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Aspectos Legais DECRETO Nº 6.094, DE 24 DE ABRIL DE 2007- DOU 25/04/2007 Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação,

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4 Aspectos Legais

5 DECRETO Nº 6.094, DE 24 DE ABRIL DE DOU 25/04/2007 Dispõe sobre a implementação do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, pela União Federal, em regime de colaboração com Municípios, Distrito Federal e Estados, e a participação das famílias e da comunidade, mediante programas e ações de assistência técnica e financeira, visando a mobilização social pela melhoria da qualidade da educação básica.

6 PORTARIA Nº 867, DE 4 DE JULHODE 2012– DOU 05/07/2012 Institui o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa e as ações do Pacto e define suas diretrizes gerais.

7 PORTARIA Nº 1.458, DE 14 DE DEZEMBRO DE DOU 18/12/2012 Define categorias e parâmetros para a concessão de bolsas de estudo e pesquisa no âmbito do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, na forma do art. 2o, inciso I, da Portaria MEC no 867, de 4 de julho de 2012.

8 MEDIDA PROVISÓRIA Nº 586, DE 8 DE NOVEMBRO DE DOU 09/11/12 Dispõe sobre o apoio técnico e financeiro da União aos entes federados no âmbito do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, e dá outras providências.

9 PORTARIA Nº- 90, DE 6 DE FEVEREIRO DE DOU DE 07/02/2013 Define o valor máximo das bolsas para os profissionais da educação participantes da formação continuada de professores alfabetizadores no âmbito do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.

10 O que significa estar alfabetizado?

11 Estar alfabetizado significa ser capaz de interagir por meio de textos escritos em diferentes situações. Significa ler e produzir textos para atender a diferentes propósitos. A criança alfabetizada compreende o sistema alfabético de escrita, sendo capaz de ler e escrever, com autonomia, textos de circulação social que tratem de temáticas familiares ao aprendiz.

12 O que é ciclo de alfabetização?

13 O ciclo da alfabetização nos anos iniciais do ensino fundamental é um tempo sequencial de três anos (600 dias letivos), sem interrupções, dedicados à inserção da criança na cultura escolar, à aprendizagem da leitura e da escrita, à ampliação das capacidades de produção e compreensão de textos orais em situações familiares e não familiares e à ampliação do universo de referências culturais dos alunos nas diferentes áreas do conhecimento. Ao final do ciclo de alfabetização, a criança tem o direito de saber ler e escrever, com domínio do sistema alfabético de escrita, textos para atender a diferentes propósitos.

14 O que orientam as Diretrizes Curriculares Nacionais do ensino fundamental sobre o ciclo de alfabetização? A Resolução nº 7, de 14 de dezembro de 2010, que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino fundamental de 9 anos, estabelece, no art. 30, que os 3 anos iniciais do ensino fundamental devem assegurar a alfabetização e o letramento, mas também o desenvolvimento das diversas formas de expressão, incluindo o aprendizado da língua portuguesa, a literatura, a música e demais artes, a educação física, assim como o aprendizado da matemática, da ciência, da história e da geografia. Estabelece ainda que haja a continuidade da aprendizagem, tendo em conta a complexidade do processo de alfabetização e os prejuízos que a repetência pode causar no ensino fundamental como um todo e, particularmente, na passagem do primeiro para o segundo ano de escolaridade e deste para o terceiro.

15 Sobre o Pacto

16 Destaques da Portaria 867/2012 Art. 1º -Fica instituído o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, pelo qual o Ministério da Educação (MEC) e as secretarias estaduais, distrital e municipais de educação reafirmam e ampliam o compromisso previsto no Decreto no 6.094, de 24 de abril de 2007, de alfabetizar as crianças até, no máximo, os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental, aferindo os resultados por exame periódico específico, que passa a abranger: I - a alfabetização em língua portuguesa e em matemática; II - a realização de avaliações anuais universais, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP, para os concluintes do 3º ano do ensino fundamental; III - o apoio gerencial dos estados, aos municípios que tenham aderido às ações do Pacto, para sua efetiva implementação. Parágrafo único. A pactuação com cada ente federado será formalizada em instrumento próprio a ser disponibilizado pelo MEC.

17 Art. 6º - As ações do Pacto compreendem os seguintes eixos: I - formação continuada de professores alfabetizadores; II - materiais didáticos, literatura e tecnologias educacionais; III - avaliação e; IV - gestão, controle e mobilização social.

