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Administração em Enfermagem Prof. Moisés Elias. Teorias da Administração e a Enfermagem Teoria Científca Teoria Científca Frederick Winslow Taylor (1856-1915)

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1 Administração em Enfermagem Prof. Moisés Elias

2 Teorias da Administração e a Enfermagem Teoria Científca Teoria Científca Frederick Winslow Taylor ( ) Frederick Winslow Taylor ( ) Proposta – aumento da produção pela eficiência do nível operacional. Para tanto preconizava a divisão do trabalho, a especialização do operário e a padronização das atividades e tarefas por eles desenvolvidas Proposta – aumento da produção pela eficiência do nível operacional. Para tanto preconizava a divisão do trabalho, a especialização do operário e a padronização das atividades e tarefas por eles desenvolvidas Assim o operário sabia cada vez menos do todo e cada vez mais de sua parte. Assim o operário sabia cada vez menos do todo e cada vez mais de sua parte.

3 Teorias da Administração e a Enfermagem Tinha incentivo salarial e o prêmio compatível à produção Tinha incentivo salarial e o prêmio compatível à produção Engenheiros da administração Engenheiros da administração Homem Econômico pois era estimulado pela remuneração material Homem Econômico pois era estimulado pela remuneração material Supervisão funcional Supervisão funcional

4 Teorias da Administração e a Enfermagem Crítica Crítica Aspecto mecanicista ( Homem como peça de uma engrenagem) Aspecto mecanicista ( Homem como peça de uma engrenagem)

5 Teorias da Administração e a Enfermagem Teoria Clássica Teoria Clássica Henry Fayol ( ) Henry Fayol ( ) Proposta – Eficiência da organização pela adoção de uma estrutura adequada e de um funcionamento compatível com essa estrutura Proposta – Eficiência da organização pela adoção de uma estrutura adequada e de um funcionamento compatível com essa estrutura Os seguidores dessa teoria foram denominados anatomistas e fisiologistas da organização Os seguidores dessa teoria foram denominados anatomistas e fisiologistas da organização

6 Teorias da Administração e a Enfermagem Para Fayol toda empresa coexistia seis funções: técnica, comercial, financeira, de segurança, contábil e administrativa – prever(futuro), organizar(material e social), coordenar(harmonizar), comandar(dirigir) e controlar(velar) Para Fayol toda empresa coexistia seis funções: técnica, comercial, financeira, de segurança, contábil e administrativa – prever(futuro), organizar(material e social), coordenar(harmonizar), comandar(dirigir) e controlar(velar) Princípios: Princípios: Divisão horizontal do trabalho, departamentalização(subordinação total do trabalhador ao seu chefe imediato) Divisão horizontal do trabalho, departamentalização(subordinação total do trabalhador ao seu chefe imediato)

7 Teorias da Administração e a Enfermagem Autoridade e responsabilidade, disciplina, unidade de comando e direção, remuneração do pessoal, centralização subordinação e hierarquia e ordem Autoridade e responsabilidade, disciplina, unidade de comando e direção, remuneração do pessoal, centralização subordinação e hierarquia e ordem Estrutura hierarquizada, estática e limitada Estrutura hierarquizada, estática e limitada Crítica Crítica Não admite a informalidade e inibe a criatividade Não admite a informalidade e inibe a criatividade

8 Teorias da Administração e a Enfermagem Teoria das Relações Humanas Teoria das Relações Humanas Elton Mayo Elton Mayo Proposta – enfatizar a variável pessoa ao invés da variável estrutura, preocupa-se com o homem no trabalho (psicológico e sociológico) em lugar da inquietação com os métodos de trabalho, as regras e as normas. Proposta – enfatizar a variável pessoa ao invés da variável estrutura, preocupa-se com o homem no trabalho (psicológico e sociológico) em lugar da inquietação com os métodos de trabalho, as regras e as normas.

