A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

1 Proteção Contra Incêndios e Explosões Prof. Ricardo Luís, Msc Módulo I – Teorias sobre o fogo e Extintores Portáteis Pós-graduação em Eng. de Segurança.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "1 Proteção Contra Incêndios e Explosões Prof. Ricardo Luís, Msc Módulo I – Teorias sobre o fogo e Extintores Portáteis Pós-graduação em Eng. de Segurança."— Transcrição da apresentação:

1 1 Proteção Contra Incêndios e Explosões Prof. Ricardo Luís, Msc Módulo I – Teorias sobre o fogo e Extintores Portáteis Pós-graduação em Eng. de Segurança do Trabalho

2 2 Fogo é uma mistura de gases a altas temperaturas, formada em reação exotérmica de oxidação, que emite radiação eletromagnética nas faixas do infravermelho e do visível. Desse modo, o fogo pode ser entendido como uma entidade gasosa emissora de radiação e decorrente da combustão.gasesreação exotérmicaoxidaçãoradiação eletromagnéticainfravermelho combustão Os produtos da combustão (principalmente vapor de água e gás carbônico), em altas temperaturas pelo calor desprendido pela reação, emitem luz visível. O resultado é uma mistura de gases incandescentes emitindo energia, denominado chama ou fogo.águagás carbônicotemperaturascalorreaçãoluz FOGO

3 3 FOGO - É um processo químico de transformação, também denominado Combustão, que atinge os materiais combustíveis e inflamáveis. Quando forem sólidos ou líquidos, esses materiais necessitam ser transformados primeiramente em gases, para então se combinarem com o comburente, em geral o oxigênio. Ativados por uma fonte externa de calor, comburente e combustível iniciam a transformação química, gerando mais calor e desenvolvendo uma reação em cadeia. O produto dessa transformação, além do calor, é a luz. FOGO

4 4 FOGO Chama Inicial Combustível sólido Oxigênio (comburente) Gases combustíveis Mistura inflamável Reação de combustão CalorChama Pirólise Ignição

5 5 FOGO X INCÊNDIO

6 6 São três as classificações das causas de incêndio: 1ª) Causas Naturais: são aquelas que provocam incêndios sem a intervenção do homem. Exemplo: Vulcões, terremotos, raios, etc. 2ª) Causas Acidentais: São inúmeras. Exemplo: eletricidade, chama exposta, etc. 3ª) Causas Criminosas: são os incêndios propositais ou criminosos, são inúmeros e variáveis. Exemplo: pode ser por inveja, vingança, para receber seguros, loucura, etc. CLASSIFICAÇÃO DAS CAUSAS DE INCÊNDIO

7 7 ELEMENTOS DO FOGO COMBUSTÍVEL É o elemento que alimenta o fogo e serve para sua propagação, aumentando ou diminuindo sua faixa de ação; é tudo aquilo capaz de queimar, normalmente constituídos de Carbono e Hidrogênio. Pode ser sólido, líquido ou gasoso.

8 8 ELEMENTOS DO FOGO COMBURENTE É o elemento ativador do fogo; é o agente oxidante da reação combustão. O mais comum é o oxigênio, o elemento químico mais abundante na natureza. O cloro, hidrogênio, bromo e enxofre também são considerados comburentes. A propriedade mais importante do oxigênio é sua capacidade de oxidar outras substâncias, e esta ação pode ser lenta ou rápida.

9 9 ELEMENTOS DO FOGO COMBURENTE Oxidações lentas ferro formando a ferrugem; o vinho formando o vinagre. Há uma lenta libertação de calor, o qual é dissipado para o meio ambiente. Oxidações rápidas queima da gasolina, álcool, etc. Há uma libertação de grande quantidade de energia na forma de calor e luz. Numa combustão, a substância redutora é o combustível, e a oxidante, o comburente. OBS.: Abaixo de 15% de oxigênio a reação combustão não se completa; abaixo de 8% de oxigênio a combustão não se processa.

10 10 ELEMENTOS DO FOGO CALOR É o elemento que dá início ao fogo e provoca sua propagação pelo combustível; é a fonte de ativação da combustão. Pode ser resultante de faísca elétrica, atrito, chama, centelha, radiação, etc.

