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Novidades na Nutrição e na Alimentação de Frangos de Corte VI Encontro Mercolab de Avicultura Cascavel, Paraná 16 de setembro de 2008 Antônio Mário Penz.

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1 Novidades na Nutrição e na Alimentação de Frangos de Corte VI Encontro Mercolab de Avicultura Cascavel, Paraná 16 de setembro de 2008 Antônio Mário Penz Junior Universidade Federal do Rio Grande do Sul

2 Introdução

3 Início das linhagens de conformação Exigência de produtos mais elaborados Mercado local e importador com exigências específicas -Frangos com pesos distintos -Uso de dietas vegetais -Retirada de antibióticos melhoradores de desempenho Início das linhagens de conformação Exigência de produtos mais elaborados Mercado local e importador com exigências específicas -Frangos com pesos distintos -Uso de dietas vegetais -Retirada de antibióticos melhoradores de desempenho

4 Genética

5 2. Genética Nos últimos 45 anos, a seleção genética foi responsável por 85 a 90% dos avanços na capacidade produtiva dos frangos – Athens Canadian Randombred 2001 – Ross 308 Nos últimos 45 anos, a seleção genética foi responsável por 85 a 90% dos avanços na capacidade produtiva dos frangos – Athens Canadian Randombred 2001 – Ross 308 Havenstein et al., 2003

6 Diferenças da Nutrição em 1957 e 2001 Nutrientes EnergiaMais ProteínaMais AminoácidosMais GorduraMais CálcioMais FósforoMais Vit A e DMais Outras vitaminasMais MicromineraisMais Havenstein et al., 2003

7 Diferenças da Nutrición em 1957 e 2001 Ingredientes Farinha de PeixeMais AlfafaMais Farelo de TrigoMais Soro de LeiteMais Destilados de GrãosMais MilhoMais Farelo de SojaMais Óleo de FrangoMais Aminoácidos sintéticosMais AntococcidianosMais Havenstein et al., 2003

8 Diferenças da Nutrição em 1957 e 2001 Havenstein et al., – Dietas fareladas 2001 – Dietas peletizadas e moídas e peletizadas 1957 – Dietas fareladas 2001 – Dietas peletizadas e moídas e peletizadas

9 Genética x Nutrição Peso Corporal (g) Machos – 42 dias Genética x Nutrição Peso Corporal (g) Machos – 42 dias Adaptado de Havenstein et al. (2003) G/D P<0,0001 Nutrição Genética

10 Genética x Nutrição Conv Alim (g/g) Machos – 42 dias Genética x Nutrição Conv Alim (g/g) Machos – 42 dias Adaptado de Havenstein et al. (2003) G/D P<0,0001

11 Existe diferenças nutricionais entre as linhagens de conformação?

12 De acordo com os manuais da Cobb 500 e da Ross As exigências são similares - As curvas de ganho de peso são similares De acordo com os manuais da Cobb 500 e da Ross As exigências são similares - As curvas de ganho de peso são similares

13 Pophal, 2004 Cobb 500 e Ross 308 têm diferentes curvas de crescimento Até 28 dias de idade, Cobb 500 consumiu mais alimento. De 29 até 42 dias de idade, os consumos foram similares. De 43 até 49 dias de idade, Ross 308 consumiu mais alimento. Cobb 500 e Ross 308 têm diferentes curvas de crescimento Até 28 dias de idade, Cobb 500 consumiu mais alimento. De 29 até 42 dias de idade, os consumos foram similares. De 43 até 49 dias de idade, Ross 308 consumiu mais alimento.

14 Smith e Pesti, 1998 Ross Ross 208 Peterson - Arbor Acres Quando submetidas a um baixo nível de PC (16%), as linhagens não diferiram em peso. Em níveis mais altos de PC (20 e 24%), as aves da linhagem Ross tiveram maior peso. Ross Ross 208 Peterson - Arbor Acres Quando submetidas a um baixo nível de PC (16%), as linhagens não diferiram em peso. Em níveis mais altos de PC (20 e 24%), as aves da linhagem Ross tiveram maior peso.

