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1. (Fuvest-SP) Com relação às artes e às letras de seu tempo, os humanistas dos séculos XV e XVI afirmavam: a) que a literatura e as artes plásticas.

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1 1. (Fuvest-SP) Com relação às artes e às letras de seu tempo, os humanistas dos séculos XV e XVI afirmavam: a) que a literatura e as artes plásticas passavam por um período de florescimento, dando continuidade ao período medieval; b) que a literatura e as artes plásticas, em profunda decadência no período anterior, renasciam com o esplendor da Antiguidade; c) que as letras continuavam as tradições medievais, enquanto a arquitetura, a pintura e a escultura rompiam com os velhos estilos; d) que as artes plásticas continuavam as tradições medievais, enquanto a literatura criava novos estilos; e) que o alto nível das artes e das letras do período nada tinha a ver com a Antiguidade nem com o período medieval.

2 2. (UFG- GO.2008)Observe e compare as duas imagens.
VELÁZQUEZ, Diego. Las Meninas, Museu do Prado, Madri. PICASSO, Pablo. Las Meninas, 1957. Museu Picasso, Barcelona.

3 Os quadros acima tratam do mesmo tema, embora pertençam
a dois momentos distintos da história da arte. O confronto entre as imagens revela um traço fundamental da pintura moderna, que se caracteriza pela: tentativa de compor o espaço pictórico com base nas figuras naturais. b) ruptura com o princípio de imitação característico das artes visuais no Ocidente. c) continuidade da preocupação com a nitidez das figuras representadas. d) secularização dos temas e dos objetos figurados com base na assimilação de técnicas do Oriente. e) busca em fundar a representação na evidência dos objetos.

4 3. (UFG.2008) Observe a imagem ao lado:
Osíris. Disponível em: < Acesso em: 21 set A pintura egípcia pode ser caracterizada como uma arte que: a) definiu os valores passageiros e transitórios como forma de representação privilegiada. b) concebeu as imagens como modelo de conduta, utilizando-as em rituais profanos. c) adornou os palácios como forma de representação pública do poder político. d) valorizou a originalidade na criação artística como possibilidade de experimentação de novos estilos. e) elegeu os valores eternos, presentes nos monumentos funerários, como objeto de representação.

5 4. (UFG/2009/1) Observe as figuras a seguir.

6 A figura 1, obra pintada há 71 anos, retrata o horror do
massacre de um povo bombardeado por aviões nazistas. O autor dessa obra, as características artísticas da pintura e a localização no mapa do continente europeu (figura 2), da cidade atingida, são, respectivamente, Van Gogh, pós-impressionismo, localizada na área 5. b) Pablo Picasso, cubismo sintético, localizada na área 4. Marc Chagall, surrealismo, localizada na área 3. Pablo Picasso, cubismo sintético, localizada na área 2. e) Van Gogh, pós-impressionismo, localizada na área 1.

7 MICHELÂNGELO. “A criação de Adão”, século XVI.
5. UFG-História 2009 ) Analise a imagem. MICHELÂNGELO. “A criação de Adão”, século XVI. Essa imagem é representativa do Renascimento que, entre os séculos XV e XVI, agregou elementos heterogêneos, criando uma forma particular de conceber o mundo. Com base na leitura da imagem, identifica-se como característica do período renascentista a: utilização de recursos da cultura clássica na concepção estética, valorizando o homem. dessacralização da representação artística, afastando os princípios do cristianismo romano. separação entre arte e ciência, alcançando um conhecimento especializado sobre o homem. elevação da figura humana à condição de divindade, combatendo o paganismo. exaltação da natureza e da vida ascética, superando os prazeres mundanos.

8 Iluminura do Saltério de Ingeborg (anterior a 1210)
6. (UFG – 2007)Compare as duas imagens. Iluminura do Saltério de Ingeborg (anterior a 1210) “Cenas da vida da Virgem” ( ), de Giotto. (Detalhe)

9 Um elemento de distinção entre elas, responsável pelo surgimento de uma arte tipicamente renascentista, expressa-se por meio da: elaboração de imagens anti-realistas, com apelo ao sagrado. produção da pintura considerando a figuração bidimensional. introdução da perspectiva ou do efeito de profundidade na composição da pintura. atribuição de destaque às figuras sagradas, conforme a hierarquia religiosa. composição da pintura com base na representação de figuras sem volume.

