A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Adaptação Curricular A escola capacita seus professores, prepara-se, organiza-se e adapta-se para oferecer educação de qualidade para todos, inclusive,

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Adaptação Curricular A escola capacita seus professores, prepara-se, organiza-se e adapta-se para oferecer educação de qualidade para todos, inclusive,"— Transcrição da apresentação:

1 Adaptação Curricular A escola capacita seus professores, prepara-se, organiza-se e adapta-se para oferecer educação de qualidade para todos, inclusive, para os educandos com necessidades especiais. Cria-se a necessidade de se pensar em um currículo para a escola inclusiva oficializada a partir das medidas desenvolvidas junto à Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação com a criação dos Parâmetros Curriculares Nacionais.

2 Conceito de adaptações curriculares estratégias e critérios de situação docente, admitindo decisões que oportunizam adequar a ação educativa escolar às maneiras peculiares de aprendizagem dos alunos, considerando que o processo de ensino- aprendizagem pressupõe atender à diversificação de necessidades dos alunos na escola (MEC/SEESP/SEB, 1998, p.15). Portanto podemos falar em dois tipos de adaptações curriculares, as chamadas adaptações de acessibilidade ao currículo e as adaptações pedagógicas (SME-RJ, 1996).

3 Adaptação Curricular A adaptação Curricular faz que o aluno com necessidades especiais deve fazer parte da classe regular, aprendendo as mesmas coisas que os demais da classe, mesmo que de maneira diferente, cabendo ao educador fazer as necessárias adaptações. Tornar real as adaptações curriculares é o caminho para o atendimento às necessidades específicas de aprendizagem dos alunos. As adaptações curriculares são concernentes às alterações de conteúdo, estratégias ou de metodologia.

4 Adaptação Curricular Identificar as necessidades requer que os sistemas educacionais modifiquem não apenas as suas atitudes e expectativas em relação a esses alunos, mas que se organizem para construir uma real escola para todos, que dê conta dessas especificidades. A inclusão de alunos com necessidades especiais na classe regular implica o desenvolvimento de ações adaptativas, visando à flexibilização do currículo, para que ele possa ser desenvolvido de maneira efetiva em sala de aula, e atender as necessidades individuais de todos.

5 3 níveis das adaptações curriculares : Adaptações no nível do projeto pedagógico (currículo escolar) que devem focar principalmente, a organização escolar e os serviços de apoio, propiciando condições estruturais que possam ocorrer no nível de sala de aula e no nível individual.

6 3 níveis das adaptações curriculares: Adaptações relativas ao currículo da classe, que se referem, principalmente, à programação das atividades elaboradas para sala de aula. Adaptações individualizadas do currículo, que focam a atuação do professor na avaliação e no atendimento a cada aluno.

7 Elaboração do projeto pedagógico Deve ser baseado nos seguintes aspectos: atitude favorável da escola para diversificar e flexibilizar o processo de ensino- aprendizagem, de modo a atender às diferenças individuais dos alunos; identificação das necessidades educacionais especiais para justificar a priorização de recursos e meios favoráveis à sua educação; adoção de currículos abertos e propostas curriculares diversificadas, em lugar de uma concepção uniforme e homogeneizadora de currículos;

8 Elaboração do projeto pedagógico flexibilidade quanto à organização e ao funcionamento da escola para atender à demanda diversificada dos alunos; possibilidade de incluir professores especializados, serviços de apoio e outros não convencionais, para favorecer o processo educacional.

9 Implica, sobretudo na re-organização do projeto político pedagógico de cada escola e do sistema escolar com um todo, levando em consideração as adaptações necessárias para a inclusão e participação efetiva de alunos com necessidades especiais em todas as atividades escolares. Sabemos que ensinar o aluno com deficiência é o grande desafio da Educação Inclusiva, pois é neste aspecto que a inclusão deixa de ser uma ideologia, e se torna ação concreta.

10 Trabalho em Equipe de Professores e TO na escola dentro do Conceito de Consultoria Colaborativa

11 Consultoria Colaborativa A consultoria colaborativa é um modelo de suporte à educação inclusiva, baseado no trabalho colaborativo que envolve educadores da escola regular e profissionais especializados. Estes, em conjunto, dividem a responsabilidade de planejar estratégias de ensino para alunos com necessidades especiais no contexto da sala de aula regular (IDOL; NEVIN; WHITCOMB, 2000).

