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Sleep Disturbances In Fibromyalgia Syndrome: Relationship To Pain And Depression Bigatti SM, Hernandez AM, et al. Arthritis & Rheumatism Jul 2008 Tatiane.

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1 Sleep Disturbances In Fibromyalgia Syndrome: Relationship To Pain And Depression Bigatti SM, Hernandez AM, et al. Arthritis & Rheumatism Jul 2008 Tatiane Galdino Leal

2 Introdução: A Fibromiagia (FMA) é uma desordem músculo-esquelética crônica, embora a dor seja o sintoma primário, o distúrbio do sono é também um fator importante nesses pacientes. Os pacientes relatam dificuldades para cairem no sono, significativamente têm mais despertares noturnos.

3 A maioria das pesquisas sobre o sono nesses pacientes com FMA tem foco na qualidade de sono. A análise de eletroencefalogramas indica que esses pacientes tem dificuldade para cair no sono e freqüentemente despertam (estendem ao estágio 1; e tem o sono de ondas curtas pequeno, o que indica o estado de vigília durante o sono).

4 Mais adiante quando deprimidas as pacientes com FMA relataram baixos níveis de atividade e aumento do sono durante o dia, e significante mais interrupções do sono e movimentos noturnos. Problemas de sono são relacionados a depressão e dor nesses pacientes em vários estudos, entretanto a direção dessa relação não está bem estabelecida.

5 A teoria da dor neuromatrix sugere que a dor é o resultado de vários fatores incluindo características psicológicas e de saúde individuais. Existe uma sugestão que o sono pode impactar a neuromatrix,acarretando efeitos nos sistemas, por exemplo, a falta de sono pode levar o indivíduo a maior chance de infecções, aumento da PA,diminuição da atividade simpática e um aumento da atividade do sistema autônomo.

6 Pesquisas específicas em FMA sugerem que uma boa qualidade de sono pode moderar essa relação. Essencialmente uma boa noite de sono aumenta a habilidade de impedir a dor, um sono ruim se cronicamente, pode aumentar a vulnerabilidade aos sintomas.

7 Nicassio e Wallson estudaram a relação entre problemas relacionadas ao sono, dor e depressão por dois anos em pacientes com AR, essa análise longitudinal foi indicativa que distúrbios de sono não eram preditores de dor, mas a dor era preditora de distúrbios de sono,e distúrbios de sono,não eram preditores de depressão, mas a dor era.

8 Affleck et al investigaram a seqüência natural da dor e distúrbios de sono numa amostra de pacientes com FMA num período de 30 dias, usando questionários recordando a qualidade de sono durante amanhã e a dor durante o dia, foi encontrado que a dificuldade para dormir eram preditores de aumento de dor durante o dia, porém medidas de dor durante o dia não eram preditores de sono ruim.

9 A diferença desses dois estudos ocorre devido a população estudada que era diferente, o sono pode ser a causa etiológica dos sintomas da FMA, mas não para sintomas de outras desordens reumáticas. Foi investigado por Moldofsky e Scarisbrick que mudaram o padrão de sono de 06 indivíduos saudáveis para imitar aqueles com FMA, e todos relataram sintomas similares aos relacionado a FMA, esse estudo sugeriu que um sono ruim tem significante efeito no desenvolvimento ou exacerbação dos sintomas dessa doença.

10 Nesse presente estudo foram examinados sono, dor,depressão e função em pacientes com FMA no momento e após 01ano. PACIENTES E MÉTODOS: Os participantes eram parte dos 600 membros da Health Maintenance Organization (HMO). Foram selecionados na maioria mulheres 95,3%, brancas em idade de 53±11 anos a maioria casadas,com renda familiar de – dólares, 81% com escolaridade mínima.

11 Características Demográficas: Pacientes relataram idade, nível de escolaridade, etnia e historia familiar. Qualidade de Sono: Foi avaliada pelo Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI) estimando a duração, latência, freqüência e gravidade de distúrbios específicos durante o mês anterior (esse compreende 19 itens agrupados em sete componentes).

12 Dor: Foram usadas Pain Pating Index Scale of the Magill Pain Questionnary que compreende 78 características dividas em quatro subclasses (sensorial, afetiva, evolutiva, e miscelânea). Depressão: The Center of Epidemiologic Studies Depression Scale (CESD) contém 20 itens, era avaliado sintomas na semana anterior.

