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1 MISSÃO DE SANTIFICAR A obra da salvação continua na Igreja através da liturgia (SC 5-10)

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Apresentação em tema: "1 MISSÃO DE SANTIFICAR A obra da salvação continua na Igreja através da liturgia (SC 5-10)"— Transcrição da apresentação:

1 1 MISSÃO DE SANTIFICAR A obra da salvação continua na Igreja através da liturgia (SC 5-10)

2 2 Deus quer que todos sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade (1Tm 2,4). Deus quer que todos sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade (1Tm 2,4). Por isso: Muitas vezes e de muitos modos, Deus falou outrora aos nossos pais, pelos profetas. Nestes dias, que são os últimos, falou-nos por meio de seu Filho (Hb 1,1-2). Por isso: Muitas vezes e de muitos modos, Deus falou outrora aos nossos pais, pelos profetas. Nestes dias, que são os últimos, falou-nos por meio de seu Filho (Hb 1,1-2).

3 3 A humanidade do Filho de Deus foi o instrumento de nossa salvação. A humanidade do Filho de Deus foi o instrumento de nossa salvação. Ele, especialmente pelo seu mistério pascal, realizou a obra da redenção humana e da perfeita glorificação de Deus. Ele, especialmente pelo seu mistério pascal, realizou a obra da redenção humana e da perfeita glorificação de Deus. E do lado de Cristo agonizante sobre a cruz nasceu o admirável sacramento de toda a Igreja (Jo 19,34). E do lado de Cristo agonizante sobre a cruz nasceu o admirável sacramento de toda a Igreja (Jo 19,34).

4 4 PORTANTO, para realizar hoje tão grande obra da salvação, Cristo está sempre presente em sua Igreja, especialmente nas ações litúrgicas: – presente está no sacrifício da missa, tanto na pessoa do ministro como, sobretudo, nas espécies eucarísticas; – presente está pela sua virtude nos sacramentos, de tal modo que, quando alguém batiza, é o próprio Cristo quem batiza;

5 5 – presente está na sua Palavra, pois é Ele que fala quando na Igreja se lêem as Sagradas Escrituras; – presente está quando a Igreja prega, sendo o Evangelho anunciado em nome de Cristo e com a sua autoridade e assistência (MF 36); – presente está quando a Igreja ora e salmodia, Ele que prometeu estar onde dois ou três estivessem reunidos em meu nome (Mt 18,20).

6 6 Realmente, nesta grandiosa obra da Redenção, Cristo sempre associa a si a Igreja, sua esposa, nascida de seu lado, que invoca seu Senhor, e por Ele, no Espírito Santo, presta culto ao Pai. Realmente, nesta grandiosa obra da Redenção, Cristo sempre associa a si a Igreja, sua esposa, nascida de seu lado, que invoca seu Senhor, e por Ele, no Espírito Santo, presta culto ao Pai. Com razão, portanto, a Liturgia é considerada como exercício da função sacerdotal de Cristo. Com razão, portanto, a Liturgia é considerada como exercício da função sacerdotal de Cristo.

7 7 A liturgia simboliza através de sinais sensíveis e realiza a santificação das pessoas e a glorificação do Pai: Por Cristo... a vós, Deus Pai... na unidade do Espírito Santo... A liturgia simboliza através de sinais sensíveis e realiza a santificação das pessoas e a glorificação do Pai: Por Cristo... a vós, Deus Pai... na unidade do Espírito Santo... Por isso, toda celebração litúrgica, como obra de Cristo sacerdote e do seu corpo, que é a Igreja, é uma ação sagrada por excelência, cuja eficácia nenhuma outra ação da Igreja iguala, sob o mesmo título e grau. Por isso, toda celebração litúrgica, como obra de Cristo sacerdote e do seu corpo, que é a Igreja, é uma ação sagrada por excelência, cuja eficácia nenhuma outra ação da Igreja iguala, sob o mesmo título e grau.

8 8 MISSÃO DE SANTIFICAR ALGUNS ELEMENTOS DO MAGISTÉRIO PARA A RENOVAÇÃO PASTORAL E MISSIONÁRIA DE NOSSAS PARÓQUIAS

9 9 RECONHECEMOS... A Liturgia, no Conjunto da Missão da Igreja, não é a única atividade (SC 9). A Liturgia, no Conjunto da Missão da Igreja, não é a única atividade (SC 9). Contudo, a Liturgia é o cume para o qual se dirige toda a ação da Igreja e, ao mesmo tempo, é a fonte donde emana toda a sua força (SC 10). Contudo, a Liturgia é o cume para o qual se dirige toda a ação da Igreja e, ao mesmo tempo, é a fonte donde emana toda a sua força (SC 10).

10 10 1. ANO LITÚRGICO A Igreja celebra a Salvação no Tempo

11 11 No decorrer do ano, a Igreja comemora em dias determinados a obra salvadora de Cristo. Durante um ano desenvolve-se todo o mistério de Cristo e comemoram-se os aniversários dos santos e santas.

