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Palestra: Prof. Jorge Schütz Dias CESEP PASTORAL URBANA.

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1 Palestra: Prof. Jorge Schütz Dias CESEP PASTORAL URBANA

2 Casiano Floristán - pastoralista David Bosch – missiólogo Zygmunt Bauman – sociólogo

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5 A sociedade desarraigada

6 A cultura da dúvida A sociedade desarraigada

7 Lidar com o diferente A sociedade desarraigada A cultura da dúvida

8 A lentidão da educação (processo educacional ) A sociedade desarraigada A cultura da dúvida Lidar com o diferente

9 O sofrimento humano A sociedade desarraigada A cultura da dúvida Lidar com o diferente A lentidão da educação (processo educacional)

10 O olho da câmera A sociedade desarraigada A cultura da dúvida Lidar com o diferente A lentidão da educação (processo educacional) O sofrimento humano

11 A doutrinação das lógicas formais A sociedade desarraigada A cultura da dúvida Lidar com o diferente A lentidão da educação (processo educacional) O sofrimento humano O olho da câmera

12 O Poder e o DESPODER A sociedade desarraigada A cultura da dúvida Lidar com o diferente A lentidão da educação (processo educacional) O sofrimento humano O olho da câmera A doutrinação das lógicas formais

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14 A missão cristão do século XX exige da Igreja fidelidade na proclamação do Evangelho, uma reorganização de sua relação com Deus, consigo mesma e com o mundo, e uma mudança de estratégia. A estratégia que a cultura pós cristã requer que a igreja se envolva na penetração do evangelho em cada estrutura (geográfica e social) do mundo secular, na mobilização de cada um de seus membros e na renovação de sua metodologia evangelística. A renovação da metodologia missionária da Igreja é necessária não somente porque esta perdeu seu ponto de contato (a cultura cristã) com as massas (especialmente do ocidente), mas também por ter abandonado a metodologia da Igreja primitiva (...) E tem três aspectos, caracterizados por três palavras gregas: Koinonia, diakonia e kerigma (Orlando Costas) A renovação da metodologia missionária da Igreja é necessária não somente porque esta perdeu seu ponto de contato (a cultura cristã) com as massas (especialmente do ocidente), mas também por ter abandonado a metodologia da Igreja primitiva (...) E tem três aspectos, caracterizados por três palavras gregas: Koinonia, diakonia e kerigma (Orlando Costas)

15 Nas cidades maiores a consciência societária ou da comunidade desloca-se para a valorização do indivíduo ou de grupos espontâneos. (...) o individuo assume o centro das decisões (Libânio) A cidade oferece ao cidadão um espaço amplo entre sua base residencial e seu trabalho. Entre seu trabalho seu lugar sagrado ou de culto. Entre seu lugar de culto e sua residência. Ele circula incógnito agora por um novo espaço denominado "espaço publico", que ele o compartilha com outras transeuntes, visitantes de lojas e shoppings, bordeis, restaurantes e uma imensidade de portas abertas convidando-o para o encontro com o novo.(J.Dias) Falar em urbanização é falar de cidades seculares, grandes e poderosas: elas se estendem como gigantes, bigas de ferro, inimigas das Igrejas. Hoje em dia, uma cidade sozinha pode ter entre 20 a 25 milhões de habitantes. Assim como um gigante, ela berra às portas da Igreja: Aqui estou eu, o que você está fazendo por mim? (Grigg)

16 Concepções de Cidade: (1)Cidade Funcional ou Materialista - É uma máquina. Realiza funções, mas não se dirige ao homem que ali existe. Supõe que o homem é um ser que come, anda, trabalha, dorme, se diverte e só. (2) Cidade centro de poder - cidades antigas, nações poderosas. O palácio real, burocracia, exército e comércio, fabricação de armas, tudo para manutenção do estado. Esta cidade está a serviço dos poderes que lhe deram origem. (3) Cidade centro de relações humanas - Concepção humanista, em que a cidade não pode ser reduzida a monumentos e conjuntos de coisas, mas o essencial são as relações humanas. (4) A cidade no sentido da pólis grega e comunidade cristã, construída sobre a tríade liberdade, igualdade e fraternidade. (J.Comblin)

17 Pastoral (...) entendida como ação do povo de Deus na realidade cotidiana na relação tempo e espaço, onde o ser humano se encontra. A preocupação básica da pastoral é a eficácia e a relevância da fé cristã. (Clovis Castro) A pastoral urbana não pode separar- se do símbolo da esperança. Não é estática, por isso é marcada pela dinâmica que se desprende da prática da Igreja que é motivada pelo Espírito a criar sinais do Reino de Deus e a mostrar e viver a justiça divina através de palavras e atos (...) (Geoval Silva)

18 Estes dados apontam subsídios importantes para que a igreja, inserida numa cidade como São Paulo, reformule sua proposta de pastoral visto que o próprio poder público indica um processo de pauperização da população urbana com crescentes índices de violência, comprometimento no processo de formação cultural e educacional atingindo principalmente jovens e crianças. Causas do empobrecimento da Cidade de São Paulo (um exemplo): (1) Em 1991, de cada R$ 10 arrecadados na cidade, R$ 2,00 ficavam nela. Em 2001, para o mesmo valor coletado, só R$ 0,95 permaneceram em SP. O restante foi para o governo federal. (2) O orçamento paulistano de R$ 17 bilhões em 1992, caiu para R$ 11 bilhões em (3) A carga tributária na cidade, que correspondias a 26,8 % de toda a riqueza produzidas em 1991, subiu para 52,2% em Os culpados são: os tributos e taxas federais (Folha de SP, 2006)

19 As práticas pastorais urbanas desenvolvidas pelas Igrejas encontrarão adequação contextual e melhor expressão de sua fenomenologia doutrinal, histórica, teológica e missionária a partir da consideração de quatro eixos, a saber As práticas pastorais urbanas desenvolvidas pelas Igrejas encontrarão adequação contextual e melhor expressão de sua fenomenologia doutrinal, histórica, teológica e missionária a partir da consideração de quatro eixos, a saber: 1) Imersão histórica e social no contexto em que se inserem, a partir de pesquisas sociais, econômicas, éticas e religiosas. 2)Eleição dos pobres como princípio de hermenêutica de sua prática pastoral, a partir do Cristo Encarnado e missionário aos pobres. 3) Entender-se vulnerável, assim como todo o segmento social em seu contexto, e nesta vulnerabilidade ser agente de transformação do homem e do meio. 4) Dialogar com comunidades em situações homólogas localizadas em outras zonas de fronteira, e promover a transformação a partir de seus modelos e mecanismos institucionais, adaptando sua linguagem e liturgia. (J.Dias)


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