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1 V CONGRESSO BRASILEIRO DE ANALISE EXISTENCIAL E LOGOTERAPIA II ENCONTRO LATINO AMERICANO DE HUMANISMO E EXISTENCIALISMO ACONSELHAMENTO EM LOGOTERAPIA.

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1 1 V CONGRESSO BRASILEIRO DE ANALISE EXISTENCIAL E LOGOTERAPIA II ENCONTRO LATINO AMERICANO DE HUMANISMO E EXISTENCIALISMO ACONSELHAMENTO EM LOGOTERAPIA Prof. Ms. Guilherme Falcão ALVEF CURITIBA

2 2Mensagem Aventurar-se causa ansiedade, mas deixar de arriscar-se é perder a si mesmo... E aventurar-se no sentido mais elevado é precisamente tomar consciência de si próprio. (Kierkegaard)

3 3Mensagem É muito melhor lançar-se a luta em busca do triunfo, mesmo expondo-se ao insucesso, do que formar fila com os pobres de espírito, nem gozar, nem sofrer muito, porque viveu na penumbra cinzenta e, que não conheceu a vitória, nem a derrota. (Franklin D.Roosevelt)

4 4 LOGOTERAPIA BÁSICA As Premissas do Sistema Frankliano 1. O homem é ser espiritual-pessoal; 2. É capaz de se autodeterminar; 3. Orienta-se, primariamente, para o significado e os valores; 4. A autotranscendência pertence de maneira essencial ao ser do homem.

5 5 LOGOTERAPIA BÁSICA As Premissas do Sistema Frankliano 1. O homem é ser espiritual-pessoal A Logoterapia combate os sistemas fechados (fisiologismo, psicologismo, sociologismo).

6 6 Este tipo de compreensão leva o homem a um reducionismo e não consegue ir à essência do homem.

7 7 A Logoterapia afirma de modo anti- reducionista: O ponto do qual partimos é este: o homem é essência espiritual.

8 8 Para Frankl o reducionismo, é uma abordagem pseudo-científica que deixa de lado e ignora a humanidade de fenômenos, tratando-os puramente como epifenômenos; mais precisamente, reduzindo-os a fenômenos subumanos.

9 9 O reducionismo é um subumanismo. A máscara do niilismo é o reducionismo. O niilismo nega o significado do ser. Ele não ousa afirmar que não exista, afirma antes que a realidade é isto ou aquilo, na sua concretude.

10 10 Na obra The Modes and Moral of Psychotherapy, temos a seguinte definição de homem:

11 11 O homem não é outra coisa senão um complicado mecanismo biológico, cuja energia é fornecida por um sistema de combustão, um computador abastecido de energia, incrivelmente rico em depósitos para a conservação de informação cifrada.

12 12 Frankl, comenta este pensamento: Na qualidade de neurologista, considero totalmente legítimo pensar no computados como modelo para atividades específicas do sistema nervoso central. O homem é um computador, mas é, ao mesmo tempo, infinita e dimensionalmente, mais do que um computador. Na qualidade de neurologista, considero totalmente legítimo pensar no computados como modelo para atividades específicas do sistema nervoso central. O homem é um computador, mas é, ao mesmo tempo, infinita e dimensionalmente, mais do que um computador.

13 13 Frankl, comenta este pensamento: O reducionismo apresenta-se então como um projecionismo. A dimensão humana, o âmbito do homem se coloca a priori entre parênteses, e os fenômenos humanos se projetam num plano subumano. No momento em que isto acontece, a ciência se transforma em ideologia.

14 14 No que diz respeito em particular às ciências do homem, a biologia torna-se biologismo, a psicologia em psicologismo, e a sociologia, sociologismo.

15 15 Daí afirmar-se que a base da Logoterapia é: apresentar uma visão noética do homem. Isto é, uma visão espiritual do homem.

16 16 Somente colocando o olhar no ser espiritual, na sua tensão fundamental aos valores e ao significado, é que se poderá desvendar a significatividade do real e poderá aparecer, em toda a sua plenitude, o siginificado do ser. Frankl

17 17 Ignorando a dimensão espiritual do homem, o reducionismo repudia o caráter intencional de seus atos:

18 18 Os atos espirituais são intencionais, e isto quer dizer que têm um objeto rumo ao qual se dirigem intencionalmente. Ora, no momento em que tais atos se tornam objetos, desaparecem imediatamente do nosso olhar os seus próprios objetos. E quando tais objetos são constituídos fundamentalmente por valores objetivos, deduz-se que o psicologismo, além de ser cego diante do espiritual, é também cego para os valores.Frankl E quando tais objetos são constituídos fundamentalmente por valores objetivos, deduz-se que o psicologismo, além de ser cego diante do espiritual, é também cego para os valores.Frankl

19 19 Poder-se-ia pensar que essa perspectiva reducionista foi a superada por Adler e Jung, os reparadores. Algumas escolas contemporânea tende a considerar o homem numa dimensão mais pessoal, existencial e pluridimensional. Para Frankl, o psicologismo tanto antes como agora, continua acontecendo uma psicologia sem espírito. Freud diz: o ego não é senhor na sua casa.

20 20 O HOMEM É CAPAZ DE AUTODETERMINA-SE Ao insistir no passado a psicanálise corre o risco de fechar a existência do homem num humanismo sem futuro, de fazer prevalecer o homem instintivo sobre o homem criativo.

21 21 O homem não é somente aquilo que ele é, é também aquilo que decide ser. O homem é também devir. O futuro dá espaço ao tender, ao decidir, à intencionalidade; fenômenos que não podem ser atribuídos aos impulsos.