11 11 ELEMENTOS DO FOGO REAÇÃO EM CADEIA Após a combustão, os combustíveis geram mais calor. Esse calor provocará o desprendimento de mais gases ou vapores combustíveis, desenvolvendo uma transformação em cadeia ou reação em cadeia, que, em resumo, é o produto de uma transformação gerando outra transformação; Está relacionada com as características dos materiais combustíveis, como: PF, PC e PI

12 12 FORMAS DE COMBUSTÃO A combustão pode classificar-se, quanto à sua velocidade, em: -COMBUSTÃO ATIVA é aquela em que o fogo, além de produzir calor, produz também chama, isto é, luz, e se processa em ambientes ricos em oxigênio. -COMBUSTÃO LENTA é aquela em que o fogo só produz calor, não há chama, e geralmente se processa em ambientes pobres em oxigênio. - EXPLOSÃO combustão rápida, que atinge altas temperaturas, e essa transformação de energia se caracteriza por violenta dilatação dos gases que por sua vez, exercem também violenta pressão às paredes que o confinam. A explosão resulta da mistura de certos gases ou sólidos em forma de pó ou poeira com o oxigênio, numa porcentagem ideal para cada um.

13 13 FORMAS DE COMBUSTÃO COMBUSTÃO ESPONTÂNEA : acontece com certos materiais, geralmente de origem vegetal, que tendem a fermentar no caso de longos armazenamentos e em determinadas condições. Dessa fermentação resulta o calor que, ao se elevar gradativamente, faz o combustível atingir seu ponto de ignição. Alguns produtos estocados juntos, reagem quimicamente, gerando calor e conseqüentemente uma combustão. COMBUSTÃO COMPLETA : a combustão completa origina gases que se desprendem sob a forma de fumaça, resultantes da combinação do Carbono (encontrado no combustível) e o Oxigênio do ar atmosférico, na proporção de dois átomos de O 2 para um de C, dando como produto principal da combustão o CO 2 (Dióxido de Carbono ou gás carbônico). COMBUSTÃO INCOMPLETA : ocorre quando a quantidade de O 2, presente no ar atmosférico, não é suficiente para suprir com dois átomos do mesmo e então combinar-se com um átomo de C, resultando assim, o CO (Monóxido de Carbono) em grande quantidade.

14 14 Considerações sobre o Monóxido de Carbono (CO) Aparência: Por não possuir cheiro, nem cor, podemos não perceber sua presença, não prevendo a ventilação do local. Por não possuir cheiro, nem cor, podemos não perceber sua presença, não prevendo a ventilação do local. Onde encontramos: resultado de queima incompleta de combustíveis fornos caldeiras solda Motores a combustão Geradores a diesel, gasolina resultante do processo Limites de Tolerância IPVS 1200 ppm BRA 39 ppm TLV(EUA) 25 ppm Limites de inflamabilidade no ar: LSI: 75 % LII: 12 % Temperatura de ignição 609,3 °C (Fonte CETESB)

15 15 É absorvido pelo pulmão até 100 vezes mais rápido que o Oxigênio. Sintomas dor de cabeça, desconforto tontura confusão, tendência a cambalear náuseas vômitos palpitação inconsciência Tratamento Câmara Hiperbárica Transfusão de Sangue CO – Efeitos da Asfixia Bioquímica ppm Fatal Considerações sobre o Monóxido de Carbono (CO)

16 16 PONTOS DE INFLAMABILIDADE PONTO DE FULGOR (flash point)- Ponto de Fulgor é a menor temperatura na qual um liquido libera vapor/gás em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável. PONTO DE COMBUSTÃO – É a temperatura mínima, na qual os gases despreendidos dos combustíveis, entram em combustão ao contato com uma fonte externa de calor e continuam queimando, mesmo sem a presença desta fonte; Nesta temperatura a quantidade de vapor não é suficiente para assegurar uma combustão contínua. Forma-se uma chama rápida (Flash Point)

17 17 PONTOS DE INFLAMABILIDADE PONTO DE IGNIÇÃO - Auto Ignição é a temperatura na qual uma concentração de gás inflamável explode sem a presença de uma fonte de ignição

18 18 PONTOS DE INFLAMABILIDADE PRODUTO Ponto de Fulgor (°C) Ponto de Ignição (°C) Benzina - 17,7 232,0 Gasolina - 42,0 257,0 Querosene 38 a 73,5 254,0 Parafina199,0245,0 Álcool etílico 12,6335,0

19 19 REPRESENTAÇÃO DO FOGO REAÇÃO EM CADEIA

20 20 PROPAGAÇÃO DO FOGO CONDUÇÃO

21 21 CONVECÇÃO PROPAGAÇÃO DO FOGO

22 22 PROPAGAÇÃO DO FOGO IRRADIAÇÃO

23 23 Classe "A" Materiais que queimam em superfície e em profundidade. Ex.: Madeira, papel, tecido,... Classes de FOGO

24 24 Classe "B" Os líquidos inflamáveis. Queimam na superfície. Ex.: Alcool, gasolina, querosene,... Classes de FOGO

25 25 Classes de FOGO Classe "D" Materiais que requerem agentes extintores específicos. Ex.: Pó de zinco, Sódio, magnésio,...