9 Teorias da Administração e a Enfermagem Concluiu que o nível de produção não era determinado pela condição física do trabalhador, mas principalmente pela integração do indivíduo no grupo social Concluiu que o nível de produção não era determinado pela condição física do trabalhador, mas principalmente pela integração do indivíduo no grupo social Mayo passou a salientar a importância da organização informal em contraposição á Teoria Clássica Mayo passou a salientar a importância da organização informal em contraposição á Teoria Clássica Surge o homem social e não mais homem econômico Surge o homem social e não mais homem econômico

10 Teorias da Administração e a Enfermagem Princípios Princípios Motivação humana, liderança, comunicação e dinâmica de grupo Motivação humana, liderança, comunicação e dinâmica de grupo Crítica Crítica Forma paternalista de Administração Forma paternalista de Administração

11 Teorias da Administração e a Enfermagem Teoria Burocrática Teoria Burocrática Max Weber ( ) Max Weber ( ) Proposta – visava a organização sob o ponto de vista estruturalista com enfoque na racionalidade(meios e resultados) Proposta – visava a organização sob o ponto de vista estruturalista com enfoque na racionalidade(meios e resultados) Visava organizar, detalhadamente, a empresa e controlar rigidamente suas atividades. Visava organizar, detalhadamente, a empresa e controlar rigidamente suas atividades. Novo conjunto de normas morais ética protestante Novo conjunto de normas morais ética protestante

12 Teorias da Administração e a Enfermagem A proposta burocrática visa a eficiência organizacional como objetivo básico, para tanto detalha como as coisas deverão ser feitas A proposta burocrática visa a eficiência organizacional como objetivo básico, para tanto detalha como as coisas deverão ser feitas Caracteriza-se pela impessoalidade nas relações humanas(cargos e funções) Caracteriza-se pela impessoalidade nas relações humanas(cargos e funções) A determinação de procedimentos e rotinas é evidente. Os profissionais são caracterizados pela especialização, remuneração condizente com o cargo, nomeação pelo chefe imediato pela possibilidade de ascensão e não participar do capital da organiação A determinação de procedimentos e rotinas é evidente. Os profissionais são caracterizados pela especialização, remuneração condizente com o cargo, nomeação pelo chefe imediato pela possibilidade de ascensão e não participar do capital da organiação

13 Teorias da Administração e a Enfermagem Crítica Crítica Disfunção da burocracia: valorização maior para as normas e regras do que para o contingente humano Disfunção da burocracia: valorização maior para as normas e regras do que para o contingente humano

14 Teorias da Administração e a Enfermagem Teoria Comportamentalista Teoria Comportamentalista Kurt Lewin Kurt Lewin Proposta – A preocupação com a estrutura transferiu-se para o processo e para dinâmica organizacional, ou seja, para o comportamento organizacional. A ênfase manteve-se na variável pessoa. Proposta – A preocupação com a estrutura transferiu-se para o processo e para dinâmica organizacional, ou seja, para o comportamento organizacional. A ênfase manteve-se na variável pessoa. Foi dado ênfase ao homem administrativo visando a maneira satisfatória na realização do trabalho Foi dado ênfase ao homem administrativo visando a maneira satisfatória na realização do trabalho

15 Teorias da Administração e a Enfermagem Comportamento das pessoas e a motivação humana (Necessidades humanas básicas) Comportamento das pessoas e a motivação humana (Necessidades humanas básicas) Fisiológicas, segurança, sociais e auto realização Fisiológicas, segurança, sociais e auto realização Crítica Crítica Valoriza o homem, porém hierarquiza as suas necessidades Valoriza o homem, porém hierarquiza as suas necessidades

16 Teorias da Administração e a Enfermagem Teoria de Sistemas Teoria de Sistemas Ludwig Bertalanffy Ludwig Bertalanffy Proposta – Fundamentou-se em três premissas básicas: os sistemas existem dentro de sistemas, os sistemas são abertos(intercâmbio com o ambiente) ou fechados(não há intercâmbio com o ambiente) e as funções de um sistema dependem de sua estrutura(retroalimentação) Proposta – Fundamentou-se em três premissas básicas: os sistemas existem dentro de sistemas, os sistemas são abertos(intercâmbio com o ambiente) ou fechados(não há intercâmbio com o ambiente) e as funções de um sistema dependem de sua estrutura(retroalimentação)

17 A Teoria de Sistemas baseia-se no conceito de homem funcional que se caracteriza pelo relacionamento interpessoal com outras pessoas, como um sistema aberto A Teoria de Sistemas baseia-se no conceito de homem funcional que se caracteriza pelo relacionamento interpessoal com outras pessoas, como um sistema aberto Ainda segundo essa teoria as organizações são consideradas um sistema de papéis, e os indivíduos constituem os atores que desempenham esses papeis Ainda segundo essa teoria as organizações são consideradas um sistema de papéis, e os indivíduos constituem os atores que desempenham esses papeis