18 Formação Curso presencial de 2 anos para os Professores alfabetizadores, com carga horária de 120 horas por ano, baseado no Programa Pró-Letramento, cuja metodologia propõe estudos e atividades práticas. Os encontros com os Professores alfabetizadores serão conduzidos por Orientadores de Estudo. Os Orientadores de Estudo são professores das redes, que farão um curso específico, com 200 horas de duração por ano, ministrado por universidades públicas. É recomendável que os Orientadores de Estudo sejam selecionados entre a equipe de tutores formados pelo Pró-Letramento no município ou estado. Verifique abaixo qual a Instituição de Ensino Superior (IES) responsável pela formação no seu estado ou município.

19 Materiais Este eixo é formado por conjuntos de materiais específicos para alfabetização, tais como: 1- livros didáticos (entregues pelo PNLD) e respectivos manuais do professor; 2- obras pedagógicas complementares aos livros didáticos e acervos de dicionários de Língua Portuguesa (também distribuídos pelo PNLD); 3- jogos pedagógicos de apoio à alfabetização; 4- obras de referência, de literatura e de pesquisa (entregues pelo PNBE-Programa Nacional Biblioteca da Escola); 5-obras de apoio pedagógico aos professores; 6-jogos e softwares de apoio à alfabetização. Além de novos conteúdos para alfabetização, muda também a quantidade de materiais entregues às escolas, pois cada turma receberá um acervo, possibilitando aos docentes e alunos explorar melhor os conteúdos.

20 Avaliações Este eixo reúne três componentes principais: Avaliações processuais, debatidas durante o curso de formação, que podem ser desenvolvidas e realizadas continuamente pelo professor junto aos alunos. Os professores terão acesso a um sistema informatizado onde deverão inserir os resultados da Provinha Brasil de cada criança, no início e no final do 2º ano. Através deste sistema, docentes e gestores poderão acompanhar o desenvolvimento da aprendizagem de cada aluno de sua turma, e fazer os ajustes necessários para garantir que todos estejam alfabetizados no final do 3º ano do ensino fundamental. Ao final do 3º ano, todos os alunos farão uma avaliação coordenada pelo INEP. O objetivo desta avaliação universal será avaliar o nível de alfabetização alcançado pelas crianças ao final do ciclo. Esta será mais uma maneira da rede analisar o desempenho das turmas e adotar as medidas e políticas necessárias para aperfeiçoar o que for necessário. O Ministério da Educação assumirá o custo dos sistemas e das avaliações externas.

21 Art. 14. Caberá aos Municípios : I - aderir ao Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa; II - promover a participação das escolas da rede nas avaliações realizadas pelo INEP; III - aplicar a Provinha Brasil em sua rede de ensino, no início e no final do 2º ano do ensino fundamental, e informar os resultados por meio de sistema informatizado específico; IV - gerenciar e monitorar a implementação das ações do Pacto em sua rede; V - designar coordenador(es) para se dedicar(em) às ações do Pacto e alocar equipe necessária para a sua gestão, inclusive em suas unidades regionais, se houver; VI - indicar os orientadores de estudo de sua rede de ensino e custear o seu deslocamento e a sua hospedagem para os eventos de formação; VII - fomentar e garantir a participação dos professores alfabetizadores de sua rede de ensino nas atividades de formação, sem prejuízo da carga-horária em sala de aula, custeando o deslocamento e a hospedagem, sempre que necessário; VIII - monitorar, em colaboração com o MEC, a aplicação da Provinha Brasil e da avaliação externa, a entrega e o uso dos materiais de apoio à alfabetização previstos nesta Portaria; IX - disponibilizar assistência técnica às escolas com maiores dificuldades na implementação das ações do Pacto e na obtenção de resultados positivos de alfabetização; X - promover a articulação das ações do Pacto com o Programa Mais Educação, onde houver, priorizando o atendimento das crianças do 1º, 2º e 3º ano do ensino fundamental como garantia de educação integral e complementação e apoio pedagógico àquelas com maiores dificuldades.

22 Objetivos da Formação

23 Formar professores, contribuindo para que possam: refletir sobre a concepção de alfabetização na perspectiva do letramento, construindo a base teórica para a ação autônoma, com base no aprofundamento de estudos baseado, sobretudo, nas obras pedagógicas do PNBE do Professor e outros textos publicados pelo MEC; refletir sobre o currículo nos anos iniciais do Ensino Fundamental e os direitos de aprendizagem na área de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, e Arte; refletir sobre a avaliação na alfabetização, analisando e construindo instrumentos de avaliação e de registro de aprendizagem na área de alfabetização; construir, coletivamente, as definições dos conhecimentos e habilidades a serem consolidados pelas crianças dos anos 1, 2 e 3 do Ensino Fundamental (direitos de aprendizagem);

