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NUTRIÇÃO APLICADA AO EXERCÍCIO E AO ESPORTE COLEGIO PORTINARI PROFESSOR:VILMAR APDO CAUS MAZINHO.

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1 NUTRIÇÃO APLICADA AO EXERCÍCIO E AO ESPORTE COLEGIO PORTINARI PROFESSOR:VILMAR APDO CAUS MAZINHO

2 NUTRIÇÃO DESEMPENHO FÍSICO FATORES GENÉTICOS TREINAMENTO FÍSICO FATORES PSICOLÓGICOS

3 NUTRIÇÃO MASSA MUSCULAR GORDURA CONTROLE PONDERAL REPOSIÇÃO HIDRO-ELETROLÍTICA REPOSIÇÃO ENERGÉTICA FADIGA

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9 Onde buscar a verdadeira informação???

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12 Metabolismo COLÉGIO PORTINARI

13 Conjunto de reações químicas responsáveis pelos processos de síntese e degradação dos nutrientes na célula. Divide-se em anabolismo e catabolismo.

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15 É a síntese de compostos grandes a partir de unidades pequenas Em geral, estas reações precisam de energia (endergônicas). É a degradação de compostos grandes em unidades pequenas Em geral, estas reações liberam energia (exergônicas).

16 Alimento Nutriente tudo aquilo que ingerimos com o intuito de saciar a fome substâncias contidas nos alimentos e que desempenham funções específicas no organismo

17 SUBSTRATO ENERGÉTICO

18 CONSUMODEMANDA

19 Taxa metabólica de repouso (TMR) (~60 a 75%) Efeito térmico dos alimentos (ETA) (~10%) Efeito térmico da atividade física (~15 a 30%) COMPONENTES DA DEMANDA ENERGÉTICA DIÁRIA

20 Gasto Energético Basal: É a quantidade de energia utilizada em 24h por uma pessoa completamente em repouso, 12 horas após uma refeição, em temperatura e ambiente confortáveis. Gasto Energético de Repouso : Muitas vezes utilizado de forma equivocada como um sinônimo do GEB corresponde ao gasto nas mesmas condições, contudo apresenta influência de fator adicional. Em geral, o GER é maior que o GEB em 10-15%.

21 Gasto de Energia Total: É a somatória do gasto de energia em repouso, energia gasta em atividades físicas e o efeito térmico dos alimentos, em 24 horas.

22 Carboidratos Proteínas Lipídios Vitaminas Minerais Água macronutrientes micronutrientes ENERGIA REGULAÇÃO METABÓLICA NUTRIENTES

23 CARBOIDRATOS

24 CARBOIDRATOS Átomos de C, H, O 4,0 kcal/g Simples Complexos SIMPLES Monossacarídeos - 1 único açúcar por molécula Dissacarídeos - 2 açúcares por molécula COMPLEXOS Oligossacarídeos – 3 a 10 açúcares Polissacarídeos - Moléculas complexas, com inúmeros açúcares, resultado da condensação de um grande número de monossacarídeos

25 CARBOIDRATOSSIMPLES Monossacarídeos - glicose (é a forma de açúcar que circula no sangue), frutose (açúcar das frutas), galactose (parte da lactose, açúcar do leite) Dissacarídeos - sacarose (açúcar da cana ou beterraba), maltose (açúcar do malte e cevada), lactose (açúcar do leite). DISSACARÍDEOS Formados por 2 monossacarídeos Maltose = glicose + glicose Sacarose = glicose + frutose Lactose = glicose + galactose

26 CARBOIDRATOS COMPLEXOS Oligossacarídeos: Maltodextrina – produto intermediário da quebra do amido, abundante em suplementos nutricionais. Polissacarídeos: glicogênio (forma sob a qual a glicose se armazena no organismo), amido (principal produto de reserva vegetal - cereais, sementes, raízes, tubérculos, frutos, caules, folhas dos vegetais ex: mandioca, batata doce,...), componentes de fibras – hemicelulose, pectinas, celulose (resistente às enzimas digestivas)