18 Teorias da Administração e a Enfermagem Teoria Contigencial Teoria Contigencial Lawrence e Lorsh Lawrence e Lorsh Proposta – explicar como uma mesma empresa funciona de diferentes formas em diferentes condições, devido a influência do ambiente externo à sua estruturação Proposta – explicar como uma mesma empresa funciona de diferentes formas em diferentes condições, devido a influência do ambiente externo à sua estruturação Relação funcional entre as variáveis ambientais e tecno administrativas Relação funcional entre as variáveis ambientais e tecno administrativas

19 Teorias da Administração e a Enfermagem Não admite conceitos absolutos e sim conceitos relativos Não admite conceitos absolutos e sim conceitos relativos

20 Teor ias Teoria Científic a Teoria Clássica T. Das Relaçõe s Humanas Teoria Burocrátic a Teoria Comport amentali sta Teoria de Sistema s Teoria Contige ncial Ideal izad or Frederic k W Taylor Henry Fayol Elton Mayo Max Weber Kurt Lewin Ludwig Bertalanff y Lawrenc e e Lorsh Cara cterí stica s princi pais - Divisão do trabalho e especializa ção -Incentivo salarial - Homem Econômico - Supervisã o funcional - Aspecto funcionalist a - Estrutura adequada e funcionament o compatível - Anatomistas e fisiologistas da organização - F. técnica, comercial, financeira, segurança, contábil e administrativa - departamen talização -variável pessoas - Grupo social - Humaniza ção - Importân cia da organizaçã o informal - Homem social -organizar detalhada mente a empresa e controlar rigidament e -ética protestante -mérito - impessoali dade - rotinas -Variável pessoa -Homem administr ativo - Necessid ades humanas básicas - Decisões descentra lizadas - Sistemas dentro de sistemas - Sistemas abertos - Homem funcional - Relaciona mento interpesso al -influência do ambiente externo nas empresas -Conceitos relativos

21 Metodologia do Planejamento em Enfermagem Moisés Elias Soares Silva

22 Metodologia do Planejamento na Enfermagem Planejamento Planejamento É a função administrativa que determina antecipadamente o que se dever fazer e quais os objetivos que devem ser atingidos. É um método teórico para a ação futura. É a função administrativa que determina antecipadamente o que se dever fazer e quais os objetivos que devem ser atingidos. É um método teórico para a ação futura.

23 Metodologia do Planejamento na Enfermagem Para os estudiosos da administração, o planejamento costuma figurar como a primeira das funções administrativas e uma das mais importantes, pois serve de base para as demais. Para os estudiosos da administração, o planejamento costuma figurar como a primeira das funções administrativas e uma das mais importantes, pois serve de base para as demais.

24 Metodologia do Planejamento na Enfermagem O planejamento envolve raciocínio, reflexão e análise sobre a maneira de realizar determinadas tarefas, bem como a sua abrangência. O planejamento envolve raciocínio, reflexão e análise sobre a maneira de realizar determinadas tarefas, bem como a sua abrangência. Pode-se dizer que o planejamento fornece suporte para a tomada de decisões ou implementação de quaisquer programas ou propostas que desejamos viabilizar. Pode-se dizer que o planejamento fornece suporte para a tomada de decisões ou implementação de quaisquer programas ou propostas que desejamos viabilizar.

25 Metodologia do Planejamento na Enfermagem * FASES DO PLANEJAMENTO * Fase 1: Conhecimento do sistema como um todo Fase 1: Conhecimento do sistema como um todo Fase 2: Determinação dos objetivos Fase 2: Determinação dos objetivos Fase 3: Estabelecimento de prioridades Fase 3: Estabelecimento de prioridades Fase 4: Seleção dos recursos disponíveis Fase 4: Seleção dos recursos disponíveis Fase 5: Estabelecimento do plano operacional Fase 5: Estabelecimento do plano operacional Fase 6: Desenvolvimento Fase 6: Desenvolvimento Fase 7: Aperfeiçoamento Fase 7: Aperfeiçoamento