26 26 MÉTODOS DE EXTINÇÃO ABAFAMENTO: Consiste em diminuir a taxa de oxigênio ambiente até abaixo do limite necessário para existência do fogo. O gás carbônico não é comburente nem combustível, e é mais denso que o ar. Se o ar apresentar 5 a 10% de CO 2, ele extingue as combustões, pois não permite o contato do oxigênio com o combustível. Embora o ar atmosférico tenha em sua composição vários elementos, apenas o O 2 participa do processo de queima ou combustão. A menos de 8% de O 2 o fogo se apaga. O ser humano morre se a taxa de O 2 ficar abaixo de 17%.

27 27 MÉTOOS DE EXTINÇÃO RESFRIAMENTO: é quando diminuímos a temperatura do material em combustão, ou seja, retira-se calor do fogo. O princípio é o de reduzir o calor gerado, provocando uma queda de temperatura até abaixo do Ponto de Combustão ou de Ignição e, em certos casos, abaixo do Ponto de Fulgor.

28 28 MÉTODOS DE EXTINÇÃO ISOLAMENTO: consiste na retirada, diminuição ou interrupção, com suficiente margem de segurança, do material combustível ainda não atingido pelo incêndio e presente no campo de propagação do fogo.

29 29 MÉTODOS DE EXTINÇÃO EXTINÇÃO POR INIBIÇÃO DA REAÇÃO EM CADEIA: consiste em interromper a reação em cadeia, ou seja, as moléculas dos agentes extintores se dissociam pela ação do calor e se combinam com a mistura inflamável, formando outra mistura NÃO inflamável. Exemplo: no uso do pó químico seco, quando em contato com o calor, há a dissociação da molécula em vapor e dióxido de carbono, como: Bicarbonato de sódio: 2NaHCO3 + Calor = Na2CO3 + H2O + CO2 Bicarbonato de potássio: 2KHCO3 + Calor = K2O + H2O + 2CO2

30 30 Cada agente extintor está adaptado a um ou mais tipos de fogos nos diversos materiais. Poder- se-á utilizar um determinado agente extintor que poderá provocar danos graves quer ao utilizador quer ao ambiente. Deste modo torna-se aconselhável conhecer os diversos agentes extintores. AGENTES EXTINTORES

31 31 AGENTES EXTINTORES ÁGUA (Em jato ou pulverizada) -A água tem indicação específica para combater incêndios de classe A. -Atua como agente de resfriamento dos materiais, tornando a sua temperatura inferior ao seu ponto de ignição. -A penetração e a camada de água acumulada na superfície do material dificultam a propagação do fogo. NOTA: Este agente extintor não deve, de maneira alguma, ser utilizado em equipamentos energizados (classe C), bem como não deve ser usado em incêndios de líquidos inflamáveis.

32 32 AGENTES EXTINTORES Espuma Mecânica Produzida a partir de uma mistura de água e substâncias tensoativas por injeção mecânica de ar -Classes de Fogos: A B - Vantagens: Muito bom para líquidos extremamente inflamáveis Pode ser utilizada em situações de incêndio iminente com ação preventiva. Cobertura de espuma evita reignições - Desvantagens: Deixa resíduo úmido. Não adequado para fogos elétricos. Requer uma instalação fixa.

33 33 AGENTES EXTINTORES PÓ QUÍMICO SECO BC -Pó extintor compatível com espuma. -Com base de bicarbonato de sódio. -Grande eficiência na extinção de incêndios. -Executa uma ação inibidora com reações em cadeia que ocorrem no centro do fogo. -Especialmente indicado para fogos da classes B e C, até mesmo na presença de corrente elétrica.

