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MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO PARA A CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR.

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Apresentação em tema: "MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO PARA A CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR."— Transcrição da apresentação:

1 MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO PARA A CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR

2 Introdução A produtividade da cana-de-açúcar é influenciada por diversos fatores tais como: A produtividade da cana-de-açúcar é influenciada por diversos fatores tais como: Planta Planta Solo Solo Variedade propriedades químicas propriedades químicas físicas físicas biológicas biológicas

3 Introdução Clima Clima Práticas culturais Práticas culturais umidade umidade temperatura temperatura insolação insolação preparo do solo preparo do solo controle da erosão controle da erosão plantio plantio erradicação de plantas invasoras erradicação de plantas invasoras descompactação do solo descompactação do solo

4 Introdução Controle de pragas e doenças Controle de pragas e doenças Colheita Colheita MaturaçãoMaturação CorteCorte carregamento carregamento transporte transporte

5 Preparo do solo Etapa das mais importantes dentro de um sistema de produção agrícola Etapa das mais importantes dentro de um sistema de produção agrícola Para cana-de-açúcar, deve-se maximizar os cortes econômicos através: Para cana-de-açúcar, deve-se maximizar os cortes econômicos através: Melhor índice de germinação Formação de um sistema radicular abundante Melhor aproveitamento de fertilizantes e umidade Menor incidência de plantas daninhas maior eficiência dos herbicidas

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7 Os sistemas de preparo do solo podem ser divididos em três grupos: Sistema convencional Preparo reduzido Preparo direto

8 Preparo convencional em cana-de açúcar Alto grau de mobilização e desagregação do solo. Alto grau de mobilização e desagregação do solo. Conjunto de operações agrícolas Conjunto de operações agrícolas Conjunto de operações agrícolas Conjunto de operações agrícolas Arações Gradagens Subsolagens (CONTIERO,1997)

9 Preparo convencional em cana-de açúcar Objetivo: eliminar plantas daninhas e restos culturais Objetivo: eliminar plantas daninhas e restos culturais Corresponde as operações que: Corresponde as operações que: Afetam diretamente a estrutura física Aquelas ligadas aos fatores que determinam um pH e ambiente adequado para absorção dos nutrientes minerais CONTIERO (1997)

10 Etapas do preparo de solo em cana-de-açúcar A)Destruição da soqueira ( e plantas daninhas) B) Preparo do solo mais profundo, com vistas à melhoria das propriedades físicas C)Nivelamento e destorroamento da superfície *Problemas de compactação: Subsolagem ou aração profunda antes do nivelamento Subsolagem ou aração profunda antes do nivelamento (CONTIERO,1997)

11 Preparo Direto e Cultivo Mínimo em cana-de-açúcar Técnica que iniciou-se na primeira metade do século passado Técnica que iniciou-se na primeira metade do século passado Não recebeu crédito devido às baixas produtividades em relação ao preparo convencional Não recebeu crédito devido às baixas produtividades em relação ao preparo convencional Insucesso plantas daninhas infestantes nas áreas sem preparo Insucesso plantas daninhas infestantes nas áreas sem preparo PHILLIPS e YOUNG JÚNIOR (1973)

12 Década de 70 cultivo mínimo e preparo direto foram aplicados a mais de 1 milhão de hectares de culturas nos EUA Década de 70 cultivo mínimo e preparo direto foram aplicados a mais de 1 milhão de hectares de culturas nos EUA O mesmo se verificou em alguns países da Europa onde o glifosate foi utilizado O mesmo se verificou em alguns países da Europa onde o glifosate foi utilizado (DALBEN et al., 1983)

13 Primeira área de cultivo mínimo no Brasil Usina Santa Bárbara (1975) Primeira área de cultivo mínimo no Brasil Usina Santa Bárbara (1975) Utilização do próprio sulcador para destruição parcial da soqueira sulcação na linha antiga da cana Utilização do próprio sulcador para destruição parcial da soqueira sulcação na linha antiga da cana Quando se adota esta posição, independente da técnica de eliminação da soqueira utilizada, adiciona-se um efeito destrutivo Quando se adota esta posição, independente da técnica de eliminação da soqueira utilizada, adiciona-se um efeito destrutivo VASCONCELLOS (1980)

