A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

1 NUMERAÇÃO DO PAPEL MOEDA NO BRASIL - FLÁVIA HAAS DOS SANTOS nº. 13 - JÉSSICA PRESTES nº. 17 - LUCIANO RICARDO DO AMARAL nº. 21 - MANOEL ORTEGA NETO nº.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "1 NUMERAÇÃO DO PAPEL MOEDA NO BRASIL - FLÁVIA HAAS DOS SANTOS nº. 13 - JÉSSICA PRESTES nº. 17 - LUCIANO RICARDO DO AMARAL nº. 21 - MANOEL ORTEGA NETO nº."— Transcrição da apresentação:

1 1 NUMERAÇÃO DO PAPEL MOEDA NO BRASIL - FLÁVIA HAAS DOS SANTOS nº JÉSSICA PRESTES nº LUCIANO RICARDO DO AMARAL nº MANOEL ORTEGA NETO nº NELSON DE OLIVEIRA nº RAFAELA DE ASSIS ANDRADE nº. 31

2 2 INTRODUÇÃO Havia a necessidade de criar algo que pudesse ser mensurável, ou seja, uma unidade de valor que facilitasse também a compra e venda de mercadorias e não mais o escambo.

3 3 ORIGEM E EVOLUÇÃO DA MOEDA A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução. As mercadorias utilizadas para escambo geralmente eram apresentadas em estado natural, variando conforme as condições de meio ambiente e as atividades desenvolvidas por determinada comunidade

4 4 MOEDA-MERCADORIA Algumas mercadorias passaram a ser mais procuradas do que outras, por sua enorme utilização e também por ser aceita por todos. Essas mercadorias assumiram a função de moeda. Devido à oscilação de seu valor e com o passar dos tempos, as mercadorias se tornaram inconvenientes às transações comerciais por não serem fracionáveis e por serem facilmente perecíveis. Dessa forma também não permitia o acúmulo de riquezas.

5 5 METAL Com a descoberta do metal o homem logo passou a utilizá-lo para fabricar seus utensílios e armas, anteriormente feitos de pedra. Ganhou mais tarde forma definida e peso determinado, recebendo marca indicativa de valor, que também apontava o responsável pela sua emissão. Agilizando assim as transações, pois, dispensava a pesagem e permitia a imediata identificação da quantidade de metal oferecida para troca.

6 6 MOEDA EM FORMATO DE OBJETOS Os utensílios de metal passaram a ser mercadorias muito apreciadas. Como sua produção exigia, além do domínio das técnicas de fundição, o conhecimento dos locais onde o metal poderia ser encontrado, essa tarefa, naturalmente, não estava ao alcance de todos. A valorização, cada vez maior, destes instrumentos levou à sua utilização como moeda e ao aparecimento de réplicas de objetos metálicos, em pequenas dimensões, que circulavam como dinheiro. É o caso das moedas faca e chave que eram encontradas no Oriente e o talento, moeda de cobre ou bronze, com o formato de pele de animal, que circulou na Grécia e em Chipre. Moeda faca e chave Moeda talento

7 7 MOEDAS ANTIGAS As primeiras moedas são pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a impressão do cunho oficial. Refletindo a mentalidade de um povo e de sua época, nas moedas, observa-se aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e culturais. Provavelmente, a primeira figura histórica a ter sua efígie registrada numa moeda foi Alexandre, o Grande, por volta do ano 330 a.C. A princípio, as peças eram fabricadas por processos manuais muito rudimentares e tinham seus bordos irregulares, não sendo, como hoje, peças absolutamente iguais umas às outras. Alexandre, cunhado em 325,323 Cunhagem manual

8 8 OURO, PRATA E COBRE Os primeiros metais utilizados na cunhagem de moedas foram o ouro e a prata. O emprego destes metais se impôs, não só pela sua raridade, beleza, imunidade à corrosão e valor econômico, mas também por antigos costumes religiosos. A cunhagem de moedas em ouro e prata eram garantidas pelo valor comercial do metal utilizado na sua confecção. Durante muitos séculos os países cunharam em ouro suas moedas de maior valor, reservando a prata e o cobre para os valores menores. Com o advento do papel-moeda a cunhagem de moedas metálicas ficou restrita a valores inferiores, necessários para troco.