24 refletir sobre algumas estratégias de inclusão de crianças com deficiência visual, auditiva, motora e intelectual, bem como crianças com distúrbios de aprendizagem no cotidiano da sala de aula; conhecer os recursos didáticos distribuídos pelo Ministério da Educação (livros didáticos e obras complementares aprovados no PNLD; livros do PNBE e PNBE Especial; jogos didáticos elaborados pelo CEEL/UFPE e distribuídos pelo MEC e planejar situações didáticas em que tais materiais sejam usados; planejar o ensino na alfabetização, analisando e criando propostas de organização de rotinas da alfabetização na perspectiva do letramento; refletir sobre a importância de organizar diferentes agrupamentos em sala de aula (atividades em grande grupo, em pequenos grupos, em duplas, individuais), adequando os modos de organização da turma aos objetivos pretendidos;

25 analisar e selecionar recursos didáticos para a alfabetização, considerando diferentes objetivos didáticos: livros de literatura do PNBE e PNBE Especial, livros didáticos aprovados no PNLD, obras complementares distribuídas no PNLD, jogos distribuídos pelo MEC, jornais, materiais publicitários, programas de televisão, computador, dentre outros; criar um ambiente alfabetizador, que favoreça a aprendizagem das crianças; refletir sobre as relações entre consciência fonológica e alfabetização, analisando e planejando atividades de reflexão fonológica e gráfica de palavras, utilizando materiais distribuídos pelo MEC; refletir sobre a importância da literatura nos anos iniciais do Ensino Fundamental e planejar situações de uso de obras literárias em sala de aula;

26 refletir sobre a importância do uso de jogos e brincadeiras no processo de apropriação do sistema alfabético de escrita (Língua Portuguesa) e do sistema numérico decimal (Matemática), analisando jogos e planejando aulas em que os jogos sejam incluídos como recursos didáticos; analisar e planejar projetos didáticos e sequências didáticas para turmas de alfabetização, integrando diferentes componentes curriculares (Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Arte), e atividades voltadas para o desenvolvimento da oralidade, leitura e escrita.

27 Temas abordados por unidade dos cursos

28 UnidadeEmentaMateriais básicos Unidade 1 (12 horas) Alfabetização: concepções; currículo dos três anos iniciais do Ensino Fundamental na área de ensino da Língua Portuguesa, de modo integrado aos demais componentes curriculares (Matemática, Ciências, História, Geografia, Arte) - conhecimentos e habilidades fundamentais no trabalho de alfabetização; avaliação da alfabetização: instrumentos; a inclusão como princípio fundamental do processo educativo; a inclusão de crianças de seis anos no Ensino Fundamental. - Texto de apresentação da unidade, introduzindo a discussão sobre currículo no ciclo de alfabetização e sobre direitos de aprendizagem e avaliação - propostas de quadros com direitos de aprendizagem - propostas de instrumentos de avaliação - propostas de quadros de registro de acompanhamento da aprendizagem das crianças - propostas de quadros para sistematização do perfil das turmas, com indicações de modos de agrupamento das crianças. * Livro Orientações para o ensino fundamental de nove anos (MEC), capítulo sobre avaliação. Livro de apresentação das obras complementares

29 UnidadeEmentaMateriais Unidade 2 (08 horas) Planejamento do ensino na alfabetização; rotina da alfabetização na perspectiva do letramento, integrando diferentes componentes curriculares (Matemática, Ciências, História, Geografia, Arte); a importância de diferentes recursos didáticos na alfabetização: livros de literatura do PNBE e PNBE Especial, livro didático aprovado no PNLD, obras complementares distribuídas no PNLD, jogos distribuídos pelo MEC, jornais, materiais publicitários, televisão, computador, dentre outros. -Texto de apresentação da unidade, introduzindo a discussão sobre planejamento do ensino e relações entre alfabetização e demais componentes curriculares - Propostas de quadros de rotinas para turmas de alfabetização - Quadro de registro de atividades - Listagem de materiais didáticos distribuídos pelo MEC, com sugestões de atividades - Obras literárias do PNBE e PNBE Especial - Livros Didáticos (PNLD) - Obras Complementares do PNLD -Jogos produzidos pelo CEEL/UFPE e distribuídos pelo MEC

30 UnidadeEmentaMateriais Unidade 3 (08 horas) Reflexão sobre o funcionamento do sistema alfabético de escrita; reflexão sobre os processos de apropriação do sistema alfabético de escrita e suas relações com a consciência fonológica; planejamento de situações didáticas destinadas ao ensino do sistema alfabético de escrita. - Texto de apresentação da unidade, introduzindo a discussão sobre o ensino do sistema alfabético de escrita e relações entre consciência fonológica e alfabetização - Exemplos de atividades destinadas ao desenvolvimento da consciência fonológica e compreensão do funcionamento do sistema alfabético de escrita - Livros didáticos do PNLD - Livros dos acervos das Obras Complementares do PNLD -Jogos produzidos pelo CEEL / UFPE

