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TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS.

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Apresentação em tema: "TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS."— Transcrição da apresentação:

1 TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS

2 OBJETIVOS: Explicar como as teorias da administração desenvolveram-se no século XX. Explicar quais são as mais importantes tendências da teoria e da prática da administração na atualidade.

3 Figura 3.1 Linha do tempo dos principais desenvolvimentos posteriores à Escola Clássica de Taylor, Fayol e Weber Invenção da grande corporação Evolução do processo administrativo Controle da qualidade Administração por objetivos ISO 9000, qualidade assegurada e sistema da qualidade Qualidade de vida no trabalho Reengenharia e redesenho de processos Aprendizagem organizacional, administração do conhecimento, empreendedorismo Administração de projetos

4 Século XX – Taylor e alguns princípios da administração científica Desenvolver uma ciência que pudesse aplicar- se a cada fase do trabalho humano (divisão do trabalho), em lugar dos velhos métodos rotineiros; Selecionar o melhor trabalhador para cada serviço, passando em seguida a ensiná-lo, treiná-lo e formá-lo, em oposição à prática tradicional de deixar para ele a função de escolher método e formar-se; Separar as funções de preparação e planejamento da execução do trabalho, definindo-as com atribuições precisas; Especializar os agentes nas funções correspondentes; Predeterminar tarefas individuais ao pessoal e conceder-lhes prêmios quando realizadas; Controlar a execução do trabalho. Frederick Taylor

5 Henry Ford Quadriciclo Ford (1896) Ford e seu Modelo T (1907 – 1925) Linha de montagem móvel (1913) Ford Highland Park (1918)

6 Alfred Sloan (GM) e diversificação: um baque para Ford Chevrolet (dois modelos bem diferentes entre si) Oakland (antecessor do Pontiac) Olds (mais tarde Oldsmobile) Scripps-Booth Sheridam Buick e, Cadillac Trade-offs ficam claros –Mas a quebra da bolsa americana em 1929 mascara o efeito

7 II Grande Guerra e anos 50 Pesquisa Operacional surge e desenvolve-se; torna-se civil Logística evolui Controle estatístico do processo evolui (origem por Shewart, 1927) Planejamento da produção Surge o JIT

8 Pós guerra Estados Unidos beneficiam-se de não ter tido seu parque industrial bombardeado Demanda reprimida pela guerra Seller´s market Mass production sofre outro impulso Afluência, crescimento e certa complacência que dura até os anos ´60

9 Anos 60 Jit, da Toyota, espalha-se pelo mundo Deming e o movimento de Qualidade no Japão Japão torna-se um player importante Computadores surgem e, com eles, o MRP na IBM, e outros desenvolvimentos Tahiichi Ohno, o pai do JIT Deming

10 Anos 70 – início da reação ocidental Primeira crise do petróleo (1973) Estratégia de operações Gestão de operações de serviços MRPII Celularização Automação desenvolve-se

11 Anos 80 e 90 Os ´80 são anos da Qualidade Total MRPII espalha-se Visão por processos (re-engenharia) ERPs Gestão de redes de suprimentos Lean production & agile manufacturing Virtual organization

12 Anos 2000 e adiante Nova economia Transição importante –Unidades de análise muda; novos atores –Custos fixos vs. variáveis –Furos e não brocas –Large data sets: universo e não amostras –?

13 Figura 3.2 Síntese das principais contribuições e idéias posteriores à Escola Clássica. CONTRIBUIÇÕES E TENDÊNCIAS PRINCIPAIS IDÉIAS Modelo da grande corporação Administração central com foco na estratégia, organização por unidades de negócios, administração por objetivos, avaliação do desempenho organizacional. Evolução do processo administrativo Diversos praticantes e estudiosos da administração apresentaram idéias para aprimorar as definições de Fayol. Escola da qualidade Uniformidade de produtos e serviços, satisfação do cliente, sistema da qualidade, qualidade assegurada, qualidade total. Modelo Japonês Ênfase na eficiência e no combate ao desperdício, simplificação do modelo Ford, qualidade total, participação dos funcionários no processo decisório.

14 Figura 3.2 Síntese das principais contribuições e idéias posteriores à Escola Clássica. CONTRIBUIÇÕES E TENDÊNCIAS PRINCIPAIS IDÉIAS Qualidade de vida no trabalho Visão holística (sistêmica) do ser humano em seu ambiente de trabalho. Saúde biológica, psíquica e social são integrantes da QVT. Gestão por processos Integração das unidades organizacionais em processos que ligam as fontes de suprimentos ao cliente. Administração de projetos Integração das unidades organizacionais em processos que ligam as fontes de suprimentos ao cliente. Aprendizagem organizacional Processo coletivo de aquisição de competências, por meio da solução de problemas. Administração empreendedora Desenvolvimento de empreendedores para criar novos negócios.