10 ARTE

11 O que é ARTE? A arte é uma criação humana com valores estéticos (beleza, equilíbrio, harmonia, revolta) que sintetizam as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura. É um conjunto de procedimentos utilizados para realizar obras, e no qual aplicamos nossos conhecimentos.

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14 A Arte Através dos Tempos.mpg

15 PRÉ-HISTÓRIA Consideramos como arte pré-histórica todas as manifestações que se desenvolveram antes do surgimento das primeiras civilizações e portanto antes da escrita. No entanto isso pressupõe uma grande variedade de produção, por povos diferentes, em locais diferentes, mas com algumas características comuns.

16 Características: Pragmatismo (inclusive nos povos da antiguidade), Pigmentos naturais, Temas, Funções: comunicação, registro, misticismo

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18 ARTE EGÍPCIA Baseada da religião,
O faraó era o representante dos Deuses na Terra, Voltada principalmente para a vida após a morte: pirâmides, mastabas, hipogeus, Grandiosa.

19 arquitetura Solidez e durabilidade, Sentimento de eternidade,
Grandiosidade, Aspecto misterioso e impenetrável.

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21 pintura Resultado bidimensional, Ignorância da profundidade,
Cores lisas, sem claro-escuro, LEI DA FRONTALIDADE: convenção de representação da figura humana, Cores: marrom, amarelo e vermelho, Artistas anônimos.

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23 escultura Os escultores egípcios representavam os faraós e os deuses em posição serena, quase sempre de frente, sem demonstrar nenhuma emoção. Pretendiam com isso traduzir, na pedra, uma ilusão de imortalidade. Com esse objetivo ainda, exageravam freqüentemente as proporções do corpo humano, dando às figuras representadas uma impressão de força e de majestade.

24 ARTE EGÉIA A Arte Egéia ou Arte do Mar Egeu está associada às culturas que floresceram no mar Egeu antes do aparecimento dos Gregos por volta do 3000 A.C. e que foram principalmente três: Civilização Cicládica Civilização Minóica Civilização Micênica

25 pintura As paredes dos palácios eram decoradas com magníficas pinturas afresco , incluindo figuras da fauna e flora marítimas, um traço marcante incluindo o vasto uso da cor azul; Figuras humanas em cenas como festas, casamentos e colheitas e ainda figuras geométricas, plenas de cores vivas e garridas; As pinturas apresentavam um certo grau de estilização egípcia que se evidencia no modo como se repetem esquematicamente as figuras humanas, mas a representação minóica destaca-se pelo naturalismo, realismo, elasticidade, paixão pelo ritmo, pelas ondas e pela flutuação, bastante ausentes na arte egípcia; figuras leves, espontâneas, delicadas e plenas de vitalidade.

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27 ARTE GRÉCIA ANTIGA O povo grego foi um povo onde a criatividade se fez presente, tanto na arte quanto na literatura. Na arquitetura, as muitas construções públicas comprovam uma combinação de conhecimentos arquitetônicos e gosto artísticos raras vezes igualados (Parthenon), nas letras os poemas Ilíada e Odisséia, atribuídos a Homero, a poesia lírica de Píndaro, as tragédias de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes, foram escritos com tanta perícia que serviram de modelo em épocas posteriores. Até hoje os temas das tragédias gregas (vida, amor, liberdade, morte, predestinação e religião) não perderam sua atualidade dramática nem seu valor poético

28 arquitetura Na arquitetura grega prevalecia a linha reta, eles não empregavam nem arcos nem abóbodas como os egípcios e os povos mesopotâmicos. Utilizavam muitas colunas, dando aos templos um aspecto elegante e imponente. Destacam-se três estilos muito usados na construção grega:

29 O dórico, estilo mais antigo e simples;
O jônico, mais leve e flexível, representado por colunas finas e graciosas; O coríntio, o mais trabalhado e, sendo assim, o mais complexo.

30 Parthenon

31 A BUSCA PELO IDEAL DE BELEZA HUMANA.
escultura A estatuária grega representa os mais altos padrões já atingidos pelo homem. Na escultura, o antropomorfismo - esculturas de formas humanas - foi insuperável. As estátuas adquiriram, além do equilíbrio e perfeição das formas, o movimento. A BUSCA PELO IDEAL DE BELEZA HUMANA.

