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L.C. Bertges 1 Fisiologia cardiovascular Fatores que afetam a pressão arterial.

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1 L.C. Bertges 1 Fisiologia cardiovascular Fatores que afetam a pressão arterial

2 L.C. Bertges2 INTRODUÇÃO A pressão arterial é afetada por vários fatores: resistência periférica, elasticidade dos vasos, volume de sangue, e débito cardíaco A pressão arterial é afetada por vários fatores: resistência periférica, elasticidade dos vasos, volume de sangue, e débito cardíaco

3 L.C. Bertges3 OBJETIVOS Compreender os fatores que afetam a resistência periférica, e consequentemente a pressão sanguínea. Compreender os fatores que afetam a resistência periférica, e consequentemente a pressão sanguínea. Compreender como a elasticidade dos vasos, o volume sanguíneo e o débito cardíaco afetam a pressão sanguínea. Compreender como a elasticidade dos vasos, o volume sanguíneo e o débito cardíaco afetam a pressão sanguínea.

4 L.C. Bertges4 FONTES DA RESISTÊNCIA PERIFÉRICA A RP é um dos principais fatores que afetam a pressão do sangue A RP é um dos principais fatores que afetam a pressão do sangue As células sanguíneas e o plasma encontram resistência quando em contato com a parede dos vasos sanguíneos. As células sanguíneas e o plasma encontram resistência quando em contato com a parede dos vasos sanguíneos. Se a resistência aumenta, mais pressão será necessária para mover o sangue. Se a resistência aumenta, mais pressão será necessária para mover o sangue.

5 L.C. Bertges5 FONTES DA RESISTÊNCIA PERIFÉRICA Há três fatores principais que geram a resistência periférica Há três fatores principais que geram a resistência periférica O diâmetro do vaso sanguíneo O diâmetro do vaso sanguíneo A viscosidade do sangue A viscosidade do sangue O comprimento total do vaso sanguíneo O comprimento total do vaso sanguíneo

6 L.C. Bertges6 DIÂMETRO DOS VASOS SANGUÍNEOS Quanto menor o diâmetro do tubo, maior a proporção de fluido em contato com as paredes. Isto aumenta a resistência e maior a pressão arterial. Quanto menor o diâmetro do tubo, maior a proporção de fluido em contato com as paredes. Isto aumenta a resistência e maior a pressão arterial. O diâmetro maior, com um mesmo volume, menor pressão. O diâmetro maior, com um mesmo volume, menor pressão. O diâmetro menor, com um mesmo volume, maior pressão. O diâmetro menor, com um mesmo volume, maior pressão.

7 L.C. Bertges7 FIBRAS VASOMOTORAS A constrição dos vasos sanguíneos aumenta a pressão arterial. A constrição dos vasos sanguíneos aumenta a pressão arterial. O diâmetro dos vasos sanguíneos é regulado ativamente por fibras vasomotoras, que são fibras do sistema nervoso simpático que inervam a musculatura lisa da camada muscular. O diâmetro dos vasos sanguíneos é regulado ativamente por fibras vasomotoras, que são fibras do sistema nervoso simpático que inervam a musculatura lisa da camada muscular. As fibras vasomotoras liberam norepinefrina, que é um potente vasoconstritor. As fibras vasomotoras liberam norepinefrina, que é um potente vasoconstritor.

8 L.C. Bertges8 VASOCONSTRITORES O diâmetro dos vasos sanguíneos também é regulado por outros vasoconstritores. O diâmetro dos vasos sanguíneos também é regulado por outros vasoconstritores. Epinefrina Epinefrina Angiotensina II Angiotensina II Vasopressina Vasopressina

9 L.C. Bertges9 DEMONSTRAÇÃO DA VISCOSIDADE A viscosidade do sangue afeta a resistência periférica. A viscosidade do sangue afeta a resistência periférica. A viscosidade está relacionada com a consistência do fluido. A viscosidade está relacionada com a consistência do fluido. Quanto maior a viscosidade, mais dificilmente as moléculas deslizam umas contra as outras, e mais difícil é manter o fluido se movendo. Quanto maior a viscosidade, mais dificilmente as moléculas deslizam umas contra as outras, e mais difícil é manter o fluido se movendo. Em virtude da maior resistência ao fluxo, mais pressão é necessária para bombear o mesmo volume de líquido. Em virtude da maior resistência ao fluxo, mais pressão é necessária para bombear o mesmo volume de líquido.

10 L.C. Bertges10 VISCOSIDADE DO SANGUE O hematócrito representa a porcentagem de glóbulos vermelhos no volume total de sangue. O hematócrito representa a porcentagem de glóbulos vermelhos no volume total de sangue. O hematócrito afeta a viscosidade do sangue e, consequentemente, a resistência ao fluxo sanguíneo. O hematócrito afeta a viscosidade do sangue e, consequentemente, a resistência ao fluxo sanguíneo. Quanto mais viscoso o sangue, maior a resistência, e maior a pressão arterial. Quanto mais viscoso o sangue, maior a resistência, e maior a pressão arterial.

11 L.C. Bertges11 VISCOSIDADE DO SANGUE O hematócrito pode aumentar se houver maior número de células vermelhas no sangue, ou se houver menor quantidade de plasma. O hematócrito pode aumentar se houver maior número de células vermelhas no sangue, ou se houver menor quantidade de plasma. O hematócrito pode diminuir se houver menor número de células vermelhas no sangue, ou se houver maior quantidade de plasma. O hematócrito pode diminuir se houver menor número de células vermelhas no sangue, ou se houver maior quantidade de plasma.

