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Lutas pela equidade de gênero Joana Maria Pedro IEG- Instituto de Estudos de Gênero Universidade Federal de Santa Catarina.

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1 Lutas pela equidade de gênero Joana Maria Pedro IEG- Instituto de Estudos de Gênero Universidade Federal de Santa Catarina

2 A luta por equidade de gênero: vem de longa data; tem avanços e retrocessos; resultado, muitas vezes, de políticas que não visavam à equidade; os avanços nunca são definitivos; frutos de negociação; o que leva uma pessoa a ter consciência de gênero? como os movimentos sociais têm atuado?

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4 Estados Unidos – primeiro país onde surgiram manifestações organizadas (1848) A luta pela abolição da escravidão – mulheres tiveram consciência da sua exclusão da cidadania – em Seneca Falls (vila localizada no Estado de Nova York) – Primeira Convenção pelos Direitos das Mulheres – as casadas = direito de administrar os seus bens – Wyoming – direito de voto – Nova Zelândia – direito de voto em âmbito nacional.

5 Kate Sheppard, líder da Christian Temperance Union, nasceu em 1848,na Nova Zelândia. Liga da Temperança liderou a reivindicação baseada em suporte moral das mulheres Medo do voto dos nativos alfabetizados

6 Em 1913, as norte-americanas já podiam votar e ser eleitas em 9 estados da Federação. Na Inglaterra, as sufragistas foram agressivas (quebra de vidros, bombas incendiárias, invasão de parlamento, greves de fome, suicídios políticos em 1905). Criaram o estereótipo das feministas masculinizadas e agressivas. A Primeira Guerra interrompeu o movimento, que se tornava internacional

7 Sufragistas Inglesas Emmeline Pankhurst presa

8 Luta pelo voto

9 Após a Primeira Guerra 1918, Inglaterra – cidadãs: somente as casadas, chefes de família, com nível universitário e as maiores de 30 anos. Em 1928, para todas. 1920, nos Estados Unidos – voto para todas. Antes da Primeira Guerra: Finlândia em 1906, e Noruega em 1913.

10 A dificuldade para chegar ao poder público

11 Na Rússia – voto em 1917 Inicialmente – vários direitos (aborto em 1920). No governo de Stalin – retrocesso.

12 Em outros países da Europa Espanha – 1931 (com a República) – depois, com o Franquismo - retrocesso. Itália – 1945 França – 1944 Suíça – 1971 Portugal

13 Francesas – somente em 1944

14 Brasil O fato de o direito ao voto ter sido concedido em outros países forneceu às sufragistas brasileiras argumentos e apoios. A maternidade não era incompatível com o voto. Na década de 20, o movimento sufragista no Brasil era moderado (não queriam ser confundidas com as inglesas). Eram profissionais liberais de camadas médias urbanas, e mulheres da elite.

15 Foi um feminismo católico – evitavam atacar a Igreja. Escreviam cartas, faziam pressão, usavam a imprensa, rádio e contatos no Congresso Nacional. Tiveram contatos com o Sufragismo Internacional. Em 1922, Carrie Shapman Catt esteve no Brasil. Em 1910, fundaram o Partido Republicano Feminino

16 Bertha Lutz retornou de seus estudos na Europa – Senador Justo Chermont apresentou projeto de lei para o voto das mulheres – fundou a Federação Brasileira para o Progresso Feminino - FBPF. Bertha Lutz – liderou a luta pelo voto – Abaixo assinado com assinaturas.

17 Bertha Maria Julia Lutz ( )

18 Voto no Brasil 1932 – novo código eleitoral concedeu o direito de voto para as mulheres – eleitas oito deputadas estaduais em todo Brasil, três delas ligadas à FBPF.

19 Câmara Federal, em 1934, elegeu Carlota Pereira de Queiros( )

20 Segunda Onda do Feminismo Começou nos anos sessenta, apesar de o livro O Segundo Sexo de Simone de Beauvoir ter sido publicado em Simone de Beauvoir:

21 Contracepção mais segura 1954 – testes em Havaí e Porto Rico 1960 – FDA liberou, nos Estados Unidos, a comercialização 1961 – liberação na Inglaterra 1967 – na França

22 Contracepção tem história antiga Estava nas práticas costumeiras: coito interrompido, aborto, preservativo, abandono de crianças e infanticídio. Século XIX – Ligas Neomalthusianas – capa holandesa Início do Século XX – DIU e Tabelinha. Redes Internacionais preocupadas com a explosão populacional.

23 A Mística Feminina Foi publicada em 1963 nos Estados Unidos. Em 1971, no Brasil.

24 Grupos de consciência Característicos do Feminismo de Segunda Onda. Reuniam somente mulheres. Constituíram a noção de irmandade e o conceito de Mulher Criaram uma rede internacional Definiam que O pessoal é político Começaram nos Estados Unidos entre 1966 e 1967.

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28 Segunda Onda no Brasil – em tempos de ditadura militar ( ) 1972: primeiros grupos de consciência 1975: Ano Internacional da Mulher e década da Mulher definida pela ONU – criação de associações e manifestações públicas

29 Ditadura – clandestinidade e aparelhamento dos movimentos de mulheres

30 Ditaduras no Cone Sul PaísGolpesRedemocratização Argentina1966 e 1976 respectivamente 1973 e em 1983, respectivamente. Brasil Chile (1990?) Paraguai Uruguai Bolívia (com interrupções

31 Ações pela equidade no Cone Sul Periódicos Grupos de consciência Formação de ONGs Manifestações Luta por mudanças na legislação referentes ao espaço público e ao privado Teatro e performances Música

32 Capa do periódico Nosotras – Grupo Latino Americano de Mulheres, ano II, n , ano de 1975

33 Agora é que são elas do Círculo de Mulheres Brasileira em Paris de maio de 1975

34 Brasil Mulher (1980?)

35 Nós Mulheres

36 Mulherio

37 Feminismos em outros países do Cone Sul – Nosotras - Chile

38 Isis - Chile

39 Movimento Feminino pela Anistia no Brasil Teresinha Zerbini Grupos em diferentes lugares do Brasil Dizia-se contra o feminismo.

40 Argentina

41 Paraguai

42 Bolívia

43 Uruguai

44 Bolívia – Mujeres Creando

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46 Frases Las putas aclaramos que ni Sánchez de Lozada, ni Sanchez Bergain son hijos nuestros No sois cliente, sois prostituyente El Che y el Evo son lo mismo: padres irresponsables Mujer! No me gusta cuando callas Desobediencia, por tu culpa voy a ser feliz

47 O que leva uma pessoa a ter consciência de gênero: Ambiente propício Trajetórias pessoais Livros Influência de outras pessoas Envolvimento com movimentos sociais e políticos Contatos com feminismo e movimento de mulheres Envolvimento com pesquisa.

48 Mudanças legislativas no Brasil 1962 – Estatuto Civil da Mulher Casada 1977 – Lei do Divórcio 1996 – Chamada Lei do Concubinato 2006 – Lei Maria da Penha


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