27 Armazenamento: Reino vegetal – Amido Reino animal – Glicogênio Funções: Produção de energiaProdução de energia Manutenção da integridade do SNC Manutenção da integridade do SNC Metabolismo normal das gorduras Metabolismo normal das gorduras Preservação das proteínas Preservação das proteínas

28 Glicogênio Muscular Glicogênio Hepático Glicose Sangüínea TOTAL DE ENERGIA ENERGIA - CARBOIDRATOS (300 a 400 g) (80 a 90 g) (5 a 10 g) kcal

29 REGULAÇÃO DOS ESTOQUES DE GLICOGÊNIO MUSCULAR E HEPÁTICO

30 GLICOGÊNIO MUSCULAR O estoque é destinado para o fornecimento de energia pra célula muscular. Toda glicose que entra na célula muscular permanece para fins de armazenamento e geração de energia Toda glicose que entra na célula muscular permanece para fins de armazenamento e geração de energia Durante o esforço esses estoques são solicitados principalmente em alta intensidade Durante o esforço esses estoques são solicitados principalmente em alta intensidade Estímulos hormonais (secreção de glucagon, adrenalina e GH) promovem a glicogenólise – hidrólise do glicogênio a glicose-1- fosfato e depois a glicose-6-fosfato Estímulos hormonais (secreção de glucagon, adrenalina e GH) promovem a glicogenólise – hidrólise do glicogênio a glicose-1- fosfato e depois a glicose-6-fosfato Glicose-6-fosfato inicia a via glicolítica Glicose-6-fosfato inicia a via glicolítica

31 GLICOGÊNIO HEPÁTICO Lançar glicose na circulação – manutenção da glicemia Este fato se deve à glicose-6-fosfatase (enzima exclusivamente hepática Este fato se deve à glicose-6-fosfatase (enzima exclusivamente hepática Enquanto a glicose se mantém fosforilada, não é reconhecida pelos transportadores celulares e não consegue chegar à corrente sanguínea Enquanto a glicose se mantém fosforilada, não é reconhecida pelos transportadores celulares e não consegue chegar à corrente sanguínea O hepatócito converte a glicose-6-fosfato, produto da glicogenólise, em glicose livre e assim consegue transportá- la para o meio extracelular (corrente sanguínea) O hepatócito converte a glicose-6-fosfato, produto da glicogenólise, em glicose livre e assim consegue transportá- la para o meio extracelular (corrente sanguínea)

32 GLICOGÊNIO MUSCULAR TIPO DE EXERCÍCIO INTENSIDADE DURAÇÃO Período de Recuperação: 24 a 72 h Ressíntese do Glicogênio Muscular Ressíntese do Glicogênio Muscular Dieta Gliconeogênese

33 Grande reserva de glicogênio Pequena reserva de glicogênio

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35 ATIVIDADES DE ALTA INTENSIDADE Formação de ácido lático, devido à alta demanda energética associada a uma baixa produção de ATP O piruvato necessita entrar na mitocôndria por transporte ativo para promover maior produção de energia. A limitação de ATPs provoca acúmulo de piruvato no citoplasma. O piruvato necessita entrar na mitocôndria por transporte ativo para promover maior produção de energia. A limitação de ATPs provoca acúmulo de piruvato no citoplasma. O ácido lático, em indivíduos treinados, devido às adaptações do treinamento, é exportado do músculo e captado pelo fígado para ser convertido em glicose. O ácido lático, em indivíduos treinados, devido às adaptações do treinamento, é exportado do músculo e captado pelo fígado para ser convertido em glicose. Dessa forma o indivíduo é capaz de sustentar o exercício por mais tempo – menor acúmulo de ácido lático e maior oferta de energia Dessa forma o indivíduo é capaz de sustentar o exercício por mais tempo – menor acúmulo de ácido lático e maior oferta de energia

36 ATIVIDADES PROLONGADAS Utiliza outros substratos e não só a glicose A velocidade de produção de ATPs no exercício aeróbio, é cerca de 4x menor, quando comparada ao anaeróbio. Contudo, este se restringe somente ao citoplasma e dura apenas alguns minutos. A velocidade de produção de ATPs no exercício aeróbio, é cerca de 4x menor, quando comparada ao anaeróbio. Contudo, este se restringe somente ao citoplasma e dura apenas alguns minutos.