26 Metodologia do Planejamento na Enfermagem * FASES DO PLANEJAMENTO * Fase 1: Conhecimento do sistema como um todo Fase 1: Conhecimento do sistema como um todo Conhecer o Sistema Técnico Conhecer o Sistema Técnico Compreende as demandas das tarefas, a implantação física e os equipamentos existentes. É portanto o responsável pela eficiência potencial da organização Compreende as demandas das tarefas, a implantação física e os equipamentos existentes. É portanto o responsável pela eficiência potencial da organização

27 Metodologia do Planejamento na Enfermagem Conhecer o sistema social Conhecer o sistema social Compreende as relações dos elementos responsáveis pela execução das tarefas que transformam a eficiência potencial em eficiência real Compreende as relações dos elementos responsáveis pela execução das tarefas que transformam a eficiência potencial em eficiência real

28 Metodologia do Planejamento na Enfermagem Essa fase particularmente facilita a compreensão do ponto de partida para realizar qualquer planejamento e analisar sistematicamente a organização Essa fase particularmente facilita a compreensão do ponto de partida para realizar qualquer planejamento e analisar sistematicamente a organização

29 Metodologia do Planejamento na Enfermagem Fase 2: Determinação dos Objetivos Fase 2: Determinação dos Objetivos Os objetivos são os resultados futuros que se pretendem atingir. São alvos selecionados que se buscam alcançar dentro de um certo espaço de tempo, aplicando-se determinados recursos disponíveis ou possíveis.

30 Metodologia do Planejamento na Enfermagem Fase 2: Determinação dos Objetivos Em qualquer organização, pode ser reconhecida uma hierarquia vertical de objetivos. No ponto superior de uma escala graduada, estariam os objetivos da instituição que predominam sobre os demais

31 Objetivos da Instituição Prestar assistência preventiva e curativa Objetivos da Gerencia de Enfermagem Assistir ao individuo e família Objetivos da Divisão de Educação Continuada Assegurar recurso humanos para prestar assistência de enfermagem

32 Metodologia do Planejamento na Enfermagem Fase 2: Determinação dos Objetivos Fase 2: Determinação dos Objetivos Princípios para fixação dos objetivos: * Princípio da comunicação total : todos os objetivos devem ser comunicados a todos os níveis hierárquicos. * Princípio da coerência vertical : o objetivo de um determinado nível organizacional deve ser discutido com o nível acima e com o nível abaixo.

33 Metodologia do Planejamento na Enfermagem Fase 3: Estabelecimento de prioridades Fase 3: Estabelecimento de prioridades - Uma vez estabelecidos os objetivos da organização é a vez de estabelecer as prioridades das ações para o alcance dos objetivos propostos. - Portanto para determinar quais são as ações que devem ser realizadas, é necessário estabelecer previamente o que se deseja alcançar, e a partir de então selecionar as ações mais propicias.

34 Metodologia do Planejamento na Enfermagem Fase 4: Seleção dos recursos disponíveis Fase 4: Seleção dos recursos disponíveis - Com base nas ações consideradas prioritárias para atender as metas e objetivos, é primordial que se proceda um levantamento dos recursos que serão necessários para implementar as ações. - Com base nas ações consideradas prioritárias para atender as metas e objetivos, é primordial que se proceda um levantamento dos recursos que serão necessários para implementar as ações. - Frente o levantamento dos recursos necessários deve-se ter claro quais são os recursos disponíveis – englobando recursos humanos, recursos materias e recursos físicos.

35 Metodologia do Planejamento na Enfermagem Fase 5: Estabelecimento do plano operacional Fase 5: Estabelecimento do plano operacional - Planejamento estratégico: constui-se de planos de longo alcance estabelecidos ao nível mais global. - Planejamento estratégico: constui-se de planos de longo alcance estabelecidos ao nível mais global. - Planejamento tático : constitui-se de planos de médio alcance. - Planejamento operacional: constitui-se de planos de curto alcance tratam de ações atuais da instituição.

36 Metodologia do Planejamento na Enfermagem Fase 6: Desenvolvimento Fase 6: Desenvolvimento A fase de desenvolvimento engloba: o desenvolvimento do programa, sua aprovação e a execução propriamente dita.

37 Metodologia do Planejamento na Enfermagem Fase 7: Aperfeiçoamento Fase 7: Aperfeiçoamento Inclui as fases de avaliação e replanejamento. A avaliação não deve ocorrer unicamente após ter sido implementado o plano. Ao contrário, deve ocorrer como um processo permanente e contínuo paralelamente a cada uma das fases.

