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Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação AVALIAÇÃO NA ATENÇÃO BÁSICA Encontrando caminhos.

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1 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação AVALIAÇÃO NA ATENÇÃO BÁSICA Encontrando caminhos para a Institucionalização Recife, 30 de maio de 2005 Oficina ELB Lote NE – 2 UFPel

2 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação AVALIAÇÃO NA ATENÇÃO BÁSICA Política de Atenção Básica do Ministério da Saúde Coordenada pelo Departamento de Atenção Básica/Secretaria de Atenção à Saúde (DAB/SAS) Setor responsável: Coordenação de Acompanhamento e Avaliação da Atenção Básica (CAA/DAB/SAS)

3 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Missão Monitorar e avaliar a atenção básica instrumentalizando a gestão e fomentar/consolidar a cultura avaliativa nas três instâncias de gestão do SUS. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS CLIENTELA PROJETOS/ ATIVIDADES Política de Avaliação da Atenção Básica

4 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Missão Monitorar e avaliar a atenção básica instrumentalizando a gestão e fomentar/consolidar a cultura avaliativa nas três instâncias de gestão do SUS. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS CLIENTELA PROJETOS/ ATIVIDADES Política de Avaliação da Atenção Básica

5 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Missão Monitorar e avaliar a atenção básica instrumentalizando a gestão e fomentar/consolidar a cultura avaliativa nas três instâncias de gestão do SUS. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS CLIENTELA PROJETOS/ ATIVIDADES Política de Avaliação da Atenção Básica

6 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Avaliação em Saúde no Brasil Processos incipientes Pouco incorporados às práticas dos serviços de saúde Caráter mais prescritivo, burocrático e punitivo que subsidiário do planejamento e gestão Não se constituem, ainda, em instrumento de suporte ao processo decisório nem de formação dos sujeitos que envolvidos no processo Indutor da institucionalização da avaliação nas esferas de governo. Papel do Gestor Federal: ( 2003)

7 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Avaliação em Saúde no Brasil Processos incipientes Pouco incorporados às práticas dos serviços de saúde Caráter mais prescritivo, burocrático e punitivo que subsidiário do planejamento e gestão Não se constituem, ainda, em instrumento de suporte ao processo decisório nem de formação dos sujeitos que deveriam estar envolvidos Executor das atividades de avaliação no estado e Indutor da operacionalização da avaliação na esferas estadual e municipal Papel do Gestor Estadual:

8 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Avaliação em Saúde no Brasil Processos incipientes Pouco incorporados às práticas dos serviços de saúde Caráter mais prescritivo, burocrático e punitivo que subsidiário do planejamento e gestão Não se constituem, ainda, em instrumento de suporte ao processo decisório nem de formação dos sujeitos que deveriam estar envolvidos Executor e Indutor da operacionalização da avaliação na esfera municipal Papel do Gestor Municipal:

9 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Institucionalização da Avaliação em Saúde no Brasil Avaliação de políticas e programas no âmbito do SUS Política de Avaliação da Atenção Básica Elementos essenciais na sua elaboração: 1- Envolvimento de diversos atores na sua formulação 2- Compartilhamento das Responsabilidades 3- Definição de Objetivos e Metodologias 4- Financiamento Elementos essenciais na sua elaboração: 1- Envolvimento de diversos atores na sua formulação 2- Compartilhamento das Responsabilidades 3- Definição de Objetivos e Metodologias 4- Financiamento

10 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação 1- Envolvimento de diversos atores na sua formulação Política de Avaliação da Atenção Básica

11 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação 2 – Compartilhamento de Responsabilidades Política de Avaliação da Atenção Básica O âmbito federal e estadual são co-responsáveis dos municípios tanto no que se refere à execução da atenção básica quanto em relação à sua avaliação

12 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação 3 – Definição de Objetivos e Metodologias Política de Avaliação da Atenção Básica 3.1 Monitorar e Avaliar a Atenção Básica Instrumentalizando a Gestão 3.2 Fomentar/consolidar a cultura avaliativa nas três instâncias de gestão do sus

13 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação 3.1 Monitorar e Avaliar a Atenção Básica Instrumentalizando a Gestão Política de Avaliação da Atenção Básica Cumprimento da programação da AB; Resolutividade dos serviços; Capacidade do sistema de saúde em prover a infra- estrutura, recursos humanos e equipamentos; Acessibilidade aos serviços; Ocorrência de mudanças na composição dos serviços ofertados;

14 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação 3.1 Monitorar e Avaliar a Atenção Básica Instrumentalizando a Gestão Política de Avaliação da Atenção Básica Coerência entre as práticas de saúde e os seus princípios (humanização, interdisciplinaridade, e vínculo); Participação social na gestão do sistema; Coerência com os princípios do SUS (destacando integralidade e eqüidade); Avaliar o PROESF