37 ÍNDICE GLICÊMICO DOS ALIMENTOS Um escala que descreve quão rapidamente o alimento é convertido em glicose no sangue Concentrações normais de glicose no sangue: 70 a 110 miligramas por decilitro de sangue Hiperglicemia: > 140 mg/dl Hipoglicemia: < 40 a 50 mg/dl

38 ÍNDICE GLICÊMICO DOS ALIMENTOS Depende de alguns fatores como: Forma com que o alimento é ingerido – líquido ou sólido Conteúdo de fibras, proteínas e gordura Método de processamento e preparo do alimento

39 CARBOIDRATOS DE ALTO ÍNDICE GLICÊMICO IG (glicose = 100) IG (pão branco = 100) Glicose Cornflakes Batata cozida Bebidas esportivas Pão branco Pão integral Melancia Mel Arroz branco

40 CARBOIDRATOS DE MODERADO ÍNDICE GLICÊMICO IG (glicose = 100) IG (pão branco = 100) Aveia Muesli (cereal) Arroz integral Sorvete Banana madura Manga Suco de laranja Sacarose

41 CARBOIDRATOS DE BAIXO ÍNDICE GLICÊMICO IG (glicose = 100) IG (pão branco = 100) Cereais (farelo) Leite Iogurte de frutas Banana verde Maçã Laranja Macarrão Feijão

42 Tanto a hipoglicemia como a ausência de glicogênio muscular podem precipitar a fadiga. Portanto, manter a concentração ideal de glicose sangüínea, glicogênio hepático e muscular é essencial em vários tipos de eventos atléticos. Os CHOs são responsáveis por aproximadamente 40% da energia do corpo em repouso. Durante o exercício leve a gordura é uma importante fonte de energia, porém, à medida que o indivíduo começa a fazer exercício moderado o uso de carboidratos começa a ser de 50% ou mais. Quando o exercício se torna mais intenso, os CHOs passam a ser o substrato mais utilizado. CARBOIDRATOS E EXERCÍCIO

43 A via metabólica dos CHOs é mais eficiente do que a da gordura, pois é capaz de produzir ATP para contração muscular 3 vezes mais rápido. Para metabolizar a gordura, é preciso de uma maior quantidade de oxigênio. Com 1l de oxigênio, os carboidratos rendem cerca de 5,05cal e as gorduras cerca de 4,69cal. CARBOIDRATOS E EXERCÍCIO

44 CARBOIDRATOS - RECOMENDAÇÕES 5 a 10 g/kg (SBME, 2003) 55 a 70% (SBME, 2003) Fibras: 25 a 30 g OTIMIZAR A RECUPERAÇÃO MUSCULAR: 5 a 8g/kg de peso/ dia. Longa duração e/ou treino intensos: até 10g/kg peso/ dia Para provas longas: 7 a 8g/kg de peso ou 30 a 60g de CHO para cada hora de exercício Após exercício exaustivo: CHO simples 0,7 a 1,5g/kg de peso no período de 4hs. Complexos: 55 a 70% VCT/dia Simples: <10% VCT/dia

