A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

CONCEITO: CONCEITO: São os procedimentos de emergência que devem ser aplicados a uma pessoa em perigo de vida, visando manter seus sinais vitais e evitando.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "CONCEITO: CONCEITO: São os procedimentos de emergência que devem ser aplicados a uma pessoa em perigo de vida, visando manter seus sinais vitais e evitando."— Transcrição da apresentação:

1

2

3 CONCEITO: CONCEITO: São os procedimentos de emergência que devem ser aplicados a uma pessoa em perigo de vida, visando manter seus sinais vitais e evitando o seu agravamento, bem como o seu conforto, até que ela receba assistência definitiva. São os procedimentos de emergência que devem ser aplicados a uma pessoa em perigo de vida, visando manter seus sinais vitais e evitando o seu agravamento, bem como o seu conforto, até que ela receba assistência definitiva.

4 PRIMEIROS SOCORROS DIMENSIONAMENTO DA CENA: Antes de se iniciar o atendimento, é de fundamental importância que o socorrista faça a correta análise do local do acidente, a fim de identificar o número de vítimas, os possíveis riscos, garantindo a sua segurança e a das vítimas. De forma alguma, o Socorrista responsável pelas ações de primeiros socorros deve se expor a riscos com chance de se tornar uma vítima. Antes de se iniciar o atendimento, é de fundamental importância que o socorrista faça a correta análise do local do acidente, a fim de identificar o número de vítimas, os possíveis riscos, garantindo a sua segurança e a das vítimas. De forma alguma, o Socorrista responsável pelas ações de primeiros socorros deve se expor a riscos com chance de se tornar uma vítima.

5 Os sinais vitais são indicadores das funções vitais do corpo e podem orientar o diagnóstico inicial e acompanhar a evolução do quadro clínico da vítima. Os sinais vitais são indicadores das funções vitais do corpo e podem orientar o diagnóstico inicial e acompanhar a evolução do quadro clínico da vítima. SINAIS VITAIS

6 TEMPERATURA -A temperatura reflete o balanceamento entre o calor produzido e o calor perdido pelo corpo. TEMPERATURA -A temperatura reflete o balanceamento entre o calor produzido e o calor perdido pelo corpo. RESPIRAÇÃO -A finalidade é a troca gasosa entre o sangue e o ar dos pulmões. A avaliação da respiração como sinal vital inclui: a freqüência (movimentos respiratórios por minuto), caráter (superficial e profunda) e ritmo (regular e irregular). Método de verificação: ver, ouvir e sentir. RESPIRAÇÃO -A finalidade é a troca gasosa entre o sangue e o ar dos pulmões. A avaliação da respiração como sinal vital inclui: a freqüência (movimentos respiratórios por minuto), caráter (superficial e profunda) e ritmo (regular e irregular). Método de verificação: ver, ouvir e sentir. PULSO- O pulso é causado pela pressão do sangue contra a parede arterial em cada batimento cardíaco. O pulso é tomado onde uma artéria possa ser comprimida contra um osso. Verifica-se a : Freqüência, ritmo e volume PULSO- O pulso é causado pela pressão do sangue contra a parede arterial em cada batimento cardíaco. O pulso é tomado onde uma artéria possa ser comprimida contra um osso. Verifica-se a : Freqüência, ritmo e volume

7 TEMPERATURA ÍNDICE ADULTO CRIANÇA ORAL 37 º C 37,4º C RETAL 37,5º C 37,8º C AXILAR 36,7º C 37,2º C SINAIS VITAIS VARIAÇÕES DE 0,3 ºC a 0,6 ºC SÃO NORMAIS NORMALMENTE, É MAIS BAIXA NAS PRIMEIRA HORAS DA MANHÃ E MAIS ALTA NO INÍCIO DA NOITE

8 TEMPERATURA VARIAÇÕES: SINAIS VITAIS INFECÇÕES TRAUMA MEDO ANSIEDADE EXPOSIÇÃO AO FRIO ESTADO DE CHOQUE

9 RESPIRAÇÃO BEBÊ30-60 MRM CRIANÇA20-30 MRM ADULTO12-20 MRM APNÉIA – Cessação Intermitente da respiração BRADPNÉIA – Respiração lenta, regular TAQUIPNÉIA – Respiração rápida, regular DISPNÉIA – Respiração difícil que exige esforço. aumentado e uso de músculos acessórios SINAIS VITAIS