15 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Dimensões Político - Institucional Organização da Assistência Cuidado Integral Desempenho Fonte de dados: SIS, estudos e pesquisas Política de Avaliação da Atenção Básica

16 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Política de Avaliação da Atenção Básica 3.2 Fomentar/consolidar a cultura avaliativa nas três instâncias de gestão do sus Imagem-objetivo: Institucionalização da Avaliação

17 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação 4- Financiamento Política de Avaliação da Atenção Básica

18 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Projeto de expansão e consolidação do Saúde da Família PROESFPROESF Componente 1 Componente 2 Componente 3 Contribuir com Imagem-objetivo da CAA: Institucionalização da Avaliação nas três instâncias de gestão do SUS Estados e municípios: Monitoramento e Avaliação Estados e municípios Grandes centros – 2ª fase de expansão do Saúde da Família

19 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Monitoramento e Avaliação de intervenções no âmbito nacional Desenvolvimento da capacidade avaliativa da atenção básica envolvendo as instâncias de gestão federal, estaduais e municipais do SUS Articulação sistemática com as áreas programáticas e integração das ações de monitoramento e avaliação da atenção básica no âmbito do SUS Cooperação Técnica e articulação interinstitucional no campo da avaliação Indução e Gestão de estudos e pesquisas em avaliação da atenção básica Produção da informação, e comunicação em avaliação da AB Componentes da Política de Institucionalização da Avaliação

20 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação COMPONENTES, PROJETOS E ATIVIDADES PARA A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA AVALIAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA Monitoramento e Avaliação 1 Aperfeiçoamento do SIAB- Projeto estratégico Implantação do módulo de Vigilância Nutricional Implementação da Vigilância em HAS & DM Dinamização do processo do Pacto- Projeto estratégico Monitoramento da aplicação dos recursos financeiros do SUS Acompanhamento dos municípios do Componente I do Proesf Acompanhamento da implantação do Componente III do Proesf

21 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Desenvolvimento da capacidade avaliativa 2 Implementação dos Planos de Fortalecimento da capacidade técnica das SES em monitoramento e avaliação da Atenção Básica garantido contratação de: COMPONENTES E PROJETOS ESTRATÉGICOS PARA A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA AVALIAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA

22 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Desenvolvimento da capacidade avaliativa 2 COMPONENTES E PROJETOS ESTRATÉGICOS PARA A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA AVALIAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA Estudos de Linha de Base dos municípios do componente I do Proesf – sub-projeto capacitação para municípios Avaliação para Melhoria da Qualidade - Qualificação da ESF- Projeto estratégico

23 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Indução e Gestão de Estudos e Pesquisas 5 Desenvolvimento dos Estudos de Linha de Base dos municípios do componente I do Proesf (UFRN, UEMa, UFPel, FFM/USP, UERJ, Fiocruz, Cesgranrio, UFMG) COMPONENTES E PROJETOS ESTRATÉGICOS PARA A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA AVALIAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA Financiamento de Estudos e Pesquisas em M & A (CNPq, CAPES) Definição de Indicadores para avaliação da Promoção da Saúde (OPAS) Síntese sistemáticas dos estudos e pesquisas em avaliação da atenção básica – banco de evidências em ABS

24 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação COMPONENTES E PROJETOS ESTRATÉGICOS PARA A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA AVALIAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA Cooperação Técnica e articulação interinstitucional no campo da avaliação 4 Estabelecimento de cooperação com a OPAS (Qualificação e de Promoção da Saúde) Gestão da Rede de cooperação técnica (parceria ABRASCO) Estabelecimento de parceria com instituições de ensino e pesquisa (GEAS/IMIP, ISC/UFBA, ENSP e Instituições do ELB e dos Planos Estaduais de M&A) Contratação de consultores nacionais e internacionais

25 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação HOME PAGE DA CAA COMPONENTES E PROJETOS ESTRATÉGICOS PARA A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA AVALIAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA Divulgação de experiências exitosas Comunicação em avaliação da AB 8 Divulgação de publicações institucionais Divulgação dos estudos de linha de base Dinamização da home page da CAA/DAB Divulgação de informações e demais estudos e pesquisas avaliativas

26 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE * QUALIFICAÇÃO DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA AVALIAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA

27 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação JUSTIFICATIVA A grande expansão da estratégia SF nos últimos 10 anos ampliou de maneira significativa o acesso às ações de Atenção Básica em saúde. Entre os desafios para os próximos anos encontra-se a consolidação da qualidade dos serviços e práticas AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE

28 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação 1. Contribuir para inserção da dimensão da qualidade em todos os componentes e espaços de atuação da Saúde da Família OBJETIVOS AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE

