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PLANEJAMENTO na EDUCAÇÃO 1 0 NÍVELFEDERAL - ESTADUAL - MUNICIPAL 2 0 NÍVEL PLANEJAMENTO das INSTITUIÇÕES e dos CURSOS PDI - PLANO de DESENVOLVIMENTO.

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3 PLANEJAMENTO na EDUCAÇÃO 1 0 NÍVELFEDERAL - ESTADUAL - MUNICIPAL 2 0 NÍVEL PLANEJAMENTO das INSTITUIÇÕES e dos CURSOS PDI - PLANO de DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PROJETO PEDAGÓGICO (PPP) 3 0 NÍVEL PLANEJAMENTO das DISCIPLINAS PLANEJAMENTO das AULAS

4 LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL Lei № 9.394, de 20 de dezembro de 1996 CAPITULO IV - DA EDUCAÇÃO SUPERIOR Artigo 45 §1 0 : ”As instituições informarão aos interessados, antes de cada período letivo, os programas dos cursos e demais componentes curriculares, sua duração, requisitos, qualificação dos professores, recursos disponíveis e critérios de avaliação, obrigando- se a cumprir as respectivas condições”.

5 O que se pretende com a Instituição PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL – P.D.I. O que se pretende com a Instituição PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL – P.D.I. O que se pretende com o curso PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO O que se pretende com o curso PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO O que se pretende na área do conhecimento PLANO DE ENSINO (DE DISCIPLINA) O que se pretende na área do conhecimento PLANO DE ENSINO (DE DISCIPLINA) Concretização do Plano de Ensino na relação Professor / Aluno PLANO DE AULA Concretização do Plano de Ensino na relação Professor / Aluno PLANO DE AULA MISSÃO SOCIAL U T O P I A

6 SEM PLANEJAMENTO CURRICULAR O PROFESSOR - age ao sabor dos ventos - cotidiano em sala de aula: predominância da improvisação (resolver necessidades imediatas) - sem relevância de resultados  desgaste da imagem - sucumbe às pressões do “imediatismo” PLANEJAR = assumir compromisso de trabalho Planejamento Currículo Escolar

7 PLANEJAMENTO É O OPOSTO DE IMPROVISAÇÃO PLANEJAMENTO  PLANO PLANEJAMENTO CURRICULAR

8 PROJETO PEDAGÓGICO (PPP) PLANO de ENSINO de DISCIPLINA PLANO de AULA PLANEJAMENTO CURRICULAR

9 COMPONENTES do CURRÍCULO OBJETIVOS CONTEÚDOMÉTODO AVALIAÇÃO

10 PLANEJANDO O ENSINO DA DISCIPLINA: PECULIARIDADES DA DISCIPLINA SISTEMATIZAÇÃO NECESSIDADES DO ALUNO - ROTEIRO DO TRABALHO DOCENTE - CAMINHADA DO ALUNO À APRENDIZAGEM JUSTIFICATIVA e EMENTA OBJETIVOS - CONTEÚDO - MÉTODOS - AVALIAÇÃO abrangência, seqüência, coerência e flexibilidade

11 PLANO de ENSINO de DISCIPLINA Curso: Semestre: Disciplina: Carga horária: Departamento: Número de Créditos: Pré-requisitos: Período: Professor Responsável: Horário semanal: adaptado de Nérici, I.G. (1980) e Turra et al (1975) JUSTIFICATIVA EMENTA OBJETIVOS UNIDADES TEMÁTICAS (CONTEÚDO) MÉTODOS DE ENSINO MEIOS DE ENSINO ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO BIBLIOGRAFIA (REFERENCIAS)

12 PLANO DE AULA adaptado de Nérici, I.G Disciplina - Tema - Professor responsável - Duração - Objetivos - Unidades temáticas (conteúdo) -Método (s) de ensino - Meio (s) de ensino - Avaliação - Bibliografia (Referências ou Consultas) ESTRATÉGIAS

13 objetivus OBJETIVOS EDUCACIONAIS ENSINAR  APRENDER RELAÇÃO ENTRE: “O QUE DEVE SER ENSINADO” / “O QUE DEVE SER APRENDIDO” RELAÇÃO ENTRE: “O QUE DEVE SER ENSINADO” / “O QUE DEVE SER APRENDIDO” SISTEMA ENSINO / APRENDIZAGEM ALUNO = CENTRO

14 OBJETIVOS EDUCACIOINAIS LINGUAGEM OPERACIONALclassificação LONGO PRAZO ou LONGO ALCACE MÉDIO PRAZO ou MÉDIO ALCANCE CURTO PRAZO ou CURTO ALCANCE LINDSQUIT (1951): IMEDIATOS e ÚLTIMOS

15 OBJETIVOS EDUCACIOINAIS LINGUAGEM OPERACIONAL SISTEMATIZAÇÃO TAXINOMIA de BLOOM e col. (1956) COGNITIVO AFETIVO MOTOR

16 TAXINOMIA DE BLOOM DOMÍNIO COGNITIVO CONHECIMENTO COMPREENSÃO RESOLUÇÃO DOMÍNIO AFETIVO ATITUDE POSTURA APRECIAÇÃO INTERESSE VALORES DOMÍNIO MOTOR REFLEXOS MOVIMENTOS BÁSICOS HABILIDADES FÍSICAS HABILIDADES PERCEPTUAIS