34 34 AGENTES EXTINTORES PÓ QUÍMICO ABC -Com base numa combinação de fosfato de mono-amônio e sulfato de amônio. -Pó especialmente indicado para fogos da classe B, porém igualmente apropriado para as classes A e C. -Altamente econômico. -Contém componentes retardantes de fogo que evitam qualquer combustão subconsequente. -Ao aplicar-se as partículas fundem-se e dilatam-se, formando uma barreira que evita a entrada de oxigênio completando todo o processo de extinção.

35 35 AGENTES EXTINTORES GÁS CARBÔNICO -O gás Carbônico (dióxido de carbono) é um agente extintor indicado para incêndios das classes B e C. -Atua por abafamento, produzindo uma camada gasosa que provoca o isolamento do oxigênio. -Seu efeito provoca o resfriamento dos materiais, permitindo, ainda, que seja usado como elemento auxiliar em incêndios de classe A. -O gás carbônico é um agente limpo, não tóxico, inodoro, que não gera resíduos e não danifica equipamentos. -Desvantagens: Asfixiante, requer cilindros pesados, distancia curta do jato, alta pressão e pode produzir queimaduras.

36 36 AGENTES EXTINTORES PÓ ESPECIAL D -Pó de excelente qualidade com base no sal de sódio. - M28 é um inerte que em contato com metais incandescentes, impede a difusão de oxigênio extinguindo assim o incêndio. - Altamente eficaz em fogos de metais.

37 37 AGENTES EXTINTORES AREIA - Classes de Fogos: B D - Vantagens: Por vezes é o único meio de extinção disponível para incêndios da classe D. - Desvantagens: Manipulação pouco prática. Pode danificar o equipamento.

38 38 AGENTES EXTINTORES HALON (Extintor com hidrocarbonetos halogenados (gases) que solidificam quando se expandem bruscamente) OBS: agente extintor proibido seu uso no Brasil -Classes de Fogos: A B C -Vantagens: Não deixa resíduo o que o torna mais adequado para equipamento sensível. Combate três classes de fogos. - Desvantagens: Utiliza gases que destroem a camada de ozônio. A altas temperaturas pode dar lugar à formação de substâncias tóxicas.

39 39 CLASSES DO FOGO X AGENTES EXTINTORES (*) NORMA ABNT-NBR XXXX - Fogo de Metais Pirofóricos (material que se inflama espontaneamente em contato com o ar ou produz faísca por fricção) Mg, Na, Al, P, K, etc. XXX - Equipamentos elétricos energizados : computador, televisão, motores, geladeira, videocassete, transformadores, rádio, ar condicionado, etc XX - Líquidos e/ou gases combustíveis ou inflamáveis : gasolina, álcool, óleo, acetona, querosene, tinta, etc - Queimam apenas na superfície e NÃO deixam resíduos XXX - Combustíveis sólidos de um modo geral : papel, papelão, plástico, tecido, etc - Queimam em profundidade e na superfície, deixam resíduos PÓ ESP PQSCO 2 ESPUMA ÁGUA CLASSES DE FOGO (*) - de acordo com a NFPA – Halon é indicado para A, B eC

40 40 EQUIPAMENTOS DE COMBATE A INCÊNDIO Extintores Portáteis e Sobre Rodas

41 41 EXTINTORES PORTÁTEIS

42 42 EXTINTORES DE ÁGUA 1.Componente: água Utilização: 2.Classe A 3.Método de extinção: resfriamento 4.Tipo de jato: Pleno 5.Capacidade mínima: 10 litros 6.Tempo de descarga: +/- 60s 7.Alcanço do jato: +/- 10m 8.Gás propelente:nitrogênio 9.Peso bruto: +/- 13kg 10.Procedimento de utilização: 11.Verificar a pressão 12.Levar o extintor ao local do fogo 13.Colocar-se a uma distancia segura 14.Empunhar a mangueira e destravar o extintor 15.Atacar o fogo dirigindo o jato a sua base

43 43 Verificação da Pressão Em operação Carga TotalDescarregado

44 44 EXTINTOR DE ESPUMA Componente: água (97%) e LGE (3%) Utilização: Classe A e B Método de extinção: resfriamento e abafamento Tipo de jato: Pleno Capacidade mínima: 10 litros Tempo de descarga: +/- 60s Alcanço do jato: +/- 10m Gás propelente: nitrogênio Peso bruto: +/- 14kg Procedimento de utilização: 1.Verificar a pressão 2.Levar o extintor ao local do fogo 3.Colocar-se a uma distancia segura 4.Empunhar a mangueira e destravar o extintor 5.Atacar o fogo dirigindo o jato a sua base