29 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação 2. Verificar os estágios atuais de desenvolvimento da ESF, quanto à situação de implantação e quanto à qualidade das ações, considerando os componentes: gestão municipal coordenação da estratégia práticas realizadas OBJETIVOS AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE

30 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação 3. Identificar os pontos críticos e apoiar os gestores locais no desenvolvimento de planos de ação visando à melhoria da qualidade OBJETIVOS AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE

31 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Livre adesão pelos gestores municipais Ausência de incentivos financeiros Operacionalização virtual do sistema (CAA/PROESF) Acompanhamento do histórico das avaliações pelas três instâncias de gestão Ampla divulgação e fomento à adesão Articulação e Integração com os Planos Estaduais de Monitoramento e Avaliação Incentivo à formação de Núcleos de Gestão da Qualidade (SES, SMS e IEPs) DIRETRIZES DA PROPOSTA

32 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Metodologia Mecanismo de avaliação interna Processo participativo que inclui gestores, profissionais e demais atores envolvidos com a intervenção Instrumento de identificação de processos de trabalho nas práticas cotidianas, passíveis de serem melhorados Iniciativa articulada dos níveis de gestão da ESF (SMS, SES, MS) Instrumento de avaliação destinado a promoção da cultura da qualidade (e da avaliação) no âmbito da gestão e das práticas de atenção básica de saúde Processo que pode estimular programas de melhoria contínua da qualidade

33 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Metodologia: Diferenciar de avaliação externa Acreditação: É um processo de avaliação e medição da qualidade formal do trabalho desenvolvido por uma organização de saúde Certificação: Processo através do qual uma instância organizacional (governamental ou não), avalia e reconhece uma pessoa ou organização que cumpre requisitos ou critérios pré-estabelecidos (exemplo: ISO- 9000). Licenciamento: Processo através do qual uma autoridade governamental outorga permissão a um profissional de saúde individual ou a uma organização de saúde para prestar serviços de saúde.

34 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Unidades de Análise

35 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação COMPONENTE Componentes da avaliação da qualidade Unidade de Análise: Gestão DIMENSÕES Gestão Saúde da Família Unidade Saúde da Família (Instrumento 3) Coordenação Técnica (Instrumento 2) Desenvolvimento da estratégia (instrumento 1)

36 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação COMPONENTE Componentes da avaliação da qualidade Unidade de Análise: Equipe Saúde da Família DIMENSÕES Equipe Saúde da Família Padrões Loco- Regionais (a serem propostos) Atenção em Saúde (Instrumento 5) Consolidação do Modelo de Atenção (Instrumento 4)

37 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação DIMENSÃO Dimensões e Critérios Instrumento 1 : Gestor municipal da saúde CRITÉRIOS Desenvolvimento da Estratégia Fortalecimento da Coordenação Integração da Rede Implantação e Implementação Gestão do Trabalho

38 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação DIMENSÃO Dimensões e Critérios Instrumento 2: Coordenação da estratégia SF CRITÉRIOS Coordenação Técnica das Equipes Normatização Gestão da Educação Permanente Planejamento e Integração Gestão da Avaliação Acompanhamento

39 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação DIMENSÃO Dimensões e Critérios Instrumento 3: Gerência das USF CRITÉRIOS Organização da Unidade SF Insumos, Imuno- biológicos e Medicamentos Infra-estrutura e Equipamentos

40 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação DIMENSÃO Dimensões e Critérios Instrumento 4: Todos da Equipe CRITÉRIOS Consolidação do Modelo de Atenção Vigilância I: Ações Gerais Promoção da Saúde Organização do Trabalho em SF Participação Comunitária Acolhimento, Humanização e Responsabilização

41 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação DIMENSÃO Dimensões e Critérios Instrumento 5: Profissionais de Nível Superior CRITÉRIOS Atenção em Saúde Vigilância II: Doenças Transmissíveis Saúde de Mulheres e Homens Adultos Saúde de Crianças Saúde de Idosos Saúde de Adolescentes Vigilância III: Prevalência Regionalizada

42 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Padrões para avaliação da qualidade Um padrão é definido como um nível de referência de qualidade que deve ser atingido com fins de demonstrar um determinado grau de qualidade e excelência. O padrão é a declaração da qualidade esperada Um padrão é definido como um nível de referência de qualidade que deve ser atingido com fins de demonstrar um determinado grau de qualidade e excelência. O padrão é a declaração da qualidade esperada Características dos padrões: Abrangência: refere-se a uma visão integral do sistema - gestão, estrutura, processo e resultado Sensibilidade para evidenciar mudanças Facilidade na aplicação: tem como finalidade facilitar o seu uso e aplicação durante os momentos de auto-avaliação e avaliação formal

43 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Estágios de Qualidade Cada um dos instrumentos possui padrões de E, D, C, B e A