38 Metodologia do Planejamento na Enfermagem * FASES DO PLANEJAMENTO * Fase 1: Conhecimento do sistema como um todo Fase 1: Conhecimento do sistema como um todo Fase 2: Determinação dos objetivos Fase 2: Determinação dos objetivos Fase 3: Estabelecimento de prioridades Fase 3: Estabelecimento de prioridades Fase 4: Seleção dos recurso disponíveis Fase 4: Seleção dos recurso disponíveis Fase 5: Estabelecimento do plano operacional Fase 5: Estabelecimento do plano operacional Fase 6: Desenvolvimento Fase 6: Desenvolvimento Fase 7: Aperfeiçoamento Fase 7: Aperfeiçoamento

39 Metodologia do Planejamento na Enfermagem * Instrumento utilizado no planejamento * Cronograma : serve para relacionar atividades em função do tempo disponível ou desejável. Cronograma : serve para relacionar atividades em função do tempo disponível ou desejável. É um gráfico onde são descritas as atividades planejadas em uma coluna cruzando-se com a variável tempo disposta numa segunda coluna. É um gráfico onde são descritas as atividades planejadas em uma coluna cruzando-se com a variável tempo disposta numa segunda coluna.

40 Metodologia do Planejamento na Enfermagem

41 Liderança em Enfermagem Moisés Elias

42 Liderar é ajudar sua equipe a enxergar a direção a seguir, motivar, entusiasmar seus colaboradores, estimular o empenho e o comprometimento de cada um. Liderar é ajudar sua equipe a enxergar a direção a seguir, motivar, entusiasmar seus colaboradores, estimular o empenho e o comprometimento de cada um.

43 Características do líder Características do líder Coordenação das atividades do grupo Coordenação das atividades do grupo Planejamento dessas atividades Planejamento dessas atividades Estabelecimento de políticas Estabelecimento de políticas Conhecimento técnico científico Conhecimento técnico científico Comunicação entre o grupo e meio ambiente Comunicação entre o grupo e meio ambiente Coordenação interna do grupo Coordenação interna do grupo

44 Determinação de recompensas e punições Determinação de recompensas e punições Papel de elemento exemplo do grupo Papel de elemento exemplo do grupo Papel de elemento símbolo do grupo Papel de elemento símbolo do grupo Substituição da responsabilidade individual Substituição da responsabilidade individual Definição da ideologia para o grupo Definição da ideologia para o grupo Papel da figura paterna Papel da figura paterna Papel de bode expiatório do grupo Papel de bode expiatório do grupo

45 Diferentes estilos de liderança Diferentes estilos de liderança Líder autocrático Líder autocrático Explora e estimula a dependência mediante a satisfação de necessidades evidenciadas pelos liderados Explora e estimula a dependência mediante a satisfação de necessidades evidenciadas pelos liderados Dependência da equipe Dependência da equipe Poder centralizado Poder centralizado Enfraquece iniciativa individuais Enfraquece iniciativa individuais Comportamento dependente e submisso Comportamento dependente e submisso

46 Líder democrático Líder democrático Desenvolve a determinação, a responsabilidade e a criatividade dos membros do grupo Desenvolve a determinação, a responsabilidade e a criatividade dos membros do grupo Autodeterminação do grupo Autodeterminação do grupo Desenvolvimento de habilidades e capacidades Desenvolvimento de habilidades e capacidades Qualidade do desempenho Qualidade do desempenho Interação dos indivíduos do grupo Interação dos indivíduos do grupo

47 Líder # Chefe Líder # Chefe

48 Líder # Chefe O chefe conduz as pessoas o líder aconselha

49 Líder # Chefe O chefe inspira medo......o líder, entusiasmo

50 Líder # Chefe Líder # Chefe O chefe diz eu o líder, "nós"

51 Líder # Chefe Líder # Chefe O chefe se preocupa com coisas o líder, com pessoas

52 Líder # Chefe Líder # Chefe O chefe colhe os lucros......o líder os distribui

53 Será que a equipe sempre concorda com o chefe?

54 Supervisão em Enfermagem Prof: Moisés Elias

55 Supervisão em Enfermagem Definição Definição Função administrativa que envolve um processo de orientação contínua de pessoal com a finalidade de desenvolvê-lo e capacitá-lo para o serviço Função administrativa que envolve um processo de orientação contínua de pessoal com a finalidade de desenvolvê-lo e capacitá-lo para o serviço

