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Plano de Desenvolvimento Institucional PDI UFPA 2011 - 2015 Manaus – Amazonas - Brasil Junho/ 2010 2º Fórum Nacional de Pró-Reitores de Planejamento e.

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Apresentação em tema: "Plano de Desenvolvimento Institucional PDI UFPA 2011 - 2015 Manaus – Amazonas - Brasil Junho/ 2010 2º Fórum Nacional de Pró-Reitores de Planejamento e."— Transcrição da apresentação:

1 Plano de Desenvolvimento Institucional PDI UFPA Manaus – Amazonas - Brasil Junho/ º Fórum Nacional de Pró-Reitores de Planejamento e Administração das Instituições Federais de Ensino Superior (FORPLAD)

2 UFPA em Números 01 Cidade Universitária 11 campi alunos no interior professores efetivos doutores 874 mestres técnicos-administrativos 338 cursos de graduação 44 mestrados e 22 doutorados

3 A organização necessita coordenar suas atividades de modo integrado; A organização necessita considerar o futuro: Preparar-se para o inevitável; Ter opções frente ao indesejável; Controlar o controlável. A organização precisa de racionalidade através da adoção de procedimentos formalizados, padronizados e sistemáticos; A organização necessita exercer controle. Por que planejar?

4 É o documento que identifica a UFPA, no que diz respeito: à sua filosofia de trabalho; à missão a que se propõe (atividade fim e razão de ser da instituição); à sua visão de futuro (o que a instituição pretende ser); às diretrizes institucionais que orientam suas ações, sejam pedagógicas ou administrativas/gerenciais; à sua estrutura organizacional; às atividades acadêmicas que desenvolve e que pretende desenvolver. O que é o PDI da UFPA?

5 EXTERNOS: Lei nº 9.394/96 (LDB); A Lei nº , de 14 de abril de 2004, que estabelece o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES); Plano Nacional de Educação (PNE); Decreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de ensino e outras... INTERNO: Plano de Desenvolvimento Institucional ; Plano de Gestão 2005 – 2009; Planos de Gestão das Unidades Acadêmicas, Administrativas e Regionais; Estatuto e Regimento Geral atualizados; Orientações e diretrizes da alta direção. Dispositivos legais de orientação à elaboração do PDI

6 I. Perfil institucional II. Projeto pedagógico institucional – PPI III. Cronograma de implantação e desenvolvimento da instituição e dos cursos (presencial e a distância) IV. Perfil do corpo docente V. Organização administrativa da IES VI. Políticas de atendimento aos discentes VII. Infra-estrutura VIII. Avaliação e acompanhamento do desenvolvimento institucional IX. Aspectos financeiros e orçamentários Eixos temáticos essenciais do PDI

7 Matriz de Responsabilidades do PDI QUEM ? O QUÊ FAZ? Conselho Universitário CONSUN Aprova e supervisiona a política de desenvolvimento e expansão universitária expressa em seu Plano de Desenvolvimento Institucional; Coordenação da Administração Superior Avalia o andamento do trabalho sob o ponto de vista dos diferentes interesses da UFPA e da sociedade; Comissão de Elaboração do PDI Elabora o PDI: participa na produção dos documentos técnicos, avalia a qualidade, mobiliza e presta as informações necessárias; Comissão TécnicaDá suporte técnico e operacional às atividades do PDI; Consultoria Externa Apoia com metodologia, atividades técnicas e moderação das oficinas Pro - Reitoria de Planejamento Institucional - PROPLAN Coordena o processo de elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional, de forma participativa e em consonância com a política estabelecida pelos órgãos superiores;

8 Equipe de Elaboração do PDI

9 Consultoria Externa GD CONSULT - Gestão & Desenvolvimento Empresarial Ltda: empresa de consultoria sediada em Brasília/DF que atua na busca por maior eficiência, eficácia e efetividade na gestão das organizações, principalmente no desenvolvimento de projetos de implantação da estratégia para organizações do Governo Federal. Consultor e Palestrante: Peter M. Dostler, professor esp. MBA de Stuttgart – Alemanha, é Consultor Internacional com experiência de 19 anos no mercado nacional e internacional, Especialista em Planejamento e Gestão Estratégica e Gestão de Negócios, Pós-graduado e MBA em Gestão de Negócios para Executivos pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo e pela Escola de Administração de São Paulo, pós-graduado (post-baccalaureate) em Administração e Gestão para Executivos pela Universidade de Miami, pós-graduando em Gestão de Projetos pela Universidade Católica de Brasília, Executou inúmeros projetos na Alemanha, Áustria, Itália, EUA, Argentina, México e no Brasil. Instrutor do Programa de Excelência Gerencial do Exército Brasileiro – Gabinete do Comandante, Professor Tutor da Escola Nacional de Administração Pública – ENAP, Professor Universitário, Consultor Executivo da Kienbaum Internacional de Sócio Diretor da Gestão & Desenvolvimento Empresarial Ltda.