14 Aspectos Positivos Melhor retenção de água pelo solo crescimento mais uniforme e vigoroso das plantas Melhor retenção de água pelo solo crescimento mais uniforme e vigoroso das plantas Melhor retenção de água pelo solo crescimento mais uniforme e vigoroso das plantas Melhor retenção de água pelo solo crescimento mais uniforme e vigoroso das plantas Maior infiltração de água Maior infiltração de água Maior penetração de raízes Maior penetração de raízes Menor compactação Menor compactação Menor compactação Menor compactação Maior aeração Maior aeração (CASAGRANDI,1988)

15 Melhoria das propriedades biológicas do solo Melhoria das propriedades biológicas do solo Aumento da população microbiana do solo Aumento da população microbiana do solo Controle da erosão e poluição agrícola Controle da erosão e poluição agrícola Menores perdas por evaporação Menores perdas por evaporação Menor trânsito de máquinas Menor trânsito de máquinas SCHULTZ (1978)

16 Maior estabilidade e estrutura do solo Maior estabilidade e estrutura do solo Maior estabilidade e estrutura do solo Maior estabilidade e estrutura do solo Custos mais baixos Custos mais baixos Redução na compactação do solo e no deflúvio (UEHARA,1976) Redução na compactação do solo e no deflúvio (UEHARA,1976) Redução dos gastos em combustível e com máquinas (HADLOW e MILLARD, 1978) Redução dos gastos em combustível e com máquinas (HADLOW e MILLARD, 1978)

17 Preparo direto em cana-de-açúcar

18 Eliminação da soqueira em sistemas de preparo reduzido Produtos químicos Produtos químicos Métodos mecânicos Métodos mecânicos Combinação de métodos mecânicos e químicos Combinação de métodos mecânicos e químicos Combinação de métodos mecânicos e químicos Combinação de métodos mecânicos e químicos Herbicidas Enxada rotativa Destruidor mecânico de soqueiras

19 4 Fatores que levam à erosão Preparo de solo deficiente e/ou inadequado Preparo de solo deficiente e/ou inadequado Preparos muito superficiais(15-20 cm) em solos compactados predispõem à erosão Preparos muito superficiais(15-20 cm) em solos compactados predispõem à erosão Constantes gradeações quebra da estrutura do solo arraste no sentido horizontal e vertical Constantes gradeações quebra da estrutura do solo arraste no sentido horizontal e vertical SALATA (1982)

20 Falta de proteção em determinados tipos de solo Falta de proteção em determinados tipos de solo Solos que exigem um cuidado maior no seu manuseio, podendo se tornar impróprios para a agricultura. Solos que exigem um cuidado maior no seu manuseio, podendo se tornar impróprios para a agricultura. Solos podzólicos com horizonte B textural, Solos podzólicos com horizonte B textural, Latossóis arenosos (vermelho escuro e amarelo) Latossóis arenosos (vermelho escuro e amarelo) Em menor escala os latossóis roxo e terra roxa estruturada. Em menor escala os latossóis roxo e terra roxa estruturada. SALATA (1982 )

21 Declives longos e declividade acentuada Declives longos e declividade acentuada Proteção a partir da parte mais alta diminuir a enxurrada que em virtude da alta velocidade e do grande volume dágua, pode ocasionar danos nas partes mais baixas Proteção a partir da parte mais alta diminuir a enxurrada que em virtude da alta velocidade e do grande volume dágua, pode ocasionar danos nas partes mais baixas SALATA (1982)

