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PAUTA VÍDEO DE ABERTURA: "What a Wonderful World - Louis Armstrong. LEITURA EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATIVIDADE MAFALDA ESCOLAS SUSTENTÁVEIS CAFÉ MENSAGEM AO.

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1 PAUTA VÍDEO DE ABERTURA: "What a Wonderful World - Louis Armstrong. LEITURA EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATIVIDADE MAFALDA ESCOLAS SUSTENTÁVEIS CAFÉ MENSAGEM AO AMIGO ÁRVORE DOS SONHOS E PEDRA NO CAMINHO IV CONFERÊNCIA INFANTOJUVENIL

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3 Educação Ambiental Pensamento crítico Concepções Escolas Sustentáveis Sociedades Sustentáveis Economia de Recursos Consumismo Conservação/Preservação Gestão Currículo Comunidade Participação democrática Recicle Faça sua parte Plante uma árvore Apague a Luz Economize Água Outros...

4 Atividade Mafalda I Para você o que é Educação Ambiental?

5 Atividade Mafalda II Com base na sua experiência a quem você atribui a competência de trabalhar o tema Educação Ambiental na Unidade Escolar?

6 O que é Educação Ambiental e por que devemos trabalhar o tema na escola?

7 Educação ambiental são os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade. Lei da Educação Ambiental, n°9.795, de 27 de abril de 1999

8 A escola dentro da Educação Ambiental deve sensibilizar o aluno a buscar valores que conduzam a uma convivência harmoniosa com o ambiente e as demais espécies que habitam o planeta, auxiliando-o a analisar criticamente os princípios que tem levado à destruição inconsequente dos recursos naturais e de várias espécies.

9 A Educação Ambiental (EA) é um eixo temático de caráter transversal que deve permear por todas as disciplinas de nosso currículo escolar, em todas as modalidades do ensino formal, portanto, cada professor tem a responsabilidade de compreender, estudar e discutir junto a seus pares de disciplina, de sua área do conhecimento ou entre equipes interdisciplinares, a educação ambiental no âmbito escolar, seja para desenvolver a temática em sua disciplina específica, seja em parceria com seus pares e/ou com outras instituições formais ou não formais. Departamento de Desenvolvimento Curricular e de Gestão da Educação Básica Temas Transversais Planejamento 2013

10 Segundo o Currículo Oficial... A Educação deve estar a serviço de promover o desenvolvimento pessoal que é um processo de aprimoramento das capacidades de agir, pensar e atuar no mundo, bem como de atribuir significados e ser percebido, apreender a diversidade, situar-se e pertencer-se. Para isso é preciso que haja acesso a um amplo conhecimento, assegurado por uma educação geral, articuladora e que transite entre o local e o global. O indivíduo necessita acessar o conhecimento necessário ao exercício da cidadania em dimensão mundial.

11 Nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) os conteúdos de Meio Ambiente foram integrados às áreas, numa relação de transversalidade, de modo que impregne toda a prática educativa e, ao mesmo tempo, crie uma visão global e abrangente da questão ambiental, visualizando os aspectos físicos e histórico-sociais, assim como as articulações entre a escala local e planetária desses problemas.

12 Cada professor pode contribuir decisivamente ao conseguir explicitar os vínculos de sua área com as questões ambientais, por meio de uma forma própria de compreensão dessa temática, de exemplos abordados sobre a ótica de seu universo de conhecimentos e pelo apoio teórico- instrumental de suas Técnicas pedagógicas. PCN – Meio Ambiente, página 195 Disponível em: te.pdf > Acesso em te.pdf

13 O tema Meio Ambiente pode ser mais amplamente trabalhado, quanto mais se diversificarem e intensificarem a pesquisa de conhecimentos e a construção do caminho coletivo de trabalho, se possível, com interações diversas dentro da escola e desta com outros setores da sociedade. Cada professor, dentro da especificidade de sua área, deve adequar o tratamento dos conteúdos para contemplar o Tema Meio Ambiente, assim como os demais Temas Transversais. PCN – Meio Ambiente, página 192 / 193. Disponível em: > Acesso em