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33 ARTE ROMANA A arte romana sofreu duas fortes influências: a da arte etrusca popular e voltada para a expressão da realidade vivida, e a da greco-helenística, orientada para a expressão de um ideal de beleza. Um dos legados culturais mais importantes que os etruscos deixaram aos romanos foi o uso do arco e da abóbada nas construções.

34 arquitetura * busca do útil imediato, senso de realismo; * grandeza material, realçando a idéia de força; * energia e sentimento; * predomínio do caráter sobre a beleza; * originais: urbanismo, vias de comunicação, anfiteatro, termas; * os arcos e abóbadas serviam como sustentação, eliminando o excesso de colunas e ampliando o espaço interno das construções.

35 Coliseu

36 Ergueram monumentos como os Arcos do Triunfo e Colunas Triunfais para homenagear os imperadores e generais vitoriosos e demonstrar o poder de Roma.

37 escultura Os romanos eram grandes admiradores da arte grega, mas por temperamento, eram muito diferentes dos gregos. Por serem realistas e práticos, suas esculturas são uma representação fiel das pessoas e não a de um ideal de beleza humana, como fizeram os gregos. Retratavam os imperadores e os homens da sociedade. Mais realista que idealista, a estatuária romana teve seu maior êxito nos retratos. 

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39 ARTE BIZANTINA Primeiro estilo de arte cristã. A aceitação do cristianismo a partir do reinado de Constantino e sua oficialização por Teodósio procuraram fazer com que a religião tivesse um importante papel como difusor didático da fé ao mesmo tempo que serviria para demonstrar a grandeza do Imperador que mantinha seu caráter sagrado e governava em nome de Deus.

40 pintura A arte bizantina está dirigida pela religião; ao clero cabia, além das suas funções, organizar também as artes, tornando os artistas meros executores, como no Egito – várias convenções para a expressão artística foram definidas: - Frontalidade: representação frontal das pessoas, levando o espectador a uma postura de respeito e veneração - Hieratismo: Desproporção entre as figuras, como critério de representação associado à importância religiosa. - Isodactilia: mãos representando sofrimento e perdão. - Isocefalia: Padrão artístico que alinha as cabeças na mesma altura.

41 Características das imagens: Pescoços longos e finos,
Técnicas: Têmpera (brilhante) método de pintura no qual os pigmentos de terra são misturados a um “colante”, uma emulsão de água e gemas de ovo ou ovos inteiros (às vezes cola ou leite) ou encáustica (fosca) é uma técnica de pintura que se caracteriza pelo uso da cera como aglutinante dos pigmentos e pela mistura densa e cremosa. A pintura é aplicada com pincel ou com uma espátula quente, Imagens sagradas e personalidades oficiais em plena comunhão, Peles descoloridas e expressões estilizadas demonstrando a fragilidade humana diante de Deus, Utilização de pedras preciosas e jóias verdadeiras para ornamentar pinturas, esculturas e mosaicos, que era feitos pelos masaístas. Simbolismo das cores: Ouro e ocre- poder material Azul – poder espiritual Vermelho – martírio de Deus

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43 arquitetura A arquitetura teve um lugar de destaque, operando-se nela a importantes inovações. Foi herdeira do arco, da abóbada e da cúpula, mas também, do plano centrado, de forma quadrada ou em cruz grega, com cúpula central e absides laterais. A expressão artística do período influenciou também a arquitetura das igrejas. Elas eram planeadas sobre uma base circular, octogonal ou quadrada rematada por diversas cúpulas, criando-se edifícios de grandes dimensões, espaçosos e profusamente decorados.

44 Catedral de Santa Sophia, Canstantinopla (atual Istambul, Turquia)

45 ARTE ROMÂNICA Nome dado ao estilo artístico vigente na Europa entre os séculos XI e XIII. Visto principalmente nas igrejas católicas construídas após a expansão do cristianismo pela Europa e sendo o primeiro após a queda do império romano a apresentar características comuns em várias regiões. A igreja representa Deus na Terra, possuindo poderes ilimitados e determinando a produção cultural e artística desse período, cuja representação típica são as basílicas.

