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Documento de Aparecida Texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe.

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1 Documento de Aparecida Texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe

2 Estrutura do Texto Três partes e 10 capítulos Parte I: VER = A vida de nossos povos - Capítulos 1 e 2; Parte II: JULGAR = A vida de Jesus Cristo nos discípulos missionários - Capítulos 3 a 6; Parte III: AGIR = A vida de Jesus Cristo para nossos povos - Capítulos 7 a 10 Riquezas de nossos povos: a fé no Deus de amor e a tradição católica na vida e na cultura. Tradição católica = cimento fundamental de identidade, originalidade e unidade da América latina e do Caribe

3 A V Conferência Dá continuidade e recapitula o caminho de fidelidade, renovação e evangelização da Igreja latino-americana Tarefa de conservar e alimentar a fé do povo de Deus A Igreja é chamada a repensar e a relançar com fidelidade e audácia sua missão nas novas circunstâncias latino-americanas e mundiais Desafios: Revitalizar nosso modo de ser católico e nossas opções pessoais pelo Senhor Evangelização muito mais missionária

4 I Parte – A vida de nossos povos Ação de graças Pela fé transmitida pelas avós e avôs, as mães e pais, os catequistas, os rezadores A missão da Igreja é evangelizar Os cristãos são portadores de boas novas para a humanidade, não profetas de desventuras (30) No rosto de Jesus Cristo, podemos ver o rosto humilhado de tantos homens e mulheres de nossos povos e sua vocação à liberdade, à plena realização de sua dignidade pessoal e à fraternidade entre todos (32)

5 Capítulo II: Olhar dos discípulos missionários sobre a realidade A realidade que nos desafia como discípulos e missionários Mudanças afetam a vida dos latino-americanos e caribenhos Daí o desafio: discernir os sinais dos tempos (33) Ciência e tecnologia com sua capacidade de manipular geneticamente a própria vida dos seres vivos, e com sua capacidade de criar uma rede de comunicações de alcance mundial, tanto pública como privada (34) Conseqüências: Impactando a cultura, a economia, a política, as ciências, a educação, o esporte, as artes e a religião Objetivo dos bispos: saber como este fenômeno afeta a vida dos povos e o sentido religioso e ético (35)

6 Realidade: Maior e mais complexa que as simplificações com que costumávamos vê-la em um passado ainda não muito distante Gera: Sentimento de impotência (36); crise de sentido (37) Os meios de comunicação invadiram todos os espaços e todas as conversas, introduzindo-se também na intimidade do lar (39) Ideologia de gênero = cada um escolhe sua orientação sexual – enfraquecimento da vida familiar (40) As pessoas não se assustam com a diversidade. O que de fato as assusta é não conseguir reunir o conjunto de todos estes significados da realidade em uma compreensão unitária que lhes permita exercer sua liberdade com discernimento e responsabilidade (42)

7 Situação sócio-cultural V ivemos uma mudança de época cujo nível mais profundo é o cultural. Dissolve-se a concepção integral do ser humano, sua relação com o mundo e com Deus (44) Ciência e técnica colaboram (45) Afirmação dos direitos individuais e subjetivos (47) Realidade das mulheres – múltiplas violências (48) Cultura do consumo – maiores vítimas: novas gerações – perdem sentido do passado e do futuro e a referência aos valores e instâncias religiosas (51)

8 Diversidade cultura da AL – riqueza: indígenas – afro- descendentes - cultura camponesa – cultura mestiça Estas culturas coexistem em condições desiguais com a chamada cultura globalizada. Elas exigem reconhecimento e oferecem valores que constituem uma resposta aos anti-valores da cultura que se impõem através dos meios de comunicação de massas: comunitarismo, valorização da família, abertura à transcendência e solidariedade. Emerge a cultura urbana: híbrida, dinâmica e mutável, fruto das migrações, que geram problemas de pertença e identidade (58) Desafio: Assumir a diversidade cultural, que é um imperativo do momento (59)