10 PULSO Adulto 60 à 100 BMP. Crianças 80 à 120 BMP. Bebês 100 à 160 BMP. SINAIS VITAIS

11 PRIMEIROS SOCORROS PROTOCOLOS: EXAME PRIMÁRIO Segurança do local.... Segurança do local. Controle Cervical e Responsividade.... Controle Cervical e Responsividade. A Vias Aéreas. A Vias Aéreas. B Respiração B Respiração C Circulação C Circulação D Exame Neurológico D Exame Neurológico E Exposição da Vítima E Exposição da Vítima

12 EXAME SECUNDÁRIO Verificar sinais vitais e iniciar o exmame corporal pela região posterior e anterior do pescoço (região cervical), observando o alinhamento da traqueia (colocar o colar cervical). Verificar sinais vitais e iniciar o exmame corporal pela região posterior e anterior do pescoço (região cervical), observando o alinhamento da traqueia (colocar o colar cervical). Verificar se no crânio há afundamentos ou escalpes (couro cabeludo e testa); Verificar se no crânio há afundamentos ou escalpes (couro cabeludo e testa);

13 Exame físico detalhado Examinar o ombro (clavícula e escápula); Examinar o ombro (clavícula e escápula); Examinar o tórax, procurando por fraturas e ferimentos; Examinar o tórax, procurando por fraturas e ferimentos; Observar a expansão torácica durante a respiração; Observar a expansão torácica durante a respiração;

14 Exame físico detalhado Examinar os quatro quadrantes do abdome, procurando ferimentos, regiões dolorosas e enrijecidas; Examinar os quatro quadrantes do abdome, procurando ferimentos, regiões dolorosas e enrijecidas; Examinar a região anterior e lateral da pelve e a região genital; Examinar a região anterior e lateral da pelve e a região genital;

15 Exame físico detalhado Examinar os membros inferiores (uma de cada vez), as pernas e os pés (pesquisar a presença de pulso distal, motricidade, perfusão e sensibilidade); Examinar os membros inferiores (uma de cada vez), as pernas e os pés (pesquisar a presença de pulso distal, motricidade, perfusão e sensibilidade);

16 Exame físico detalhado Realizar o rolamento em monobloco e inspecionar as costas do paciente, juntamente com a posterior da pelve, observando hemorragias e/ou lesões óbvias. Realizar o rolamento em monobloco e inspecionar as costas do paciente, juntamente com a posterior da pelve, observando hemorragias e/ou lesões óbvias. Monitoramento e reavaliação: O monitoramento é realizado durante o transporte da vítima, devendo o brigadista reavaliar constantemente os sinais vitais e o aspecto geral do paciente. O monitoramento é realizado durante o transporte da vítima, devendo o brigadista reavaliar constantemente os sinais vitais e o aspecto geral do paciente.

17 MÉTODOS DE DESOBISTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS A causa mais freqüente de alteração nas vias aéreas (obstrução) em vítimas de trauma é a inconsciência. A causa mais freqüente de alteração nas vias aéreas (obstrução) em vítimas de trauma é a inconsciência. 1. Manobra tríplice ou elevação da Mandíbula 2. Manobra de tração do mento

18 DESOBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS POR CORPO ESTRANHO (OVACE): Em adulto, geralmente, a obstrução ocorre durante a ingestão de alimentos e, em criança, durante a alimentação ou recreação (sugando objetos pequenos). Em adulto, geralmente, a obstrução ocorre durante a ingestão de alimentos e, em criança, durante a alimentação ou recreação (sugando objetos pequenos). A obstrução de vias aéreas superiores pode ser causada: A obstrução de vias aéreas superiores pode ser causada: Pela língua; Pela língua; Pela epiglote; Pela epiglote; Por corpos estranhos; Por corpos estranhos; Por danos aos tecidos. Por danos aos tecidos.

19 Vítima consciente, iniciar a manobra de Heimlich: Em pé ou sentada Em pé ou sentada 1.Posicionar-se atrás da vítima, abraçando-a em torno do abdome; 1.Posicionar-se atrás da vítima, abraçando-a em torno do abdome;

20 OBSTRUÇÃO DE VIAS AÉREAS POR CORPO ESTRANHO (OVACE): 2.Colocar a raiz do polegar de uma das mãos entre a cicatriz umbilical e o apêndice xifoide;realizar. 5 compressões.