17 C O M P I O N R I T C A I M A E L N T O SISTEMA ENSINO / APRENDIZAGEM C O M P O F R I T N A A M L E T O LINGUAGEM OPERACIONAL

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19 TAXINOMIA DE BLOOM DOMÍNIO COGNITIVO 6 (seis) SUBDOMÍNIOS CONHECIMENTO - COMPREENSÃO APLICAÇÃO - ANÁLISE - SÍNTESE AVALIAÇÃO

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21 TAXINOMIA DE BLOOM DOMÍNIO COGNITIVO especificação verbos de ação operacionais e mensuráveis definir / conceituar construir aplicar analisar avaliar julgar selecionar

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23 TAXINOMIA DE BLOOM DOMÍNIO COGNITIVO especificação jamais usar (nunca) conhecer, saber, compreender, entender, pensar.... ministrar, explicar, mostrar verbos de ação (operacionais e mensuráveis)

24 DOMÍNIO AFETIVO ATITUDES POSTURA INTERESSE APRECIAÇÃO VALORES KRATHOWOHL e col. (1964) TAXINOMIA DE BLOOM

25 DOMÍNIO AFETIVO 5 (cinco) SUBDOMÍNIOS RECEPTIVIDADE - RESPONSIVIDADE - AVALIAÇÃO ORGANIZAÇÃO - CARACTERIZAÇÃO EM FUNÇÃO DE UM VALOR ou DE UM CONJUNTO DE VALORES

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27 DOMÍNIO AFETIVO EXEMPLO GERAL 1- RECEPTIVIDADE: assistir aula 2- RESPONSIVIDADE: fazer anotações 3- AVALIAÇÃO: prefere assistir aula de que ficar jogando baralho no Centro Acadêmico 4- ORGANIZAÇÃO: antecipadamente organiza-se e planeja-se para assistir as aulas 5- CARACTERIZAÇÃO EM FUNÇÃO DE UM VALOR: demonstra abertamente estar comprometido com a sua formação acadêmica em Medicina Veterinária

28 DOMÍNIO AFETIVO ANTÍ-EXEMPLOS DO DOMÍNIO AFETIVO SIMPATIZAR-SE COM... ESTAR CIENTE DE... DAR IMPORTÂNCIA A...

29 DOMÍNIO MOTOR HARROW E COL. (1972) TAXINOMIA DE BLOOM MOVIMENTOS BÁSICOS REFLEXOS HABILIDADES FÍSICAS HABILIDADES PERCEPTUAIS

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31 SEM CLAREZA DOS OBJETIVOS PLANEJAMENTO ? PROFESSOR

32 SÃO OS OBJETIVOS QUE AJUDAM O PROFESSOR A: - Elaborar o conteúdo; - Escolher as estratégias mais adequadas para facilitar a aprendizagem; - Desenvolver habilidades intelectuais; - Inculcar atitudes; - Direcionar a avaliação discente; - Dar ênfase ao CONTEXTO e não simplesmente ao conteúdo. - ELIMINAR A INCOMODA TAREFA DE FAZER O ALUNO: 1- “Adivinhar” o que o professor quer que ele saiba; 2- Contestar a validade da aula e até mesmo da disciplina.

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34 “DICAS” PARA A LINGUAGEM OPERACIONAL DE ESPECIFICAÇÃO DE OBJETIVOS (domínio cognitivo) JAMAIS TENTAR ENCONTRAR DE IMEDIATO UM VERBO NAS LISTAS LISTAGEM DE “TAREFAS” OU “ATIVIDADES” QUE SERÃO EXECUTADAS (OU CONTEÚDOS QUE SERÃO ABORDADOS); SELECIONAR NA LISTAGEM OS “TEMAS FÉRTEIS”; A LINGUAGEM OPERACIONAL DEVE SER DIRECIONADA À APRENDIZAGEM DESEJADA DOS “TEMAS FÉRTEIS” 1ª AÇÃO 2ª AÇÃO

35 PROCURAR NAS LISTAS DE VERBOS OS MAIS ADEQUADOS (QUE POSSAM REFLETIR A APRENDIZAGEM DESEJADA COM HABILIDADES COGNITIVAS, EVITANDO MEMORIZAÇÃO) 3ª AÇÃO - EVITAR ORAÇÕES LONGAS - FRASES CURTAS, COM A MÁXIMA CLAREZA POSSÍVEL, SEM AMBIGUIDADE OU DIFICULDADE DE INTERPRETAÇÃO (FACILITAR A ORGANIZAÇÃO DA APRENDIZAGEM) LEMBRAR SEMPRE QUE É PELA ESPECIFICAÇÃO DOS OBJETIVOS QUE VAMOS AVALIAR O DESEMPENHO (O QUE DESEJAMOS QUE O APRENDIZ “SEJA CAPAZ DE....”)


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