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SEGURANÇA DO TRABALHO Alunos: Gisélia Fernanda Perdigão de Almeida Marília Penido Nívia Nascimento C. Oliveira Saulo Silvestre Castro.

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1 SEGURANÇA DO TRABALHO Alunos: Gisélia Fernanda Perdigão de Almeida Marília Penido Nívia Nascimento C. Oliveira Saulo Silvestre Castro

2 INTRODUÇÃO Segurança do trabalho pode ser entendida como os conjuntos de medidas que são adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho do trabalhador. É definida por normas e leis.

3 ACIDENTE DO TRABALHO Ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados previdenciários, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.

4 Consideram-se acidente do trabalho: Doença profissional: produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade constante. Doença do trabalho: adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado.

5 Não são consideradas como doença do trabalho: Doença degenerativa; A inerente a grupo etário; A que não produza incapacidade laborativa; A doença endêmica adquirida por segurado habitante de região em que ela se desenvolva.

6 Equiparam-se ao acidente do trabalho: O acidente ligado ao trabalho e que tenha contribuído para a morte do segurado; O acidente sofrido pelo segurado no local e no horário do trabalho; Doença proveniente de contaminação acidental do empregado no exercício de sua atividade; Acidente sofrido pelo segurado, ainda que fora do local e horário de trabalho; Acidentes nos períodos destinados à refeição ou descanso.

7 RISCOS DE ACIDENTES Agentes que causam acidentes: Posicionamento; Choque elétrico; Produtos químicos; Fogo.

8 RISCOS DE ACIDENTES Área de Trabalho Materiais Máquinas ou equipamentos Ferramentas Equipamento de Proteção Individual - EPI Ergonomia

9 Outros riscos de acidentes: Brincadeira em local de trabalho. Falta de treinamento do operador. Layout inadequado. Fazer reparos em máquinas ou equipamentos em movimento. Falta de planejamento de uma atividade. Transferência de funcionários de um setor para o outro.

10 Equipamento de Proteção Individual EPI Dispositivo de uso individual destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. O EPI necessita de Certificado de Aprovação (CA) expedido pelo Ministério do Trabalho (MT).

11 O seu uso deve seguir a NR-6: Fornecido gratuitamente; Adequado ao risco; Perfeito estado de conservação; Perfeito funcionamento; Confortável e anatômico; Fornecer liberdade de movimentos; Eficiência global.

12 Os EPIs devem ser: Proteção para cabeça, os olhos e face:

13 Proteção de membros superiores mãos e braços: Manga, Luvas e Avental

14 Cremes protetores Proteção auditiva Proteção respiratória

15 Proteção de membros inferiores Proteção para o tronco Roupas de proteção

16 Proteção contra quedas com diferença de nível

17 NR 18 NR 18:Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Industria de construção A NR 18 estabelece: -Diretrizes de ordem administrativa; -Diretrizes de planejamento; -Diretrizes de organização. Objetivo da NR 18: A NR 18 objetiva a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria da Construção.

18 Prescrições da NR 18 Comunicação a prévia a delegacia regional do trabalho fornecendo dados da obra Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção - PCMAT. Planejamento da área de vivência Planejamento antes de iniciar demolições Planejamento para escavações,fundações e desmontes

19 Prescrições da NR 18 Operação de maquinas de carpintaria profissionais treinados e equipados com equipamentos de proteção. Corte e dobra de aço em bancadas próprias Planejamento de formas para estruturas de concreto armado. As formas devem ser capazes de resistir cargas de serviço Fixação prévia das estruturas metálicas antes de serem feias as soldagens.

20 Prescrições da NR 18 Escolha adequada de materiais para a confecção de rampas e escadas de acesso Medidas para proteção quanto a quedas Projeto de montagem de andaimes fixos ou móveis Fornecimento de EPIs a todos os funcionados da obra Proteção contra incêndio e sinalização de segurança Programa de treinamento aos funcionários

21 Elaboração do PCMAT A elaboração do plano de controle de meio ambiente de trabalho é sem duvida o primeiro passo para a minimização dos acidentes. Organização do canteiro; Riscos de acidentes: Cronograma/etapas/mão de obra; Segurança do Trabalho/Produto;

22 Elaboração do PCMAT Ergonomia; Treinamento; Situações de emergência; Integração interna/externa; Definição de Responsabilidades

23 Elementos para minimizar acidentes Avaliação e ação para melhoria

24 Dificuldades para redução de acidentes Diversidade das tarefas Pouca uniformidade das construções Pouco tempo dedicado ao planejamento Várias empresas atuando em uma mesma obra

25 SEGURANÇA DO TRABALHO X CONSTRUÇÃO CIVIL

26 Visão Geral De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que, desde 2003, ocorrem anualmente: 270 milhões de acidentes de trabalho em todo o mundo. Aproximadamente 2,2 milhões deles resultam em mortes. No Brasil, segundo o relatório, são 1,3 milhão de casos, que têm como principais causas o descumprimento de normas básicas de proteção aos trabalhadores e más condições nos ambientes e processos de trabalho.

27 Ranking mundial Segundo o estudo da OIT, o Brasil ocupa o 4º lugar em relação ao número de mortes: Brasil óbitos. China Estados Unidos –5.764 Rússia

28 Mudanças... O setor da construção civil aparecia, no passado, como o "grande vilão" na prevenção de acidentes de trabalho. Na atualidade, entretanto, a área de serviços assumiu a posição.

29 ACIDENTES DE TRABALHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Dados dos Ministérios do Trabalho e Emprego e Previdência Social de 2005 apontaram seis óbitos entre trabalhadores na Indústria da Construção.

30 Nível de Gravidade dos Acidentes

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32 TIPOS DE LESÕES DOS ACIDENTADOS CONTUSÃO – 26,9% FERIMENTOS CORTO-CONTUSO – 25,0% FRATURAS – 18,5% ENTORSE – 6,5% LOMBALGIA – 4,2% PUNCTURA – 3,9% PERDA AUDITIVA – 2,5% AMPUTAÇÃO – 2,2% LESÕES MULTIPLAS – 1,8% QUEIMADURAS – 1,6% OUTROS – 3,1%

33 Maiores Incidências no BRASIL Profissão: Servente e Carpinteiro Agentes da lesão: Pregos, peças estruturais, peças metálicas, Vergalhões e peças soltas de madeiras... Partes atingidas: Dedos das mãos, pés, pernas,ombros e braços.

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35 NOTICIA RECENTE Operário em BH morre em acidente com guindaste em Minas Gerais (30 de setembro2008) Um homem morreu na noite de segunda-feira depois de cair de uma altura de mais de 20 andares em uma obra, em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o operário, de 27 anos, estava em um guindaste quando teria se desequilibrado. Ele caiu sobre peças de metal e pilares de concreto. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção, o operário foi vítima da falta de segurança no local. Os responsáveis pela obra foram ouvidos pela Polícia Civil, que vai abrir inquérito para apurar as causas do acidente. Segundo a empresa, a obra tem equipamentos de segurança.

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