31 Unidade EmentaMateriais Unidade 4 (12 horas) A sala de aula como ambiente alfabetizador; os diferentes agrupamentos em sala de aula; atividades diversificadas em sala de aula para atendimento às diferentes necessidades das crianças: jogos e brincadeiras no processo de apropriação do sistema alfabético de escrita e sistema numérico decimal; atividades em grande grupo para aprendizagens diversas: a exploração da literatura como atividade permanente; estratégias de inclusão de crianças com deficiência visual, auditiva, motora e intelectual, bem como crianças com distúrbios de aprendizagem nas atividades planejadas. - Texto de apresentação da unidade, introduzindo a discussão sobre a ludicidade na sala de aula, com discussão sobre o papel da literatura e dos jogos na alfabetização e sobre o trabalho pedagógico de alfabetização realizado em diferentes formas de agrupamentos; - Relatórios de aulas em que foram lidos textos literários, incluindo livros do PNBE Especial; - Listagem dos livros do PNBE e dos jogos distribuídos pelo MEC; - Recomendações relativas à seleção de livros didáticos - listagem dos livros PNBE Especial - Acervos do PNBE e do PNBE Especial - Jogos de alfabetização - Jogos destinados a crianças com algumas necessidades especiais - Livros didáticos -Computador com internet

32 UnidadeEmentaMateriais Unidade 5 (12 horas) Os diferentes textos em salas de alfabetização: os textos de tradição oral; os textos que ajudam a organizar o dia-a- dia; os textos do jornal; as cartas e os textos dos gibis. - Texto de apresentação da unidade, introduzindo a discussão sobre a importância do uso de textos na alfabetização - relatos de aula em que diferentes suportes / gêneros tenham sido utilizados - Acervo de obras complementares do PNLD - Jornais -Textos diversos

33 UnidadeEmentaMateriais Unidade 6 (12 horas) Projetos didáticos e sequências didáticas na alfabetização: diálogos entre diferentes componentes curriculares, integrando diferentes componentes curriculares (Matemática, Ciências, História, Geografia, Arte); o papel da oralidade, da leitura e da escrita na apropriação de conhecimentos de diferentes áreas do saber escolar - Texto de apresentação da unidade, introduzindo a discussão sobre as relações entre apropriação do sistema alfabético de escrita e letramento nas diferentes áreas do conhecimento - Sugestões de sequências didáticas envolvendo as obras complementares - Proposta de instrumento de avaliação - Acervos das obras complementares (PNLD) - Livros didáticos (PNLD) - Jornais, revistas - Televisão -Computadores

34 Unidade Ementa Materiais Unidade 7 (08 horas): Avaliação; planejamento de estratégias de atendimento das crianças que não estejam progredindo conforme as definições dos conceitos e habilidades a serem dominados pelas crianças (direitos de aprendizagem); a inclusão das crianças com dificuldades de aprendizagem e crianças com necessidades educacionais especiais. - Texto de apresentação da unidade, introduzindo a discussão sobre a heterogeneidade em sala de aula e diversificação de atividades - Banco de atividades para atendimento das crianças que não estejam progredindo dentro das expectativas - Proposta de avaliação - Jogos distribuídos pelo MEC - Fichas de palavras / figuras - Abecedários; - Fichas de figuras e letras; figuras e sílabas

35 UnidadeEmentaMateriais Unidade 8 (08 horas) Avaliação final; registro de aprendizagens; direitos de aprendizagem; avaliação do trabalho docente; organização de arquivos para uso no cotidiano da sala de aula - Texto de apresentação da unidade, introduzindo a discussão sobre avaliação e reflexão sobre prática docente - Roteiros de avaliação - Quadro de expectativas -Relatos de experiência de professores

36 Estrutura da formação

37 Como serão abordados, na formação, os aspectos relacionados à inclusão de crianças com necessidades especiais? O curso de formação abordará a inclusão de crianças com necessidades educacionais especiais. Além disso, os conteúdos devem ser disponibilizados no formato adaptável a pessoas com deficiência visual (MEC Daisy).

38 A formação dos professores nos municípios será realizada por meio da atuação dos orientadores de estudo que já concluíram a formação no âmbito do Programa Pró-Letramento. – Haverá um curso de aprofundamento de estudos para os orientadores de estudo do Programa Pró- Letramento desenvolvido por meio de uma etapa inicial de formação e encontros de acompanhamento para a avaliação permanente e a monitoração das ações. – Os orientadores de estudo serão responsáveis pela regência dos encontros de formação dos professores nos municípios. – Haverá um seminário, para socialização das experiências entre profissionais dos vários estados e avaliação para aperfeiçoamento do Programa.