45 SUPERCOMPENSAÇÃO DE CARBOIDRATOS... Duração de 1 semana * 3 primeiros dias de exercícios extenuantes e dieta com baixa quantidade de carboidratos (100g/dia) * 3 dias que antecedem a competição cessa os exercícios e ingere dieta com alta quantidade de carboidratos Considerações atuais para que haja a supercompensação: * Atividade da enzima glicogênio sintetase - Restrições não precisa ser tão severas: 250 a 300g/dia - Exercícios praticados devem ser os mesmos das competições - Redução do volume de treinamento 3 dias antes

46 ORIENTAÇÕES DIETÉTICAS PRÉ E PÓS-ESFORÇO FÍSICO Dieta padrão Dieta padrão Horário das refeições Horário das refeições Componentes específicos das refeições Componentes específicos das refeições Ingestão de fluidos Ingestão de fluidos Alimentos inadequados Alimentos inadequados

47 FINALIDADES DA REFEIÇÃO PRÉ-ESFORÇO FÍSICO Maximizar os depósitos de glicogênio Maximizar os depósitos de glicogênio Minimizar a digestão durante o esforço Minimizar a digestão durante o esforço Saciar a fome Saciar a fome Fornecer fluidos Fornecer fluidos Evitar desconfortos gástricos Evitar desconfortos gástricos

48 REFEIÇÕES PRÉ-ESFORÇO FÍSICO 3 a 4 horas antes 3 a 4 horas antes Rica em carboidratos Rica em carboidratos (alto ou moderado índice glicêmico) (alto ou moderado índice glicêmico) Pobre em gorduras e fibras Pobre em gorduras e fibras Ingestão de fluidos Ingestão de fluidos

49 REFEIÇÕES PRÉ-ESFORÇO FÍSICO 1 a 2 horas antes 1 a 2 horas antes Rica em carboidratos Rica em carboidratos (baixo ou moderado índice glicêmico) (baixo ou moderado índice glicêmico) Pobre em gorduras e fibras Pobre em gorduras e fibras 1 hora: 1g CHO/kg PC 1 hora: 1g CHO/kg PC 2 horas: 2g CHO/kg PC 2 horas: 2g CHO/kg PC 3 horas: 3g CHO/kg PC 3 horas: 3g CHO/kg PC

50 REFEIÇÕES DURANTE O ESFORÇO FÍSICO ESFORÇO FÍSICO Reposição hidroeletrolítica e energética Reposição hidroeletrolítica e energética Ingestão periódica (a cada minutos) Ingestão periódica (a cada minutos) Carboidratos (30-60 g/hora) - até 6% Carboidratos (30-60 g/hora) - até 6% Ingestão de fluidos Ingestão de fluidos (proporcional a perda de PC) (proporcional a perda de PC)

51 REFEIÇÕES PÓS-ESFORÇO FÍSICO Reposição energética Reposição energética 0,7 a 1g CHO/kg PC (a cada 2 horas) 0,7 a 1g CHO/kg PC (a cada 2 horas) Rica em carboidratos e proteínas Rica em carboidratos e proteínas (alto índice glicêmico) (alto índice glicêmico) 7 a 10g CHO/kg PC (total de 24 horas) Ingestão de fluidos Ingestão de fluidos

52 REFEIÇÃO COM CARBOIDRATOS Moderado/Alto Índice Glicêmico (macarrão, arroz, batata, pão branco) g 1-2 h Moderado/Baixo Índice Glicêmico (frutas*, sucos*, maltodextrina) prefêrencia por bebidas/gel 1-1,5 g/kg mc DURANTE ANTES APÓS Preferência por bebidas/gel concentração (~6%) g/h Alto Índice Glicêmico (pão francês, macarrão, arroz, batata, frutas*, sucos adoçados) g a cada duas horas 7-10g/kg/24 horas ATÉ 8 hs 3-4 h