15 Smith e Pesti, 1998 Diferentes linhagens devem ter diferentes programas alimentares para maximizar os resultados econômicos.

16 Assim …………. Os manuais são referências e nada mais do que isto! Não é possível trabalhar com informações produzidas em caráter geral, quando existem aspectos particulares a serem considerados. Os manuais são referências e nada mais do que isto! Não é possível trabalhar com informações produzidas em caráter geral, quando existem aspectos particulares a serem considerados.

17 Desafios das Genéticas Identificar diferenças entre elas. Desenvolver linhagens que não sejam auto sexáveis para atender aquelas empresas que produzem frangos mistos. Reduzir os problemas metabólicos impostos pelo rápido desenvolvimento dos frangos. Melhorar a resposta imune dos frangos. Identificar diferenças entre elas. Desenvolver linhagens que não sejam auto sexáveis para atender aquelas empresas que produzem frangos mistos. Reduzir os problemas metabólicos impostos pelo rápido desenvolvimento dos frangos. Melhorar a resposta imune dos frangos.

18 Desenvolvimento do trato digestório nos primeiros dias de idade.

19 Neste período, todos os cuidados com o ambiente, a saúde e a alimentação devem ser garantidos.

20 Peso relativo das diferentes estruturas de trato digestório Estruturas% do Peso CorporalPico de Ganho depois da eclosão EclosãoNo picodias Proventrículo – 1.73 a 5 Moela3.1 – – 6.13 a 4 Duodeno1.2 – – 6.65 a 7 Pâncreas0.1 – – 0.88 a 9 Fígado2.5 – – 4.86 a 8 Adaptado de Macari et al., 2002.

21 Alterações das vilosidades com a idade Características Dias NúmeroQuadrante Altura m Prof. Cripta m Adaptado de Viola, Penz e Ribeiro, 2003

22 Efeito da restrição de água e de alimento no trato digestório Alimento ÁguaComSem Jejuno (% PC) Com2.7 a y1.5 a z Sem1.7 b y1.7 a y Ileo (% PC) Com1.8 a y1.0 a z Sem1.1 b y1.0 a y Ileo (cm) Com17.8 a y13.8 a z Sem14.0 b y13.5 a y Adaptado de Maiorka et al., 2003

23 Efeitos do estresse por 24 horas no desenvolvimento dos frangos aos 5 dias de idade TratamentosPeso Corporal (g) Peso Saco Vitelínico (g) Peso intestino (g) Moderada alta temperatura Moderada baixa Temperatura Controle Sem alimento e água 12hs Sem alimento e água 24 hs Adaptado de Mikec et al., 2006

24

25 Halevy et al., 2000 Restrição alimentar de 0 a 2, 2 a 4 o 4 a 6 dias foram responsáveis por perdas irrecuperáveis aos 41 dias de idade. A oferta de alimento imediatamente após a eclosão é vital para o aumento da proliferação das células satélite, responsáveis pelo desenvolvimento muscular. Restrição alimentar de 0 a 2, 2 a 4 o 4 a 6 dias foram responsáveis por perdas irrecuperáveis aos 41 dias de idade. A oferta de alimento imediatamente após a eclosão é vital para o aumento da proliferação das células satélite, responsáveis pelo desenvolvimento muscular.

26 Franco et al., 2005 O aumento de tempo da restrição alimentar teve um efeito negativo e linear no consumo, no ganho de peso e no diâmetro das fibras musculares.

27 Frango que não come Diminui a glicose sanguínea pois tem pouco glicogênio Falta de glicose causa apatia Apatia reduz o consumo Redução de consumo diminui a ingestão de glicose Redução de glicose aumenta apatia Frango que não come Diminui a glicose sanguínea pois tem pouco glicogênio Falta de glicose causa apatia Apatia reduz o consumo Redução de consumo diminui a ingestão de glicose Redução de glicose aumenta apatia

28 Temperatura retal de 7 pintos alojados, individualmente, em um ambiente com 10 o C e 60% de umidade relativa do ar. Temperatura retal de 7 pintos alojados, individualmente, em um ambiente com 10 o C e 60% de umidade relativa do ar. Adaptado de Kalthoven e Dijk, 1984.