21 VITIMA DEITADA 1. Posicionar a vítima em decúbito dorsal; 1. Posicionar a vítima em decúbito dorsal; 2. Ajoelhar-se ao lado da vítima ou a cavaleiro sobre ela no nível de suas coxas, com seus joelhos tocando-lhe lateralmente o corpo; 2. Ajoelhar-se ao lado da vítima ou a cavaleiro sobre ela no nível de suas coxas, com seus joelhos tocando-lhe lateralmente o corpo; 3. Posicionar a palma da mão sobre o abdome da vítima, entre o apêndice xifoide e a cicatriz umbilical, mantendo as mãos sobrepostas; rea 3. Posicionar a palma da mão sobre o abdome da vítima, entre o apêndice xifoide e a cicatriz umbilical, mantendo as mãos sobrepostas; rea Lizar 5 compressões, Lizar 5 compressões,

22 REANIMAÇÃO CARDIO- RESPIRATÓRIA Reanimação Cárdio-Respiratória são as manobras realizadas para restabelecer a ventilação pulmonar e a circulação sangüínea, tais como respiração artificial e massagem cardíaca externa; manobras estas utilizadas nas vítimas em parada cardiorrespiratória (morte clínica). Reanimação Cárdio-Respiratória são as manobras realizadas para restabelecer a ventilação pulmonar e a circulação sangüínea, tais como respiração artificial e massagem cardíaca externa; manobras estas utilizadas nas vítimas em parada cardiorrespiratória (morte clínica). TÉCNICA ADULTO TÉCNICA ADULTO 1 e 2 SOCORRISTA= 30 COMPRESSÕES e 2 insuflação durante 5 CICLO 1 e 2 SOCORRISTA= 30 COMPRESSÕES e 2 insuflação durante 5 CICLO TÉCNICA NA CRIANÇA E LACTANTE TÉCNICA NA CRIANÇA E LACTANTE 1 SOCORRISTA= 15 COMPRESSÕES e 2 insuflação durante 5 CICLO 1 SOCORRISTA= 15 COMPRESSÕES e 2 insuflação durante 5 CICLO 2 SOCORRISTA = 30 COMPRESSÕES e 2 insuflação durante 5 CICLO 2 SOCORRISTA = 30 COMPRESSÕES e 2 insuflação durante 5 CICLO

23 RCP

24 HEMORRAGIA - COMCEITO É o extravasamento de sangue provocado pelo rompimento de um vaso sanguíneo: artéria, veia ou capilar. Dependendo da gravidade pode provocar a morte em alguns minutos. O controle de grandes hemorragias é prioridade. É o extravasamento de sangue provocado pelo rompimento de um vaso sanguíneo: artéria, veia ou capilar. Dependendo da gravidade pode provocar a morte em alguns minutos. O controle de grandes hemorragias é prioridade.

25 A Hemorragia pode ser Classificada em: 1.Hemorragia Externa - pode ser vista porque extravasa para o meio ambiente, proveniente de uma ferida. 2. Hemorragia Interna - sangue extravasa para o interior do próprio corpo, dentro dos tecidos ou cavidades naturais. 2. Hemorragia Interna - sangue extravasa para o interior do próprio corpo, dentro dos tecidos ou cavidades naturais.

26 SINAIS E SINTOMAS DA HEMORRAGIA -pulso se torna fraco e rápido -pulso se torna fraco e rápido -pele fica fria e úmida (pegajosa) -pele fica fria e úmida (pegajosa) -pupilas podem ficar dilatadas com reação lenta a luz -pupilas podem ficar dilatadas com reação lenta a luz -queda da pressão arterial -queda da pressão arterial -paciente ansioso, inquieto e com sede -paciente ansioso, inquieto e com sede -náusea e vômito -náusea e vômito -respiração rápida e profunda -respiração rápida e profunda -perda de consciência, parada respiratória -perda de consciência, parada respiratória - choque - choque

27 CONTROLE DA HEMORRAGIA EXTERNA 1. MÉTODO DA PRESSÃO DIRETA. TORNIQUETE SOMENTE EM AMPUTAÇÕES TORNIQUETE SOMENTE EM AMPUTAÇÕES Não é aconselhada por provocar o necrosamento do órgão ou membro e consequentemente, sua amputação. Usá-la sempre como último recurso. Não é aconselhada por provocar o necrosamento do órgão ou membro e consequentemente, sua amputação. Usá-la sempre como último recurso.

