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Reconhecimento de peças no monitor Uma das maiores dificuldades que os técnicos tem para o conserto de monitores é reconhecer dentro daquela grande placa,

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Apresentação em tema: "Reconhecimento de peças no monitor Uma das maiores dificuldades que os técnicos tem para o conserto de monitores é reconhecer dentro daquela grande placa,"— Transcrição da apresentação:

1 Reconhecimento de peças no monitor Uma das maiores dificuldades que os técnicos tem para o conserto de monitores é reconhecer dentro daquela grande placa, cada um dos componentes.Por exemplo se o técnico recebe um monitor com tela preta e uma linha branca no meio a conclusão do técnico será que o circuito vertical esta com defeito mas Cadê o Vertical?

2 Esta aula tem por objetivo que aluno aprenda dicas para reconhecer as peças seja pelo código ou pela forma física do componente

3 Fly Back Screen: Potênciometro que regula o brilho da imagem. Muitos técnicos quando o tubo fica desgastado regulam o screen para ter mas brilho na tela. Foco: Potênciometro que regula a qualidade da imagem.Um erro de regulação poderia provocar um envasamento da imagem.

4 Tubo de imagem Ultor ou chupeta Bobinas defletoras vertical e horizontal Reguladores de pureza de cor

5 Saída Vertical e Horizontal Transisor de saída horizontal Circuitos Integrados Verticais

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10 Elementos principais da fonte Transforador Chopper Transistores chaveadores

11 Bipolar ou Mosfet Os monitores mais modernos utilizam transistor FET na fonte, os mais antigos utilizam transistores bipolares. O transistor FET, que geralmente é menor do que um transistor comum e começa com a letra K. Os transistores comuns de fonte, começam em 2SC e 2SD. Alguns transistores FET possuem códigos própios de fabricante e então não começam com letra K. Mas é fácil saber que se trata de um FET pois só um FET suportaria com tamanho tão menor, fazer o mesmo trabalho de um transistor grande. ? ? ?

12 O Cinescopio Este componente também é popularmente chamado de tubo de imagem. Este componente ainda é a única válvula que restou nos aparelhos de TV e monitores, sendo o resto do aparelho todo de estado sólido (transistores e integrados).

13 Tudo tubo de imagem deve ser alimentado com alta tensão, esta alta tensão deve ser em torno de 24kv para tubos de 14. O fio mais grosso do fly-back, vai ao tubo através de uma chupeta. Esta tensão e chamada de MAT. Quando maior o MAT, mais brilho na tela. Se por algum motivo a alta tensão diminuir, o brilho na tela também vai diminuir. O próximo fio é a grade 3, responsável pelo foco, é o fio médio do fly-back. Esta tensão fica em torno de 6KV, (seis mil volts) mas pode ser regulada para se obter uma focalização perfeita para cada tipo de tubo. O ajuste do foco é feito no potenciômetro de cima do fly- back. O próximo fio é o screen, maior o brilho na tela. O ajuste do screen é feito no potenciômetro de baixo do fly- back. A tensão de screen varia de 250V a 300V dependendo do monitor.

14 Finalmente temos os três catodos R, G, B (vermelho, verde, azul). Ao contrário do screen, o catodo aumenta o brilho na tela conforme a tensão aplicada a eles diminui. No cinescópio acima a tensão normal dos 3 catodos é 70V para cada um, então se tivermos os 3 catodos R, G, B com 100v em cada um deles teremos a tela do monitor completamente apagada. Se diminuirmos a tensão do catado R para 70v, teremos a tela somente com vermelho, se diminuirmos também o G para 70V teremos uma tela amarela. Note que somente o azul está ausente pois o mesmo está com 100v.

