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Curso de Extensão em Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva: estratégias pedagógicas para favorecer a inclusão escolar TRABALHANDO TRANS-

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Apresentação em tema: "Curso de Extensão em Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva: estratégias pedagógicas para favorecer a inclusão escolar TRABALHANDO TRANS-"— Transcrição da apresentação:

1 Curso de Extensão em Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva: estratégias pedagógicas para favorecer a inclusão escolar TRABALHANDO TRANS- DISCIPLINARIAMENTE NO DIAGNÓSTICO E ATENDIMENTO EDUCACIONAL DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIAS MÚLTIPLAS. Profa. Dra. Anelice Ribetto- UERJ/FFP

2 Contexto da experiência... refletir sobre as práticasteoríaspráticas que foram se criando pelo e no desafio colocado pela necessidade de tecer espaços coletivos saudáveis para alunos com deficiências múltiplas através de meios criados nas redes sociais que denominamos MAPEAMENTOS e que representam a esperança de questionar o paradigma hegemônico que coloca as doenças, as faltas, as deficiências como propriedade privada dos sujeitos e não como nomeações produzidas politicamente nas múltiplas redes sociais.

3 FAMILIA é um sistema aberto em interrelaçao continua com outros sistemas os quais determina e pelos quais é determinado; desta maneira qua;quer acontecimento debe ser analizado de forma circular, não linear, o que gera uma mudança fundamental nas teorias que explicam o fenomeno psiquico e educacional como causa ou consequencia direta de outro (concepção linear do mundo) MINUCHIN, S.,1982.

4 REDE SOCIAL implica um processo de construção permanente tanto individual como colectiva. É um sistema aberto, multi-céntrico, que através de uma troça dinámica entre os integrantes de um coletivo e com integrantes de outros coletivos, possibilita a potencialização dos recursos que possuem e a criação de alternativas novedosas para resolução de problemas ou satisfação de necessidades.(DABAS, E., 1993)

5 Mas, quem são esses alunos? se considera una persona con multi impedimento, multi discapacidad o necesidades múltiples a aquella que debido a la intensidad de sus problemas físicos, mentales, sociales y emocionales, o a la combinación de todos ellos, necesita servicios educativos, sociales, psicológicos y médicos más allá de aquellos que hoy ofrecen los programas tradicionales regulares y especiales, con el fin de maximizar su potencial integral para su participación más saludable en la sociedad (POLTI, 2002, p.1)

6 Projeto educativo para alunos com deficiências múltiplas

7 se a família nuclear e extensa, os vizinhos, os tios, os primos têm alguma coisa a dizer sobre os como, que, onde, quando dos conteúdos curriculares do aluno então pode se dizer que osaber acadêmico encarnado na instituição escolar não é o ÚNICO e VERDADEIRO conhecimento; que existem diversas e múltiplas formas de mirar, habitar, considerar o mundo e que nenhum desses saberes pode se situar hierarquicamente encima do outro, mas, tentar uma NEGOCIÇÃO e DESHIERARQUIZAÇÃO de SABERES tentando criar uma outra forma de ser e estar no mundo.

8 re-valorizar os saberes da prática, criados e recriados cotidianamente por aqueles que têm sobre si a responsabilidade de aplicar as propostas advindas dos mais diversos gabinetes, é o desafio que enfrentamos(BARBOSA, 2003, p.9)

9 MAPEAMENTOS El MAPA DE RED es un dispositivo que nos permite conocer diagnósticamente cómo se realiza la construcción del mundo del niño. Pero también es una interesante estrategia para utilizar en la clínica, siempre y cuando consideremos que el mapa no es la red de pertenencia sino una construcción acerca de ésta, que puede variar a lo largo del tiempo......la construcción del mapa es el diseño de un gráfico que se realiza en conjunto con las personas que nos consultan, inclusive con el niño......así se comienza a disponer de una producción sumamente interesante para trabajar. Por ejemplo, en aquellos mapas de red donde las relaciones significativas que el niño diagrama se visualiza un predominio de relaciones conflictivas, y se cuenta con una red débil de sostén.(DABAS, p.114)

10 Estamos de novo regressados à necessidade de perguntar pelas relações entre a ciência e o conhecimento dito ordinário ou vulgar que nós, sujeitos individuais ou coletivos criamos e usamos para dar sentido às nossas práticas e que a ciência teima em considerar irrelevante, ilusório e falso; e temos finalmente que perguntar pelo papel de todo conhecimento científico acumulado no enriquecimento ou no empobrecimento prático das nossas vidas, ou seja, pelo contributo positivo ou negativo da ciência para a nossa felicidade : um PARADIGMA DE UM CONHECIMENTO PRUDENTE PARA UMA VIDA DECENTE (BOAVENTURA, p.37)

11 Bibliografia BARBOSA de OLIVEIRA, Inês. Currículos praticados: regulação e emancipação no cotidiano escolar. Texto apresentado na 26° Reunião anual de ANPEd, Poço de Caldas, Medio digital: ;www.anped.org.br CERTEAU, Michel. A invenção do cotidiano 1. Artes de fazer. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994; DABAS, Elina. Redes sociales, familias y escuelas. Buenos Aires: PAIDÓS, 1998; GOOLISHIAN, Harold e ANDERSON, Harlene A. Narrativa E Self: Alguns Dilemas Pós-Modernos Da Psicoterapia. In: SCHNITMAN, Dora Fried (Org.). Novos paradigmas, cultura e subjetividade. Porto Alegre: Artmed, 1996; MINUCHIN, Salvador. Familias y Terapia Familiar. Buenos Aires: Gedisa, 1982; POLTI, Sandra. Cartilla Personas con multi-discapacidad o necesidades múltiples. Córdoba: Publicación interna Programa Hilton-Perkins Delegación Córdoba, 2002; SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. Porto: Afrontamento, 1999; WATZLAWICK, Paul y otros. Teoría de la comunicación humana. Herder: Barcelona, 1987;


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