12 12 ANO LITÚRGICO O caminho privilegiado para ser introduzido no mistério da salvação, atuada nos «sinais» sagrados, continua a ser o de seguir com fidelidade o desenrolar do ano litúrgico (MND 17).

13 13 ANOLITÚRGICO

14 14 2. CATEQUESE MISTAGÓGICA Os Pastores empenhem-se na catequese «mistagógica», muito apreciada pelos Padres da Igreja, que ajuda a descobrir sentido e a força dos gestos e das palavras da liturgia, ajudando os fiéis a passar dos sinais ao mistério e a implicar no mesmo toda a sua existência (MND 17).

15 15 ITINERÁRIO MISTAGÓGICO (SCa 64) a)Interpretar os ritos à luz dos acontecimentos salvíficos. b)Introduzir os fiéis no sentido dos sinais contidos nos ritos. c)Mostrar o significado dos ritos para a vida cristã em todas as suas dimensões: trabalho e compromisso, pensamentos e afetos, atividade e repouso.

16 16 Os pastores levem os fiéis a uma plena inteligência deste mistério [da Eucaristia] através de catequese adequada. Esta deverá partir dos mistérios do ano litúrgico e dos ritos e orações que ocorrem na celebração. Assim esclareçam o seu sentido, sobretudo o da grande oração eucarística, e levem os fiéis a intimamente compreenderem o mistério que significam e realizam. Eucharisticum Mysterium, 15

17 17 3. O DOMINGO, PÁSCOA SEMANAL No primeiro dia de cada semana a Igreja celebra o mistério pascal de seu Senhor (NALC 4) No primeiro dia de cada semana a Igreja celebra o mistério pascal de seu Senhor (NALC 4) O domingo, segundo a experiência cristã, é sobretudo uma festa pascal, totalmente iluminada pela glória de Cristo ressuscitado (DD 8). O domingo, segundo a experiência cristã, é sobretudo uma festa pascal, totalmente iluminada pela glória de Cristo ressuscitado (DD 8). Santo Agostinho chama o domingo «sacramento da Páscoa». Santo Agostinho chama o domingo «sacramento da Páscoa».

18 18 A) A MISSA DOMINICAL A celebração dominical do Dia do Senhor está no centro da vida da Igreja (Catecismo 2177). A celebração dominical do Dia do Senhor está no centro da vida da Igreja (Catecismo 2177). Na celebração dominical, Espírito Santo faz da primeira manifestação do Ressuscitado um evento que se renova no «hoje» de cada um dos discípulos de Cristo, que, na assembleia dominical, sentem-se interpelados: «não sejas incrédulo, mas crente» (DD 29). Na celebração dominical, Espírito Santo faz da primeira manifestação do Ressuscitado um evento que se renova no «hoje» de cada um dos discípulos de Cristo, que, na assembleia dominical, sentem-se interpelados: «não sejas incrédulo, mas crente» (DD 29).

19 19 Eucaristia dominical, vivida durante a perseguição de Diocleciano: Foi sem qualquer temor que celebramos a ceia do Senhor, porque não se pode deixá-la; é a nossa lei [...]; não podemos viver sem a ceia do Senhor [...]. Sim, fui à assembleia e celebrei a ceia do Senhor com os meus irmãos, porque sou cristã (mártires de Abitinas, África – DD 46).

20 20 A eucaristia dominical é por sua natureza uma epifania da Igreja, que tem o seu momento mais significativo quando a comunidade diocesana se reúne em oração com o próprio Bispo (DD 34). A eucaristia dominical é por sua natureza uma epifania da Igreja, que tem o seu momento mais significativo quando a comunidade diocesana se reúne em oração com o próprio Bispo (DD 34). Contudo todas as missas se celebra em comunhão com o Bispo diocesano, ao nominá-lo na Oração Eucarística: Contudo todas as missas se celebra em comunhão com o Bispo diocesano, ao nominá-lo na Oração Eucarística: com o nosso bispo Odilo, seu bispo auxiliar N. e os outros bispos auxiliares, e todos os ministros do vosso povo (Oração Eucarística II).

21 21 B) CELEBRAÇÃO DA PALAVRA A MISSA é a realização completa da assembleia eucarística que o sacerdote preside in persona Christi, repartindo o pão da Palavra e o da Eucaristia (DD 53). A MISSA é a realização completa da assembleia eucarística que o sacerdote preside in persona Christi, repartindo o pão da Palavra e o da Eucaristia (DD 53). Entretanto a celebração da Palavra de Deus é vivamente recomendada nas comunidades onde não é possível celebrar a missa nos dias festivos de preceito (VD 65). Entretanto a celebração da Palavra de Deus é vivamente recomendada nas comunidades onde não é possível celebrar a missa nos dias festivos de preceito (VD 65).