15 Fazendo um teste com um monitor com tela escura. Neste caso vamos fazer um orçamento de um monitor com a tela totalmente escura Não sabemos se o tubo está bom nem onde está o defeito. Observando o filamento, notamos que o mesmo acendia com boa intensidade. Medindo a tensão no filamento, encontramos a mesma normal. Medindo o screen encontramos o mesmo com 300v, aumentamos um pouco o screen mas o brilho não apareceu. Pegamos um resistor de 4k7 x 3w e ligamos do catodo R até a massa onde o vermelho apareceu forte na tela. Colocamos o resistor no G e apareceu o verde. Por fim colocamos no B e o azul apareceu também. Note que os três canhões tiveram o mesmo brilho indicando que não havia nenhum deles enfraquecidos. Com isso provamos que o tubo estava bom, e o fly- back também, pois havia alta tensão e o quadro esta inteiro aberto. O defeito ficou isolado na saída RGB ou circuito de vídeo.

16 Pesquisando defeitos no screen (Grade 2) Defeito 1: Screen 0V – Alta tensão OK Pode ser um problema interno no divisor de tensão do fly-back. Antes de trocar o fly-back, deveremos fazer um teste que é dessoldar o fio do screen da placa e medir a tensão no fio. Se a tensão subir, significa que o defeito está na plaquinha do tubo, e não no fly-back. Vamos isolar agora qual componente da plaquinha está com defeito. Para isso solde o fio do screen do volta e levante o capacitor de poliéster que está na plaquinha do tubo o qual está ligando o screen até a massa. Se a tensão aparecer, então o capacitor estará em curto. Substitua então o capacitor. Se a tensão não aparecer, você deverá outros componentes que estão ligados entre o fio do screen e a massa. Não adianta medir componentes nessa área com o multímetro pois muitos curtos não aparecem quando submetidos a baixa tensão do multímetro

17 Você poderá ainda raspar a plaquinha com um estilete pois as vezes existem curtos na própia placa de circuito impresso. Por fim você deve dessoldar o pino do soquete do tubo correspondente ao screen e soldar o fio de screen diretamente no soquete. Se o curto desaparecer e a tensão aparecer, então o defeito provavelmente estará na plaquinha. Se o curto persistir, então o defeito pode estar no soquete ou ainda no CRT. Não é comum um curto interno entre a grade 2 e a massa, mas eu já peguei vários casos desses. Antes de condenar o tubo, troque o soquete. Se ainda assim o curto persistir, então o defeito está no tubo de imagem.

18 Defeito 2 – Screen variando entre claro e escuro Se você colocar a ponta vermelha do multímetro no fio do screen e a ponta preta na massa, poderá perceber se a tensão neste pino está fixa ou sufre variações. Se a tensão estiver variando, então é quase certeza que o defeito esteja no potenciômetro interno do fly-back. Nesse caso o fly-back deverá ser trocado. Se você tiver dúvidas se defeito está ou não no fly-back, poderá fazer os mesmos testes que foram feitos no defeito 1. Caso você não consiga encontrar o fly-back para comprar, poderá montar um circuito a fim de retirar a tensão do screen diretamente do coletor do transistor de saída horizontal. Este circuito só serve se a tensão de foco estiver Ok. Caso a tensão de foco também esteja variando, não adianta montar o circuito. Você devera ligar um resistor de 100k do coletor até o anodo de um diodo SK 1/16 ou 2 diodos 1N4007 em série e depois ligar um capacitor a óleo de 22 ou 27K x 1600V até a massa. Do catodo do diodo você deve entrar em um terminal de u trimpot de 4m7 ligar o outro extremo do trimpot á massa. O terminal do meio do trimpot dever ser ligado na grade 2 do tubo de imagem a fim de ajustar o screen. Antes de ligar o fio na grade 2 do tubo regule o trimpot a fim de obter 250V. Só então ligue o fio á grade 2 do tubo e ajuste a tensão.