10 Por quê Balanced Scorecard (BSC)? Porque é um modelo sistematizado para: Simplificar a estratégia; Comunicar a estratégia a toda a organização; Alinhar a organização com a estratégia; Ligar a estratégia ao plano e orçamento anual; Medir o desempenho da organiza ç ão.

11 Por quê Balanced Scorecard (BSC)? Porque......traduz a estratégia em termos operacionais...alinha a instituição para criar sinergia..transforma a estratégia em tarefa cotidiana de todos...transforma a estratégia em processo contínuo...a Escola Nacional de Administração Pública – ENAP dissemina e recomenda essa metodologia...Porque a metodologia é utilizada com sucesso em vários orgão públicos.

12 O Macro-Processo de Planejamento Estratégico

13 O que queremos ser? Visão Ser referência nacional e internacional como universidade multicampi integrada à sociedade e centro de excelência na produção acadêmica, científica, tecnológica e cultural. Por que existimos? Missão Produzir, socializar e transformar o conhecimento na Amazônia para a formação de cidadãos capazes de promover a construção de uma sociedade sustentável. O que é importante para nós? Princípios A universalização do conhecimento; O respeito à ética e à diversidade étnica, cultural e biológico; O pluralismo de idéias e de pensamento; O ensino público e gratuito; A indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; A flexibilidade de métodos, critérios e procedimentos acadêmicos; A excelência acadêmica; A defesa dos direitos humanos e a preservação do meio ambiente.

14 Articulação nacional e internacional em ensino, pesquisa e extensão Produzir conhecimento de valor para a sociedade Formar cidadãos capazes de transformar a realidade social Intensificar atividades integradas de pesquisa, ensino e extensão socialmente relevantes Fortalecer os cursos oferecidos pela instituição Instituir programas de pós-graduação, extensão e pesquisa multicampi Alavancar parcerias estratégicas nacionais e internacionais Promover maior interação da universidade com empresas e comunidade Aperfeiçoar processos de aquisição, contratação e de elaboração de projetos Desenvolver processos de planejamento, gestão e avaliação Adequar o quadro dos servidores às necessidades institucionais Qualificar e capacitar o quadro de servidores Valorizar servidores com foco em resultados Assegurar a contratação de pessoal terceirizado capacitado Promover a modernização da infra-estrutura física e tecnológica Assegurar recursos orçamentários necessários para a implementação da estratégia MISSÃO: Produzir, socializar e transformar o conhecimento na Amazônia para a formação de cidadãos capazes de promover a construção de uma sociedade sustentável. VISÃO: Ser referência nacional e internacional como universidade multicampi integrada à sociedade e centro de excelência na produção acadêmica, científica, tecnológica e cultural. PESSOAS E TECNOLOGIA PROCESSOS INTERNOS RESULTADOS INSTITUCIONAIS ATUAÇÃO ARTICULADA ENSINO – PESQUISA - EXTENSÃO EFICIÊNCIA NA GESTÃO ORÇAMENTO RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE Intensificar a comunicação institucional Gestão da informação e do conhecimento Intensificar o uso de tecnologias educacionais e sociais Fortalecer a atividade de controle interno MAPA ESTRATÉGICO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ - UFPA