22 Ocorrência de concavidades Ocorrência de concavidades É uma erosão em potencial É uma erosão em potencial Ano a ano ela é modelada pelo preparo do solo ou pelo cultivo, ela é uma drenagem natural para a água que estiver próxima a sua área de captação Ano a ano ela é modelada pelo preparo do solo ou pelo cultivo, ela é uma drenagem natural para a água que estiver próxima a sua área de captação SALATA (1982)

23 Má distribuição das estradas Má distribuição das estradas Dependendo da área de captação, uma estrada (carreador) mal posicionado pode causar estragos por se tratar de uma área sem nenhuma possibilidade de captação de água Dependendo da área de captação, uma estrada (carreador) mal posicionado pode causar estragos por se tratar de uma área sem nenhuma possibilidade de captação de água SALATA (1982)

24 Manejo inadequado das áreas em reforma e expansão Manejo inadequado das áreas em reforma e expansão A partir do momento que o solo está desprotegido, ele está mais sujeito à erosão e principalmente, na sua condição mais primária que é através do impacto da gota de chuva A partir do momento que o solo está desprotegido, ele está mais sujeito à erosão e principalmente, na sua condição mais primária que é através do impacto da gota de chuva SALATA (1982)

25 Sulcação mal feita Sulcação mal feita A sulcação é uma excelente proteção ao solo cada sulco representa uma curva de nível em miniatura A sulcação é uma excelente proteção ao solo cada sulco representa uma curva de nível em miniatura SALATA (1982)

26 Sulcação realizada em desnível canaliza a água para um determinado ponto e em grande quantidade Sulcação realizada em desnível canaliza a água para um determinado ponto e em grande quantidade Sulcação rasa não dá suficiente proteção ao terreno Sulcação rasa não dá suficiente proteção ao terreno SALATA (1982)

27 Cultivo inadequado Cultivo inadequado Plantio: Sulcação intercepta a força gravitacional da água, o mesmo não ocorrendo no cultivo da soca, onde o terreno se encontra desprotegido Plantio: Sulcação intercepta a força gravitacional da água, o mesmo não ocorrendo no cultivo da soca, onde o terreno se encontra desprotegido Cultivo: Realizado corretamente permitirá a retenção da água da chuva Cultivo: Realizado corretamente permitirá a retenção da água da chuva SALATA (1982)

28 Falta de proteção Falta de proteção Qualquer artifício usado para evitar que a água da chuva desça em volume: Qualquer artifício usado para evitar que a água da chuva desça em volume: Curvas de nível Terraços Cultivos em faixa Cultivo mínimo SALATA (1982)

29 Controle à erosão na cultura canavieira Controle à erosão na cultura canavieira Três situações diante do complexo conservacionista: Três situações diante do complexo conservacionista: Terrenos planos ou com declividade inferior a 3%: Pouca coisa deve ser feita trabalhar o solo adequadamente, para evitar erosão vertical, além de fazer o plantio em nível SALATA (1982)

30 Terrenos suavemente ondulados com declividade variando de 3 a 6%: Terrenos suavemente ondulados com declividade variando de 3 a 6%: Técnica compatível com o nível de manejo Necessária a construção de terraços SALATA (1982)

31 Terrenos acidentados com declividade acima de 6% Terrenos acidentados com declividade acima de 6% Necessidade essencial de se praticar conservação com técnica de nível elevado Associar construção de terraços com cultivo em faixa ou cultivo mínimo, etc., SALATA (1982)

32 5 Práticas conservacionistas de caráter mecânico Terraços: Terraços: Sulcos ou valas construídas transversalmente à direção do maior declive, cuja finalidade é basicamente controlar a erosão e aumentar a umidade do solo. Sulcos ou valas construídas transversalmente à direção do maior declive, cuja finalidade é basicamente controlar a erosão e aumentar a umidade do solo. LIMA (2006)