39 ORIENTADOR DE ESTUDOUNIDADE DE TRABALHO CARGO Genilda Paes Ferreira De PaulaDRE IQ – DOT PProfessor Sandra Regina Pereira SilvaDRE IQ – DOT PCoordenador Pedagógico Simone Amancio da SilvaEMEI Jd Vila Nova Professor Simone Ribeiro MansanoEMEF Danylo Jose Fernandes Professor Marcia Marques Dos SantosEMEI Floriano PeixotoCoordenador Pedagógico Alcinda Maria Ponce MachadoCei Enedina De Sousa Carvalho – DRE Penha Coordenador Pedagógico Leila De Cassia Jose Mendes Da Silva SME – DOT/SMEAssessor Técnico Rita De Cassia Santos FerreiraDRE IQ - SupervisãoSupervisor Pedro Junior Tanajura FreireDRE IQ - SupervisãoSupervisor Pedro Rodrigues SantosDRE IQ - SupervisãoSupervisor

40 Formação Professores orientadores de estudo: Carga horária = 200 horas curso de aprofundamento de estudo – etapa inicial de formação (40h) ( Ocorreu de 25/02 a 01/03 na Uninove ) encontros de acompanhamento para a avaliação permanente e monitoramento das ações. ( 4 encontros de 24 horas ao longo do curso) Proposta apresentada no Comitê Estadual do Pacto: EtapaNº de horasDatas previstas 224hMaio 324hAgosto 424hSetembro/ outubro 524hNovembro

41 Professores Orientadores de Estudo: 40 horas de atividades de planejamento, estudo e realização de atividades propostas 08 horas de Seminário final no município(sem previsão de data) 16 horas de Seminário final do estado (sem previsão de data) Obs: Data, organização e logística dos Seminários e dos 4 módulos restantes serão discutidos na próxima reunião do Comitê Estadual de acompanhamento do Pacto ( prevista para 22/04/2013) A proposta é continuar a formação dos Orientadores de Estudo em conjunto com São Bernardo do Campo, Santo André, Embu das Artes com a inclusão a partir do 2º módulo dos Orientadores da rede estadual da capital.

42 O que a formação continuada dos professores alfabetizadores precisa garantir? A formação continuada dos professores alfabetizadores precisa garantir, dentre outros aspectos, as ferramentas para alfabetizar com planejamento. A alfabetização ocorre no dia a dia e deve ser voltada para cada um dos alunos. Portanto, o curso tem enfoque sobre os planos de aula, as sequências didáticas e a avaliação diagnóstica, onde se faz um mapeamento das habilidades e competências de cada aluno, para traçar estratégias que permitam ao aluno aprender efetivamente. A formação precisa garantir ainda o aprofundamento dos conhecimentos sobre alfabetização, interdisciplinaridade e inclusão como princípio fundamental do processo educativo.

43 Como a formação continuada dos professores alfabetizadores está organizada? O curso é presencial e tem dois anos de duração. Em 2013, a ênfase será em linguagem e em 2014 em matemática. Em cada ano, a duração total será de 120 horas, com a realização de encontros presenciais ao longo do ano letivo.

44 FORMAÇÃO Professores alfabetizadores: Carga horária = 120 horas Em encontros presenciais, totalizando 80 horas/ano em 2013 e 2014: – 08 horas de seminário final – 32 horas de estudo e atividades extra-sala Os encontros presenciais, com início previsto para Abril, fora do horário de trabalho e ocorrerão nos 45 CEUs (Centros Educacionais Unificados) Será realizada uma pré inscrição para o levantamento do número de profs que preferem nos dias de semana à noite ou aos sábados para a organização das turmas.

45 Portal do alfabetizador

46 A construção deste espaço virtual tem como objetivo oferecer informações práticas que possam contribuir com o fazer pedagógico do professor alfabetizador, apresentando diversos links com atividades, planejamentos de sequências didáticas, jogos, brincadeiras, textos, livros, filmes, músicas e discussões atualizadas sobre alfabetização. O espaço tem como proposta se constituir em um instrumento no qual o professor terá acesso, de forma rápida e fácil, a um leque de opções que possam incrementar a sua rotina escolar. A partir do interesse do visitante da página, os links poderão levar a outros espaços virtuais, os quais poderão aprofundar o conhecimento do professor sobre os assuntos relacionados à sua prática cotidiana escolar, como também sobre a alfabetização de uma forma geral, por meio dos sites oficiais.