22 22 O HOMEM É CAPAZ DE AUTODETERMINA-SE O homem não apenas decide sobre alguma coisa, ou dealguma coisa, mas decide sobre si mesmo. Esta afirmação é a coluna de sustentação antropológica da Logoterapia.

23 23 Frankl reflete que: A liberdade do homem não é a liberdade dos condicionamentos; é antes, a liberdade de tomar atitude em qualquer condições em que se encontra.

24 24 Na visão reducionista do homem, a liberdade e a responsabilidade, é liquidada por um determinismo inconsciente. Emerge no homem uma utilidade= utilitarismo.

25 25 Isto é uma caricatura do homem que Frankl denominou de homunculismo ou homem homunlocu. Três tipos de homunculismo: biologismo, psicologismo e sociologismo. Espelhos deformadores.

26 26 Para Frankl, o que realmente importa no homem, não são as características do seu caráter, os estímulos e os instintos em si mesmos, e sim a atitude que tomamos em relação a eles. É a capacidade de tomar atitude que nos torna seres humanos.

27 27 O homem se orienta para o significado e para os valores Segundo Frankl, o problema fundamental do homem é descobrir e realizar o significado da própria existência, por meio da realidade concreta da vida. Para Tillich, a existência sem significado desemboca em absurdo.

28 28 O significado da própria existência é também o valor supremo de toda existência humana. Para a psicanálise o homem é um ser condicionado pelo inconsciente e pelos instintos. Uma existência guiada. A psicanálise procura desmascarar o homem, mas, não facilita que ele descubra em si o caminho a seguir.

29 29 O perigo do desmascarar por desmascarar é deixar o motivo inconsciente oculto desvalorizar o humano e o homem. Freud interpretou a vida espiritual em termos de vitalidade biológica. Desta maneira o homem sem espiritualidade carecia de intencionalidade. Sua existência perdia a tensão de valores e do significado.

30 30 No dizer de Frankl, cada célula de seu corpo participa da espiritualidade e todo ato da criatividade espiritual é alimentado por sua dinâmica vital. Para Freud o simples fato de falar de sentido da vida já era sintoma patológico, como se vê em sua carta a Marie Bonaparte. Daí o significado foi substituído pelo prazer.

31 31 O homem precisa dar sentido às suas opções, às suas experiências, à sua atividade, aos seus limites e às circunstâncias determinantes de sua vida. Isto só é possível através dos valores e a orientação primária e originária ao significado.

32 32 A TRANSCENDÊNCIA PERTENCE DE MANEIRA ESSENCIAL AO SER-HOMEM: Há dois níveis de transcendência na logoterapia Frankl fala de um mundo denso de outros seres a encontrar e de significados a realizar. - Somente superando a nos mesmos estamos em condições de ser homens.= transcendência horizontal.

33 33 Para Luduwing Biswanger, o homem transcende o próprio mundo, para penetrar na dimensão de suas potencialidades. Para a logoterapia a transcendência se dá também em um nível superior. A transcendência não é completa até se tornar abertura radical e total rumo ao significado último e absoluto. Frankl afirma que a existência humana não é autêntica se não for vivida em termos de autotranscendência.

34 34 Para além do prazer de Freud, de existência entendida como tensão da superação de Adler, como realização de si mesmo de Jung, ou dos valores da biofilia de Fromm, Frankl aponta para uma dimensão superior. A autotranscendência é a essência da existência. A pessoa humana tem sua dignidade e essa dignidade é valor em si mesmo. A WELTANSCHAUUNG= visão de mundo.

35 35 A desatenção aos valores levou o homem à desvalorização do ser humano em sua dimensão humana e à câmara de gás, Auchwitz, Hirochina e Nagasake, traficantes, guerra entre traficantes e policiais, Iraque, Irã, USA, etc.

36 36 PACIENTE PACIENTE Vem de Pasion= paixão. Vem de Pasion= paixão. Paixão:admiração,amor,ódio,desejo, Paixão:admiração,amor,ódio,desejo,alegria,tristeza(Descartes).

37 37 Paixão:- desejo,alegria,tristeza (Spinoza) Paixão:- desejo,alegria,tristeza (Spinoza) A razão utiliza as paixões para a realização dos objetivos do espírito(Hegel) A razão utiliza as paixões para a realização dos objetivos do espírito(Hegel) Paciente e terapeuta são ambos pacientespor serem passíveis de paixões, passíveis de sofrimento ( S. Tomás de Aquino) Paciente e terapeuta são ambos pacientespor serem passíveis de paixões, passíveis de sofrimento ( S. Tomás de Aquino)

38 38 TRÊS CAMINHOS TRÊS CAMINHOS 3 caminhos para encontrar sentido: 3 caminhos para encontrar sentido: 1)- valores de criação:- dar algo,trabalhar 1)- valores de criação:- dar algo,trabalhar 2)-valores de experiência:-vivenciar algo ou amar alguém 2)-valores de experiência:-vivenciar algo ou amar alguém 3)-valores de atitude:-assumir o sofrimento inevitável. 3)-valores de atitude:-assumir o sofrimento inevitável.

39 39 Nesse laboratório que foi o campo de concentração - ele viu o ser humano que criou a câmara de gás, mas também viu o homem, com a sua liberdade interior, decidir o que ele é, e entrar na câmara de gás ereto, com fé e orando.

40 40 QUEM TEM UM PORQUE VIVER, SUPORTA QUASE TODO COMO. NIETZSCHE


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