46 arquitetura Abóbadas em substituição ao telhado das basílicas;
Arquitetura abobadada, de paredes sólidas e delicadas colunas terminadas em capitéis cúbicos; Abóbadas em substituição ao telhado das basílicas; Pilares maciços que sustentavam e das paredes espessas; Aberturas raras e  estreitas usadas como janelas; Torres, que aparecem no cruzamento das naves ou na fachada; e Arcos que são formados por 180 graus.

47 Basílica de Santo Antônio de Pádua, Itália

48 escultura Está diretamente associada à arquitetura, as estátuas-colunas, e que desenvolve-se nos relevos de pórticos e arcadas. A escultura desenvolveu-se com um caráter ornamental, onde o espaço em branco dos frisos, capitéis e pórticos é coberto por uma profusão de figuras apresentadas de frente e com as costas grudadas na parede. As imagens encontradas são as mais diversas, desde representações do demônio, até personagens do Velho Testamento.

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50 ARTE GÓTICA A arquitetura gótica não é um momento de ruptura drástica com os ideais anteriores, mas antes uma assimilação de alguns elementos independentes de diferentes fontes, metamorfoseada com o novo conceito de interpretação da arte religiosa.

51 arquitetura Verticalismo dos edifícios substitui o horizontalismo do Românico; Paredes mais leves e finas; Janelas predominantes; Torres ornadas por rosáceas; Utilização do arco de volta quebrada; Consolidação dos arcos feita por abóbadas de arcos cruzados ou de ogivas; Nas torres (principalmente nas torres sineiras) os telhados são em forma de pirâmide.

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53 escultura A escultura gótica desenvolveu-se paralelamente à arquitetura das Igrejas e está presente nas fachadas, tímpanos e portais das catedrais, que foram o espaço ideal para sua realização. Caracterizou-se por um calculado naturalismo que, mais do que as formas da realidade, procurou expressar a beleza ideal do divino; no entanto a escultura pode ser vista como um complemento à arquitetura, na medida em que a maior parte das obras foi desenvolvida separadamente e depois colocadas no interior das Igrejas, não fazendo parte necessariamente da estrutura arquitetônica.

54 Porta do Sarmental, Catedral de Burgos, Espanha

55 vitral A pintura não teve grande expressão. De início surge como elemento de auxílio à estruturação da catedral numa das expressões de maior peso simbólico, o vitral. Este método, de unir pedaços de vidro colorido através de chumbo, foi o que melhor se adaptou à necessidade narrativa do interior da catedral gótica.

56 GIOTTO Considerado o precursor do Renascimento,
Revolucionou a pintura ao criar a noção de tridimensionalidade, rompendo com a rigidez bizantina, A característica principal do seu trabalho é a identificação da figura dos santos como seres humanos de aparência comum. Esses santos com ar humanizado eram os mais importantes das cenas que pintava, ocupando sempre posição de destaque na pintura, Sua pintura vem ao encontro de uma visão humanista do mundo.

57 Morte de São Francisco

58 Giotto di Bondone: "Crucificação" na Cappella degli Scrovegni, em Pádua (1304-1306)

59 Jan Van Eyck O Casal Arnolfini,

60 RENASCIMENTO O termo Renascimento é comumente aplicado à civilização européia que se desenvolveu entre 1300 e Além de reviver a antiga cultura greco-romana, ocorreram nesse período muitos progressos e incontáveis realizações no campo das artes, da literatura e das ciências, que superaram a herança clássica. O ideal do humanismo foi sem dúvida o móvel desse progresso e tornou-se o próprio espírito do Renascimento.

61 Características gerais:
 * Racionalidade  * Dignidade do Ser Humano  * Rigor Científico  * Ideal Humanista  * Reutilização das artes greco-romana  

62 arquitetura Distribuição espacial matemática das edificações;
Os arquitetos investem em uma autonomia cada vez maior adotando estilos individuais; Esta arquitetura primou especialmente pelo resgate da Antiguidade Clássica. Ela procurava aliar a visão de mundo cristã com este universo considerado pagão pela Igreja.

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64 escultura O estudo das posturas corporais traz como resultado esculturas que se sustentam sobre as próprias pernas, num equilíbrio perfeito, graças à posição do compasso (ambas abertas) ou do contraposto (uma perna na frente e a outra, ligeiramente para trás). Buscavam representar o homem tal como ele é na realidade, Proporção da figura mantendo a sua relação com a realidade, Profundidade e perspectiva, Estudo do corpo e do caráter humano.