9 Situação econômica Fenômeno da globalização: complexo, com muitas dimensões – voltado para o mercado, produz iniqüidades e injustiça (61), concentração de poder e riqueza (62) Instituições financeiras e transnacionais – subordinam as economias locais (66) Sistema financeiro caracterizado pela concentração de riqueza e de renda (69) Corrupção – setor público e privado Desemprego Latifúndios X Reforma Agrária Mobilidade humana – migração e itinerância – dentro e fora do país

10 Dimensão sócio-política Constatação: certo progresso democrático Preocupação: regressão autoritária (74) Enfraquecimento do Estado Corrupção – legislativos e executivos – judiciário tendencioso (77) Violência – Causas: a idolatria do dinheiro, o avanço de uma ideologia individualista e utilitarista, a falta de respeito pela dignidade de cada pessoa, a deterioração do tecido social, a corrupção inclusive nas forças de ordem e a falta de políticas públicas de equidade social (78) Violação de Direitos Humanos

11 Biodiversidade, ecologia, Amazônia, Antártida Maior biodiversidade está aqui Apropriação intelectual ilícita dessa riqueza – patenteamento pelas indústrias farmacêuticas e de biogenética (83) População local excluída das decisões Agressão ao meio-ambiente como pretexto para internacionalizar a Amazônia. Antártida – degelo Ártico – atinge fauna e flora - aquecimento global.

12 Presença dos povos indígenas e afro-americanos na Igreja Indígenas e Afro-americanos – duas raízes da população – depois os migrantes da Europa. Mestiçagem como base social e cultural dos povos latino- americanos e caribenho (88) Como Igreja que assume a causa dos pobres, estimulamos a participação dos indígenas e afro-americanos na vida eclesial. Vemos com esperança o processo de inculturação discernido à luz do magistério. É preciso descolonizar as mentes (96)

13 Situação de nossa Igreja nesta hora histórica de desafios Igreja – deficiências e ambigüidades – testemunha Cristo – tem confiança e credibilidade (98) Frutos da ação da Igreja: conhecimento da Palavra; Renovação litúrgica – Mistério Pascal – religiosidade popular – piedade eucarística – devoção Mariana – inculturação da liturgia nos indígenas e afro Sombras: crescimento percentual da Igreja não segue o mesmo ritmo que o crescimento populacional. Na média, o aumento do clero, e sobretudo, das religiosas, distancia-se cada vez mais do crescimento populacional em nossa região Eclesiologia e espiritualidade contrárias às do Vaticano II Opção pelos pobres tímida

14 Escasso acompanhamento aos leigos que atuam em estruturas de ordem temporal – ênfase no ritualismo – espiritualidade individualista – mentalidade relativista Linguagem pouco significativas – presença da Igreja nas universidades e nos mcs; Poucos padres e mal distribuídos – comunidades sem eucaristia dominical – clero sem espírito missionário – falta de recursos para manter as pastorais Perda do sentido transcendental – católicos que abandonam a Igreja Pluralismo religioso – dificuldade no diálogo ecumênico Católicos que se afastam do evangelho

15 II Parte – A vida de Jesus Cristo nos discípulos missionários. Capítulo III – A alegria de ser discípulos missionários para anunciar o evangelho de Jesus Cristo A boa nova da dignidade humana Bendizemos a Deus: Dignidade da pessoa humana Dom da fé Por ser filhos(as) de Deus Louvor – pelos que trabalham na defesa da dignidade humana

16 A boa nova da família Proclamamos o valor da família = escola de fé, educadora para os valores humanos e cívicos (114) Bendizemos – criação do homem e mulher - ainda que hoje se queira confundir esta verdade (116) A boa nova da atividade humana O trabalho Louvamos – trabalho = participação na tarefa criadora e serviço aos irmãos

17 Capítulo IV: A vocação dos discípulos missionários à santidade Chamados ao seguimento de Jesus Cristo Chamado de Jesus = grande novidade (131) – encontro com Ele que é fonte de vida Vínculo com Jesus (Videira-ramos) = irmãos Resposta – dinâmica do Bom Samaritano = imperativo de nos fazer próximos, especialmente com o que sofre, e gerar uma sociedade sem excluídos (135)