19 DEFEITOS NO FOCO Defeito 1.- Soquetes com faíscas e estalos Neste caso é possível que o foco estela alto demais, o que faz com que a tensão de foco faísque para o terra do soquete. Para tirar a dúvida você deve retirar o soquete do pescoço do tubo de imagem. Cuidado ao realizar esta operação pois o tubo pode estar furado, e isso pode causar um violento choque. Retire o monitor da tomada. Puxe o soquete sem aproximar o dedo do pescoço do tubo. Agora com o soquete apoiado em um pedaço de borracha e com um caixinha de papelão em baixo para dar apoio, ligue o monitor. A fazer esta operação, mantenha as mãos longe do soquete. Se os estalos continuarem, então o defeito está no soquete ou ainda na tensão de foco. Se os estalos cessarem, então o defeito deve estar no tubo. Aproxime uma chave de fenda com cabo bem grosso do pescoço do tubo. Você irá perceber faíscas que saem do tubo para a chave de fenda. Então o tubo esta condenado. No caso do defeito não estar no tubo e sim as faíscas continuarem no soquete, você poderá medir a tensão do foco para ver se a mesma está OK.

20 Utilize para isso uma ponta apropriada para medira alta tensão. Com o fio do foco fora do soquete, meça a tensão e veja se a mesma varia, atingindo a tensão mínima conforme você gira o potenciômetro do fly-back. Se a tensão mínima estiver acima de 6,5 KV então o defeito está no potenciômetro interno do fly-back. Também se não houver variação na tensão de foco ao girar o potenciômetro, o fly-back deverá ser trocado. Observe na figura a seguir o detalhe da ponta de medidora de alta tensão medindo a tensão de foco. Existem KITS com divisores externos no mercado mas se diferença de preço entre o o fly-back e o KIT for pequena, recomendo que se troque o fly-back é muito mas prático.

21 Defeito 2 – Imagem desfocada Neste caso o defeito pode ser no fly-back, no soquete do tubo ou outras vezes no próprio tubo Abra o soque e meça a tensão no pino de foco. Regule o potenciômetro de foco e observe se a tensão varia para mínimo ou para o máximo. Se a tensão de foco estiver muito baixa, a imagem estará desfocada. Se a tensão de foco estiver muito alta, a imagem também ficará desfocada. Se a tensão estiver muito alta, então provavelmente o divisor interno de foco do fly-back deve estar aberto. Nesse caso você deve trocar o fly-back. Porém se a tensão estiver abaixo do normal então você deverá seguir os passos abaixo: Retire o soquete fora do pescoço do tubo e meça a tensão. Se a tensão ficar normal sem o tubo, então o problema está no tubo. Porém se a tensão continuar baixa, então o defeito pode estar no soquete. Para fazer o teste você pode trocar o soquete o ainda medir a tensão no foco com o fio fora do soquete. Se mesmo com o fio fora do soquete, a tensão de foco ainda estiver baixa, então você devera trocar o fly-back.

22 O CIRCUITO HORIZONTAL O circuito horizontal é responsável pela a excitação do fly-back. Antigamente os circuitos osciladores horizontais eram compostos por transistores. Hoje quase todos foram substituídos por circuito integrados. Como exemplos de circuitos integrados osciladores horizontal podemos citar: LA7851, TDA4850, TDA4851, TDA4858 etc.

23 Oscilador horizontal: Geralmente é um CI Q1: É o transistor driver horizontal TR1: É o transformador driver horizontal Q2: É o transistor de saída horizontal

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26 Características do transistor Q1 A função de Q1 no monitor da figura acima é driver horizontal. Hoje em dia existem muitos códigos de transistores por isso vamos tentar simplificar suas características de modo que você possa saber que transistor equivalente usar caso não encontre um original. Existem monitores em que a tensão + B é baixa, cerca de 15 a 25v. Neste caso R1 também será um resistor de baixo valor, da ordem de 100 a 220R. Neste caso você pode substituir Q1 por um transistor BC337. Existem monitores em que a tensão + B é alta, cerca de 60 a 75v. Neste caso R1 será um resistor de valor mais alto, cerca de 2k7 a 10k. Quando for assim você deve substituir Q1 por um transistor BF422.

27 A SAÍDA HORIZONTAL Na aula passada estudamos o oscilador horizontal. Nesta aula iremos estudar a saída horizontal. Os principais componentes da saída horizontal são o fly-back, o transistor de saída horizontal e a bobina defletora horizontal, também conhecida como yoke.

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