12 L.C. Bertges12 COMPRIMENTO DOS VASOS SANGUÍNEOS O aumento do tecido gorduroso requer mais vasos sanguíneos para sua irrigação, o que aumenta o comprimento total dos vasos do corpo. O aumento do tecido gorduroso requer mais vasos sanguíneos para sua irrigação, o que aumenta o comprimento total dos vasos do corpo. Quanto maior o comprimento dos vasos do corpo maior a resistência encontrada, consequentemente maior a pressão sanguínea. Quanto maior o comprimento dos vasos do corpo maior a resistência encontrada, consequentemente maior a pressão sanguínea.

13 L.C. Bertges13 ELASTICIDADE DOS VASOS Uma parede arterial elástica saudável se expande, absorvendo o choque exercido pela pressão sistólica. Uma parede arterial elástica saudável se expande, absorvendo o choque exercido pela pressão sistólica. O encurtamento elástico do vaso mantem um fluxo sanguíneo contínuo durante a diástole (responsável pela pressão diastólica). O encurtamento elástico do vaso mantem um fluxo sanguíneo contínuo durante a diástole (responsável pela pressão diastólica).

14 L.C. Bertges14 ELASTICIDADE DOS VASOS Na arteriosclerose as artérias se tornam calcificadas e rígidas, Na arteriosclerose as artérias se tornam calcificadas e rígidas, não podem se expandir quando da chegada da pressão sistólica. não podem se expandir quando da chegada da pressão sistólica. as artérias sofrem altas pressões e se tornam cada vez mais fracas. as artérias sofrem altas pressões e se tornam cada vez mais fracas.

15 L.C. Bertges15 VOLUME SANGUÍNEO: Quanto maior o volume de um fluido maior quantidade deste fluido pressiona contra a parede das artérias, resultando em maior pressão. Quanto maior o volume de um fluido maior quantidade deste fluido pressiona contra a parede das artérias, resultando em maior pressão. Quando há menor volume menor será a pressão. Quando há menor volume menor será a pressão.

16 L.C. Bertges16 EXEMPLOS DE MODIFICAÇÃO DE VOLUMES O volume sanguíneo reduzido, por exemplo durante sudorese excessiva, reduz a pressão sanguínea por curto intervalo de tempo. O volume sanguíneo reduzido, por exemplo durante sudorese excessiva, reduz a pressão sanguínea por curto intervalo de tempo. Os mecanismos de controle de longo prazo compensam, trazendo o volume sanguíneo e a pressão sanguínea para níveis normais. Os mecanismos de controle de longo prazo compensam, trazendo o volume sanguíneo e a pressão sanguínea para níveis normais.

17 L.C. Bertges17 EXEMPLOS DE MODIFICAÇÃO DE VOLUMES O aumento do volume sanguíneo, por exemplo devido à retenção de água por excesso de ingestão de sal, aumenta a pressão arterial por curto intervalo de tempo. O aumento do volume sanguíneo, por exemplo devido à retenção de água por excesso de ingestão de sal, aumenta a pressão arterial por curto intervalo de tempo. Os mecanismos de controle de longo prazo compensam, trazendo o volume sanguíneo e a pressão sanguínea de volta para os níveis normais. Os mecanismos de controle de longo prazo compensam, trazendo o volume sanguíneo e a pressão sanguínea de volta para os níveis normais.

18 L.C. Bertges18 DÉBITO CARDÍACO: FREQUÊNCIA CARDÍACA O aumento do débito cardíaco resulta em aumento da pressão arterial. O aumento do débito cardíaco resulta em aumento da pressão arterial. Lembrar que o débito cardíaco = FC x Volume de ejeção sistólico. Lembrar que o débito cardíaco = FC x Volume de ejeção sistólico. Qualquer fator que modifique a frequência cardíaca ou o volume de ejeção sistólico afeta o débito cardíaco, consequentemente a pressão arterial. Qualquer fator que modifique a frequência cardíaca ou o volume de ejeção sistólico afeta o débito cardíaco, consequentemente a pressão arterial.

19 L.C. Bertges19 Perguntas: O que ocorre com a frequência cardíaca, com o débito cardíaco e com a pressão arterial com o estímulo do sistema nervoso parassimpático (nervos vagos)? O que ocorre com a frequência cardíaca, com o débito cardíaco e com a pressão arterial com o estímulo do sistema nervoso parassimpático (nervos vagos)? O que o corre com a frequência cardíaca, com o débito cardíaco e com a pressão arterial com o estímulo do sistema nervoso simpático? O que o corre com a frequência cardíaca, com o débito cardíaco e com a pressão arterial com o estímulo do sistema nervoso simpático?

20 L.C. Bertges20 DÉBITO CARDÍADO: VOLUME SISTÓLICO Se menos sangue for ejetado do coração em cada batimento a pressão arterial será menor, porque haverá menos sangue pressionando contra a parede das artérias. Se menos sangue for ejetado do coração em cada batimento a pressão arterial será menor, porque haverá menos sangue pressionando contra a parede das artérias. Menos sangue menor volume diastólico final, menor fração de ejeção, menor PA Menos sangue menor volume diastólico final, menor fração de ejeção, menor PA Mais sangue maior volume diastólico final, maior fração de ejeção, maior PA Mais sangue maior volume diastólico final, maior fração de ejeção, maior PA

21 L.C. Bertges21 Resumo:

22 L.C. Bertges22 Fim


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