18 Enviados a anunciar o Evangelho do Reino da vida Missão de quem é chamado – anunciar o Reino Cumprir esta missão não é uma tarefa opcional, mas parte integrante da identidade cristã, porque é a difusão testemunhal da própria vocação (144) Discipulado e missão são como os dois lados de uma mesma moeda o discípulo missionário há de ser um homem ou uma mulher que torna visível o amor misericordioso do Pai, especialmente aos pobres e pecadores (147) a santidade não é uma fuga para o intimismo ou para o individualismo religioso, muito menos um abandono da realidade urgente dos grandes problemas econômicos, sociais e políticos da América Latina e do mundo e, muito menos, uma fuga da realidade para um mundo exclusivamente espiritual (148)

19 Capítulo V: A comunhão dos discípulos missionários na Igreja Chamados a viver em comunhão Comunhão dos fiéis e Igrejas locais – comunhão na Trindade Diante da tentação de ser cristãos sem Igreja e das novas buscas espirituais individualistas, afirmamos que a fé em Jesus Cristo nos chegou através da comunidade eclesial. Católicos – fé esporádica = piedade a Jesus, devoção a Maria e aos santos = convidados a aprofundar a fé e participar plenamente da Igreja

20 Lugares de comunhão A diocese Igreja – existe e se manifesta na Igreja Particular (165) que é totalmente Igreja, mas não é toda a Igreja (166) Necessidade de Pastoral Orgânica (169) A paróquia, comunidade de comunidades Paróquias = células vivas da Igreja – lugar privilegiada da experiência de Cristo e da comunhão Desejo da Conferência – valente ação renovadora as paróquias (170) Renovação = reformulação de suas estruturas

21 Mundo urbano – urgente criação de novas estruturas pastorais Leigos missionários – formação – seu campo específico de ação (174) compromisso social Flagelo da fome - Cada paróquia deve chegar a concretizar em sinais solidários seu compromisso social nos diversos meios em que ela se move, com toda a imaginação da caridade. Não pode ser alheia aos grandes sofrimentos que a maioria de nossa gente vive e que com muita freqüência são pobrezas escondidas (176) Eucaristia e confissão – relativismo – perda do sentido do pecado – presbíteros = zelo pastoral e entranhas de misericórdia – tempo para as confissões (177)

22 Discípulos missionários com vocações específicas Discipulado – brota de Jesus Cristo pela fé e batismo – cresce na Igreja Desafios apresentados à Igreja: Êxodo para seitas Correntes culturais contrárias a Cristo e à Igreja Desmotivação de presbíteros Escassez de sacerdotes Mudança de paradigmas culturais Globalização e secularização Violência, pobreza e injustiça Cultura de morte

23 Presbíteros - Desafios: Identidade teológica do ministério – Não é mero delegado ou apenas representante da comunidade, mas dom para ela O ministério na cultura atual – adequada formação Aspectos vitais e afetivos, celibato e vida espiritual – ministério tem radical forma comunitária e só pode se desenvolver como tarefa coletiva (195) – valorizar o celibato como dom de Deus (196) Estruturais = paróquias muito grandes – paróquias muito pobres – regiões de violência – má distribuição de presbíteros Párocos: Atitudes novas para renovar as paróquias; superar a burocracia; cuidado especial com a família.

24 Os fiéis leigos e leigas Sua missão se realiza no mundo Dever = tornar crível a fé que professam – autenticidade e coerência em sua conduta Pastores - estarão dispostos a abrir para eles espaços de participação e a confiar ministérios e responsabilidades em uma Igreja onde todos vivam de maneira responsável seu compromisso cristão Formação doutrinal, pastoral, espiritual Colocar-se em estado de missão CL = Reconhecemos o valor e a eficiência dos Conselhos paroquiais, Conselhos diocesanos e nacionais de fiéis leigos, porque incentivam a comunhão e a participação na Igreja e sua presença ativa no mundo

25 Os que deixam a Igreja para outros grupos religiosos Razão = muitas vezes, a pessoa sincera que sai de nossa Igreja não o faz pelo que os grupos não católicos crêem, mas, fundamentalmente por causa de como eles vivem; não por razões doutrinais, mas vivenciais; não por motivos estritamente dogmáticos, mas pastorais; não por problemas teológicos, mas metodológicos de nossa Igreja (225) Reforçar 4 eixos: Experiência religiosa – vivência comunitária – formação bíblico-doutrinal – compromisso missionário de toda a comunidade (para reencantá-los com a Igreja e voltarem)