33 Os objetivos dos terraços são: Os objetivos dos terraços são: Diminuir a velocidade e volume da enxurrada. Diminuir a velocidade e volume da enxurrada. Diminuir as perdas de solo, sementes e adubos. Diminuir as perdas de solo, sementes e adubos. Aumentar o conteúdo de umidade no solo, uma vez que há maior infiltração de água. Aumentar o conteúdo de umidade no solo, uma vez que há maior infiltração de água. Reduzir o pico de descarga dos cursos dágua. Reduzir o pico de descarga dos cursos dágua. Amenizar a topografia e melhorar as condições de mecanização das áreas agrícolas. Amenizar a topografia e melhorar as condições de mecanização das áreas agrícolas. LIMA (2006)

34 Em cana-de-açúcar Em cana-de-açúcar Terraços de base larga Terraços de base larga Terraços embutidos Terraços embutidos LIMA (2006)

35 A) Terraços de base larga (verdadeiros terraços): A) Terraços de base larga (verdadeiros terraços):Terraços de base larga (verdadeiros terraços):Terraços de base larga (verdadeiros terraços): Declividades até 12% Declividades até 12% Utilizados também para pequenas declividades 3 a 4 % e até 0,5% quando a topografia é formada por grandes lançantes diminuir a erosão produzida por grande concentração de enxurrada Utilizados também para pequenas declividades 3 a 4 % e até 0,5% quando a topografia é formada por grandes lançantes diminuir a erosão produzida por grande concentração de enxurrada LIMA (2006)

36 Vantagens: Vantagens: Vantagens: Não perde área da cultura que está protegendo Não perde área da cultura que está protegendo Planta-se no camalhão e no canal. Planta-se no camalhão e no canal. Desvantagens: Desvantagens: Difícil de ser construído em terrenos com topografia irregular curvas muito estreitas, dificultando o manejo de máquinas. Difícil de ser construído em terrenos com topografia irregular curvas muito estreitas, dificultando o manejo de máquinas. LIMA (2006)

37 Espaçamento Espaçamento Varia em função: Varia em função: Dimensões Dimensões Tipo de solo Declividade do terreno Largura do cana l 3 – 7 m Profundidade 0,30 – 0,60 m Largura da base 5,00 – 12,00 m (movimentação de terra) LIMA (2006)

38 B) Terraço comum composto de canal e camalhão B) Terraço comum composto de canal e camalhão B) Terraço comum composto de canal e camalhão B) Terraço comum composto de canal e camalhão São os mais usados na agricultura São os mais usados na agricultura Terrenos com declividade menores que 18 – 20%. Terrenos com declividade menores que 18 – 20%. Dependendo da maneira da construção podem sofrer variações na sua forma, originando terraços embutidos, murundum ou leirão, etc.. Dependendo da maneira da construção podem sofrer variações na sua forma, originando terraços embutidos, murundum ou leirão, etc.. LIMA (2006)

39 b.1) Embutidos b.1) Embutidos b.1) Embutidos b.1) Embutidos Canal tem a forma triangular Canal tem a forma triangular Talude que repassa o canal do camalhão na vertical. Talude que repassa o canal do camalhão na vertical. Boa aceitação entre os agricultores e usineiros Boa aceitação entre os agricultores e usineiros Estabilidade Estabilidade Pequena área inutilizada no plantio. Pequena área inutilizada no plantio. LIMA (2006)

40 6 Formato dos Talhões Modelo quadrado: Modelo quadrado: Modelo quadrado: Modelo quadrado: Utilizado em áreas planas e culturas de baixa densidade (cereais) Utilizado em áreas planas e culturas de baixa densidade (cereais) Cana: densidade 10 vezes maior (60 a 80 t/ha) Cana: densidade 10 vezes maior (60 a 80 t/ha) (MIALHE et. al, 1983)