12 Consultoria Colaborativa O suporte da consultoria colaborativa exige que os parceiros – neste caso, professores – outros membros da escola e profissionais especializados, sejam equivalentes e estejam engajados num processo conjunto de tomada de decisões, trabalhando em direção a um objetivo comum. Segundo Friend e Cook (1990) as condições necessárias para a colaboração são: existência de um objetivo comum, equivalência entre participantes, participação de todos, compartilhamento de responsabilidades, compartilhamento de recursos e voluntarismo. Portanto, o profissional especializado não atua como um expert mas como um parceiro.

13 Consultoria Colaborativa É a busca de uma maneira para solucionar os problemas, baseada no respeito mútuo, valorizando assim cada iniciativa do outro e um desejo comum para um resultado ser alcançado, é uma relação de parceria constante. Assim, a Consultoria vem para mostrar como o Terapeuta Ocupacional pode intervir atuando como facilitador, para que haja maior interação entre alunos, seus educadores e familiares, realçando o bem estar da criança como um todo. Quando é realizado a intervenção com esse olhar, muitas crianças demonstram melhora acentuada.

14 Tecnologia Assistiva (TA) Ajudas Técnicas (AT) Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs)

15 O que é Tecnologia Assistiva? Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. (CORDE – Comitê de Ajudas Técnicas – ATA VII) 14 de Dezembro de 2007 A Ata de constituição do CAT com a descrição completa de suas atribuições pode ser acessada em

16 Tecnologia Assistiva e Ajudas Técnicas no Processo Educacional A Tecnologia Assistiva (TA) é uma área de conhecimento que engloba recursos e serviços com o objetivo de proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de uma pessoa com deficiência ou com incapacidades advindas do envelhecimento. O objetivo da TA é o de promover a qualidade de vida e inclusão social dos seus usuários.

17 Tecnologia Assistiva e Ajudas Técnicas no Processo Educacional A Tecnologia Assistiva é o processo que permite acessibilidade e funcionalidade para as pessoas com algum tipo de restrição funcional. O Terapeuta Ocupacional atua no processo de inclusão no Ensino Regular adaptando material e o ambiente para os Deficientes Visuais, computadores em Comunicação Alternativa, Rampas, mesas para cadeirantes e simples adaptações como engrossadores de lápis.

18 Tecnologia Assistiva e Ajudas Técnicas no Processo Educacional As adaptações de materiais e ambientes beneficiam os deficientes a nível físico, porém os deficientes intelectuais necessitam de adaptações que trazem o conteúdo pedagógico programático em atividades concretas que permitam, dentro da capacidade do aluno, que ele assimile e possa utilizar do conhecimento de maneira funcional. A esta adaptação é dada o nome de Currículo Funcional.

19 Decreto federal n°5.296, 2 /12/ 2004, define no artigo 8°: V – Ajuda Técnica: os produtos, instrumentos, equipamentos ou tecnologia adaptados ou especialmente projetados para melhorar a funcionalidade da pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida, favorecendo a autonomia pessoal, total ou assistida; (...).

20 Tecnologia Assistiva e Ajudas Técnicas no Processo Educacional A abrangência do conceito garante que a TA não se restringe somente a recursos em sala de aula, mas estende-se a todos os ambientes da escola, propiciando o acesso e a participação efetiva de todos os alunos e durante todo o tempo. O professor e toda a equipe da escola tem responsabilidade com a construção de um ambiente acessível e inclusivo.

21 Ajudas Técnicas e Tecnologia Assistiva Ajudas Técnicas e Tecnologia Assistiva são expressões SINÔNIMAS quando se referem aos recursos desenvolvidos e disponibilizados às pessoas com deficiência e que visam ampliar suas habilidades no desempenho das funções pretendidas. MAS.... O conceito TA é mais abrangente e agrega a organização de serviços destinados ao desenvolvimento, indicação e ensino relativo à utilização da tecnologia!

22 Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) Utilizam-se as TICs como tecnologia assistiva quando o próprio computador é a ajuda técnica para atingir um determinado objetivo. As TICs são utilizadas por meio de tecnologia assistiva, quando o objetivo final desejado é a utilização do próprio computador, para o que são necessárias determinadas ajudas técnicas que permitam ou facilitem esta tarefa.

23 A Norma Internacional ISO A Tecnologia Assistiva é subdividida em modalidades distintas, que formam áreas de especialização, desenvolvimento e prestação de serviços. O trabalho da TA busca promover a autonomia e independência funcional de seu usuário.