45 45 EXTINTOR DE PÓ QUÍMICO SECO Componente: bicarbonato de potássio Utilização: Classe B e C Método de extinção: abafamento e rompimento da reação em cadeia Tipo de jato:Pleno Capacidade mínima: Variável Tempo de descarga: Alcanço do jato: Gás propelente: nitrogênio Peso bruto: Procedimento de utilização: 1.Verificar a pressão 2.Levar o extintor ao local do fogo 3.Colocar-se a uma distancia segura 4.Empunhar a mangueira e destravar o extintor 5.Atacar o fogo dirigindo o jato para cobrir toda área em chamas

46 46 EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO Componente: gás carbônico Utilização: Classe B e C Método de extinção: abafamento e resfriamento Tipo de jato: névoa Capacidade mínima: 6kg Tempo de descarga: +/- 20s Alcanço do jato: +/- 2m Gás propelente: gás carbônico Peso bruto: +/- 20kg Procedimento de utilização: 1.Levar o extintor ao local do fogo 2.Colocar-se a uma distancia segura 3.Segurar a empunhadeira e destravar o extintor 4.Atacar o fogo a 1 metro, dirigindo o jato para base com movimentação do difusor.

47 47 EXTINTOR DE PÓ ESPECIAL Componente: monofosfato de amônia, cloreto de potássio Utilização: Classe D Método de extinção: abafamento e quebra da reação em cadeia Tipo de jato: névoa Capacidade mínima: 4kg Tempo de descarga: +/- 40s Alcanço do jato: +/- 6m Peso bruto: +/- 6kg Procedimento de utilização: 1.Levar o extintor ao local do fogo 2.Colocar-se a uma distancia segura 3.Empunhar a mangueira e destravar o extintor 4.Atacar o fogo dirigindo o jato para cobrir toda área em chamas

48 48 EXTINTOR SOBRE RODAS Pó Químico Seco ( 50 Kg) Dióxido de Carbono ( 45 Kg) Água Pressurizada 75 lts

49 49 SINALIZAÇÃO DE EXTINTORES Água ou Espuma

50 50 SINALIZAÇÃO DE EXTINTORES Pó Químico

51 51 SINALIZAÇÃO DE EXTINTORES Dióxido de Carbono

52 52 SINALIZAÇÃO DE EXTINTORES 1,6m 1m 2 > 2cm

53 53 INSPEÇÃO DE EXTINTORES 1- Todo extintor deverá ter uma ficha de controle de inspeção; 2- Cada extintor deverá ser inspecionado visualmente a cada mês, examinando-se o seu aspecto externo, os lacres, os manômetros, etc; 3 – Cada extintor deverá ter uma etiqueta de identificação fixada no mesmo, com data em que foi carregado, data da próxima recarga e nº de identificação; 4 - O extintor de CO2 deve ser pesado semestralmente, caso tenha perdido mais de 10% de seu peso deverá ser recarregado; 5 – O demais extintores devem ser inspecionados anualmente e definidos seus devidos reparos; 5- Todo extintor deverá a cada 5 anos ser submetido a um ensaio denominado Teste hidrostático.

54 54 Extintor de incêndio Aparelho de acionamento manual, constituído de recipiente e acessórios contendo o agente extintor destinado a combater princípios de incêndio; Extintor portátil Extintor que possui massa total até 25 kgf; Extintor sobre rodas Extintor que possui massa total superior a 25 kgf, montado sobre rodas; Distância máxima a ser percorrida Distância máxima real, em metros, a ser percorrida por um operador, do ponto de fixação do extintor a qualquer ponto da área protegida pelo extintor. NBR 12693/COSCIP-PE Sistemas de proteção por extintores de incêndio

55 55 Carga Quantidade de agente extintor contida no extintor de incêndio, medida em litro ou quilograma; Capacidade extintora Medida do poder de extinção de fogo de um extintor, obtida em ensaio prático normalizado; Unidade extintora Extintor que atende à capacidade extintora mínima prevista na Norma, em função do risco e da natureza do fogo; Princípio de incêndio - Período inicial da queima de materiais, compostos químicos ou equipamentos, enquanto o incêndio é incipiente.