41 Conseqüentemente: deslocamento linear para completar a carga do caminhão (8 a10 t), será 10 vezes menor, ou seja 100 a 200 m (Ex: cereais 1000 a 2000 m) Conseqüentemente: deslocamento linear para completar a carga do caminhão (8 a10 t), será 10 vezes menor, ou seja 100 a 200 m (Ex: cereais 1000 a 2000 m) Implicações: o comprimento das fileiras deve estar dentro destas dimensões a carga se completa com o veículo no meio do talhão compactação do solo Implicações: o comprimento das fileiras deve estar dentro destas dimensões a carga se completa com o veículo no meio do talhão compactação do solo Comprimento de fileira de 100 a 200 m pequenos produtores Comprimento de fileira de 100 a 200 m pequenos produtores (MIALHE et. al, 1983)

42 Culturas mais intensamente mecanizadas tratores mais pesados, uso de colhedoras, alto custo-hora das máquinas tempo-morto Culturas mais intensamente mecanizadas tratores mais pesados, uso de colhedoras, alto custo-hora das máquinas tempo-morto ( giros nas cabeceiras, deve se ser mínimo) ( giros nas cabeceiras, deve se ser mínimo) Não é recomendado o emprego do modelo quadrado mesmo em áreas planas Não é recomendado o emprego do modelo quadrado mesmo em áreas planas (MIALHE et. al, 1983)

43 Modelos retangular e trapezoidal: Modelos retangular e trapezoidal: Modelos retangular e trapezoidal: Modelos retangular e trapezoidal: Utilizados em áreas de topografia ondulada, quando a distância entre as curvas de nível é aproximadamente uniforme Utilizados em áreas de topografia ondulada, quando a distância entre as curvas de nível é aproximadamente uniforme Retangular: Fileiras iniciam e terminam nos carreadores das cabeceiras dos talhões Retangular: Fileiras iniciam e terminam nos carreadores das cabeceiras dos talhões Trapezoidal:Fileiras poderão terminar no carreador lateral (linhas mortas) Trapezoidal:Fileiras poderão terminar no carreador lateral (linhas mortas) (MIALHE et. al, 1983)

44 Carreadores de cabeceira: maior declividade longitudinal que os laterais seguem paralelamente as curvas de nível Carreadores de cabeceira: maior declividade longitudinal que os laterais seguem paralelamente as curvas de nível Conseqüências:Para manter uma declividade suave nos carreadores de cabeceira traçados perpendicularmente às curvas de nível, apenas quando elas estão afastadas Conseqüências:Para manter uma declividade suave nos carreadores de cabeceira traçados perpendicularmente às curvas de nível, apenas quando elas estão afastadas (MIALHE et. al, 1983)

45 Quando estas se aproximam os carreadores são posicionados de forma inclinada suavizar o gradiente longitudinal Quando estas se aproximam os carreadores são posicionados de forma inclinada suavizar o gradiente longitudinal Disso decorre a combinação de talhões retangulares com os trapezoidais Disso decorre a combinação de talhões retangulares com os trapezoidais (MIALHE et. al, 1983)

46 Talhões triangulares Talhões triangulares Talhões triangulares Talhões triangulares Finalidade: Complementar o traçado da combinação retângulo-trapezoidal Finalidade: Complementar o traçado da combinação retângulo-trapezoidal Restrições Restrições Excessivo nº de linhas mortas inclinadas em relação ao carreador dificultam os giros da maquinaria ao final de cada fileira Comprimento de fileira decrescente bicos linhas extremamente curtas enormes tempos-mortos e baixa eficiência de campo para maquinaria agrícola (MIALHE et. al, 1983)

47 Conseqüências: devem ser evitados em sistemas de produção mecanizados Conseqüências: devem ser evitados em sistemas de produção mecanizados Do ponto de vista econômico: reflorestar as áreas de talhões triangulares do que mantê-las sob cultivo de alto custo operacional Do ponto de vista econômico: reflorestar as áreas de talhões triangulares do que mantê-las sob cultivo de alto custo operacional (MIALHE et. al, 1983)