14 Rachel Carson: Primavera Silenciosa UNESCO: Educação Ambiental constitui-se como disciplina Crescimento de movimentos ambientalistas e mobilização social ONU define a importância da Educação Ambiental para as questões ambientais ONU – UNESCO: Educação Ambiental nos sistemas Educativos dos países membros da ONU Rio-92 Agenda 21 - documentos como: Publicação da Carta Brasileira para a Educação Ambiental; Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global documentos revisados na Rio Política Nacional de Educação Ambiental (Lei 9795 de 27 de abril de 1999) PCNs/Temas transversais Estado de S.P: Lei de Educação Ambiental (Lei de 30 de Novembro) MEC: Política para Educação Ambiental (Res. Nº 2 de 30 de Janeiro de 2012 cap. 1, art. 10 ) – Rio + 20 Atualmente a SEE-SP participa na regulamentação da Lei para a construção do Programa Estadual de Ed. Amb. Breve Histórico da Ed. Ambiental

15 Rachel Carson, ciência e coragem Primavera silenciosa, uma das obras mais importantes do século 20. Publicado há 50 anos, o livro fez o primeiro alerta mundial sobre os efeitos nocivos do uso de agrotóxicos e questionou os rumos da relação entre o homem e a natureza.

16 Educação Ambiental e PPP Articular a Educação Ambiental(EA) com o Projeto Político Pedagógico(PPP) - fio condutor único, que guia a organização global do trabalho pedagógico na escola, seus propósitos e intencionalidades. Educação Ambiental permanente e continuada. Envolvimento de toda a comunidade escolar.

17 Sustentabilidade Preceito básico: relação entre as coisas. A sustentabilidade não é uma propriedade individual, mas de uma teia completa de relacionamentos(Fritjof Capra). Satisfazer as próprias necessidades sem reduzir as oportunidades das novas gerações, com cuidado e respeito a todas as formas de vida. Manutenção da vida no Planeta.

18 Sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana. culturais sociais aspectos econômicos ambientais

19 Escola educadora sustentável Base e caminho: aprendizados que possibilitam a construção da identidade e a compreensão da importância do outro (alteridade), construindo comunidades dialógicas, que potencializam o agir de todas e de cada uma das pessoas cidadãs que constituem a comunidade escolar.

20 Espaços educadores sustentáveis São aqueles que têm a intencionalidade pedagógica de se constituir em referências concretas de sustentabilidade socioambiental. Isto é, são espaços que contribuem para repensarmos a relação entre os indivíduos e destes com o ambiente. Compensam seus impactos com o desenvolvimento de tecnologias apropriadas, permitindo assim, mais qualidade de vida para as gerações presentes e futuras. (TRAJBER e SATO, 2010, p.71 )

21 O currículo na escola sustentável As escolas sustentáveis conectam as crianças com o mundo real de maneiras inimagináveis. Estimulam-nas a querer aprender para proteger tudo aquilo que amam: os oceanos, as florestas, os pântanos, seus amigos e sua família. Nosso dever como pais e comunidades que desejam a saúde das crianças é nutrir o ambiente que as ensina e inspira. E isso é o que as escolas sustentáveis fazem. Kelly Meyer Advogada ambiental norte-americana

22 Sem a disponibilidade para o diálogo não há processo de ensino- aprendizagem. (FREIRE, 1996).

23 Felicidade… Almeja-se com o processo educador ambientalista é resgatar o encantamento com o mundo, o olhar apaixonado para a escola, o bem-estar individual e coletivo, o que pode ser traduzido como felicidade. Conviver prazerosamente, sem pressa para celebrar a vida.

24 Educar exige cuidado; cuidar é educar, envolvendo acolher, ouvir, encorajar, apoiar, no sentido de desenvolver o aprendizado de pensar e agir, cuidar de si, do outro, da escola, da natureza, da água, do planeta. Educar é, enfim, enfrentar o desafio de lidar com gente, isto é, com criaturas tão imprevisíveis e diferentes quanto semelhantes, ao longo de uma existência inscrita na teia das relações humanas, neste mundo complexo. Educar com cuidado significa aprender a amar sem dependência, desenvolver a sensibilidade humana na relação de cada um consigo, com o outro e com tudo o que existe, com zelo, ante uma situação que requer cautela em busca da formação humana plena. Leonardo Boff

25 Coffee!!!

26 O que é uma Conferência ? Conferência é um processo democrático de diálogo e participação no qual as pessoas se reúnem, discutem os temas propostos, expõem diversos pontos de vista, deliberam coletivamente e, a partir dos debates, escolhem representantes que levam adiante as ideias acordadas entre todos. Ministério da Educação - MEC

27 Materiais a serem disponibilizados pelo MEC diretamente às escolas.

28 Vivenciando a Metodologia da COM-VIDA Etapas das Oficinas de Futuro para projetos coletivos: -Árvore dos Sonhos -Pedras no Caminho ArÁguaTerraFogo

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30 Contexto A SEE aderiu à IV Conferência Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, junto ao MEC. A SEE é responsável por Coordenar a Conferência no Estado de São Paulo, em todas as suas etapas. Deve garantir os princípios democráticos e de participação, discutindo o tema: Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis

31 Princípios da Conferência Jovem educa jovem (jovens oficineiros, formação de formadores). Jovem escolhe jovem (participativo em todas as instâncias). Uma geração aprende com a outra (Intergeracionalidade como: base nas políticas socioambientais).