29 Pontos com diferentes temperaturas 37,8 0 C 32,2 0 C 26,6 0 C 21,1 0 C 15,5 0 C Cortesia de Dr. Mike Czarick – University of Georgia

30 O desenvolvimento do mecanismo de termo regulação dos pintos varia com a idade das mães. Normalmente leva em torno de 3 a 4 dias. Pintos de mães com menos de 35 semanas pode levar até 2 dias a mais. O desenvolvimento do mecanismo de termo regulação dos pintos varia com a idade das mães. Normalmente leva em torno de 3 a 4 dias. Pintos de mães com menos de 35 semanas pode levar até 2 dias a mais. Kalthoven e Dijk, 1984.

31 Qualidade dos ingredientes

32 Ingredientes não são mais commodities

33 Com a redução do consumo e o aumento do ganho de peso diário é necessária a concentração das dietas. Valores de análises históricos serão pouco efetivos e análises imediatas serão fundamentais. Com a redução do consumo e o aumento do ganho de peso diário é necessária a concentração das dietas. Valores de análises históricos serão pouco efetivos e análises imediatas serão fundamentais.

34 O emprego do NIR reduz o desvio padrão das análises e aumenta a precisão na formulação. O emprego do NIR reduz o desvio padrão das análises e aumenta a precisão na formulação.

35 Qualidade da dieta afeta a população microbiana no ceco Abundancia relativa de microorganismos no ceco dos frangos. EnterococcusLactobacillusEscherichia Aumento de viscosidade 17% 36% 39% 43% 49% 35% 16% 6% 8%7% 27% 25% 100%trigo 0% centeio 66% trigo 33% centeio 33%trigo 66% centeio 0% trigo 100% centeio

36 Schutte, 1997 PNA aumentam a viscosidade próximo dos enterócitos, alterando o substrato e a difusão das enzimas. Também, favorecem a multiplicação microbiana no intestino delgado, devido a redução da velocidade de passagem do alimento pelo trato digestório.

37 De que milho estamos falando? Pode ser caracterizado pelo seu grau de digestibilidade (Englyst e Hudson, 1996; Englyst e Kingmann, 1990) –Amido imediatamente digerido –Amido lentamente digerido –Amido resistente - RS (Brown, 1996) RS1: Não disponível fisicamente RS2: Não disponível devido a sua estrutura química RS3: Amido retrogrado Pode ser caracterizado pelo seu grau de digestibilidade (Englyst e Hudson, 1996; Englyst e Kingmann, 1990) –Amido imediatamente digerido –Amido lentamente digerido –Amido resistente - RS (Brown, 1996) RS1: Não disponível fisicamente RS2: Não disponível devido a sua estrutura química RS3: Amido retrogrado

38 Efeito cumulativo e imediato da umidade do milho na EMAn da dieta de frangos com 21 dias de idade UmidadeEMAn (kcal/kg) %CumulativoImediato a3525 a ab3484 a b3375 a Adaptado de Krabbe et al., 1995 EMA como matéria seca P<0.05

39 Como selecionar o milho? Pré limpeza e mesa densimétrica Como selecionar o milho? Pré limpeza e mesa densimétrica

40

41 Ajuste da EMAn do milho - Frangos Frag (%) Imp (%) Ardido (%) Inseto (%) Quirera (%) Quebrado (%) PB (%) EE (%) FB (%) Cza (%) MS (%) ME (kcal/kg) PadrãoAjustado Nutron Alimentos Ltda, 1999

42 Uso da mesa densimétrica na EMAn do milho DensidadeEMAn (kg/m 3 ) Exp 1Exp 2 15 a 19 dias33 a 37 dias Adaptado de Silva et al., 2008

