai X intolerância ao vício do adolescente Brook et al.; Focam a pesquisa em dois mecanismos

18 Interações entre os fatores de Personalidade, Parentais e Grupos 1. Normas Sociais como Amenizadores Reforçar o convencionalismo adolescente - pode compensar os riscos que levam ao uso de drogas por meio de uma variedade de fontes, incluindo a personalidade dos pais, o relacionamento pais-adolescentes e o grupo de colegas Convencionalismo - baixa persecutoriedade, internalização de valores sociais tradicionais, desenvolvimento de controles internos e o estabelecimento de um alto grau de vínculo (Rutter, 1980)

19 Interações entre os fatores de Personalidade, Parentais e Grupos 2. Fatores interpessoais como amenizadores para os riscos dos grupos modelos parentais com baixo índice de uso de drogas; normas sociais forte vínculo pais-adolescentes (sentimento de serem amados, reconhecimento de seu valor próprio...) Teoria do aprendizado social - relações com proximidade afetiva e identificação com os pais diminuem a necessidade dos adolescentes dependerem da aprovação dos colegas, que por sua vez, reduz a vulnerabilidade dos jovens à pressão do grupo e obediência às normas deste.

20 Interações entre os fatores de Personalidade, Parentais e Grupos 3. Fatores parentais como amenizadores a outros riscos familiares não há diferença da influência de um dos pais nos fatores de risco relacionamentos conflituosos entre pais e filhos e uso paterno de drogas são amenizados pelo ajustamento psicológico, pelo convencionalismo materno e por um estreito vínculo entre a mãe e os filhos (Brook et al.;1990) características protetivas paternas (estabilidade emocional e uma forte ligação pai-adolescente) acentuam outros aspectos de proteção, como o convencionalismo adolescente e harmonia matrimonial.

21 Aspectos relevantes para os programas de Prevenção e Tratamento 4 alvos possíveis: 1. Apenas os pais 2. Pais e adolescentes ** 3. Apenas o adolescente 4. Grupo de amigos

22 PREVENÇÃO EFETIVA E PROGRAMAS DE TRATAMENTO Programas que focam o processo de intervenção: -início precoce - promoção da saúde X promover a cura -crianças X adolescentes -baixo efeito a longo prazo -intervenções na família são mais efetivas se ocorridas na infância -intervenções envolvendo amigos são mais efetivas na adolescência -desenvolvimento do comportamento responsável, habilidade de lidar com os conflitos intrapsíquicos e com as emoções

23 PREVENÇÃO EFETIVA E PROGRAMAS DE TRATAMENTO Programas que focam especificamente a família como alvo da intervenção: - treinamento comportamental - diminuir os relacionamentos negativos - fortalecimento da família (Kumpfer and DeMarshs Strengthening Families Program) - foca o aprimoramento da comunicação entre pais e filhos e o monitoramento do comportamento das crianças. - terapia familiar multidimensional (Liddle & Dakof, 1995) - enfatiza a necessidade de um conhecimento profundo das conseqüências enfrentadas pelos adolescentes, os fatores de risco familiares para o abuso de drogas e as transformações e transições típicas que ocorrem no relacionamento pais-filhos.

24 PREVENÇÃO EFETIVA E PROGRAMAS DE TRATAMENTO Programas que possuem um estilo multidimensional de tratamento: Abrangem a criança e o adolescente como um todo - incluem o cuidado com a saúde - programas familiares - escola - comunidade - programas publicitários - suporte social

25 CONCLUSÃO A ampla compreensão do porque certos jovens não são afetados por fatores de risco, forneceria uma forte base para o desenvolvimento de programas de prevenção e tratamento Aumentar o número de programas que visem a diminuição dos fatores de risco e o aumento dos fatores de proteção, que avaliem individualmente cada criança ou adolescente verificando o domínio com maior probabilidade de se obter resultados positivos. Continuação de estudos etiológicos sobre resultados de programas de prevenção


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