28 AMPUTAÇÃO TRAUMÁTICA

29 CHOQUE Choque é uma situação de falência do sistema cardiocirculatório em manter sangue suficiente circulando para todos os órgãos do corpo. TIPOS: HIPOVOLÊMICO, CARDIOGÊNICO, NEUROGÊNICO, PSICOGÊNICO, ANAFILÁTICO E SÉPTICO. TIPOS: HIPOVOLÊMICO, CARDIOGÊNICO, NEUROGÊNICO, PSICOGÊNICO, ANAFILÁTICO E SÉPTICO.

30 CUIDADOS COM A VÍTIMA EM CHOQUE 1. Manter permeabilidade das vias aéreas, controlar sangramentos e alinhar fraturas quando possível. 2.Administrar oxigênio o mais rápido possível (doze litros por minutos, sob máscara bem ajustada à face). 3.Manter o paciente aquecido. 4.Elevar os membros inferiores quando não houver contra indicação. 5.Não administre líquidos pela boca, apenas umedeça os lábios. 6.Conforte a vítima. 7.Solicite apoio médico ou transporte a vítima rapidamente ao hospital.

31 CHOQUE Lembre-se: Choque é uma emergência GRAVE e deve receber atendimento de URGÊNCIA.

32 FRATURAS Fratura é uma lesão óssea de origem traumática, que pode ser produzida por trauma direto ou indireto, por alta energia ou baixa energia. Fratura é uma lesão óssea de origem traumática, que pode ser produzida por trauma direto ou indireto, por alta energia ou baixa energia.

33 Classificação Classificação : a) fechada: o foco de fratura está protegido por partes moles e com pele íntegra. b) aberta ou exposta: o foco de fratura está em contato com o meio externo podendo o osso estar exteriorizado ou não. b) aberta ou exposta: o foco de fratura está em contato com o meio externo podendo o osso estar exteriorizado ou não. FRATURAS

34 Lesões Contusas Fratura exposta Fratura exposta a nível do maléolo externo do tornozelo esquerdo. FRATURAS

35 SINAIS E SINTOMAS DAS FRATURAS 1)Dor 1)Dor 2)Aumento de volume 2)Aumento de volume 3)Deformidade 3)Deformidade 4)Impotência funcional 4)Impotência funcional 5)Crepitação óssea 5)Crepitação óssea

36 PROCEDIMENTOS a) Não movimentar vítima antes de imobilizar. b) Fraturas expostas, controlar o sangramento e proteger o ferimento. c) Fraturas de ossos longos, alinhar, tracionar e imobilizar.Examinar a sensibilidade e pulso. d) Manter tração e alinhamento até a fixação da tala. e) Deformidades próximas a articulação que não corrigem com tração suave, imobilizar na posição em que se encontra. f) Quando imobilizar uma fratura incluir na tala a articulação distal e proximal da lesão. g) As talas devem ser ajustadas e não apertadas para não interromper a circulação local.

37 Queimaduras

38 QUEIMADURAS As queimaduras são lesões freqüentes e a quarta causa de morte por trauma. As queimaduras são lesões freqüentes e a quarta causa de morte por trauma. Camadas da pele- Camadas da pele- 1.Epiderme: É a camada mais externa. É composta de várias camadas de células e não possui vasos sangüíneos. 1.Epiderme: É a camada mais externa. É composta de várias camadas de células e não possui vasos sangüíneos. 2.Derme: É camada mais interna. Contém os vasos sangüíneos, folículos pilosos, glândulas sudoríparas, glândulas sebáceas e terminações nervosas especializadas. 2.Derme: É camada mais interna. Contém os vasos sangüíneos, folículos pilosos, glândulas sudoríparas, glândulas sebáceas e terminações nervosas especializadas. 3.Tecido subcutâneo: Camada situada logo abaixo da derme. E uma combinação de tecido fibroso, elástico e gorduroso. 3.Tecido subcutâneo: Camada situada logo abaixo da derme. E uma combinação de tecido fibroso, elástico e gorduroso.