26 Capítulo VI: O caminho de formação dos discípulos missionários Uma espiritualidade Trinitária do encontro com Jesus Trindade-amor – base do encontro com Cristo O encontro com Jesus Cristo Não se começa a ser cristão por uma decisão ética ou uma grande idéia, mas através do encontro com um acontecimento, com uma Pessoa, que dá um novo horizonte à vida e, com isso, uma orientação decisiva Lugares de encontro Na fé recebida e vivida na Igreja (246)

27 Na Sagrada Escritura – Desconhecer a Escritura é desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anunciá-lo – educar na leitura e meditação da Palavra (247) – necessidade de Pastoral Bíblica = animação bíblica da pastoral (248) – Lectio divina (249) Na Sagrada Liturgia – Eucaristia = lugar privilegiado de encontro (251) – viver segundo o Domingo - Sem uma participação ativa na celebração eucarística dominical e nas festas de preceito não existirá um discípulo missionário maduro – Pastoral do Domingo com prioridade nos programas pastorais (252) – Comunidades sem eucaristia também podem viver segundo o domingo com a celebração dominical da Palavra – rezar pelas vocações (253) No sacramento da reconciliação (254); na oração pessoal e comunitária (255); na comunidade viva na fé e no amor fraterno (256); nos pobres, aflitos e enfermos. (257)

28 O processo de formação dos discípulos missionários Aspectos do processo Encontro com Jesus Cristo – testemunho pessoal – anúncio do querigma Catequese permanente e vida sacramental Comunhão – não há vida cristã fora da comunidade Missão – inseparável do discipulado Critérios gerais Formação integral, querigmática, permanente Atenta a dimensões diversas: humana, comunitária, espiritual, intelectual, pastoral e missionária Uma formação que contempla o acompanhamento dos discípulos

29 Iniciação à vida cristã e catequese permanente Iniciação cristã Desafio – imaginar e organizar novas formas de nos aproximar dos afastados a fim de que valorizem os sacramentos, participem da comunidade Paróquia = lugar da iniciação cristã – tarefas irrenunciáveis iniciar na vida cristã os adultos e os não evangelizados; educar na fé as crianças; iniciar os não batizados que querem abraçar a fé Catequese permanente: tem havido progresso (295) Limites – formação teológica e pedagógica dos catequistas; materiais e subsídios muito variados e sem integração com a pastoral de conjunto – falta colaboração das famílias – párocos não se empenham muito (296)

30 Lugares de formação para os discípulos missionários A família; as paróquias (lugar de formação comunitária e celebrações); pequenas comunidades eclesiais Os movimentos eclesiais e novas comunidades Integrar na estrutura da diocese – unidade de fé e ação na diocese – atenção especial aos reconhecidos pela Santa Sé (313)

31 III Parte: A vida de Jesus Cristo para nossos povos Capítulo VII: A missão dos discípulos a serviço da vida plena Várias dimensões da vida em Cristo Vida nova de Jesus atinge o ser humano por inteiro Consumismo hedonista e individualista – obscurece sentido da vida e a degrada A serviço da vida plena para todos Condições de vida dos pobres e excluídos – contradizem projeto do Pai – desafiam os cristãos - Se pretendemos fechar os olhos diante destas realidades, não somos defensores da vida do Reino e nos situamos no caminho da morte (358) Uma missão para comunicar vida a doutrina, as normas, as orientações éticas e toda a atividade missionária das Igrejas, deve deixar transparecer esta atrativa oferta de uma vida mais digna, em Cristo, para cada homem e para cada mulher da América Latina e do Caribe.

