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“CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS”

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Apresentação em tema: "“CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS”"— Transcrição da apresentação:

1 “CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS”
Universidade Castelo Branco Disciplina: Enfermagem em Centro Cirúrgico e Central de Esterilização Prof. Claudia Angélica

2 CLASSIFICAÇÃO CIRÚRGICA SEGUNDO O TEMPO
Cirurgia eletiva: Tratamento cirúrgico é proposto e programado, podendo aguardar a realização. EX: mamoplastia,catarata. Cirurgia de urgência : Tratamento cirúrgico que requer pronta atenção e deve ser realizada no prazo de 24 horas no máximo.EX: apendicectomia, abdomen agudo. Cirurgia de emergência: Tratamento cirúrgico que requer atenção imediata com a finalidade de salvar a vida do paciente. Ex: ferimento por arma de fogo, hemorragias, lesão de grandes vasos.

3 CLASSIFICAÇÃO DA CIRURGIA QUANTO À FINALIDADE
Diagnóstica ou exploratória:Realizada para se visualizar as partes internas ou orgãos e/ou realizar biópsias. Curativa: Quando se corrige alterações orgânicas. Ablativa: É a ressecção ou ablação de parte de um orgão. Paliativa: Tem a finalidadde de aliviar ou diminuir a intensidade da doença; ou compensar os distúrbios para compensar a dor por exemplo. Reconstrutiva ou reparadora: Tem a finalidade de reconstituir um tecido ou uma estrutura lesada. Reconstrutora ou coméstica:Quando se processa uma reconstituição ou plástica. Transplante:Tem a finalidade de substituir orgãos ou estruturas não funcionantes.

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5 O TRATAMENTO CIRÚRGICO :IMPACTO FÍSICO, EMOCIONAL E SOCIAL
“significado” que o paciente e família atribuem á cirurgia. Em algumas vezes mudanças no estilo de vida. Alteração da imagem corporal. Medo da anestesia, da dor, da morte do desconhecido. Invasão ao próprio corpo.

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8 CLASSIFICAÇÃO DO RISCO CIRÚRGICO DO AMERICAN SOCIETY OF ANESTHESIOLOGISTS: ASA

9 CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO O RISCO CARDIOLÓGICO
Cirurgia de grande porte: grande probabilidade de perda de fluidos e sangue. Ex: aneurisma. Cirurgia de médio porte: média probabilidade de perda de fluidos e sangue. Ex: cirurgia ortopédica. Cirurgia de pequeno porte: pequena probabilidade de perdas de fluidos e sangue. Ex: timpanoplastia.

10 CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO O POTENCIAL DE CONTAMINAÇÃO DA CIRURGIA
Cirurgia limpa: são aquelas realizadas em tecidos estéreis ou descontaminados, na ausência de processo infeccioso e inflamatório local ou de falha técnicas. Cirurgias em que não ocorrem penetrações do trato digestivo,respiratório ou urinário. Ex:mamoplastia, cirurgia de ovário. Cirurgia potencialmente contaminada: são aquelas realizadas em tecidos colonizados por flora bacteriana pouco numerosa ou em tecido de difícil descontaminação, na ausência de processo infeccioso e inflamatório e com falhas discretas no trans operatório. Cirurgias limpas com drenagem se enquadram nesta categoria. Ocorre penetração nos tratos digestivo,respiratório ou urinário. Ex: gastrectomia. .

11 CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO O POTENCIAL DE CONTAMINAÇÃO DA CIRURGIA
Cirurgias contaminadas: são aquelas realizadas em tecidos traumatizados, recentemente abertos, colonizados por flora bacteriana abundante cuja descontaminação seja difícil ou impossível, bem como todas aquelas em que tenham ocorrido falhas técnicas grosseiras, na ausência se supuração local. Ex:apendicite, obstrução biliar ou urinária. Cirurgias infectadas: são todas as intervenções cirúrgicas realizadas em qualquer tecido ou orgão, em presença de processo infeccioso (supuração local), tecido necrótico, corpos estranhos e feridas de origem suja. Ex: apêndice supurado, cirurgia de reto e anûs com secreção purulenta.

12 CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO O TEMPO DE DURAÇÃO DO ATO CIRÚRGICO
Cirurgia porte I : com duração máxima de 2 horas. Cirurgia porte II : com duração de 2 à 4 horas. Cirurgia porte III : com duração de 4 à 6 horas. Cirurgia porte IV : com duração acima de 6 horas.

13 TEMPOS CIRÚRGICOS 1º TEMPO: diérese: significa dividir, separar, cortar os tecidos através do bisturi elétrico, tesoura ou laser. 2º TEMPO: hemostasia: através da compressão direta com os dedos, uso de pinças ou do bisturi elétrico. 3ºTEMPO: exerese 4º TEMPO: síntese: aproximação das bordas da ferida operatória através de sutura, adesivos ou ataduras.

14 TERMINOLOGIA CIRÚRGICA
A nomenclatura é a definição de um procedimento cirúrgico e são invariavelmente determinadas pela associação de um radical a um sufixo. Normalmente, o radical diz respeito ao tecido ou estrutura cirurgiada, enquanto o sufixo se refere ao tipo de cirurgia realizada, ou seja, o que foi feito com esse tecido ou orgão no decorrer da cirurgia.

15 EXEMPLOS DE PREFIXOS Adeno: glândula Cisto: bexiga Cole: vesícula
Oftalmo: olhos Procto: reto Salpinge:trompas de falópio Espleno: baço Flebo:veias Angio: vasos sanguíneos Orqui: testículos Artro: articulação Histero: útero

16 SUFIXOS Tomia:incisão, corte. Ex: laparotomia
Stomia:comunicar um orgão tubular oco, com exterior através de uma boca. Ex:colostomia Ectomia: retirada parcial ou total de um orgão. Ex:esplenectomia Plastia: reconstrução plástica. Ex: rinoplastia Pexia: fixação. Ex:nefropexia. Centese: punção de um orgão ou tecido para drenagem ou coleta de um líquido. Ex: toracocentese. Scopia: visualização de uma cavidade através de um aparelho especial. Ex:endoscopia


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