43 Análises Nutricionais Densidade (kg/m 3 ) PB% EE% FB% Lisina% Metionina% AAS% Treonina% Adaptado de Silva et al., 2008

44 Classificação Densidade (kg/m 3 ) Fração % Quebrado Fungado Carunchado Chochos Impurezas e Fragmentos Material Estranho Adaptado de Silva et al., 2008

45 Análise de Micotoxinas Análises feitas em milho quebrado das diferentes amostras Densidade Aflatoxinas (ppb) Tricotecenos (ppb) Adaptado de Silva et al., 2008

46 Amido O amido não é homogêneo. Sua composição pode variar consideravelmente. A digestibilidade do amido pode ser tão baixa quanto 75%. Esta diferença está por conta do tipo de amido (resistências). O amido não é homogêneo. Sua composição pode variar consideravelmente. A digestibilidade do amido pode ser tão baixa quanto 75%. Esta diferença está por conta do tipo de amido (resistências).

47 Amido Resistente (RS1) Resistente por razões de acessibilidade. É fisicamente inacessível (preso a fibra). Depois da moagem e da peletização, uma parte do endosperma segue intacta. Muitas das células passam pelo trato digestório sem ser expostas aos sucos digestivos. Pode ser fermentado no intestino grosso ou ceco. Necessita de Xilanasa Resistente por razões de acessibilidade. É fisicamente inacessível (preso a fibra). Depois da moagem e da peletização, uma parte do endosperma segue intacta. Muitas das células passam pelo trato digestório sem ser expostas aos sucos digestivos. Pode ser fermentado no intestino grosso ou ceco. Necessita de Xilanasa

48 Amido Resistente (RS2) Estrutura da cadeia Amilopectina Mais prontamente digerido Amilopectina Mais prontamente digerido Amilose Lentamente digerido Amilose Lentamente digerido Mais rapidamente digerido A maioria dos cereais Mais rapidamente digerido A maioria dos cereais Lentamente digerido Milho com alta amilose Lentamente digerido Milho com alta amilose Necessita Amilase

49 Amido Resistente (RS3) Amido do milho Amido gelatinizado Reassociação em complexos cristalinos com proteína e estrutura da parede celular. Complexo indigestível Amido Retrogrado Processamento Peletização.. Processamento Peletização.. Armazenado em baixa temperatura depois da peletização (Horas ou dias) Armazenado em baixa temperatura depois da peletização (Horas ou dias) Insensível a amilase pancreática Moagem dos grãos Armazenamento dos grãos recentemente colhidos Amilase Protease Xilanase Amilase Protease Xilanase

50 Bonaspetti e Penz, 1990 Existe uma correlação entre urease e valores de anti tripsina.

51 Correlação entre urease e anti tripsina Nutron Alimentos Ltda, 2006

52 Correlação entre urease e anti tripsina

53

54 Nutron Alimentos Ltda, 2006 Desnaturação de urease e de anti tripsina com tempos diferentes Desnaturação de urease e de anti tripsina com tempos diferentes

55 Efeito da qualidade do farelo de soja no desempenho de frangos de 1 a 21 dias de idade TratCons (g) GPeso (g) CA (g/g) Soja b1.48 b Soja b1.46 ab Soja a1.43 a P< RegNo Adaptado de Gerber, Penz e Ribeiro, 2004

56 Efeito da qualidade do farelo de soja na digestibilidade da energia e da matéria seca da dieta (3 a 7 dias) TratEnergiaMatéria Seca Soja b70.6 b Soja ab72.1 a Soja a73.0 a P< RegNo Adaptado de Gerber, Penz e Ribeiro, 2004

57 Efeito da origem do farelo de soja no desempenho de frangos MalasiaEUAArgentina GPeso de 1 a 21 dias (g) 836 a811 ab779 b CAlim (g/g) EMAn (MJ/kg) a9.90 b9.82 b Adaptado de Neoh e NG, 2006 P<.05