24 A Norma Internacional ISO Classifica as ajudas técnicas ou tecnologia assistiva em 10 grupos diferentes: Classe 03 Ajudas para terapia e treinamento Classe 06 Órteses e próteses Classe 09 Ajudas para segurança e proteção pessoal Classe 12 Ajudas para mobilidade pessoal Classe 15 Ajudas para atividades domésticas

25 A Norma Internacional ISO Classe 18 Mobiliário e adaptações para residências e outros móveis Classe 21 Ajudas para a comunicação, informação e sinalização Classe 24 Ajudas para o manejo de bens e produtos Classe 27 Ajudas e equipamentos para melhorar o ambiente, maquinaria e ferramentas Classe 30 Ajudas para o lazer e tempo livre

26 Observações segundo o MEC: Documento Sala de Recursos Multifuncionais: Espaço para o Atendimento Educacional Especializado – Na perspectiva da inclusão o espaço escolar deverá se organizar e estar estruturado como aquele que oferece o serviço de TA e esta prática acontece nas salas de recursos Na impossibilidade de ser realizado na escola regular, o atendimento poderá ser realizado em centros ou escolas especiais, ou ainda em classes hospitalares e na residência do aluno (Ensaios Pedagógicos – MEC, 2006, p.77).

27 Profissionais de Tecnologia Assistiva Os profissionais que trabalham com a TA são responsáveis por: Avaliação do Usuário, Seleção do recurso apropriado, Desenvolvimento de novas tecnologias, O ensino sobre a utilização do equipamento e implementação nos diferentes ambientes (casa, trabalho, escola, comunidade, etc).

28 Tecnologia Assistiva e Ajudas Técnicas no Processo Educacional A Tecnologia Assistiva é subdividida em modalidades distintas, que formam áreas de especialização, desenvolvimento e prestação de serviços. Algumas das modalidades que serão fundamentais para a implementação da política de educação inclusiva e especial em nosso país estão assim descritas:

29 Profissionais de Tecnologia Assistiva A equipe de TA é de característica MULTIDISCIPLINAR e envolve: Terapeutas Ocupacionais, Fisioterapeutas, Professores, Fonoaudiólogos, Engenheiros, Outros.

30 Comunicação Suplementar Alternativa e Aumentativa (CSAA) São recursos que podem ser eletrônicos ou não, que auxiliam a pessoa com deficiência para uma comunicação mais expressiva e receptiva das pessoas que têm limitações na fala ou não a possuem. Podem ser utilizadas as pranchas de comunicação, aventais temáticos, vocalizadores, figuras de revistas e internet e softwares específicos.

31 Sistemas Alternativos e Aumentativos de Comunicação (SAAC) É a maneira pela qual diversas pessoas podem comunicar-se com o mundo exterior, podendo explicitar seus desejos e pensamentos. Essas tecnologias tem possibilitado a otimização na utilização de Sistemas Alternativos e Aumentativos de Comunicação (SAAC), através de softwares com sistema Bliss, PCS ou PIC, Escrevendo com os Símbolos, entre outros.

32 Definição de PCS

33 PCS Para estas crianças e outras que podem ter alguma fala, mas que raramente a utilizam em seu benefício, intervenções intensas e altamente estruturadas seriam necessárias para se conseguir que se desenvolva a linguagem Formam um sistema de comunicação completo, de comunicação consistente e com acabamento profissional.

34 Softwares de Comunicação alternativa Infelizmente, ainda são softwares caros, que são instalados somente em um computador. Sugestões: Boardmaker: mais difundido no mundo, mais de símbolos, mais de 100 modelos de calendário e pranchas para vocalizadores. Speaking Dynamically Pro: integrado ao Boardmaker, tem sintetizador de voz, grava e reproduz voz digital, tem teclado virtual, entre outros.

35 Softwares de Comunicação alternativa Outros: comunicar com os símbolos Prancha Livre de Comunicação: é um software livre para Windows, desenvolvido pelo Laboratório de Engenharia de Reabilitação da PUC-PR. Download no site:

36 PCS – Picture Communication Symbols Avental de Símbolos Vocalizador


Carregar ppt "Adaptação Curricular A escola capacita seus professores, prepara-se, organiza-se e adapta-se para oferecer educação de qualidade para todos, inclusive,"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google