15 PAINEL DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ - UFPA

16 ObjetivoDescrição ObjetivoIndicadorFinalidade IndicadorFórmula de Cálculo Formar cidadãos capazes de transformar a realidade social Produzir e transferir conhecimentos, técnicas e habilidades embasadas em preceitos éticos e científicos focados na formação de cidadãos com capacidade crítica para a promoção do desenvolvimento regional sustentável. Nº de titulados Medir o número de titulados por ano (cursos técnicos e especialização) Numero absoluto por ano Índice de empregabilidade dos egressos Verificar a ocupação profissional dos egressos dos cursos técnicos, de graduação e pós- graduação Número de egressos no ano X com ocupação profissional no ano X+2/Número de titulados no ano X x 100 Produzir conhecimento de valor para a sociedade Produzir conhecimentos por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, que possam resultar em produtos e ações que beneficiem e atendam às diversas demandas sociais. Produção acadêmica Medir a produção científica, tecnológica, artística e cultural em seus diversos aspectos Número absoluto por professor Articulação nacional e internacional em ensino, pesquisa e extensão Ampliar e fortalecer as atividades de ensino, pesquisa e extensão por meio da interação com ambientes acadêmicos no país e no exterior. Nº de projetos desenvolvidos em cooperação com outras instituições do país e do exterior Aferir o grau de interação com ambientes acadêmicos no país e no exterior em ensino, pesquisa e extensão. Número de projetos em cooperação Intensificar atividades integradas de pesquisa, ensino e extensão socialmente relevantes Fortalecer a integração entre as ações de ensino, pesquisa e extensão que contribuam para a transformação e o desenvolvimento social. Nº de projetos integrados Mensurar o número de projetos integrados (ensino-pesquisa-extensão) socialmente relevantes. Número de projetos integrados Fortalecer os cursos oferecidos pela instituição Promover a melhoria da qualidade dos cursos oferecidos com processos inovadores de ensino- aprendizagem. 1 - Índice geral de cursos (IGC/G). 2 - Conceito médio dos cursos de pós- graduação com 2 ou mais avaliações da CAPES. 3 - Cursos Técnicos. Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC) é um indicador de qualidade de instituições de educação superior Instituir programas de pós graduação, extensão e pesquisa Multicampi Promover a expansão e interiorização da pós- graduação, da extensão e da pesquisa propiciando a integração entre os Campi. % de Campi que possuem cursos de pós-graduação Medir o grau de interiorização da pós- graduação Número de campi no interior com curso de pós-graduação / número de campi do interior x 100 % dos projetos que envolvam os Campi Medir o grau de integração entre os Campi Número de projetos que envolvam mais de um Campus / Total de projetos x 100 Alavancar parcerias estratégicas nacionais e internacionais Articular-se com organizações nacionais e internacionais de cooperação e fomento, promovendo ações que visem à realização e ao estabelecimento de cooperação científica e cultural, oferecendo à comunidade universitária instrumentos de apoio a projetos conjuntos de pesquisa e intercâmbio de professores, pesquisadores e alunos. Nº de convênios nacionais ativos Identificar a capacidade de articulação da Universidade a nível nacional. Número de convênios nacionais ativos no ano Nº de convênios internacionais ativos Identificar a capacidade de articulação da Universidade a nível internacional. Número de convênios internacionais ativos no ano Promover maior interação da universidade com empresas e comunidade Fortalecer a integração entre a Universidade, empresas e a sociedade agregando valor a produtos e processos, disseminando a cultura do protagonismo e inovação. Nº de solicitações de registros de propriedade intelectual Medir a contribuição institucional para a inovação Número de solicitações de registros de propriedade intelectual por ano Integração com a sociedade Medir o grau de interação da universidade com as empresas e a comunidade. 1 = Número absoluto de empresas júniores + Nº de empreendimentos incubados. 2 = Nº de projetos de extensão + Nº de prestação de serviços Intensificar a comunicação institucional Promover comunicação consistente e acessível que transmita as informações necessárias que sejam de interesse público. Qualidade da informação e comunicação Medir a satisfação em relação ao funcionamento dos veículos de comunicação e conteúdo da informação. Pesquisa de avaliação Política de comunicação social Avaliar a imagem institucional junto ao público interno e externo. Pesquisa de avaliação