9 9 MOEDA DE PAPEL Na Idade Média, surgiu o costume de se guardarem os valores com um ourives, pessoa que negociava objetos de ouro e prata, que entregava um recibo como forma de garantia do valor. Com o tempo, esses recibos começaram a ser utilizados para realizar pagamentos, circulando de mão em mão e dando origem à moeda de papel. No Brasil, os primeiros bilhetes bancários, precursores das cédulas atuais, foram lançados pelo Banco do Brasil, em 1810.

10 10 DIVERSOS FORMATOS As moedas já se apresentaram em tamanhos ínfimos, como o stater, que circulou em Aradus, Fenícia, atingindo também grandes dimensões como as do dáler, peça de cobre na Suécia, no século XVII. As cédulas, geralmente, se apresentam no formato retangular e no sentido horizontal, observando-se, no entanto, grande variedade de tamanhos. Existem, ainda, cédulas quadradas e até as que têm suas inscrições no sentido vertical.

11 11 SISTEMA MONETÁRIO O conjunto de cédulas e moedas utilizadas por um país forma o seu sistema monetário. Este sistema, regulado através de legislação própria, é organizado a partir de um valor que lhe serve de base e que é sua unidade monetária. Quase todos os países utilizam o sistema monetário de base centesimal, no qual a moeda divisionária representa um centésimo do valor da unidade, ou seja, são os chamados centavos. Normalmente os valores mais altos são expressos em cédulas e os valores menores em moedas. A moeda e o papel moeda - dinheiro, como também é conhecido - não valem por si só, mas pelas mercadorias e serviços que podem comprar. A moeda não foi, pois, genialmente inventada, mas surgiu de uma necessidade e sua evolução reflete, a cada momento, a vontade do homem de adequar seu instrumento monetário à realidade de sua economia

12 12 O DINHEIRO NO BRASIL AS PRIMEIRAS MOEDAS Moedas trazidas pelos colonizadores, invasores e piratas; Reales espanhóis – ano de 1580; Moedas cunhadas em ouro, prata e bronze.

13 13 MARCAS PARA EVITAR O CERCEIO Adulteração das moedas de ouro e prata; D. Pedro II ( ) – adoção de medidas de segurança; Colocação de cordão, de marcas e cunhagem de novas orlas nas moedas de cunhos antigos para maior segurança.

14 14 AS PRIMEIRAS CASAS DA MOEDA 1694 – D. Pedro II cria a Casa da Moeda na Bahia, Transferência da Casa da Moeda para o Rio de Janeiro; 1720 – Criação de outra Casa de Moeda no estado de Minas Gerais (Vila Rica).

15 15 BILHETES DE EXTRAÇÃO Surgiu em 1772, com a Real Extração de Diamantes; Primeiro moeda papel do Brasil; Grande aceitação na região (Atual Diamantina);

16 16 BANCO DO BRASIL Criado em 12 de outubro de 1.808; Função inicial – levantar recursos para a manutenção da Corte; Emitiam bilhetes de 30 mil réis, pagáveis ao portador; Foi o primeiro banco público da América do Sul e o quarto do mundo;

17 17 BANCO CENTRAL DO BRASIL Necessidade de guardar o dinheiro em bancos – falta de confiança na emissão da moeda (valores); Humberto de Alencar Castelo Branco Surgimento: 31 de dezembro de para padronizar a emissão do dinheiro; Principal função (atualidade): além da emissão padrão, cuidar de sua circulação; Muito dinheiro em circulação: aumento da inflação; Pouco dinheiro em circulação: aumento do desemprego e da pobreza;

18 18 CRIAÇÃO do REAL Fundo de Estabilização Fiscal (nov/dez 1993). Criação da URV - Unidade Real de Valor (fev 1994). Gestão de Fernando H. Cardoso (jul 1997). Inflação cai de 2.500% a.a. para menos de 1% a.a. Criação de nova moeda

19 19 NUMERAÇÃO DO REAL 12 caracteres – número de série Exemplo: L R SÉRIE = L9876 – cédulas (L9999 M0001 à M9999). ORDEM = – à ESTAMPA = letra R. (A, B, C e D existentes).

20 20 CONCLUSÃO Várias mudanças no sistema monetário Importância da numeração Segurança


Carregar ppt "1 NUMERAÇÃO DO PAPEL MOEDA NO BRASIL - FLÁVIA HAAS DOS SANTOS nº. 13 - JÉSSICA PRESTES nº. 17 - LUCIANO RICARDO DO AMARAL nº. 21 - MANOEL ORTEGA NETO nº."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google