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ARCO-SUBMERSO (SAW - Submerged Arc Welding ). Sumário 1.Introdução; 2.Vantagens do Processo; 3.Desvantagens; 4.Processo de Soldagem por Arco-Submerso;

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1 ARCO-SUBMERSO (SAW - Submerged Arc Welding )

2 Sumário 1.Introdução; 2.Vantagens do Processo; 3.Desvantagens; 4.Processo de Soldagem por Arco-Submerso; 5.Preparação; 6.Execução da solda; 7.Ensaio por L.P.; 8.Riscagem para corte; 9.Ensaio Metalografico; 10.Ensaio de Dobramento; 11.Conclusão; 12.Referências.

3 1. Introdução

4 Dimensões das duas chapas: 150x120 mm Chanfro em V de 60 graus

5 2. Vantagens do Processo Elevada velocidade de soldagem; Maiores taxas de deposição; Boa integridade do metal de solda; Processo de fácil utilização; Melhor ambiente de trabalho e maior segurança para o operador.

6 3. Desvantagens Quanto a posição de soldagem: plana, horizontal em ângulo e em 90 graus onde o fluxo é amparado por um recipiente; Soldar em lugares de difícil acesso (Ex:.interior de uma tubulação) Atingir o máximo de perfeição quanto aos parâmetros do chanfro.

7 4. Processo de Soldagem por Arco-Submerso Corte do metal- base nos parâmetros previamente especificados.

8 Realização do chanfro no metal-base 5. Preparação

9 Chanfro de 45 graus com testa de 3mm.

10 Espaçamento de 3mm entre as chapas.

11 Passe de teste em metal reaproveitado Alinhamento do eletrodo com o chanfro do metal- base.

12 Posicionamento do cabeçote no inicio da junta. Abertura do fluxo com retenção do mesmo. 6. Execução da solda

13 1º Passe: Raiz

14 Limpeza da raiz, tirando resquícios de escória com pulsão.

15 Verificação da altura do eletrodo em relação a raiz.

16 2º Passe

17 3º Passe4º Passe

18 3º e 4º passe já limpos.

19 5º passe6º Passe

20 5º e 6º passe já limpos.

21 Resfriamento da Peça

22 Cobre-juntas com resquícios de escória.

23 Raiz com porosidade.

24 Esmerilhamento da raiz para a retirada da porosidade

25

26 7º passe, na raiz.

27 8º passe, na raiz. Reforço no trecho da porosidade (neste passe a alavanca de acionamento do avanço não estava acionada).

28 9º passe, na raiz. Corrigindo o passe anterior.

29 Esmerilhamento da raiz.

30 Raiz esmerilhada.

31 FACE da peça devidamente preparada para o ensaio. 7. Ensaio por Liquido Penetrante.

32 Aplicação do liquido penetrante (cor vermelha).

33 Lavagem do excesso de L.P. na peça.

34 Aplicação do revelador na FACE.

35 Não foi notada nenhuma anomalia, como porosidades ou trincas, no ensaio visual.

36 O condicionamento da luz estava acima de 1000 lux. L.P. VAG-53 vermelho e Revelador CHEX.

37 Esmerilhamento da FACE após o ensaio por L.P.

38 FACE esmerilhada.

39 8. Riscagem para corte Especificações: 2 chapas de 50mm e uma de 30mm

40 Alinhamento do bico de corte à oxi-gás com as linhas anteriormente marcadas

41 Verificação dos registros reguladores de pressão dos gases.

42 Corte da peça nos parâmetros previamente estabelecidos.

43

44 Processo em andamento.

45 Resfriamento das peças já cortadas.

46 Depois de soldada, a chapa de aço foi cortada em três corpos de prova, um para verificação da Zona Termicamente Afetada (ZTA) pelo ensaio metalografico. Corpo de prova para ensaio metalografico. 9. Ensaio Metalográfico

47 Lixamento do corpo de prova com lixas de 80 à 600 granas.

48

49 Polimento com solução abrasiva de óxido de alumínio (alumina e água).

50 Preparação para o ataque com Nital.

51 Ataque com Nital.

52 Cordão de solda nitidamente revelado.

53 Lavagem da peça para o sessar o ataque do Nital.

54 Secagem da peça (como não havia nenhum secador de cabelo à mão, a peça foi seca no ar quente do fundo do ar-condicionado).

55 Com o ataque de Nital verificou-se a microestrutura e a Z.T.A. provocada pela solda.

56 10. Ensaio de Dobramento Os outros dois corpos de prova foram destinados ao ensaio de dobramento para verificar a qualidade da solda. Esquema simplificado do ensaio de dobramento.

57

58

59 Após o ensaiar a face e a raiz da solda verificou-se que os parâmetros adotados resultaram em uma solda de ótima qualidade, nenhuma trinca ou rachadura foi constatada.

60 11. Conclusão Ao finalizar desta série de procedimentos podemos constatar que: A soldagem por Arco-Submerso é um dos métodos mais práticos na área, pois é rápido simples, mas exige atenção quanto aos parâmetros de soldagem. Como: tensão, avanço do carro de soldagem, avanço do arame e posicionamento da peça;

61 Quanto ao ensaio por L.P., pode-se verificar a homogeneidade da solda por Arco-Submerso, onde se feito dentro dos parâmetros corretos, fica sem falhas; Feito o ensaio de dobramento, verificou-se uma solda de alta resistência que não se rompeu; No ensaio metalografico, foi visualizado o cordão de solda e nele cada passe dado, também como a microestrutura e a Z.T.A.

62 12. Referências blioteca/upload/ rev0_ApostilaArco Submerso.pdf - (Apostila ESAB de Arco- Submerso)http://www.esab.com.br/br/por/Instrucao/bi blioteca/upload/ rev0_ApostilaArco Submerso.pdf co_submerso.jspwww.whitemartins.com.br/.../soldagem_ar co_submerso.jsp xao.pdfhttp://www.lrm.ufjf.br/pdf/08dobramentoefle xao.pdf

63 FIM


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