56 Supervisão em Enfermagem Objetivo Objetivo Visa a prestação de uma assistência eficaz, ao desenvolvimento dos funcionários e à manutenção de um ambiente harmônico, humano e produtivo para todos Visa a prestação de uma assistência eficaz, ao desenvolvimento dos funcionários e à manutenção de um ambiente harmônico, humano e produtivo para todos

57 Supervisão em Enfermagem Atividades desenvolvidas: Atividades desenvolvidas: Caracterização da clientela Caracterização da clientela Identificação das necessidades assistenciais de enfermagem Identificação das necessidades assistenciais de enfermagem Planejamento e desenvolvimento das ações de enfermagem Planejamento e desenvolvimento das ações de enfermagem Avaliação da qualidade da assistência Avaliação da qualidade da assistência Orientação e avaliação dos funcionários durante o procedimento Orientação e avaliação dos funcionários durante o procedimento

58 Supervisão em Enfermagem Elaboração implantação e avaliação de normas rotinas e procedimentos Elaboração implantação e avaliação de normas rotinas e procedimentos Estratégias para motivação de pessoal Estratégias para motivação de pessoal Prevenção de situações problemáticas Prevenção de situações problemáticas Previsão e provimento de recursos humanos, materiais, físicos, orçamentários necessário ao desenvolvimento das atividades de enfermagem Previsão e provimento de recursos humanos, materiais, físicos, orçamentários necessário ao desenvolvimento das atividades de enfermagem

59 Supervisão em Enfermagem Etapas para o desenvolvimento da supervisão: Etapas para o desenvolvimento da supervisão: Planejamento, execução e avaliação Planejamento, execução e avaliação Planejamento Planejamento Passa a ser uma etapa essencial para o desenvolvimento da função supervisão, pois determina o que deve ser feito, quem o fará e quando Passa a ser uma etapa essencial para o desenvolvimento da função supervisão, pois determina o que deve ser feito, quem o fará e quando

60 Supervisão em Enfermagem O planejamento da função supervisão envolve ações como: O planejamento da função supervisão envolve ações como: Identificação das necessidades, definição das prioridades, descrição dos objetivos, definição do período de tempo, descrição das atividades a serem realizadas e determinação do agente que executará o plano Identificação das necessidades, definição das prioridades, descrição dos objetivos, definição do período de tempo, descrição das atividades a serem realizadas e determinação do agente que executará o plano

61 Supervisão em Enfermagem Instrumentos comumente utilizados para o planejamento da função supervisão: Instrumentos comumente utilizados para o planejamento da função supervisão: Plano de supervisão Plano de supervisão Cronograma Cronograma roteiro roteiro

62 Supervisão em Enfermagem Plano de supervisão Plano de supervisão Plano de supervisão elaborado por um enfermeiro recém admitido para chefiar a clínica médica de um hospital Plano de supervisão elaborado por um enfermeiro recém admitido para chefiar a clínica médica de um hospital

63 Entidade: Hospital X Serviço: Enfermagem Unidade: Clínica médica Período : 4 Semana de fevereiro Agente: Enfermeiro da Unidade Objetivos: Conhecer a rotina semanal da equipe de enfermagem Avaliar a adequação desta rotina Dias da semana Atividades STQQSS Participação na passagem de plantão Verificar prontuários e anotações de enf Identificação das necessidades dos pctes Execução dos cuidados prescritos Observação da ordem e limpeza local Confecção de um relatório Elaboração de um novo plano baseado nas necessidades identificadas xXXxxXXx XxXxXxXx XXxXXx xXXXxxXXXx XXXxXXXx XXXxXXXx

64 Supervisão em Enfermagem O plano de supervisão é um instrumento importante, pois ensina a racionalizar o tempo e as ações, tornando-os apropriados aos objetivos, o que propicia maiores possibilidades de sucesso O plano de supervisão é um instrumento importante, pois ensina a racionalizar o tempo e as ações, tornando-os apropriados aos objetivos, o que propicia maiores possibilidades de sucesso