47 Bibliografia de apoio Alfabetização e Letramento Recursos didáticos Currículo Interdisciplinaridade Planejamento A organização da rotina O lúdico e a literatura na alfabetização Biblioteca escolar O lúdico e a literatura na alfabetizaçãoBiblioteca escolar O ensino de Língua Portuguesa na Alfabetização

48 Alfabetização e Letramento 1- MACIEL, Francisca Izabel Pereira e LÚCIO, Iara Silva. Os conceitos de alfabetização e letramento e os desafios da articulação entre teoria e prática. In: CASTANHEIRA, Maria Lúcia, MACIEL, Francisca e MARTINS, Raquel (orgs.) Alfabetização e letramento na sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica Editora: Ceale, (Acervo do PNBE Professor 2010) Esse texto tem o objetivo de refletir sobre as relações entre o processo de ensino- aprendizagem da leitura e da escrita, considerando a discussão recente sobre alfabetização e letramento. 2- SANTOS, Carmi Ferraz e MENDONÇA, Márcia. Alfabetização e Letramento: conceitos e relações. Belo Horizonte: Autêntica, Disponível em: Este livro traz um conjunto de textos de autores diversos que abordam esses conceitos, suas relações com a escolarização, o trabalho com os gêneros textuais na escola, inseridos na perspectiva de alfabetizar letrando. 3- ALBUQUERQUE, Eliana B. C., MORAIS, Artur G. E FERREIRA, Andréa Tereza B. As práticas cotidianas de alfabetização: o que fazem as professoras? In: Revista Brasileira de Educação. V. 13, n.38. maio/ago Disponível em: Este artigo apresenta uma pesquisa que analisa como um grupo de professoras do 1º ano do Ensino Fundamental transpõem as "mudanças didáticas" relacionadas à alfabetização para suas práticas de ensino e como "fabricam" suas práticas pedagógicas cotidianas. 4- LEAL, Telma Ferraz; ALBUQUERQUE, Eliana Borges Correia de.; MORAIS, Artur Gomes de. Letramento e Alfabetização: pensando a prática pedagógica. In: Org. BEAUCHAMP, Janete; PAGEL, Denise; NASCIMENTO, Aricélia R. Ensino Fundamental de nove anos: orientações para a inclusão de seis anos de idade. Brasília: MEC/SEB, Disponível em: O artigo traz discussões sobre alfabetização e letramento e aponta a importância de não deixar para os anos seguintes o que se deve assegurar desde a entrada das crianças, aos seis anos, na escola.

49 5- PICOLLI, Luciana; CAMINI, Patricia. Práticas pedagógicas em alfabetização: espaço, tempo e corporeidade. Porto Alegre: Edelbra, As autoras apresentam, de forma bem didática, elementos sobre como a criança aprende a escrita alfabética e formulam propostas de práticas pedagógicas de alfabetização, organizadas sob as temáticas tempo, espaço e corporeidade. 6- SOARES, Magda. A reinvenção da alfabetização..Revista Presença Pedagógica. Disponível em A autora postula a necessidade de, ao "alfabetizar letrando", retomarmos um ensino sistemático de alfabetização, no qual a escola reconquiste a explícita intencionalidade de ensinar a escrita alfabética, equivalente à faceta linguística do processo de alfabetização. 7- BIZZOTTO, Maria Inês; AROEIRA, Maria Luisa e PORTO, Amélia. Alfabetização linguística da teoria à prática. Belo Horizonte: Dimensão, (Acervo do PNBE do Professor 2010) Aborda os temas alfabetização e letramento, de forma integrada, com reflexões teóricas, sugestões de atividades práticas e exemplos de produções infantis. Discute sobre o processo de aprendizagem, tendo como referência as teorias de Piaget e Vygotsky.

50 Recursos didáticos 1- SILVA, Ceris Salete Ribas. O processo de alfabetização no contexto do ensino fundamental de nove anos. In RANGEL, Egon de Oliveira; ROJO, Roxane Helena R. Língua Portuguesa: ensino fundamental (Coleção Explorando o Ensino, Volume 19). Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, Disponível em Traz reflexões sobre o ensino da Língua Portuguesa, com ênfase no uso de materiais didático e, mais enfaticamente, os livros didáticos. 2- LEAL, Telma Ferraz.; SILVA, Alexandro da (orgs). Recursos didáticos e ensino de língua portuguesa: computadores, livros... e muito mais. Curitiba: Editora CRV, 2011, v.1, p O livro tem dez capítulos que tratam do ensino da Língua Portuguesa, defendendo que os recursos didáticos não são acessórios de nossa ação docente, são a materialização dela.

51 Currículo 1- MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa; CANDAU, Vera Maria. Indagações sobre currículo: currículo, conhecimento e cultura. In BEAUCHAMP, Jeanete, PAGEL, Sandra Denise; NASCIMENTO, Aricélia Ribeiro. Indagações sobre o Currículo. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, Disponível em: O artigo aponta que o currículo associa-se ao conjunto de esforços pedagógicos desenvolvidos com intenções educativas. Nesse contexto, os educadores possuem um papel fundamental na organização dos currículos que se materializam nas salas de aulas.