22 22 As CELEBRAÇÕES DA PALAVRA: As CELEBRAÇÕES DA PALAVRA: - são ocasiões privilegiadas de encontro com o Senhor; - vivamente recomendadas nos dias festivos de preceito, nas comunidades onde não é possível celebrar a Missa; - são momentos em que as comunidades cristãs se reúnem para louvar o Senhor e fazer memória do dia a Ele dedicado (VD 65; SCa 75).

23 23 CNBB, Documento 43, n. 96 Nesta celebração da Palavra, o Cristo se faz verdadeiramente presente, pois é ele mesmo que fala quando se lêem, na Igreja, as Sagradas Escrituras. Além de sua presença na Eucaristia, eventualmente distribuída, está também, na assembleia, pois prometeu estar entre os seus que se reúnem em seu nome (cf. Mt 18,20).

24 24 4. TÍDUO PASCAL A solenidade da Páscoa goza no ano litúrgico a mesma culminância do domingo em relação à semana (SC 106). A solenidade da Páscoa goza no ano litúrgico a mesma culminância do domingo em relação à semana (SC 106). O Tríduo pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor começa com a Missa vespertina na Ceia do Senhor, possui o seu centro na Vigília Pascal e encerra-se com as Vésperas do domingo da Ressurreição (NALC 19). O Tríduo pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor começa com a Missa vespertina na Ceia do Senhor, possui o seu centro na Vigília Pascal e encerra-se com as Vésperas do domingo da Ressurreição (NALC 19).

25 25 LEITURA NECESSÁRIA CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO. PASCHALIS SOLLEMNITATIS: carta circular sobre a preparação e celebração das festas pascais (16 de janeiro de 1988)

26 26 5. AS OUTRAS SOLENIDADES a)Pentecostes. b)Natal. A Igreja nada considera mais venerável, após a celebração anual do mistério da Páscoa, do que comemorar o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações (NALC 32); o Natal celebra-se com a Missa da noite (missa do galo) e com a missa no próprio dia 25. c)Corpus Cristi e as outras solenidades e festas do Senhor.

27 27 6. CELEBRAÇÃO DOS SANTOS Festa do(a) padroeiro(a) Festa do(a) padroeiro(a) Solenidades, festas e memórias inscritas no calendário romano. Solenidades, festas e memórias inscritas no calendário romano. Para que o ciclo do ano litúrgico brilhe com toda a sua luz [...] os dias que costumam ocorrer no tempo da Quaresma ena oitava da Páscoa, como também nos dias que vão de 17 a 32 de dezembro, permaneçam livres de celebrações particulares (NALC 57f).

28 28 7. RELIGIOSIDADE POPULAR Ninguém desconhece quanto é cara ao nosso povo a devoção aos santos e, em especial, à Virgem Maria, abrindo-nos horizontes para nossa pastoral. A Liturgia valoriza este culto. Nos ciclos do Natal e da Páscoa celebramos o que Cristo fez para sua Igreja; na comemoração da Mãe de Deus e dos santos evocamos o que a Igreja, no Espírito e em Cristo, realiza para a glória do Pai (CNBB, Doc. 43, 133).

29 29 8. PASTORAL LITÚRGICA Pastoral litúrgica é a ação organizada e corajosa da Igreja para levar o Povo de Deus à participação consciente, ativa e frutuosa na Liturgia. Pastoral litúrgica é a ação organizada e corajosa da Igreja para levar o Povo de Deus à participação consciente, ativa e frutuosa na Liturgia. Promover a Liturgia já é ação pastoral pelas dimensões que ela possui: comunitária, ministerial, catequética, missionária, ecumênica, transformadora. Promover a Liturgia já é ação pastoral pelas dimensões que ela possui: comunitária, ministerial, catequética, missionária, ecumênica, transformadora. Coração e cérebro desta pastoral é a Equipe de Pastoral Litúrgica. Coração e cérebro desta pastoral é a Equipe de Pastoral Litúrgica. (CNBB, Doc. 43, )

30 30 Cabe à Equipe de Pastoral Litúrgica, cf. CNBB, Doc 43, nn : a)planejar a Pastoral litúrgica, conhecendo sempre mais a situação real dos que celebram e aprofundando o conteúdo teológico da liturgia; b)dinamizar um processo de formação dos agentes e de todos os participantes da Liturgia, visando a qualidade das celebrações e o enriquecimento espiritual de todo o povo.

31 31 ASSIM, ao planejar a pastoral é preciso agendar... 1.as celebrações do ano litúrgico (Liturgia), cume e fonte do serviço da Palavra e da Caridade; 2.o horário das confissões e algumas celebrações penitenciais; 3.a Iniciação Cristã dos Adultos; 4.o Batismo, a Crisma e a Primeira Eucaristia; 5.os retiros espirituais 6.e...

32 32 Temos a certeza de que, também no nosso tempo, o Espírito Santo não poupa a efusão dos seus dons para sustentar a missão apostólica da Igreja, a quem compete difundir a fé e educá-la até à sua maturidade. Bento XVI Sacramentum Caritatis, 64


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