53 PROTEÍNAS

54 Átomos de C, H, O, N - 4,0 kcal/g As proteínas são formadas por aminoácidos que se juntam por meio de ligações peptídica. As proteínas são formadas por aminoácidos que se juntam por meio de ligações peptídica. Os aminoácidos podem ser classificados em essenciais (que devem ser obtidos pela alimentação, pois o organismo não produz) ou não- essenciais (são formados no organismo). Os aminoácidos podem ser classificados em essenciais (que devem ser obtidos pela alimentação, pois o organismo não produz) ou não- essenciais (são formados no organismo). Essenciais: Triptofano, lisina, treonina, valina, leucina, isoleucina, fenilalanina, metionina e histidina Não essenciais: Glicina, alanina, cisteína, tirosina, prolina, glutamato, arginina, serina, asparagina, glutamina, aspartato AMINOÁCIDOS

55 Os alimentos com quantidades adequadas dos nove aminoácidos essenciais responsáveis pela vida, são chamados de proteínas completas ou de alto valor biológico, enquanto os que apresentam deficiência de um ou mais aminoácidos essenciais são chamados de proteínas incompletas ou de baixo valor biológico.

56 Origem animal Origem vegetal Leite Carnes Peixes Ovos Queijos Arroz Leguminosas Pães Frutas secas

57 PRINCIPAIS FUNÇÕES DAS PROTEÍNAS Crescimento e reparação tecidual – componentes de todas as células, como por exemplo, as proteínas do músculo contrátil. Elas podem ser consideradas a base estrutural do tecido muscular. Transporte de substâncias – lipoproteínas (transportam triglicerídeos) Regulação metabólica – forma enzimas, hormônios (insulina), anticorpos. Contração muscular Produção de energia**

58 Não é considerada fonte de energia importante durante o exercício Não é considerada fonte de energia importante durante o exercício Entretanto, sob certas condições ela pode representar uma fonte significativa de energia Entretanto, sob certas condições ela pode representar uma fonte significativa de energia 5% do custo energético total da atividade 5% do custo energético total da atividade PROTEÍNAS E EXERCÍCIO

59 Endurance prolongado - a proteína pode contribuir com até 15% do custo energético total Endurance prolongado - a proteína pode contribuir com até 15% do custo energético total À medida que o atleta esgota os estoques de carboidratos, o organismo cataboliza algumas de suas proteínas para produzir energia À medida que o atleta esgota os estoques de carboidratos, o organismo cataboliza algumas de suas proteínas para produzir energia A magnitude da sua contribuição depende de fatores, como: intensidade e duração do exercício e disponibilidade substratos A magnitude da sua contribuição depende de fatores, como: intensidade e duração do exercício e disponibilidade substratos PROTEÍNAS E EXERCÍCIO

60 Contribuição dos Nutrientes no Metabolismo Energético

61 A alanina liberada pelos músculos ativos é transportada até o fígado, onde é desaminada (processo onde se retira da molécula o nitrogênio, restando o esqueleto de carbono). O esqueleto de carbono restante é transformado em glicose e a seguir, é lançado no sangue e transportado até os músculos ativos. Os fragmentos de carbono provenientes dos aminoácidos que formam a alanina podem ser oxidados, a seguir, para a obtenção de energia dentro da célula muscular específica. CICLO DA ALANINA

62 Após 4 horas de exercício contínuo, a produção hepática de glicose derivada da alanina pode ser responsável por 45% da glicose total liberada pelo fígado. A energia derivada desse ciclo pode atender de 10 a 15% da necessidade total do exercício. CICLO DA ALANINA

63 Durante exercícios intensos: Aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA) são os mais utilizados pelos músculos para a produção de energia Aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA) são os mais utilizados pelos músculos para a produção de energia Alanina e glutamina são utilizados pelo fígado para a produção de glicose Alanina e glutamina são utilizados pelo fígado para a produção de glicose Glutamina: importante para sistema imune, e substrato para células intestinais. Glutamina: importante para sistema imune, e substrato para células intestinais.

64 A liberação de alanina é reduzida à proporção que os estoques de glicogênio são debilitados. Glutamina: aa mais abundante. Durante primeiros minutos de exercício a [ ] plasmática se eleva e intramuscular mantém, mas com a continuidade do exercício há redução de 10 a 15%..