17 ObjetivoDescrição ObjetivoIndicadorFinalidade IndicadorFórmula de Cálculo Gestão da informação e do conhecimento Otimizar canais de informação, definir fluxos e adotar tecnologias adequadas que facilitem o acesso, a difusão e a gestão do conhecimento. Índice de satisfação das informações divulgadas Avaliar o grau de satisfação com as informações institucionais divulgadas Pesquisa de avaliação Promover o uso integrado e interativo de diversas mídias, no processo de construção do conhecimento, democratizando o acesso à informação. Nº de eventos voltados para a disseminação de novas tecnologias educacionais Auxiliar o processo ensino e aprendizagem de modo a propiciar formas adequadas de utilizar os recursos tecnológicos na educação, Quantitativo de eventos realizados Disponibilidade de tecnologias educacionais assistivas Implementar recursos ou estratégias para auxiliar discentes portadores de necessidades especiais, promovendo ou ampliando suas possibilidades de participação e atuação nas atividades, nas relações, na comunicação e nos espaços da universidade Nº de estratégias implementadas / Nº de estratégias programadas x 100 Fortalecer a atividade de controle interno Fortalecer os mecanismos de controle interno visando a melhoria do processo de gestão nos seus diversos aspectos de forma a prevenir eventuais desconformidades e vulnerabilidades às quais está sujeita a instituição. % de redução do nº de recomendações do controle interno (CGU) Identificar a contribuição oferecida pelos controles da UFPA em função da redução do nº de recomendações do controle interno (CGU) Nº de recomendações do ano atual / Nº de recomendações do ano anterior x 100 Capacidade de resposta as demandas da Ouvidoria Medir a eficácia do controle interno Nº de respostas as demandas / Nº total de demandas x 100 Aperfeiçoar processos de aquisição, contratação e de elaboração de projetos Planejar, sistematizar e agilizar os processos de contratação de bens e serviços, antecipando demandas e garantindo a simplificação, de modo a assegurar maior agilidade e eficiência com foco no resultado final. Otimização de processos Medir a otimização dos processos de contratação de bens e serviços Nº de processos redesenhados implementados / Nº de processos redesenhados x 100 Desenvolver processos de planejamento, gestão e avaliação Implementar práticas inovadoras de gestão orientadas para resultados com a utilização de mecanismos de avaliação de desempenho institucional. Taxa de unidades com plano de gestão alinhado ao PDI Identificar o grau de disseminação da cultura de planejamento, gestão e avaliação Nº de unidades com plano de gestão alinhado ao PDI / Total de unidades x 100 Conceito institucional Medir a qualidade da gestão, no mínimo, com base nas 10 dimensões do SINAES Resultado da auto-avaliação institucional Adequar o quadro dos servidores às necessidades institucionais Dimensionar e adequar a força de trabalho às efetivas necessidades organizacionais, com o objetivo de promover a melhoria do desempenho institucional. Relação aluno tempo integral / professor Medir a adequação da força de trabalho docente em relação as necessidades institucionais ATID = A G TI + A PG TI + A R TI / Número de Professores Relação aluno tempo integral / técnico administrativo Medir a adequação da força de trabalho do corpo técnico administrativo em relação as necessidades institucionais ATIT = A G TI + A PG TI + A R TI / Número de Técnicos Qualificar e capacitar o quadro dos servidores Desenvolver uma política institucional de qualificação e capacitação de servidores, observando a política nacional e as espeficidades regionais para melhoria do desempenho profissional e institucional Índice de Qualificação do Corpo Docente (IQCD) Medir o índice de qualificação do corpo docente IQCD = (5D+3M+2E+1G) / (D+M+E+G) Índice de capacitação do corpo técnico administrativo (ICCTA) Identificar o nível de capacitação do corpo técnico administrativo Nº de servidores técnicos administrativos com nível IV / Nº de servidores técnicos administrativos com tempo suficiente para estar enquadrado no nível IV