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66 pintura Uso do claro-escuro: pintar algumas áreas iluminadas e outras na sombra, esse jogo de contrastes reforça a sugestão de volume dos corpos. Realismo: o artista do Renascimento não vê mais o homem como simples observador do mundo que expressa a grandeza de Deus, mas como a expressão mais grandiosa do próprio Deus. E o mundo é pensado como uma realidade a ser compreendida cientificamente, e não apenas admirada.  Inicia-se o uso da tela e da tinta à óleo. Tanto a pintura como a escultura que antes apareciam quase que exclusivamente como detalhes de obras arquitetônicas, tornam-se manifestações independentes. Surgimento de artistas com um estilo pessoal, diferente dos demais, já que o período é marcado pelo ideal de liberdade e, conseqüentemente, pelo individualismo.

67 Principais pintores renascentistas:
Botticelli - os temas de seus quadros foram escolhidos segundo a possibilidade que lhe proporcionavam de expressar seu ideal de beleza. Para ele, a beleza estava associada ao ideal cristão. Por isso, as figuras humanas de seus quadros são belas porque manifestam a graça divina, e, ao mesmo tempo, melancólicas porque supõem que perderam esse dom de Deus. Obras destacadas: A Primavera e O Nascimento de Vênus.

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69 Leonardo da Vinci - ele dominou com sabedoria um jogo expressivo de luz e sombra, gerador de uma atmosfera que parte da realidade mas estimula a imaginação do observador. Foi possuidor de um espírito versátil que o tornou capaz de pesquisar e realizar trabalhos em diversos campos do conhecimento humano. Obras destacadas: A Virgem dos Rochedos e Monalisa.

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71 Michelângelo  - entre 1508 e 1512 trabalhou na pintura do teto da Capela Sistina, no Vaticano. Para essa capela, concebeu e realizou grande número de cenas do Antigo Testamento. Dentre tantas que expressam a genialidade do artista, uma particularmente representativa é a criação do homem.  Obras destacadas: Teto da Capela Sistina e a Sagrada Família. OBS: vale lembrar que Michelângelo era, inicialmente, escultor.

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73 Rafael - suas obras comunicam ao observador um sentimento de ordem e segurança, pois os elementos que compõem seus quadros são dispostos em espaços amplos, claros e de acordo com uma simetria equilibrada. Foi considerado grande pintor de “Madonas”. Obras destacadas: A Escola de Atenas e Madona da Manhã.

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76 MANEIRISMO Paralelamente ao renascimento clássico, desenvolve-se em Roma, do ano de 1520 até por volta de 1610, um movimento artístico afastado conscientemente do modelo da antiguidade clássica: o maneirismo . Uma evidente tendência para a estilização exagerada e um capricho nos detalhes começa a ser sua marca, extrapolando assim as rígidas linhas dos cânones clássicos.

77 Alguns historiadores o consideram uma transição entre o renascimento e o barroco, enquanto outros preferem vê-lo como um estilo, propriamente dito.

78 arquitetura Nas igrejas:
Naves escuras, iluminadas apenas de ângulos diferentes; Guirlandas de frutas e flores, balaustradas povoadas de figuras caprichosas são a decoração mais característica desse estilo; Caracóis, conchas e volutas cobrem muros e altares, lembrando uma exuberante selva de pedra que confunde a vista. Nos ricos palácios e casas de campo: Formas convexas que permitem o contraste entre luz e sombra prevalecem sobre o quadrado disciplinado do renascimento; A decoração de interiores ricamente adornada e os afrescos das abóbadas coroam esse caprichoso e refinado estilo, que, mais do que marcar a transição entre duas épocas, expressa a necessidade de renovação.

79 Igreja de São Estevão, Salamanca

80 pintura · Composição em que uma multidão de figuras se comprime em espaços arquitetônicos reduzidos; · Nos corpos, as formas esguias e alongadas substituem os membros bem-torneados do renascimento. Os músculos fazem agora contorções absolutamente impróprias para os seres humanos; · Rostos melancólicos e misteriosos surgem entre as vestes, de um drapeado minucioso e cores brilhantes; · A luz se detém sobre objetos e figuras, produzindo sombras inadmissíveis; · Os verdadeiros protagonistas do quadro já não se posicionam no centro da perspectiva, mas em algum ponto da arquitetura, onde o olho atento deve, não sem certa dificuldade, encontrá-lo.