15 Figura 3.2 Síntese das principais contribuições e idéias posteriores à Escola Clássica. CONTRIBUIÇÕES E TENDÊNCIAS PRINCIPAIS IDÉIAS Administração virtual Ligação entre organização, clientes, fornecedores e todos os tipos de colaboradores por meio da tecnologia da informação. Administração do conhecimento Mapeamento, desenvolvimento, e aproveitamento das competências organizacionais com o uso da tecnologia da informação.

16 Figura 3.6 Princípio da administração por objetivos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Metas quantitativas devem ser definidas para as principais áreas de resultados (vendas, por exemplo). PRAZO As metas devem ser cumpridas dentro de um prazo definido. FEEDBACK O desempenho da equipe é avaliado ao final do prazo.

17 Figura 3.7 Evolução da escola da qualidade Séc. XX Linha de montagem, controle estatístico da qualidade. Segunda guerra, controle estatístico da qualidade. Controle da qualidade chega ao Japão por meio de Deming. Qualidade total de Feigenbaum e Ishikawa. Normas ISO, garantia da qualidade Qualidade como estratégia de negócios.

18 Quadro 3.1 Qualidade Total. QUALIDADE TOTAL Corrente de clientes. Fazer certo da primeira vez. 14 princípios. Inspeção não produz qualidade. Ciclo PDCA DEMING Todos os funcionários e áreas da empresa são responsáveis pela qualidade. Método de resolução de problemas de qualidade. Círculos da qualidade. Diagrama de Ishikawa. ISHIKAWA Total quality control. Quem define qualidade é o cliente. Qualidade é um problema de todos. Para administrar a qualidade é necessário um sistema. Qualidade depende das pessoas FEIGENBAUM

19 q Pai do Controle Estatístico da Qualidade qInspeção por Planos de Amostragem q Cartas de Controle q Intensa utilização dos métodos estatísticos nas compras do governo americano durante a Segunda Grande Guerra Walter A. Shewhart q Responsável pela Revolução da Qualidade q Curso de métodos estatísticos para a indústria japonesa (1949) q Prêmio Deming da Qualidade (1951) q Os quatorze pontos: Método Deming de Administração W. Edwards Deming

20 q Ensinando a Administrar para a Qualidade – CQ como ferramenta de gerência q Responsável pela transformação da gerência japonesa de alto e médio níveis (1954) q Envolvimento da alta administração / Princípio de Pareto / Abordagem / Projeto / Treinamento generalizado / Trilogia da Qualidade Joseph M. Juran

21 q Controle da Qualidade Total – TQC (1951) q Envolvimento de todas as funções sistematicamente q Os 40 Princípios do TQM (Total Quality Management) q Definição de custos da qualidade como: Custos de avaliação + Prevenção + Falhas A. V. Feigenbaum q Desenvolvimento de estratégia da Qualidade específica para o Japão (a partir de Deming e Juran) q Enfatiza envolvimento amplo com a qualidade: durante todo o ciclo de vida do produto / envolvendo toda a organização, de baixo para cima e de cima para baixo q Os Círculos de Controle da Qualidade (1962) q Diagrama de causa-e-efeito (Espinha de Peixe) Kaoru Ishikawa

22 Figura 3.8 Bases do modelo japonês de administração. Shewhart Deming Ford Cultura japonesa orientada para o trabalho de grupo e a economia de recursos Sistema Toyota de produção Taylor e outros da administração científica Modelo japonês de administração

23 Figura 3.9 Princípios do Sistema Toyota de produção. P E S S O A S QUALIDADEQUALIDADE PRODUTIVIDADEPRODUTIVIDADE SISTEMA TOYOTA

24 Qualidade de vida no trabalho (enfoque biopsicossocial) Figura 3.10 O conceito de qualidade de vida no trabalho abrange o bem-estar físico, psicológico e social. Fatores de satisfação (ambiente de trabalho) Fatores de motivação (conteúdo do cargo)

25 Figura 3.11 Cinco disciplinas de Senge. DOMÍNIO PESSOAL O nível mais alto de autocontrole. MODELOS MENTAIS Mudanças de costumes e procedimentos. VISÃO COMPARTILHADA Entendimento comum sobre o futuro da organização. APRENDIZAGEM EM EQUIPE Inteligência se potencializa com o trabalho em grupo. PENSAMENTO SISTÊMICO Arte de enxergar simultaneamente a floresta e as árvores.

26 Quadro 3.2 Novas tendências na Administração. ADMINISTRAÇÃO EMPREENDEDORA. Valorização e incentivo a comportamentos como iniciativa, responsabilidade e decisão. Flexibilidade no uso do tempo e dos recursos organizacionais. Tolerância a fracassos e erros. Possibilidade de formação de equipes multifuncionais para exploração de oportunidades e projetos. ADMINISTRAÇÃO VIRTUAL Impressão de cheques em caixas eletrônicos. e-commerce. Trabalho virtual (fornecedores, colaboradores e clientes). ADMINISTRAÇÃO DO CONHECIMENTO Capital intelectual. Ativo intangível.

27 O Sistema de Produção como Arma Competitiva


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