13 Função: Foi usado FibroMyalgia Impact Questionary (este sendo rápido e auto- aplicável) contém 20 itens relacionados a função física, depressão, sono, ansiedade, dor, rigidez na semana anterior.

14 Os participantes fizeram parte de um grande estudo que avaliou os efeitos do suporte social e educação em estado de saúde, cuidados e qualidade de vida em pacientes FMA, esses tinham diagnóstico com critérios do ACR (somente aqueles que tinham todos os critérios entraram). Foram obtidos consentimento por escrito dos voluntários, esses completavam uma bateria de questionários no momento e após um ano, depois foram randomizados para dois tipo de intervenção: suporte social ou suporte social/educação ou controle sem tratamento.

15 Resultados: 492 (82%) completaram o estudo, não houve diferença significante entre aqueles que deixaram e que continuaram em relação a aspectos demográficos,sono, depressão,dor,e função (p =0,05). Sono:PSQI: Houve mais significância após um ano (SD ,96 / 1 ano ,11, p =0,006).

16 4% da amostra teve escore maior que 5, e 5.3 após 1 ano, significando pior qualidade de sono em ambas situações. Dor: (Pain Rating Index): mostrou significante redução da dor após 1 ano ( SD 1,68 /1ano 1,45,p =0,001), 6 tiveram dor severa e demais baixos níveis. Depressão: CES-D: SD19,79, 1ano 14,78, p =0,001). Função: SD1,64,1ano 1,71, não estatisticamente significante.

17 A qualidade do sono (B =0,49) e educação (B =0,10) foram significantes preditoras da qualidade de sono em 1 ano, e a educação preditora de maior qualidade. A dor (B= 0,31) e qualidade ( B= 0,13 ) foram importantes preditoras de dor em 1 ano. A dor foi preditora de menor função em 1 ano, e a depressão foi preditora de depressão. Melhor função e o trabalho foram preditores de menor depressão.

18 Discussão: Como previsto os achados foram concordantes com os de Affleck et al, que o sono antecede a dor em FMA em diferentes metodologias e medidas. Enquanto Affleck et al usaram avaliação momentânea num período de uma semana, nesse estudo usando medidas auto aplicativas de dor, durante um período de um ano chegou-se a mesma conclusão.

19 Esse estudo longitudinal sugere a seqüência causal dos sintomas. Nesse estudo nenhuma variável foi preditora do sono, o sono foi preditor de dor, a dor foi preditora da função e essa foi preditora da depressão. Claramente, o distúrbio de sono nesses pacientes tem impacto nos sintomas, esse merece atenção nas pesquisas e na prática clínica, pois pode iniciar uma cascata de sintomas levando a depressão.

20 Nesse estudo a avaliação dessas variáveis em dois períodos ao invés de vários ou mesmo períodos continuados, não deixou claro que esses achados refletiriam o mesmo se esses fossem seguidos por períodos mais prolongados. A grande amostra deu suporte para avaliação de características e qualidade do sono entre esses pacientes, embora a avaliação do sono foi melhor após um ano indicou que o pior sono pode ser crônico com uma disfunção diurna sem melhora, de acordo com a literatura apesar de seis a oito horas de sono estes, acordam rígidos fadigados e com dor.

21 Isso sugere que a melhora da qualidade do sono diminui a dor, função e depressão, o foco deve ser na qualidade e não na qualidade do sono. Para depressão, dor e sono eles melhoraram após a avaliação em um ano, esta melhora foi relacionada inicialmente a intervenção, como grupo de suporte social e grupos de educação, esta intervenção não teve diferença entre o grupo controle em nenhuma variável, entretanto essas diferenças ocorreram na presença, e não devido a intervenção.

22 A depressão não contribuiu para a dor, função ou sono em um ano, os achados sugerem que essa possa ser o final de um processo que começa com alteração do sono. A função física não mudou em um ano como as outras variáveis, somente a dor foi preditora da função em um ano, essa foi preditora de depressão nessa amostra. Nesse estudo medidas auto-aplicáveis poderiam não ter acurácia como medidas mais objetivas.

23 Conclusão: Esses achados de alta prevalência de problemas relacionados ao sono nessa população sugere que estes fazem papel na exacerbação dos sintomas da FMA. Além disso esses achados deram um suporte limitado que o sono é preditor da dor, e também estendendo a literatura,o sono pode ser relacionado a depressão através da dor e função.


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