65 Todos esses processos ocorrem paralelamente à diminuição do conteúdo de glicogênio muscular. A diminuição da [ ] de glicogênio muscular leva à redução de intermediários do ciclo de Krebs durante o exercício, diminuindo assim a oxidação de AGL, podendo levar a fadiga.

66 Alta ingestão protéica ? ?

67 HIPERTROFIA NÃO ACONTECE SOMENTE ÀS CUSTAS DE PROTEÍNA!!!

68 PROTEÍNA » SEDENTÁRIOS : 0,8g/kg pc/dia Canadian Dept. of National Health and Welfare (1983) US Food and Nutrition Board (1989) Food and Agricultural Organization (1985) 1,0g/kg pc/dia Australian National Health and Medical Research Council (1987) Dutch Nutritional Board for Women (1988) 1,2g/kg pc/dia Dutch Nutritional Board for Men (1988)

69 PROTEÍNA » EXERCÍCIOS RESISTÊNCIA : Lemon (1990): 1,2 g/kg pc/dia Tarnopolsky (1992): 1,2 a 1,6g/kg pc/dia » TREINAMENTO DE FORÇA: Tarnopolsky (1992): 1,2 a 1,7g/kg pc/dia Lemon (1992): 1,2 a 1,8g/kg pc/dia MSSE (2000): 1,6 a 1,7g/kg pc/dia Culturistas : ????

70 Sedentários 0,8 a 1,2 g/kg de PC/dia Ativos até 2,0 g/kg de PC/dia Atletas de resistência 1,2 a 1,4 g/kg de PC/dia Atletas de força, velocidade ou potência 1,4 a 1,7 g/kg de PC/dia NECESSIDADES PROTÉICAS MÉDIAS DIÁRIAS EM INDIVÍDUOS ADULTOS

71 DIETAS HIPERPROTÉICAS Problemas renais Problemas renais Osteoporose Osteoporose (aumento na excreção de cálcio) Hipercolesterolemia Hipercolesterolemia Corpos cetônicos Corpos cetônicos (acidez no sangue) Gota Gota (purinas metabolizadas em ácido úrico)

72 LIPÍDIOS Completas (AVB) Insaturados GORDURA DO LEITE E DERIVADOS, CARNES, MARGARINA, ÓLEO DE COCO E AMENDOIM ÓLEO DE MILHO, SOJA, GIRASSOL, AMÊNDOA; ÓLEO DE PEIXE, AZEITE DE OLIVA Saturados

73 PRINCIPAIS FUNÇÕES DOS LIPÍDIOS Depósitos de energia Fonte de energia Proteção Isolamento térmico Carreador de vitaminas Depressor da fome

74 Lipídios – classificação geral Lipídios simples Lipídios simples Lipídios compostos Lipídios compostos Lipídios derivados Lipídios derivados

75 Lipídios Simples Também chamados de gorduras neutras. Também chamados de gorduras neutras. Composto basicamente pelos triglicerídios – 3 ácidos graxos + 1 glicerol Composto basicamente pelos triglicerídios – 3 ácidos graxos + 1 glicerol GLICEROL ÁCIDOS GRAXOS Alta solubilidade em água Cadeias de átomos de carbono (4 a 20 carbonos) Menos de 6 carbonos: cadeia curta Menos de 6 carbonos: cadeia curta 6 a 12 carbonos: cadeia média 6 a 12 carbonos: cadeia média 14 ou + carbonos: cadeia longa 14 ou + carbonos: cadeia longa