48 Modelo em faixas Modelo em faixas Modelo em faixas Modelo em faixas Modelo mais aconselhável para empresas de médio e grande porte mecanização orientada para uso de conj. tratorizados de grande cap. operacional Modelo mais aconselhável para empresas de médio e grande porte mecanização orientada para uso de conj. tratorizados de grande cap. operacional Traçado dos talhões deve acompanhar a direção das curvas de nível Traçado dos talhões deve acompanhar a direção das curvas de nível (MIALHE et. al, 1983)

49 Talhões longos 1000 a 2000 m de comprimento Talhões longos 1000 a 2000 m de comprimento Conseqüentemente: Desnível longitudinal mais pronunciado no meio do talhão(originado de traçado que foge das curvas de nível) problemas sérios de erosão Conseqüentemente: Desnível longitudinal mais pronunciado no meio do talhão(originado de traçado que foge das curvas de nível) problemas sérios de erosão (MIALHE et. al, 1983)

50 Problema principal: Inserir adeqüadamente talhões de largura constante nas faixas entre curvas de nível, cuja largura é variável Problema principal: Inserir adeqüadamente talhões de largura constante nas faixas entre curvas de nível, cuja largura é variável (MIALHE et. al, 1983)

51 7 Novos Estudos Rendimento do sistema viário Rendimento do sistema viário Declividade > 2 a 3% situar os carreadores em nível com talhões de comprimento variável Declividade > 2 a 3% situar os carreadores em nível com talhões de comprimento variável De acordo com a conformação da área, numa mesma etapa, queimar e colher 2 a 3 talhões contíguos diminuição do tempo com manobras De acordo com a conformação da área, numa mesma etapa, queimar e colher 2 a 3 talhões contíguos diminuição do tempo com manobras SALATA (1982)

52 Alternância de faixas de plantio Alternância de faixas de plantio Objetivo:Proteção do solo Objetivo:Proteção do solo Larguras das faixas depende do comprimento do declive Larguras das faixas depende do comprimento do declive Desta forma, uma determinada área pode estar alternada com uma, duas ou até três etapas de reforma Desta forma, uma determinada área pode estar alternada com uma, duas ou até três etapas de reforma SALATA (1982)

53 Considerações Finais Considerações Finais O adequado preparo do solo em áreas de cana- de-açúcar é de fundamental importância para o sucesso da lavoura e obtenção de altas produtividades. O adequado preparo do solo em áreas de cana- de-açúcar é de fundamental importância para o sucesso da lavoura e obtenção de altas produtividades.

54 Considerações Finais A adoção de práticas conservacionistas de controle de erosão, tais como curvas de nível, terraços, cultivos em faixa, cultivo mínimo também são de suma importância para maiores incrementos em produtividade A adoção de práticas conservacionistas de controle de erosão, tais como curvas de nível, terraços, cultivos em faixa, cultivo mínimo também são de suma importância para maiores incrementos em produtividade

55 Considerações Finais O tipo adequado de terraços utilizados em cana- de-açúcar bem como o formato do talhão poderão ser determinantes para uma boa condução da cultura O tipo adequado de terraços utilizados em cana- de-açúcar bem como o formato do talhão poderão ser determinantes para uma boa condução da cultura

56 Referências Bibliográficas BARBIERI, J.L.; ALLEONI, L.R.F; DONZELLI, J.L. Avaliação Agronômica e Econômica de Sistemas de Preparo de Solo para Cana-de-Açúcar. Revista Brasileira de Ciência do Solo. Campinas, SP. v.21, n.1, jan./março, 1997, p CAMILOTTI,F.; ANDRIOLI,I.; DIAS,F.L.F.; CASAGRANDE,A.A.; SILVA,A.R.; MUTTON,M.A.; CENTURION,J.F. Efeito prolongado de sistemas de preparo do solo com e sem cultivo de soqueira de cana crua em algumas propriedades físicas do solo.Engenharia Agrícola,Jaboticabal,v.25,n.1,p ,2005. CASAGRANDI, D.V.Preparo mínimo de solos argilosos para cultura de cana-de- açúcar. Álcool & Açúcar, São Paulo, v.8,n. 40, p , CASAGRANDI, D.V.Preparo mínimo de solos argilosos para cultura de cana-de- açúcar. Álcool & Açúcar, São Paulo, v.8,n. 40, p , CONTIERO, R.L. Sistemas de Preparo do Solo para a Cultura da Cana-de- Açúcar (Saccharum spp) Efeitos no Solo e na Planta. Botucatu, SP, f. Tese (Doutorado em Agricultura). - Faculdade de Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista.Botucatu,1997.