39 ANATOMIA DA PELE

40 Classificação das Queimaduras As queimaduras podem ser classificadas de acordo com a sua causa, profundidade, extensão, localização e gravidade. As queimaduras podem ser classificadas de acordo com a sua causa, profundidade, extensão, localização e gravidade. Causa: Térmicas, químicas, por eletricidade e por radiação. Profundidade: 1o. grau: só atinge a epiderme ou a pele (causa vermelhidão). 1o. grau: só atinge a epiderme ou a pele (causa vermelhidão). 2o. grau: atinge toda a epiderme e parte da derme (forma bolhas). 2o. grau: atinge toda a epiderme e parte da derme (forma bolhas). 3o. grau: atinge toda a epiderme, a derme e outros tecidos mais profundos, podendo chegar até os ossos. Surge a cor preta, devido a carbonização dos tecidos. 3o. grau: atinge toda a epiderme, a derme e outros tecidos mais profundos, podendo chegar até os ossos. Surge a cor preta, devido a carbonização dos tecidos.

41 QUANTO A PROFUNDIDADE Queimaduras de 1º grau Queimaduras de 1º grau Lesão superficial da epiderme; Lesão superficial da epiderme; Vermelhidão; Vermelhidão; Dor local suportável; Dor local suportável; Não há formação de bolhas; Não há formação de bolhas; Lavar o local com água fria corrente Lavar o local com água fria corrente

42 QUANTO A PROFUNDIDADE Queimaduras de 2º grau Queimaduras de 2º grau Lesão da epiderme e derme; Lesão da epiderme e derme; Formação de bolhas; Formação de bolhas; Desprendimento de camadas da pele; Desprendimento de camadas da pele; Dor e ardência locais de intensidade variável; Dor e ardência locais de intensidade variável; Lavar o local com água fria corrente. Lavar o local com água fria corrente.

43 QUANTO A PROFUNDIDADE Queimaduras de 3º grau Queimaduras de 3º grau Lesão da epiderme, derme e tecido subcutâneo; Destruição dos nervos, músculos, ossos, etc.; Destruição dos nervos, músculos, ossos, etc.; Retirar anéis, pulseiras, tornozeleiras e congêneres, pois a vítima provavelmente sofrerá inchaço. Retirar anéis, pulseiras, tornozeleiras e congêneres, pois a vítima provavelmente sofrerá inchaço.

44 LOCALIZAÇÃO: Áreas críticas: Mãos(incapacidade funcional) Mãos(incapacidade funcional) Pés (incapacidade de locomoção) Pés (incapacidade de locomoção) Face (vias aéreas) Face (vias aéreas) Genitais ( perpetuação da espécie) Genitais ( perpetuação da espécie) Classificação das Queimaduras

45 GRAVIDADE: Sete fatores que determinam a gravidade: Profundidade; Profundidade; Extensão ( regra dos nove) Extensão ( regra dos nove) Envolvimento de áreas críticas(mãos, pés face e genitália). Envolvimento de áreas críticas(mãos, pés face e genitália). Idade da vítima(crianças e idosos); Idade da vítima(crianças e idosos); Lesão pulmonar por inalação; Lesão pulmonar por inalação; Lesões associadas; Lesões associadas; Doenças pré-existentes. Doenças pré-existentes. Classificação das Queimaduras

46 Procedimento Isolar a vítima do agente causador do acidente e, em seguida lavar com água corrente limpa a área queimada; Isolar a vítima do agente causador do acidente e, em seguida lavar com água corrente limpa a área queimada; Se a roupa estiver grudada na pele, tenha cuidado não tente retira-lá. Lave a região com água limpa. Se continuar aderido à pele, recorte ao redor do ferimento; Se a roupa estiver grudada na pele, tenha cuidado não tente retira-lá. Lave a região com água limpa. Se continuar aderido à pele, recorte ao redor do ferimento; Se a queimadura ocorreu por exposição de agente químico ou cáustico, faça o contrário: remova a roupa para evitar que o produto permaneça em contato com a pele; Se a queimadura ocorreu por exposição de agente químico ou cáustico, faça o contrário: remova a roupa para evitar que o produto permaneça em contato com a pele; Não coloque água muito fria, gelo sabão ou qualquer ou qualquer produto químico sobre a região lesada. Isso pode agravar a área machucada; Não coloque água muito fria, gelo sabão ou qualquer ou qualquer produto químico sobre a região lesada. Isso pode agravar a área machucada; Proteja o local com pano limpo e, se surgirem bolhas, não as rompas; Proteja o local com pano limpo e, se surgirem bolhas, não as rompas; Para diminuir o inchaço, retire anéis, pulseiras e relógios da regiões que forem afetadas pelo edema da queimadura. Para diminuir o inchaço, retire anéis, pulseiras e relógios da regiões que forem afetadas pelo edema da queimadura.