76 ÁCIDOS GRAXOS Saturados = não possuem duplas ligações na sua estrutura Quanto maior a cadeia hidrocarbonatada maior será a insolubilidade e maior ponto de fusão (mais duros em temperatura ambiente). FONTES: gorduras animais (carnes, laticínios) e óleo de coco e amendoim. Insaturados = são compostos de cadeia hidrocarbonatada com uma (monoinsaturados) ou mais duplas ligações (poliinsaturados) Apresentam menor ponto de fusão quando comparados aos saturados. Monoinsaturados = o mais comum deles é o oléico (óleo de oliva, de canola, de amendoim, nozes, amêndoas e abacate) Poliinsaturados = o mais predominante na dieta é o linoléico. As principais famílias de ácidos graxos poliinsaturados são -3 e -6. (grãos integrais, vegetais e peixes de água fria e salgada, como: salmão, sardinha e atum)

77 Lipídios Derivados Formados por lipídios simples e compostos Formados por lipídios simples e compostos COLESTEROL ÁCIDO PALMITICO, OLÉICO, LINOLÉICO, ESTERÓIDES, CORTISOL... Mais conhecido Mais conhecido Não contém ácidos graxos em sua estrutura, porém apresenta características químicas dos lipídios Não contém ácidos graxos em sua estrutura, porém apresenta características químicas dos lipídios

78 Forma eficiente de armazenar energia em espaço relativamente pequeno Forma eficiente de armazenar energia em espaço relativamente pequeno A gordura tem 9 kcal/g, mais que o dobro dos CHOs e da ptns e além disso, há pouca água na gordura corporal em comparação aos 3g de água armazenados com cada grama de CHO. A gordura tem 9 kcal/g, mais que o dobro dos CHOs e da ptns e além disso, há pouca água na gordura corporal em comparação aos 3g de água armazenados com cada grama de CHO. EX: Se toda energia extra que temos armazenada na forma de gordura fosse armazenada na forma de glicogênio, o organismo seria ao menos 2x maior e mais pesado. Armazenamento

79 ARMAZENAMENTO: A maior parte dos triglicerídios fica armazenada no tecido adiposos, cerca de a calorias, para um adulto saudável. Os triglicerídios do interior das células musculares e os que ficam entre elas podem fornecer aproximadamente a calorias, enquanto os do sangue fornecem apenas 70 a 80 calorias.

80 GORDURAS E EXERCÍCIO: As duas principais fontes de energia para produção de ATP durante o exercício são os carboidratos, na forma de glicogênio muscular e a gordura, na forma de ácidos graxos. Em geral, uma mistura das duas fontes de substratos é usada durante o exercício, porém os valores quantitativos podem variar em função de vários fatores, como: intensidade, duração, dieta e condição de treinamento do indivíduo.

81 Principais locais de estocagem de carboidratos, proteínas e gorduras no corpo de um homem saudável de 70 kg LocalDieta MistaAlto CHOBaixo CHO Carboidratos (CHO) Fígado (glicogênio) Sangue e fluido extracelular (glicose) Músculo (glicogênio) 60g (240kcal) 10g (40kcal) 350g (1400kcal) 90g (360kcal) 10g (40kcal) 600g (2400kcal) < 30g (120kcal) 10g (40kcal) 300g (1200kcal) Gorduras LocalDieta Mista Adipócitos Músculo 10kg (93000kcal) 0,5kg (3850kcal) Proteínas Fontes corporais Plasma Vísceras Músculos Não estocados

82 Fatores que controlam a utilização do substrato Duração/Intensidade do exercício Exercícios 70% VO2 máx carboidratos 1-aumento dos níveis de adrenalina 2-recrutamento de fibras rápida

83 Fatores que controlam a utilização do substrato Intensidade/Duração 1-aumento da lipólise 2-aumento dos AGL (saguíneo e muscular) 3- este processo e lento, portanto ocorre após alguns minutos 4-baixos níveis de insulina

84 Possíveis conversões Conversões Possível??? Proteína Glicose Proteína Ácido graxo Glicose Ácido graxo Glicose Proteína Ácido graxo Glicose Ácido graxo Proteína Sim Sim Sim Não Não Não


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