52 Interdisciplinaridade 1- KLEIMAN, Angela e MORAES, Sílvia. Leitura e interdisciplinaridade: tecendo redes nos projetos da escola. Campinas, SP: Mercado de Letras, As autoras apresentam variadas sugestões de uso de textos como os jornais, as revistas, os gibis. Propõem, a partir da prática de leitura, a construção de projetos integradores, em que as várias áreas do conhecimento precisam interagir.

53 Planejamento 1- FERREIRA, Andrea; ROSA, Ester. O fazer cotidiano na sala de aula: a organização do trabalho pedagógico no ensino da língua materna. Belo Horizonte: Autêntica, Nesta obra, as autoras defendem que ao planejar o ensino são realizadas escolhas quanto à forma de organizar as turmas, à distribuição do tempo em uma jornada, aos recursos didáticos adotados, aos espaços escolares onde serão desenvolvidas as práticas pedagógicas. 2- GOULART, Cecília. A organização do trabalho pedagógico: alfabetização e letramento com eixos norteadores. In: Brasil. Ministério da Educação. Ensino Fundamental de nove anos: inclusão para crianças de seis anos de idade. Brasília, MEC, Disponível em: Nesse texto, a autora trata da organização do trabalho pedagógico nos anos iniciais do Ensino Fundamental de nove anos, considerando o planejamento de cada ano escolar de forma a contemplar as mudanças e as novas situações que integram o cotidiano escolar. 3- SILVA, Ceris S. Ribas. O planejamento das práticas escolares de alfabetização e letramento. In: CASTANHEIRA, Maria Lúcia; MACIEL, Francisca; MARTINS, Raquel (orgs.) Alfabetização e letramento na sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica Editora: Ceale, (Acervo do PNBE Professor 2010). Nesse texto, a autora, ao refletir sobre alguns aspectos que envolvem a organização de práticas de alfabetização e letramento, discute sobre a importância do planejamento para o desenvolvimento de ações autônomas e efetivas dos profissionais da educação.

54 A organização da rotina 1- GOMES, Maria de Fátima Cardoso; DIAS, Maria Tomayno de Melo e SILVA, Luciana Prazeres. O registro da rotina do dia e a construção de oportunidades de aprendizagem da escrita. In CASTANHEIRA, Maria Lúcia, MACIEL, Francisca e MARTINS, Raquel (orgs.) Alfabetização e letramento na sala de aula. Belo Horizonte: Autêntica Editora: Ceale, (Acervo do PNBE Professor) As autoras, com base na análise da prática pedagógica desenvolvida por uma professora alfabetizadora, buscam responder à seguinte questão: "O que os alunos podem aprender sobre a escrita quando participam, com seu professor, da elaboração e registro da agenda ou rotina de atividades no início de cada dia de aula?". 2- FRADE, Isabel Cristina Alves da Silva. Formas de Organização do trabalho de Alfabetização e Letramento. In: BRASIL, Ministério da Educação. Alfabetização e Letramento na infância. Boletim 09/ Secretaria de Educação Básica – Brasília: MEC/ SEB, Disponível em: O artigo aborda a organização da rotina da alfabetização. Na primeira parte, a autora apresenta os dois eixos que auxiliam a rotina do trabalho com a escrita e a leitura: a criação de contextos significativos e o favorecimento do contato com textos, com seu uso efetivo e com a análise de seus aspectos formais de forma significativa para as crianças. Na segunda parte, a autora apresenta algumas formas de organização do trabalho de alfabetização e letramento, dentre elas, atividades específicas sobre os eixos de língua portuguesa.

55 O lúdico e a literatura na alfabetização 1- PAIVA, Aparecida de. Alfabetização e Leitura Literária. A leitura literária no processo de alfabetização: a mediação do professor. In: BRASIL, Ministério da Educação. Alfabetização e Letramento na infância. Boletim 09/ Secretaria de Educação Básica – Brasília: MEC/ SEB, Disponível em:. O artigo trata da relação entre leitura, literatura e trabalho docente no processo de alfabetização. A autora defende que a literatura infantil auxilia o desenvolvimento das sensibilidades para a linguagem literária, formação cultural e para o envolvimento da criança com a escrita. 2- OLIVEIRA, Ana Arlinda de. O professor como mediador das leituras literárias. In: BRASIL, Ministério da Educação. Literatura: ensino fundamental. Coleção Explorando o ensino, vel. 20, Secretaria de Educação Básica – Brasília: MEC/ SEB, Disponível em: O artigo aborda a mediação do professor no processo de leitura de textos literários por e para as crianças. 3- MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Básica. Pró-Letramento: programa de formação continuada de professores dos anos/séries iniciais do Ensino Fundamental: Alfabetização e Linguagem. Fascículo 5: o lúdico na sala de aula: projetos e jogos. Brasília, Disponível em O fascículo 5 tem o objetivo de auxiliar os professores a promoverem tanto um trabalho de apropriação do sistema de escrita alfabética, quanto práticas de leitura, escrita e oralidade significativas.