65 Supervisão em Enfermagem Cronograma Cronograma Um cronograma consta a relação de atividades e dos dias e períodos em que são executadas Um cronograma consta a relação de atividades e dos dias e períodos em que são executadas Normalmente os objetivos e as atividades rotineiras não constam de um cronograma Normalmente os objetivos e as atividades rotineiras não constam de um cronograma Cronograma elaborado por uma enfermeira que desenvolve a função de supervisão Cronograma elaborado por uma enfermeira que desenvolve a função de supervisão

66 Cronograma ATIVIDADESSTQQSS Reunião com funcionários Reunião com enfermeiros Participação de estudo de casos Elaboração de um plano de superv Aula sobre motivação Educação continuada Verificação do controle dos prazos de validade de materiais esterilizados XXXX X X x XXXX

67 Supervisão em Enfermagem Roteiro Roteiro Existem roteiros simples onde apenas as atividades a serem desenvolvidas são listadas Existem roteiros simples onde apenas as atividades a serem desenvolvidas são listadas

68 Supervisão em Enfermagem Execução da função supervisão Execução da função supervisão O enfermeiro precisa ter competência profissional, habilidade para relacionar-se com as pessoas, motivação para o desenvolvimento do pessoal e crença no potencial do ser humano. O enfermeiro precisa ter competência profissional, habilidade para relacionar-se com as pessoas, motivação para o desenvolvimento do pessoal e crença no potencial do ser humano.

69 Supervisão em Enfermagem Avaliação da função supervisão Avaliação da função supervisão A avaliação durante o processo oferece subsídios importantes para o replanejamento da função enquanto ela ocorre. A avaliação durante o processo oferece subsídios importantes para o replanejamento da função enquanto ela ocorre.

70 Tomada de decisão em enfermagem Moisés

71 Processo decisório Processo decisório Escolher entre uma ou mais alternativas ou opções, com vistas a alcançar um resultado desejado Escolher entre uma ou mais alternativas ou opções, com vistas a alcançar um resultado desejado

72 Fases do processo decisório Percepção do problema Percepção do problema Definição do problema Definição do problema Coleta de dados Coleta de dados Análise de dados Análise de dados Redefinição do problema Redefinição do problema Procura de soluções alternativas Procura de soluções alternativas Escolha ou decisão Escolha ou decisão Implementação Implementação E avaliação E avaliação

73 Técnicas de tomada de decisões Técnicas tradicionais Técnicas tradicionais As decisões que podem ser programadas, são tomadas seguindo o hábito, a rotina. As decisões que podem ser programadas, são tomadas seguindo o hábito, a rotina. As decisões onde não é possível uma programação, são tomadas por intuição As decisões onde não é possível uma programação, são tomadas por intuição

74 Técnicas modernas Técnicas modernas As decisões programadas existe a possibilidade de utilização da pesquisa operacional e processamento de dados As decisões programadas existe a possibilidade de utilização da pesquisa operacional e processamento de dados Nas decisões não programáveis, consiste em deixar que os envolvidos tentem achar para si próprios a melhor solução Nas decisões não programáveis, consiste em deixar que os envolvidos tentem achar para si próprios a melhor solução

75 Exercícios 1- A valorização das normas e regras tem influenciado a prática da enfermagem, contribuindo para um estilo administrativo estanque. O termo que melhor caracteriza esta forma de organização é: 1- A valorização das normas e regras tem influenciado a prática da enfermagem, contribuindo para um estilo administrativo estanque. O termo que melhor caracteriza esta forma de organização é: A- Clássica A- Clássica B- Científica B- Científica C- Humana C- Humana D- Burocrática D- Burocrática

76 Exercícios 2- A Teoria que tem como proposta o aumento da produção pela eficiência do nível operacional, tem como principal idealista: 2- A Teoria que tem como proposta o aumento da produção pela eficiência do nível operacional, tem como principal idealista: A- Taylor A- Taylor B- Fayol B- Fayol C- Mayo C- Mayo D- NDA D- NDA

77 Exercícios 3- É incorreto afirmar, exceto: 3- É incorreto afirmar, exceto: A- A Teoria Clássica tem como crítica o aspecto mecanicista A- A Teoria Clássica tem como crítica o aspecto mecanicista B-A Teoria Burocrática a determinação de procedimentos e rotinas não é evidente B-A Teoria Burocrática a determinação de procedimentos e rotinas não é evidente C- Max Weber tem enfoque na racionalidade C- Max Weber tem enfoque na racionalidade D- Conforme a Teoria de Mayo o operário sabia cada vez menos do todo e cada vez mais de sua parte D- Conforme a Teoria de Mayo o operário sabia cada vez menos do todo e cada vez mais de sua parte