32 IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão – SECADI Coordenação Geral de Educação Ambiental – CGEA Ministério da Educação

33 Objetivos Contribuir para tornar as escolas participantes da IV Conferência em espaços educadores sustentáveis. Fortalecer a escola e a comunidade para influir nas políticas locais em favor da sustentabilidade socioambiental. Em âmbito nacional, elaborar um conjunto de propostas que possam contribuir para a formulação de políticas públicas em favor de escolas sustentáveis.

34 Apoiar as escolas na transição para a sustentabilidade, contribuindo para que se constituam em espaços educadores sustentáveis a partir da articulação de três eixos: gestão, currículo e espaço físico. Criar e fortalecer as COM-VIDAS – Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida nas escolas, como espaço de debate sobre questões sociais e ambientais na escola e na comunidade e perceber como eles se relacionam com a saúde, a qualidade de vida, os direitos humanos e prevenção de riscos e emergências ambientais.

35 Nos Espaços Educadores Sustentáveis … O espaço físico cuida e educa, pois incorpora tecnologias e materiais mais adaptados ás características ambientais e sociais de cada região. Isso resulta em construções com maior conforto térmico e acústico, eficiência energética, uso racional da água, baixa emissão de carbono, horta agroecológica, enfim, um espaço mais adequado para se viver e conviver. A gestão cuida e educa, pois encoraja relações de respeito à diversidade, mais democráticas e participativas. O coletivo escolar constrói mecanismos eficazes para a tomada de decisões por meio da Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (Com-Vida). O currículo cuida e educa, pois é iluminado por um PPP que estimula a visão complexa da educação integral e sustentável. Valoriza a diversidade e estabelece conexões entre a sala de aula e os saberes científicos, os gerados no cotidiano das comunidades e aqueles dos povos originários e tradicional. E, sobretudo, incentiva a cidadania ambiental, estimulando a responsabilidade e o engajamento individual e coletivo na transformação local e global.

36 Currículo Saberes e fazeres que fomentem e estimulem culturas pró- sustentabilidade Gestão democrática Projeto Político Pedagógico, consumo, saúde, alimentação, resíduos sólidos, justiça ambiental - Com-Vida - Espaço Físico Adequações de acordo com premissas da sustentabilidade socioambiental (edificações, energia, água, área verde). Ministério da Educação Gestão

37 Tornar escolas incubadoras da mudança social

38 Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente A Conferência Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA) faz parte de uma estratégia pedagógica de educação difusa para adensar conteúdos e trazer para a escola a dimensão política da questão ambiental. Caracterizada pela mobilização e engajamento dos adolescentes e da comunidade escolar em debates sobre temas socioambientais contemporâneos, tendo como locus as escolas que possuem pelo menos uma das séries ou um dos anos finais do ensino fundamental (5ª a 8ª série/6º ao 9º ano). A CNIJMA tem vários momentos de encontros, diálogos e aprendizagem. O mais importante ocorre com as conferências nas escolas, onde está toda a riqueza da diversidade e da participação. Além disso, há um processo estadual e culmina com o evento nacional com a participação das delegações de todos os estados e do Distrito Federal. Para saber mais: conferenciainfanto.mec.gov.br

39 MUDANÇAS AMBIENTAIS GLOBAIS PENSAR + AGIR NA ESCOLA E NA COMUNIDADE Alguns problemas que afetam os sistemas naturais e as populações humanas: Terra: Biosfera, Biodiversidade, Desflorestamento. Água: Hidrosfera, Recursos Hídricos, Desertificação. Fogo: Energia e Mobilidade, Matriz Energética e Transportes. Ar: Atmosfera, Ar e Clima, Mudanças Climáticas.

40 Oficina de Futuro Árvore dos Sonhos Para realizar algo de valor é preciso ter espaço para sonhar. Durante a Rio-92 foi construída uma imensa árvore na Praia do Flamengo, no Rio de Janeiro. Nesse local, onde era realizada a conferência da sociedade civil, as pessoas escreviam em folhas de papel seus sonhos de um futuro digno para a humanidade e penduravam nessa árvore.