56 Biblioteca escolar 1- CAMPELLO, Bernadete. A biblioteca escolar como espaço de aprendizagem. In: BRASIL, Ministério da Educação. Literatura: ensino fundamental. Coleção Explorando o ensino, vol. 20. Secretaria de Educação Básica – Brasília: MEC/ SEB, Disponível em O artigo apresenta a biblioteca como um espaço de expressão e construção que oferece oportunidades de aprendizagem inovadoras. Aborda a necessidade da integração da biblioteca pelo professor nas suas práticas educativas e as condições para que essa integração realmente se efetive. 2- BRITTO, Luiz Percival Leme. O papel da biblioteca na formação do leitor. Biblioteca Escolar: que espaço é esse? (Salto para o Futuro), Ano XXI, Boletim 14, Out Disponível em: Nesse texto é abordado o papel da biblioteca, na formação do leitor de textos da esfera acadêmica e escolar, enfocando a leitura de textos expositivos, com objetivo de ensinar a realizar pesquisa escolar. 3- Brasil. Alfabetização na perspectiva do letramento: obras complementares para os anos 1 e 2 do Ensino Fundamental. Brasília : MEC/SEB, Disponível em O livro acompanha os acervos do PNLD Obras Complementares. Na primeira parte são inseridas informações sobre o Programa, com a discussão sobre a importância do trabalho com diversos tipos de obras. A segunda parte trata sobre a natureza do trabalho didático nos anos iniciais do Ensino Fundamental e princípios fundamentais para a realização da alfabetização na perspectiva do letramento. Depois trata dos componentes curriculares que compõem o currículo da alfabetização. Na última parte há uma discussão sobre os tipos de livros que compõem os acervos, com discussões sobre a importância de cada tipo de obra. Depois, são expostas resenhas das 150 obras que compõem os cinco acervos.

57 O ensino de Língua Portuguesa na Alfabetização 1- NASPOLINI, Ana Tereza. Tijolo por tijolo: Prática de ensino de Língua Portuguesa. São Paulo: FTD, (Acervo PNBE do Professor 2010) Este volume é uma obra de apoio e orientação para o trabalho do professor. O livro apresenta alternativas metodológicas e fornece subsídios para que o docente possa construir seu próprio percurso. O destaque para essa obra está na apresentação de exemplos, de atividades didático-pedagógicas e da articulação entre teoria e prática. 2- BORTONI-RICARDO, Stella Maris; SOUSA, Maria Alice Fernandes de. Falar, ler e escrever em sala de aula: do período pós-alfabetização ao 5º ano. São Paulo: Parábola Editorial, (Acervo PNBE do Professor 2010) A obra apresenta uma base teórica escrita de forma acessível e prazerosa aos professores, procurando fornecer subsídios metodológicos que auxiliam a desenvolver as capacidades linguísticas nos alunos. 3- MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, (Acervo do PNBE do Professor 2010). Trata do ensino da língua materna, tomando como base uma perspectiva sociointeracionista e cognitiva dos fenômenos linguísticos. 4- BRANDÃO, Ana Carolina P.; ROSA, Ester (org.) Leitura e produção de textos na alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, Disponível em: Mostra que a literatura acadêmica tem respaldado uma mudança de enfoque no ensino da leitura e escrita de textos no processo de alfabetização. Recomenda uma integração, desde as fases iniciais, entre atividades de reflexão acerca do sistema de escrita alfabética e o contato intenso com a produção e leitura de textos diversificados. 5- LEAL, Telma Ferraz e BRANDÃO, Ana Carolina Perrusi (Orgs.). Produção de textos na escola reflexões e práticas no ensino fundamental. Belo Horizonte: Autêntica, Disponível em: books/Producao_Livro.pdf.http://www.ufpe.br/ceel/e- books/Producao_Livro.pdf O livro aborda o ensino da escrita de textos baseado em questões debatidas com professores em encontros de formação continuada. Dentre esses questionamentos, destaca-se a preocupação com o desenvolvimento do gosto pela escrita, ou seja, o que fazer para o aluno gostar de escrever.

58 A arte não existe para produzir o visível, e sim para tornar visível o que está além. Paul Klee A Gate, 1938


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