56 56 Dos riscos a) classe A (risco pequeno) - classes de ocupação pela T.S.I.B., 01 e 02, excluídos os depósitos, que devem ser considerados como classe B; b) classe B (risco médio) - classes de ocupação pela T.S.I.B., de 03 a 06, inclusive os depósitos de classe de ocupação 01 e 02; c) classe C (risco grande) - classes de ocupação pela T.S.I.B., de 07 a 13.

57 57 Dos sistemas Para efeito desta Norma, os sistemas são divididos em dois tipos: b) tipo 2 - sistemas de extintores portáteis e sobre rodas. a)tipo 1 - sistemas de extintores portáteis; OBS.Não será admitida a proteção de riscos unicamente por extintores sobre rodas.

58 58 Constitui-se uma Unidade Extintora um aparelho contendo o mínimo de capacidade da substância ou agente, a seguir especificado: Será exigido o mínimo de duas Unidades Extintoras para cada pavimento, mezanino, jirau ou risco isolado. Admitir-se-á a instalação de apenas uma Unidade Extintora por pavimento, mezanino, jirau ou risco isolado, desde que a área a ser protegida seja igual ou inferior a 50 m²Agente Cap. Do Extintor Água ou Espuma 10 Lts Gás Carbônico 6 Kg Pó Químico 4 Kg

59 59 Projeto do sistema O sistema de proteção contra incêndio por extintores, portáteis e/ou sobre rodas, deve ser projetado considerando-se: a) a classe de risco a ser protegida e respectiva área; b) a natureza do fogo a ser extinto; c) o agente extintor a ser utilizado; d) a capacidade extintora do extintor; e) a distância máxima a ser percorrida. Condições de projeto No mínimo 50% do número total de unidades extintoras exigidas para cada risco devem ser constituídos por extintores portáteis. Quando utilizados extintores sobre rodas, deve-se observar o seguinte: a) não se admite a possibilidade de um extintor sobre rodas proteger locais situados em pavimentos diferentes;

60 60 b) só são admitidos extintores sobre rodas nos cálculos das unidades extintoras, quando estes tiverem livre acesso a qualquer parte da área protegida, sem impedimentos de portas, soleiras, degraus no piso, materiais e equipamentos; c) não é considerado como extintor sobre rodas o conjunto de dois ou mais extintores instalados sobre um mesmo suporte e cujo acionamento seja individualizado. os extintores portáteis não devem ficar em contato direto com o piso. O extintor deve ser instalado de maneira que: a) haja menor probabilidade de o fogo bloquear seu acesso; b) seja visível, para que todos os usuários fiquem familiarizados com a sua localização; c) permaneça protegido contra intempéries e danos físicos em potencial; d) não fique obstruído por pilhas de mercadorias, matérias- primas ou qualquer outro material; e) esteja junto ao acesso dos riscos; f) sua remoção não seja dificultada por suporte, base, abrigo, etc.; g) não fique instalado em escadas.

61 61 Para efeito de seu emprego, a área máxima de proteção de uma Unidade Extintora será, em conformidade com a classificação do risco a que se refere ; I - para os riscos de Classe A, a área máxima de proteção de uma Unidade Extintora será de 500,0 m², devendo os extintores serem dispostos de maneira tal que possam ser alcançados de qualquer ponto da área protegida sem que haja necessidade de ser percorrida,pelo operador, uma distância superior a 20 m; II - para os riscos de Classes B e C, a área máxima de proteção de uma Unidade Extintora será de 250,0 m², devendo os extintores serem dispostos de maneira que possam ser alcançados de qualquer ponto da área protegida sem que haja necessidade de ser percorrida, pelo operador, uma distância superior a 15,0 m. Nos projetos de segurança contra incêndio, além da simbologia deverá constar, em planta a capacidade de cada extintor.

62 62 Extintor de água Extintor de espuma química Extintor de espuma mecânica Extintor de gás carbônico (CO2) Extintor de pó químico Extintor de hidrocarboneto halogenado Extintor, sobre rodas, de água Extintor, sobre rodas, de espuma química Extintor, sobre rodas, de espuma mecânica Extintor, sobre rodas, de gás carbônico (CO2) Extintor, sobre rodas, de pó químico Extintor, sobre rodas, de hidrocarboneto halog. SIMBOLOGIA

63 63 OBRIGADO


Carregar ppt "1 Proteção Contra Incêndios e Explosões Prof. Ricardo Luís, Msc Módulo I – Teorias sobre o fogo e Extintores Portáteis Pós-graduação em Eng. de Segurança."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google