47 Carbonização- Lesão produzida por meio físico, calor direto, fogo. Detalhe da flexão do punho, conseqüente à severa contratura dos grupos flexores musculares. Houve desprendimento dos tecidos das extremidades dos dedos. Lesões Produzidas por Meio Físico

48 ANIMAIS VENENOSOS VENENOSO – QUE POSSUI VENENO VENENOSO – QUE POSSUI VENENO PEÇONHENTOS – POSSUI MEIOS DE INOCULAR O VENENO = PEÇONHA PEÇONHENTOS – POSSUI MEIOS DE INOCULAR O VENENO = PEÇONHA

49 PROCEDIMENTOS Afaste a vítima e os curiosos da cobra. Mesmo morta o veneno da cobra permanece ativo por 20 minutos ou mais; Afaste a vítima e os curiosos da cobra. Mesmo morta o veneno da cobra permanece ativo por 20 minutos ou mais; Acalme a vítima e não deixe que faça nenhum esforço; Acalme a vítima e não deixe que faça nenhum esforço; Transporte a vítima para o hospital ou fale que ela ande vagarosamente; Transporte a vítima para o hospital ou fale que ela ande vagarosamente; Lave a mordida cuidadosamente com água e sabão e faça um curativo para proteger o ferimento; Lave a mordida cuidadosamente com água e sabão e faça um curativo para proteger o ferimento; Nunca faça incisão para sugar; Nunca faça incisão para sugar; Procure saber qual hospital de sua região possui soro anti- ofídico; Procure saber qual hospital de sua região possui soro anti- ofídico; Transporte para o hospital! Transporte para o hospital!

50 ESCORPIÃO AMARELO Leve: dor local e dormência na região da picada; Leve: dor local e dormência na região da picada; Moderado: dor intensa associada com enjôo, suor excessivo, agitação, etc; Moderado: dor intensa associada com enjôo, suor excessivo, agitação, etc; Grave: todos os sintomas do quadro moderado, mais convulsão, choque, etc. Grave: todos os sintomas do quadro moderado, mais convulsão, choque, etc. 1. Lavar o local com água e sabão; 1. Lavar o local com água e sabão; 2. Se possível levar o animal para identificação; 2. Se possível levar o animal para identificação; 3. Ligar para o Civitox; 3. Ligar para o Civitox; 4. Procurar uma Unidade de Saúde 4. Procurar uma Unidade de Saúde

51 SERPENTES SINAIS E SINTOMAS Cascavel: dificuldade de engolir e abrir os olhos, paralisia dos músculos da face, urina escura e dores musculares; Cascavel: dificuldade de engolir e abrir os olhos, paralisia dos músculos da face, urina escura e dores musculares;

52 SERPENTES SINAIS E SINTOMAS Boca de Sapo / Jararaca: edema, dor local, bolhas, necrose, sangramentos, complicações renais e choque. Boca de Sapo / Jararaca: edema, dor local, bolhas, necrose, sangramentos, complicações renais e choque.

53 ARANHAS Armadeira: dor imediata, aumento da freqüência cardíaca, vômito, diarréia, salivação excessiva, suor, etc; Armadeira: dor imediata, aumento da freqüência cardíaca, vômito, diarréia, salivação excessiva, suor, etc; De Jardim / Tarântula: dor moderada e vermelhidão no local; De Jardim / Tarântula: dor moderada e vermelhidão no local; Viúva Negra: dor, suor, pequeno inchaço, dormência no local, dores musculares e de cabeça, falta de ar, etc; Viúva Negra: dor, suor, pequeno inchaço, dormência no local, dores musculares e de cabeça, falta de ar, etc; Marrom: os sintomas acentuam-se entrem 24 e 72 horas, queimação, inchaço endurecido, vermelhidão, morte do tecido, etc Marrom: os sintomas acentuam-se entrem 24 e 72 horas, queimação, inchaço endurecido, vermelhidão, morte do tecido, etc Caranguejeira: pode provocar lesão pulmonar. Caranguejeira: pode provocar lesão pulmonar.

54 EMERGÊNCIA LIGUE 193


Carregar ppt "CONCEITO: CONCEITO: São os procedimentos de emergência que devem ser aplicados a uma pessoa em perigo de vida, visando manter seus sinais vitais e evitando."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google