44 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Padrões e Estágios Padrões do Estágio E - Implantação Elementar abordam elementos de estrutura e as ações mais básicas da ESF Padrões do Estágio D - Implantação em Desenvolvimento abordam elementos organizacionais iniciais e o aperfeiçoamento de alguns processos de trabalho Padrões do Estágio C - Implantação Consolidada abordam processos organizacionais consolidados e avaliações iniciais de cobertura e impacto das ações PADRÕES E ESTÁGIOS INICIAIS DE AVALIAÇÃO DO GRAU DE IMPLANTAÇÃO DA ESTRATÉGIA SF Padrões do Estágio B - Qualidade Boa abordam ações de maior complexidade no cuidado e resultados mais duradouros e sustentados Padrões do Estágio A - Qualidade Avançada colocam-se como o horizonte a ser alcançado, com excelência na estrutura, nos processos e, principalmente, nos resultados PADRÕES E ESTÁGIOS DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SF

45 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Estágios de Qualidade para a ESF Implantação e Conformidade com as diretrizes da ESF Melhoria da Qualidade

46 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Etapas de validação dos padrões e instrumentos 1ª etapa: Elaboração da proposta Técnica e padrões preliminares Antes de Setembro ª etapa: Oficinas com expertos e áreas técnicas Setembro ª etapa: Elaboração dos instrumentos para avaliação da qualidade 6ª etapa: Validação com usuários potenciais – Teste Piloto – 25 municípios Março e Abril / ª etapa: Publicação virtual e impressa Implantação 4ª etapa: Pré- validação Olinda – PE e Petropólis –RJ Dezembro ª etapa: Análise da Pré-validação Re-elaboração dos Instrumentos Jan a mar Momento Atual: 7ª etapa: Análise do Piloto, Ajuste dos instrumentos e padrões – Construção do Sistema Informatizado

47 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Mecanismos Previstos para a Avaliação da melhoria da qualidade Cadastramento, sensibilização, dos atores locais (Implantação) Reconhecimento dos Padrões Diagnóstico inicial: fragilidades, potenciais Iniciativas locais de melhoria da qualidade Primeira Auto- avaliação Segunda Auto- avaliação Elaboração de Planos de intervenção Avanço continuado nos estágios de qualidade Em estudo: estratégias para Validação externa

48 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Estratégias para Implantação Ampla divulgação da proposta e sensibilização para Adesão Articulação com SMS, SES, Conass e Conasems Formação de facilitadores Integração aos Planos Estaduais de Monitoramento e Avaliação

49 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação ENCAMINHAMENTO COM AS SES Articular através do núcleo coordenador dos planos estaduais de M&A as ações de acompanhamento dos diversos projetos estratégicos para institucionalização da avaliação. Formar grupos de trabalho com equipe técnica integrada SES/MS para atuar como avaliadores externos no projeto de melhoria da qualidade da atenção básica. Promover processo de formação em avaliação diferenciado para a equipe técnica integrada das SES que, por adesão, integrarem as equipes de avaliadores externos do projeto de melhoria da qualidade da atenção básica. Iniciar articulação para os grupos de trabalho com os quatro estados que estão desenvolvendo processos de certificação BA, MG, ES e CE.

50 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Avaliação para Melhoria da Qualidade Alocar recursos financeiros Fomentar a criação de núcleos ou profissionais envolvidos com qualidade nas três esferas do SUS Fomentar a integração entre Instituições de Ensino e Pesquisa e SES, reduzindo o hiato entre a produção do conhecimento e a operacionalização

51 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Financiamento Estudos e Pesquisas Dinamização do Pacto de Indicadores da Atenção Básica Formação de uma Rede colaboradora em M&A Fortalecimento da capacidade técnica dos Estados em M&A Projetos Estratégicos Comunicação de resultados e estratégias metodológicas Projeto de Melhoria da Qualidade da Atenção Básica Desenvolvimento dos Estudos de Linha de Base Aperfeiçoamento do SIAB Institucionalização da Avaliação da AB Desenvolvimento de Estudos avaliativos no acompanhamento gestão federal da ABS Articulação intra- institucional permanente

52 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Almeja-se a superação do enfoque burocrático e punitivo dos processos avaliativos para que a avaliação se torne, de fato, instrumento de mudança das situações indesejadas encontradas no caminho (CAA/DAB/SAS)

53 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação Institucionalizar a avaliação tem o sentido de integrá-la em um sistema organizacional no qual esta seja capaz de influenciar o seu comportamento, ou seja, um modelo orientado para a ação ligando necessariamente as atividades analíticas às de gestão das intervenções programáticas. (Hartz, 2003)

54 Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação de Acompanhamento e Avaliação ERONILDO FELISBERTO COORDENADOR DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA DAB / SAS / MS


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