41 Para criar conjuntamente os objetivos do grupo, podemos seguir a mesma ideia, construindo a Árvore dos Sonhos. Uma árvore grande pode ser desenhada na lousa ou recortada em papéis. As pessoas devem se reunir em pequenos grupos para responder a uma pergunta:

42 Como é a escola dos nossos sonhos?

43 Como é a comunidade dos nossos sonhos?

44 As Pedras no Caminho Falar das pedras no caminho serve para a turma desabafar e pensar nas dificuldades que terá de enfrentar para chegar aos sonhos. Um grande caminho de pedras pode ser desenhado na lousa, no chão ou sobre um papel. Novamente os participantes são divididos em pequenos grupos para facilitar a conversa e respondem à pergunta:

45 Quais são os desafios / dificuldades (pedras no caminho) ?

46 Cada grupo debate, escolhe e escreve um problema sobre uma das pedras desenhadas. Depois de examinarem todas as dificuldades, os participantes da oficina escolhem quais desejam ver resolvidas em primeiro, em segundo e em terceiro lugar e assim por diante. Sabemos que a realidade é complexa e que muitos são os desafios para se construir um futuro melhor. Por outro lado, são estes desafios que dão mais motivação para a nossa atuação na Com-vida e deixam claro que somente em conjunto, com cooperação e solidariedade, será possível transformar nossa escola, nosso bairro e nosso planeta.

47 COMO SERÁ A IV CONFERÊNCIA? A IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente será construída a partir das etapas: Conferência na Escola; Conferência Municipal/Regional; Conferência Estadual; Encontro Preparatório; Conferência Nacional (DF).

48 Primeiro Momento: Conferência na Escola (etapa obrigatória) A Conferência na Escola é o momento mais rico do processo, pois permite à comunidade escolar (estudantes de todos os turnos, professores, funcionários e representantes da comunidade): a)Conhecer e debater o tema proposto e suas relações com as questões ambientais locais e globais. b) Pensar sobre os desafios de transformar a escola em um espaço educador sustentável. c) Reconhecer as questões socioambientais no território da escola, valorizando os diversos saberes e olhares sobre a realidade onde a escola está inserida.

49 d) Criar e fortalecer a Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (Com-Vida) como espaço de debate sobre questões sociais e ambientais na escola e na comunidade e perceber como eles se relacionam com a saúde, a qualidade de vida, os direitos humanos e prevenção de riscos e emergências ambientais. e) Buscar soluções locais para melhorar o espaço, a gestão e o currículo da escola e sistematizar esses conhecimentos em um material de educomunicação (vídeo, cartilha, manual, jogo cooperativo, uma campanha, fanzine, jornal, spot de rádio, entre outros). f) Planejar e inserir no Projeto Político-Pedagógico (PPP) ações que contribuam para melhorar a qualidade de vida na escola e na comunidade e propiciem mudanças rumo à construção de escolas sustentáveis.

50 Na sala de aula (antes da Conferência): Como fazer? ( Manual Orientador do Processo de Construção Colaborativo)

51 Datas Importantes: O dia 31 de agosto de 2013 é a data limite para realização da conferência na escola. O cadastramento na internet deve ser realizado até dia 07 de setembro de As Conferências Municipais/Regionais (opcionais) e Estaduais (obrigatórias) devem ser realizadas até 25 de outubro de A IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo meio ambiente ocorrerá entre os dias 25 e 29 de novembro de 2013, em Brasília – DF.

52 Vídeo III Conferência Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente GMci1Ihttp://www.youtube.com/watch?v=Rc5D2 GMci1I

53 Referências bibliográficas Material Com Vida: acessado em 11/04/2013 às 08h25min. Vamos cuidar do Brasil com escolas sustentáveis: educando-nos para pensar e agir em tempos de mudanças socioambientais globais / Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, Ministério do Meio Ambiente; elaboração de texto: Tereza Moreira. -- Brasília: A Secretaria, Educação ambiental. 2. Responsabilidade ambiental. 3. Educomunicação. I. Lopes, Grácia. II. Melo, Teresa. III. Barbosa, Neusa. IV. Brasil. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. V. Brasil. Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental. Lei da Educação Ambiental, n°9.795, de 27 de abril de 1999http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/educacaoambiental/comvida.pdf Departamento de Desenvolvimento Curricular e de Gestão da Educação Básica Temas Transversais Planejamento 2012 PCN – Meio Ambiente, página 195 Disponível em: > Acesso em http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/meioambiente.pdf

54 OBRIGADA PELA ATENÇÃO! ANGELITA E CATARINA

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