81 Principal Artista: EL GRECO, ( ), Ao fundir as formas iconográficas bizantinas com o desenho e o colorido da pintura veneziana e a religiosidade espanhola. Na verdade, sua obra não foi totalmente compreendida por seus contemporâneos.

82 O Enterro do Conde Orgaz

83 escultura Na escultura, o maneirismo segue o caminho traçado por Michelangelo: às formas clássicas soma-se o novo conceito intelectual da arte pela arte e o distanciamento da realidade. Não faltam as formas caprichosas, as proporções estranhas, as superposições de planos, ou ainda o exagero nos detalhes, elementos que criam essa atmosfera de tensão tão característica do espírito maneirista.

84 · A composição típica desse estilo apresenta um grupo de figuras dispostas umas sobre as outras, num equilíbrio aparentemente frágil, as figuras são unidas por contorções extremadas e exagerado alongamento dos músculos. · O modo de enlaçar as figuras, atribuindo-lhes uma infinidade de posturas impossíveis, permite que elas compartilhem a reduzida base que têm como cenário, isso sempre respeitando a composição geral da peça e a graciosidade de todo o conjunto.

85 Giambologna: O rapto da Sabina, 1582. Florença

86 BARROCO Barroco: termo de origem espanhola ‘Barrueco’, aplicado para designar pérolas de forma irregular. As obras barrocas romperam o equilíbrio entre o sentimento e a razão ou entre a arte e a ciência, que os artistas renascentistas procuram realizar de forma muito consciente; na arte barroca predominam as emoções e não o racionalismo da arte renascentista.

87 características gerais
 * emocional sobre o racional; seu propósito é impressionar os sentidos do observador, baseando-se no princípio segundo o qual a fé deveria ser atingida através dos sentidos e da emoção  e não apenas pelo raciocínio;  * busca de efeitos decorativos e visuais, através de curvas, contracurvas, colunas retorcidas;  * entrelaçamento entre a arquitetura e escultura;  * violentos contrastes de luz e sombra;  * pintura com efeitos ilusionistas, dando-nos às vezes a impressão de ver o céu, tal a aparência de profundidade conseguida.

88 pintura * Composição assimétrica, em diagonal - que se revela num estilo grandioso, monumental, retorcido, substituindo a unidade geométrica e o equilíbrio da arte renascentista.   * Acentuado contraste de claro-escuro (expressão dos sentimentos) - era um recurso que visava a intensificar a sensação de profundidade.   * Realista, abrangendo todas as camadas sociais.   * Escolha de cenas no seu momento de maior intensidade dramática.

89 Teto da Capela de Santo Inácio, Andrea Pozzo

90 Caravaggio, Vocação de São Mateus

91 Aula de Anatomia, Rembrant

92 arquitetura e escultura
Chegando ao Brasil, as construções de traço barroco se lançavam aos olhos de uma população mista formada por alfaiates, ambulantes, funcionários públicos, indígenas, escravos e vadios. Essa população, na maioria das vezes, só conseguia compreender o sentido dos valores religiosos afirmados pela catequese com a imponência de imagens ricas onde a complexa ornamentação pretendia reafirmar o caráter sagrado dos santos e templos religiosos. De forma geral, as obras e construções barrocas eram fabricadas a partir do uso de pedra-sabão, barro cozido e madeira policromada ou dourada. Além disso, existe uma visível preocupação em se reproduzir movimentos de conteúdo dramático, o uso de linhas curvas, a preferência por construções de porte grandioso e o uso de um impacto visual capaz de chamar atenção dos apreciadores. O valor educativo lançado à arte barroca é percebido na dinâmica dos elementos trabalhados em suas principais obras. A tensão entre o medieval e o renascentista pode ser observada no uso de imagens austeras combinadas com a sofisticação dos ornamentos.

93 ANTÔNIO FRANCISCO LISBOA ALEIJADINHO
O Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas do Campo, é constituído por uma igreja em cujo adro estão as esculturas em pedra-sabão de doze profetas, cada um desses personagens numa posição diferente e executa gestos que se coordenam. Com isso, ele conseguiu um resultado muito interessante, pois torna muito forte para o observador a sugestão de que as figuras de pedra estão se movimentando.

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