58 Aumento da EMAn do farelo de soja tem correlação com: Ganho de peso R 2.75 Conversão Alimentar R 2.77 Protein Efficiency Ratio (PER) R 2.88 Neoh e NG, 2006

59 Nível de peróxido x ganho de peso (g) Adaptado de Cabel et al., 1988 P<0,05

60 Nível de peróxido x conversão alimentar (g/g) Adaptado de Cabel et al., 1988 P<0,05

61 Elaboração do alimento

62 Define a presença de finos Define a dureza do pelet – 3 kg/m 2

63 McKinney and Teeter, 2004 Pellet Durability Energy Gain kcal AMEn/kg diet Para cada aumento de 10% de PDI, a EMA da dieta aumenta em 18.7 kcal/kg. Para cada aumento de 10% de PDI, a EMA da dieta aumenta em 18.7 kcal/kg.

64 O ganho de peso proporcionado pela peletização não é devido a um aumento de consumo de alimento e sim pelo menor tempo dedicado ao consumo e com isto ao animais têm mais tempo para descansar. McKinney e Teeter, 2004

65 O ganho de peso promovido pela peletização é devido a um aumento de consumo do alimento. Quando a alimentação foi restrita o ganho foi o mesmo que o obtido com as dietas fareladas. Trabalhos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Lecksznieski et al., 2001 Meinerz et al., 2001 Dahlke et al., 2003 Maiorka et al., 2005

66 Consumo de alimento e resposta dos frangos (21 a 42 dias de idade) Adaptado de Meinerz, Ribeiro e Penz, 1999.

67 Consumo de alimento e resposta dos frangos (21 a 42 dias de idade) Adaptado de Meinerz, Ribeiro e Penz, 1999.

68 Respostas de desempenho com base na energia, nos aminoácidos e em suas relações

69 Proteína Ideal Importante, porém: Varia com a fonte de informação Uns são indevidos (NRC, 1994) A expressão é com base na digestibilidade aparente ou verdadeira? Cuidado com o custo da formulação! Importante, porém: Varia com a fonte de informação Uns são indevidos (NRC, 1994) A expressão é com base na digestibilidade aparente ou verdadeira? Cuidado com o custo da formulação!

70 Proteína Bruta x Desempenho (14 a 35 dias de idade) LinhaCons. Alim. (g) Gan. Peso (g) CA (g/g) 26.0% % Prob<.001 Vieira et al., 2004

71 Relação DFV AAS:Lys x Desempenho (14 a 35 dias de idade) DFV AAS:LysGan Peso (g)CAlim (g/g).50:11180 b1.84 a.62:11336 a1.70 b.69:11381 a1.65 bc.77:11372 a1.63 c Prob<.001 Vieira et al., 2004

72 Proteína e PI x desempenho (Cobb 500 machos – 1 a 7 dias) Proteína e PI x desempenho (Cobb 500 machos – 1 a 7 dias) Nutron Alimentos Ltda, 2005

73 Proteína e PI x desempenho (Cobb 500 machos – 1 a 7 dias) Proteína e PI x desempenho (Cobb 500 machos – 1 a 7 dias) Nutron Alimentos Ltda, 2005

74 Proteína e PI x desempenho (Cobb 500 machos – 21 a 38 dias) Proteína e PI x desempenho (Cobb 500 machos – 21 a 38 dias) Nutron Alimentos Ltda, 2005

75 Proteína e PI x desempenho (Cobb 500 machos – 21 a 38 dias) Proteína e PI x desempenho (Cobb 500 machos – 21 a 38 dias) Nutron Alimentos Ltda, 2005

76 Lemme et al., 2005 Ross macho A redução de EMA (100, 95 y 90% de manual Ross) aumentou o consumo de alimento, independente do nível de aminoácidos (100, 90, 80 y 70% do manual Ross) da dieta. Ross macho A redução de EMA (100, 95 y 90% de manual Ross) aumentou o consumo de alimento, independente do nível de aminoácidos (100, 90, 80 y 70% do manual Ross) da dieta.