57 DALBEN, E.A; NELLI, E.J.; ALMEIDA, O.J. Plantio direto de cana-de- açúcar em solos de baixa fertilidade. Álcool & Açúcar, São Paulo, v.3,n. 12, p , DIAS, F.L.F.; CASAGRANDE, A.A.; CAMPOS, M.S.;ANDRIOLI, I. Estudo Agroeconômico de Sistemas de Preparo de Solo, em Área de Colheita Mecanizada de Cana Crua. Stab. Açúcar, Álcool e Subprodutos. Piracicaba, SP, v.20, n.1, set./outubro, 2001,p FERNANDES, J. Enxada rotativa na cultura da cana-de-açúcar.STAB, Rio de Janeiro,v.5,n.3, p.24-26, FERNANDES,J.; FURLANI NETO, V.L.;STOLF,R. O preparo do solo para o plantio da cana-de-açúcar e seus efeitos nas soqueiras. Brasil Açucareiro, Rio de Janeiro,v.97, n.4, p ,1981. FERNANDES,J.; FURLANI NETO, V.L.;STOLF,R. O preparo do solo para o plantio da cana-de-açúcar. Brasil Açucareiro, Rio de Janeiro,v.97, n.1, p.41-44,1981.

58 HADLOW,W.; MILLARD, E.W.Minimum tillage:a practical alternative to ploughing in the South Africa Sugar Industry.In:CONGRESS OF ISSCT, 16., 1977,São Paulo.Proccedings...São Paulo:ISSCT, 1978, v.2, p LIMA, S.L. Práticas conservacionistas de caráter macânico.Botucatu, p. (Apostila) MIALHE,L.G; RIPOLI, T.C.; MILAN, M. Algumas considerações sobre formato de talhões e espaçamento de plantio. Álcool & Açúcar, São Paulo, v.3,n. 11, p , PERTICARRI, J.G., IDE, B.Y.Eliminação mecânica da soqueira.Boletim Técnico COPERSUCAR, São Paulo, n.33, p.9-13,1985. PHILLIPS, S.A.; YOUNG JÚNIOR,H.M. No tillage farming milwankee. Reinan Assoc., p.

59 QUEIROZ-VOLTAN,R.B.; PRADO,H.; MORETTI,F.C. Aspectos estruturais de raízes de cana-de-açúcar sob o efeito da compactação do solo.Bragantia, Campinas, v.57, n.1, p.49-55,1998. SALATA, J.C. Conservação do solo e multiplicação de gemas – experiências inovadoras na cultura canavieira.Álcool & Açúcar, São Paulo, v.3,n.5, p , SCHULTZ, L.A. Manual do plantio direto:técnicas e perspectivas. Porto Alegre: Agropecuária, p. UEHARA,G. Minimum tillage and its application to sugar cane.Rpts Meeting Hawaiian Sugar Tech.,Hawai, p VASCONCELLOS, J.R.D. Manejo do solo e operações conjugadas em cana-de-açúcar.Araras:IAA/PLANALSUCAR-COSUL, p.

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78 (QUEIROZ-VOLTAN et al., 1998) Volta

79 (CAMILOTTI et al., 2005)

80 (Adaptado de CAMILOTTI et al., 2005) Volta

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88 PERTICARRI e IDE (1985)

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90 (BARBIERI et.al 1987)

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92 (DIAS et.al,2001)

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97 Representação esquemática do terraço embutido, mostrando o talude vertical e a pequena faixa (A) perdida no plantio. LIMA (2006) Volta

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