32 Conversão pastoral e renovação missionária das comunidades Decisão missionária – impregnar todas as estruturas eclesiais e planos pastorais das diocese, paróquias, comunidades religiosas, movimentos – abandonar estruturas ultrapassadas (365)

33 Capítulo VIII: Reino de Deus e promoção da dignidade humana A dignidade humana Poder, riqueza, prazer = norma máxima e critério decisivo na organização social vigente – Mulher e homem estão acima disso Evangelho exige que se proclame a verdade sobre o ser humano (390) A opção preferencial pelos pobres Peculiaridade da Igreja da AL, a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para nos enriquecer com sua pobreza. Esta opção nasce de nossa fé em Jesus Cristo - não é exclusiva, nem excludente (392)

34 Uma renovada pastoral social para a promoção humana integral Evangelização = promoção humana e libertação – promoção humana = não se reduz a aspectos particulares – deve ser integral Compromisso = estimular o evangelho da vida e da solidariedade nos planos pastorais – preparar leigos para intervir em assuntos sociais (400) Fortalecer a Pastoral Social estruturada, orgânica e integral presente nas novas realidades de exclusão e marginalização Elaborar ações concretas com incidência nos Estados Encorajar empresários e agentes econômicos – facilitar a democracia e promover a sociedade justa e bem-estar Maior pobreza = não reconhecer Deus

35 Capítulo IX: Família, Pessoas e Vida O matrimônio e a família Família – fundada no sacramento do matrimônio – homem X mulher Família – eixo transversal de toda ação evangelizadora – Pastoral Familiar Ações da Pastoral Familiar Fomentar políticas e leis a favor da vida e da família Educação integral da família – amor e sexualidade Paternidade e maternidade responsáveis Formação permanente dos agentes Acompanhar os casais em situação irregular Facilita o acesso aos Tribunais Eclesiásticos

36 O cuidado com as crianças Tutelar a dignidade e os direitos das crianças Atenção aos adolescentes e jovens Renovar a opção preferencial pelos jovens Estimular Movimentos com pedagogia de evangelização dos jovens PJ – educação e amadurecimento na fé PJ – formar para ação social e política e mudança de estruturas Capacitar jovens para o mundo do trabalho O bem-estar dos idosos É lamentável que em alguns países não haja políticas sociais que se ocupem suficientemente dos idosos já aposentados, pensionistas, enfermos ou abandonados Criação de políticas públicas (449) Igreja – renovar estruturas pastorais (450)

37 Capítulo X: Nossos povos e a cultura Educação religiosa queremos nos empenhar na formação religiosa dos fiéis que assistem às escolas públicas de gestão estatal, procurando acompanha-los também através de outras instâncias formativas em nossas paróquias e dioceses Pastoral da Comunicação Social Evangelização não pode prescindir dos MCS (485) Compromisso: acompanhar os comunicadores. Como? Conhecer e valorizar esta nova cultura; formar comunicadores profissionais comprometidos com valores humanos; investir em MCS próprios; estar presente os meios de comunicação de massa

38 A Pastoral Urbana Grandes cidades = laboratório da cultura contemporânea complexa e plural Novas experiências = renovação de paróquias – setorizaçaõ – novos ministérios Nova Pastoral Urbana: Responda à crescente urbanização Atenda todas as camadas sociais e econômicas Desenvolva a espiritualidade de gratidão Aberta a novas experiências Transforme paróquias em comunidade de comunidades Aposte em comunidades ambientais Fomente Pastoral da Acolhida – ir ao encontro – MCS Presença da Igreja – novas paróquias e capelas, comunidades, centros de pastoral

39 Os agentes de pastoral desenvolvam Pastoral adequada à realidade – linguagem e estruturas Plano de pastoral orgânico e articulado Setorização da paróquias Processo de iniciação cristã Atenção especializada – profissionais Realização de grandes eventos destinados a multidões Estratégias para chegar a lugares fechados Presença profética Presença nos centros de decisão da cidade Formação dos leigos Descentralização dos serviços eclesiais Formação pastoral dos futuros presbíteros e agentes

40 Conclusão Desejo da Conferência: despertar o continente para o impulso missionário – novo Pentecostes – ir ao encontro das pessoas Não podemos ficar tranqüilos em espera passiva em nossos templos, mas é imperativo ir em todas as direções para proclamar que o mal e a morte não têm a última palavra, que o amor é mais forte, (548) Cuidar do tesouro da religiosidade popular (549) Presença da Igreja nas periferias e junto aos pobres (550) Missão Continental = CELAM Auxílio de Maria Um pedido: Fica conosco, Senhor (554)


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