77 Lemme et al., 2005 Ross macho Independente do nível de EMA (100, 95 e 90% do manual Ross) o aumento do nível de aminoácidos (100, 90, 80 e 70% do manual Ross) da dieta proporcionou uma melhora no consumo de alimento e da EMA, com melhora no ganho de peso, na conversão alimentar e no percentual de peito. Ross macho Independente do nível de EMA (100, 95 e 90% do manual Ross) o aumento do nível de aminoácidos (100, 90, 80 e 70% do manual Ross) da dieta proporcionou uma melhora no consumo de alimento e da EMA, com melhora no ganho de peso, na conversão alimentar e no percentual de peito.

78 Efeito da Gli + Ser na conversão alimentar de frangos 8 a 21 dias Dieta com 19% PC e níveis crescentes de Gli + Ser (%) Controle 22% PC Adaptado de Rostagno et al., 2001 Linear (P<0,05) NRC, 1994 recomendou 1.25%

79 Dean et al., 2006 Para frangos com idade entre 1 e 17 dias a recomendação de glicina + serina deve ser de 2.32%. Para frangos com idade entre 1 e 17 dias a recomendação de glicina + serina deve ser de 2.32%.

80 Ganho de Peso Compensatório

81 É a restrição de alimento por un periodo curto, pós nascimento, com alimentação à vontade depois deste periodo. É a restrição de alimento por un periodo curto, pós nascimento, com alimentação à vontade depois deste periodo.

82 Ganho de Peso Compensatório Depende: Genótipo Natureza do alimento Idade Fase de produção Intervalo para retornar a alimentação à vontade Depende: Genótipo Natureza do alimento Idade Fase de produção Intervalo para retornar a alimentação à vontade

83 Restrição do consumo de água (20%) x consumo de alimento de frangos Ross 308 fêmea – 1 a 21 dias de idade Cons. Agua Período (dias) – % % Prob Adaptado de Cura, Penz e Ribeiro, 2006 A restrição foi de 1 a 7 dias

84 Restrição do consumo de água (20%) x peso corporal de frangos Ross 308 fêmea – 1 a 21 dias de idade Cons. Agua Período (dias) – % % Prob.001 NS Adaptado de Cura, Penz e Ribeiro, 2006 A restrição foi de 1 a 7 dias

85 Restrição de consumo de água (20%) x conversão alimentar de frangos Ross 308 fêmea – 1 a 21 dias de idade Cons. Agua Período (dias) – % % Prob.001NS Adaptado de Cura, Penz e Ribeiro, 2006 A restrição foi de 1 a 7 dias

86 Novas Tecnologias

87 Nutrição in ovo Formulação com modelos não lineares Nutrição in ovo Formulação com modelos não lineares

88 Modelos Matemáticos Adaptado de Renz e Penz, 2003

89 Guevara et al., 2004 Um programa de formulação não linear pode ser mais útil do que um programa de formulação linear para maximizar o desempenho em relação a densidade energética da dieta porque em um programa não linear o valor energético não necessita ser determinado.

90 Novas Tecnologias Nutrição in ovo Formulação com modelos não lineares Dietas sem o uso de antibióticos melhoradores de desempenho Nutrição in ovo Formulação com modelos não lineares Dietas sem o uso de antibióticos melhoradores de desempenho

91 Conclusões Devemos aceitar que as linhas são distintas. Devemos nos preocupar com a integridade intestinal. Ingredientes não são mais commodities. As dietas devem ser processadas da maneira que aumenta a digestibilidade dos nutrientes. Devemos aceitar que as linhas são distintas. Devemos nos preocupar com a integridade intestinal. Ingredientes não são mais commodities. As dietas devem ser processadas da maneira que aumenta a digestibilidade dos nutrientes.

92 Obrigado pela atenção!


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