18 ObjetivoDescrição ObjetivoIndicadorFinalidade IndicadorFórmula de Cálculo Valorizar servidores com foco em resultados Definir e implementar políticas de valorização dos servidores com foco no desenvolvimento pessoal, profissional e institucional. Valorização de servidores Estimular o volume de práticas inovadoras, promovendo o reconhecimento dos autores Nº de inscritos / Forum de premiação % de satisfação obtido na pesquisa de clima organizacional. Medir o nível de satisfação dos servidores. Média do % de satisfação de todos os servidores da UFPA Assegurar a contratação de pessoal terceirizado capacitado Definir modelos de contratação que garantam profissionais capacitados nas atividades a serem desempenhadas. Índice qualitativo da capacidade técnica dos terceirizados Medir a capacitação dos empregados terceirizados Nº de empregados com capacitações específicas vinculadas às atividades / Nº total de empregados terceirizados x 100 Promover a modernização da infra-estrutura física e tecnológica Implementar políticas e ações que garantam a modernização da infra-estrutura física e tecnológica, respeitando-se os aspectos ambientais e ordenamento da ocupação e uso do espaço institucional. Número de ambientes físicos adequados as normas da ABNT Avaliar o nível de adequação da estrutura física às necessidades institucionais, tendo como referência as normas da ABNT Número de ambientes adequados às normas da ABNT/ Total de ambientes existentes x 100 Nº de Unidades atendidas pela rede wireless Medir o grau de modernização e acesso à rede tecnológica disponível na instituição Nº de ambientes atendidos pela rede wireless / Nº total de ambientes % de investimentos em TI Avaliar o grau de investimento em políticas e ações de infra-estrutura tecnológica Valor aplicado em TI / Valor total do orçamento institucional Assegurar recursos orçamentários necessários para implantação da estratégia Assegurar recursos para viabilizar a execução orçamentária dos projetos estratégicos estruturantes Índice de execução de orçamento para os projetos estratégicos Medir o % do orçamento disponibilizado para projetos definidos como estratégicos Valor absoluto do orçamento para projetos estratégicos executados / Valor absoluto do orçamento para projetos estratégicos planejados x 100

19 Quais são as iniciativas a desenvolver para atingir as metas e cumprir os objetivos propostos no mapa estratégico? Quais as ações que compõem as iniciativas? Quanto irá custar a sua realização? Quando serão levadas a efeito? Qual o seu impacto nos objetivos? Quem faz o quê? INICIATIVAS/AÇÕES ESTRATÉGICAS PARA PODER ATINGIR AS METAS

20 Programas Estruturantes 1.Melhoria do ensino básico, técnico e de graduação 2.Fortalecimento da pós-graduação e da pesquisa 3.Relação com a comunidade 4.Comunicação e informação 5.Valorização e capacitação do servidor 6.Reestruturação e qualificação da infra-estrutura 7.Planejamento, gestão e avaliação 8.Arte e cultura 9.Internacionalização

21 Implementação e Monitoramento do PDI O PDI é elaborado apenas 1 vez... Após isto, o mesmo deve ser revisado periodicamente (semestralmente, anualmente) para adequação e adaptação às novas realidades. O que deve ser acompanhado mensalmente, através de análises críticas, é a execução dos planos de ação através da avaliação dos indicadores criados. Deve-se gerar ata de análise de indicadores e para registrar toda correção de desvios e realinhamento de estratégias. Será definida a estrutura de monitoramento da estratégia e a implementação das funções necessárias para o monitoramento

22 Visão O que queremos ser? Estratégia Nosso plano de jogo Balanced Scorecard Tradução, Foco e Alinhamento Iniciativas Estratégicas Quais são as prioridades? Missão Por que existimos? Valores O que é importante para nós? Alinhamento dos Processos a Estratégia O que devemos melhorar? Resultados Estratégicos Sociedade encantada Partes Interessadas satisfeitas Processos eficientes/eficazes Pessoas motivadas/preparadas

23 PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL – PDI PROJETOS DE IMPLEMENTAÇÃO DOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

24 Foto 1 – Convite do I Workshop de Planejamento Foto 2 – Administração Superior da UFPA Foto 3 – Consultor externo, Reitor e Pró-Reitor de Planejamento Foto 4 – Equipe Técnica do PDI

25 Foto 5 – Participantes do I Workshop de Planejamento Foto 6 – Construção e homologação do Mapa Estratégico Foto 7 – Revisão, em grupos, da Missão, Visão e Princípios da UFPA Foto 8 – Kit entregues aos participantes

26 Foto 9 – Divulgação da metodologia do PDI pelos Campi Foto 10 – Reunião de trabalho com consultor externo e equipe técnica Foto 11 – Capacitação na metodologia BSC da equipe técnica Foto 12 – Entrevista com Dirigentes das Unidades

27 Foto 13 – Abertura do II Workshop de Planejamento Foto 14 – Validação do Painel de Desempenho da UFPA Foto 15 – Discussão grupal da lista de iniciativas estratégicas Foto 16 – Pausa para o almoço

28 Acesse o Site do PDI da UFPA :

29 Obrigado! Pró-Reitor de Planejamento Prof. Dr. Erick Nelo Pedreira Tels: / /7121 Site Proplan:


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