78 Exercícios 4- Não está incorreto afirmar, exceto: 4- Não está incorreto afirmar, exceto: A- A Teoria de Sistemas baseia-se no conceito de homem funcional A- A Teoria de Sistemas baseia-se no conceito de homem funcional B- A Teoria Contigencial não admite conceitos relativos B- A Teoria Contigencial não admite conceitos relativos C- A meritocracia faz parte da teoria de Weber C- A meritocracia faz parte da teoria de Weber D- Mayo concluiu que o nível de produção não era determinado pela condição física do trabalhador D- Mayo concluiu que o nível de produção não era determinado pela condição física do trabalhador

79 Exercícios 5- O idealizador que passou a salientar a importância da organização informal em contraposição á Teoria Científica, foi: 5- O idealizador que passou a salientar a importância da organização informal em contraposição á Teoria Científica, foi: A- Mayo A- Mayo B- Kurt Lewin B- Kurt Lewin C- Lawrence e Lorsh C- Lawrence e Lorsh D- NDA D- NDA

80 Exercícios 6- A Teoria que baseia no conceito de homem funcional que se caracteriza pelo relacionamento interpessoal, é: 6- A Teoria que baseia no conceito de homem funcional que se caracteriza pelo relacionamento interpessoal, é: A- Comportamentalista A- Comportamentalista B- Sistemas B- Sistemas C- Humanas C- Humanas D- NDA D- NDA

81 Exercícios 7-Planejamento é a função administrativa que determina antecipadamente o que se dever fazer e quais os objetivos que devem ser atingidos. Todas alternativas estão corretas, exceto: 7-Planejamento é a função administrativa que determina antecipadamente o que se dever fazer e quais os objetivos que devem ser atingidos. Todas alternativas estão corretas, exceto: A- Pode-se dizer que o planejamento fornece suporte para a tomada de decisões A- Pode-se dizer que o planejamento fornece suporte para a tomada de decisões B- O planejamento envolve raciocínio B- O planejamento envolve raciocínio C- O planejamento é um método teórico para a ação futura. C- O planejamento é um método teórico para a ação futura. D- Para os estudiosos da administração, o planejamento costuma figurar como a primeira das funções administrativas e a mais importante, pois serve de base para as demais. D- Para os estudiosos da administração, o planejamento costuma figurar como a primeira das funções administrativas e a mais importante, pois serve de base para as demais.

82 Exercícios 8- A fase do planejamento que particularmente facilita a compreensão do ponto de partida para realizar qualquer planejamento e analisar sistematicamente a organização, é: 8- A fase do planejamento que particularmente facilita a compreensão do ponto de partida para realizar qualquer planejamento e analisar sistematicamente a organização, é: A- Fase 1: Conhecimento do sistema como um todo A- Fase 1: Conhecimento do sistema como um todo B- Fase 2: Determinação dos objetivos B- Fase 2: Determinação dos objetivos C- Fase 3: Estabelecimento de prioridades C- Fase 3: Estabelecimento de prioridades D- Fase 4: Seleção dos recursos disponíveis D- Fase 4: Seleção dos recursos disponíveis

83 Exercícios 9- O cronograma é gráfico em que: 9- O cronograma é gráfico em que: A-Relaciona a atividade em função do tempo A-Relaciona a atividade em função do tempo B- Relaciona o tempo em função da atividade B- Relaciona o tempo em função da atividade C- São descritas atividades planejadas C- São descritas atividades planejadas D-Todas alternativas D-Todas alternativas

84 Exercícios 10- São características de um líder, exceto: 10- São características de um líder, exceto: A- Estabelecimento de políticas A- Estabelecimento de políticas B- Papel da figura paterna B- Papel da figura paterna C- Conduzir as pessoas C- Conduzir as pessoas D- Determinação de recompensas e punições D- Determinação de recompensas e punições

85 Exercícios 11-São características de um líder autocrático, exceto: 11-São características de um líder autocrático, exceto: A- Dependência da equipe A- Dependência da equipe B- Poder descentralizado B- Poder descentralizado C- Enfraquece iniciativa individuais C- Enfraquece iniciativa individuais D- Comportamento dependente e submisso D- Comportamento dependente e submisso


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